Motorista morre após carro cair da Ponte do Guaíba em Porto Alegre

Acidente no vão móvel ocorreu quando passagem estava içada

Retirado corpo de motorista de carro que caiu da Ponte do Guaíba<br /><b>Crédito: </b> Álvaro Grohmann / Especial CP
Retirado corpo de motorista de carro que caiu da Ponte do Guaíba 
Crédito: Álvaro Grohmann / Especial CP

Por volta das 11h30min desta quarta-feira, o Grupo de Busca e Salvamento (GBS) do Corpo de Bombeiros retirou o corpo do motorista que conduzia o carro que caiu da Ponte do Guaíbaem Porto Alegre. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente ocorreu às 9h30min, quando condutor teria entrado no sentido contrário da BR 290, na direção interior-Capital.

De acordo com os policiais rodoviários, o motorista teria acessado a ponte içada na contramão no momento do acidente. O local da queda tem grande profundidade, cerca de 24 metros, e, conforme um dos mergulhadores dos bombeiros, o Renault Symbol prata, com placas de Charqueadas, afundou mais de 10 metros na água. 

Por conta da queda, barcos que deveriam realizar a travessia da ponte foram parados no rio Guaíba. Um catamarã foi utilizado como base de operações dos bombeiros para iniciar o resgate do veículo. O içamento do vão móvel que estava previsto para as 11h foi cancelado pela Concepa, concessionária que administra a rodovia.

Fonte: Correio do Povo

 

Brasileiro desaparecido na Espanha é encontrado morto

30/4/2014 
Correio do Brasil, com BBC – de Madri, Espanha

Nascido em Salvador, Victor da Silva Lago, de 19 anos, vivia na Espanha há 11 anos

Após quase quatro meses, chegou ao fim a procura pelo brasileiroVictor da Silva Lago, de 19 anos, que mobilizou a cidade de Zaragoza, na Espanha. Na noite desta terça-feira, a Polícia Nacional encontrou o corpo do rapaz na região de Cogullada, debaixo de uma ponte, segundo registrou a jornal Heraldo. Ele havia desaparecido na virada do ano.

A polícia confirmou a identidade de Victor à família, embora ainda não tenha os resultados do exame de DNA, segundo Taís Silva Lago, prima de Victor, que falou à BBC Brasil por telefone.

A polícia também informou que o corpo estava em avançado estado de decomposição, mas que não apresentava sinais de violência.

O resultado da autópsia com as causas da morte está previsto para sair em duas semanas.

Desaparecimento

Victor havia participado de uma festa em Zaragoza. A família não tinha notícias dele desde 1º de janeiro.

O desaparecimento do jovem mobilizou a polícia, os bombeiros e até a Interpol. Um drone, um tipo de aeronave não tripulada, chegou a ser utilizado para procurar pistas do rapaz.

A família também pediu ajuda pelas redes sociais para encontrar Victor. Poucos dias após o desaparecimento, cerca de 300 pessoas se reuniram às margens do Rio Ebro para procurá-lo.

Nos últimos meses, amigos e familiares realizaram manifestações para que o caso não fosse esquecido.

– É impressionante que tenham achado o corpo dele justo no lugar onde procuramos – diz Taís Lago. “Tenho que agradecer a todas as pessoas que nos apoiaram.”

Victor nasceu em Salvador em vivia na Espanha desde os 8 anos. Cursava Administração de Empresas na Universidade de Zaragoza.

Homem com 7 passagens é preso em flagrante por roubo

DIÁRIO DA MANHÃ|HÉLIO LEMES 

Um homem com sete passagens pela policia foi preso agora a pouco, no setor Garavelo, em Aparecida de Goiânia, após roubar um carro. De acordo com a Polícia Militar (PM), o suspeito foi identificado como Josias Evangelista da Silva, de 38 anos e já foi condenado duas vez por homicídio, duas por tentativa de homicídio e outras duas por roubo e furto.

A PM informou que na ação de hoje, Josias roubou um comerciante próximo ao anel viário, levando dinheiro, objetos pessoais e celulares, além do veículo da vítima. Na sequência ele abordou uma outra vítima e roubou o veículo. Segundo a PM, o suspeito foi preso em seguida e com ele foram recuperados os pertences das vítimas e apreendido um revólver calibre 32.

USP suspende novo prédio do campus em Santos e relata crise financeira

A Tribuna/Leonardo Costas

A construção do novo edifício da Universidade de São Paulo (USP) em Santos está suspensa. Segundo a instituição, a decisão faz parte de uma série de medidas adotadas para superar uma crise financeira. Porém, o curso de Engenharia de Petróleo da USP, na sede da antiga Escola Estadual Cesário Bastos, na Vila Mathias, não está ameaçado de ser cancelado.
 
Prevista para ser erguida atrás do antigo casarão onde atualmente ocorrem as aulas, a nova edificação teria o investimento de R$ 68,6 milhões da USP. Segundo o diretor da Escola Politécnica da Universidade, José Roberto Castilho Piqueira, agora a obra só pode ser realizada com parcerias.
 
“Para o segundo prédio serão captados recursos no sistema produtivo com colaboradores interessados em fazer doações para viabilizar a construção do mesmo”, diz.
 
Nesta semana, Marco Antonio Zago, reitor da USP (assumiu o posto em janeiro), enviou uma carta aos docentes, funcionários e alunos da instituição. A Tribuna teve acesso ao seu teor. Nela, há um trecho relacionado diretamente ao prédio projetado para Santos.
 
“Todas as novas contratações de pessoal foram suspensas por tempo indeterminado, incluindo as substituições de aposentados ou demitidos. Novas construções tiveram que ser suspensas, sem consideração de prioridade ou interesse acadêmico: simplesmente não há recursos para atender a novos prédios”.
 
N/A

A nova edificação estava prevista para ser erguida atrás do antigo casarão onde atualmente ocorrem as aulas

Crise

Conforme o comunicado, Zago tomará uma série de medidas para recolocar a USP em situação de normalidade financeira.
 
Ele diz ainda que muitos podem pensar que a queda progressiva ocorreu exclusivamente por conta da construção de novos prédios ou porque a universidade passou a financiar alguns programas no âmbito da graduação e da pesquisa, e promover, de forma mais ousada, ações de internacionalização dos nossos pesquisadores e da pós-graduação.
 
“Mas não é isso que está na raiz dos nossos problemas. O cerne da dificuldade que se apresenta é que saímos, em 2011, de uma relação que estava próxima de 80% para gastos com pessoal e 20% para investimentos e outros custeios (considerada saudável para uma universidade) para uma relação que ultrapassou a casa dos 100% para pessoal no ano de 2013”.
 
E segue: “Isso significa que cada licitação feita por uma Unidade de Ensino e Pesquisa para manter as suas atividades normais terá que onerar, necessariamente, a reserva que ainda resta para a Universidade. E, no ritmo em que as coisas vinham acontecendo, essa reserva tinha data certa para acabar”.
 
Por fim, Zago admite que essa política, mantida por um prazo longo, poderá trazer prejuízos para a instituição. “Mas vamos atuar para minimizar os efeitos negativos buscando atender às situações de maior emergência ou gravidade”. 

Iniciativas apostam em medos e estereótipos

DEMOCRACIA DIRETA

Diante do Palácio Federal, 117.000 assinaturas para uma iniciativa da Juventude Socialista contra a especulação dos gêneros alimentícios.

Diante do Palácio Federal, 117.000 assinaturas para uma iniciativa da Juventude Socialista contra a especulação dos gêneros alimentícios. (Reuters)

Por Frédéric Burnand, swissinfo.ch 
30. Abril 2014 

Várias iniciativas populares dos últimos anos colocaram abertamente os estrangeiros como bode expiatório. Será preciso restringir este direito? Um debate que tem agitado a opinião suíça desde o primeiro uso desse instrumento emblemático da democracia direta, em 1893.

“As boas almas que acreditaram distinguir no novo artigo constitucional tendências humanitárias, aceitando a jogada dos antissemitas com sua aprovação, devem reconhecer que estavam erradas. (…) Não é porque não foram avisadas.”
 
Assim, um artigo no Journal de Genève comenta a aprovação, por 60% dos eleitores, de uma iniciativa lançada pelas sociedades de proteção dos animais de língua alemã, em 20 de agosto de 1893. Combatida pelos poderes executivo e legislativo do país, o artigo constitucional proibia “o abate de animais sem serem atordoados antes” ou “o abate de bovinos em uso entre os judeus”, como especificado pelos adversários desta primeira iniciativa popular da história da Suíça.
 
Nos arquivos do Journal de Genève (hospedado no site do jornal Le Temps), lemos este aviso de um comitê de adversários aos “zoófilos”, como são chamados na época os defensores dos animais: “O direito de iniciativa que se inicia hoje não deve se tornar um instrumento de opressão nas mãos de uma raça contra outra, de uma fração do povo contra outra”.
 
Como observa Johanne Gurfinkiel, secretário-geral da Coordenação Intercomunitária contra o Antissemitismo e a Difamação (CICAD), para alguns iniciantes e eleitores tratava-se de “punir os judeus da Suíça que haviam acabado de se tornar cidadãos suíços, graças principalmente à pressão da França e dos Estados Unidos”.
 
No início de 2000, o Conselho Federal (governo) tentou revogar esta lei com efeitos discriminatórios. O governo acabou abandonando o projeto para evitar uma campanha que prometia ser violenta e discriminatória, desta vez contra os muçulmanos.

O ESTRANGEIRO EM CARTAZ

Do perigo vermelho ao perigo muçulmano

“A Suíça para os suíços”, proclamava um cartaz de 1919. Ao longo da história moderna da política suíça, o tema da imigração volta regularmente. O estrangeiro é um dos temas prediletos dos cartazes de campanha eleitoral.  […]

 

Xenofobia

Nos anos 70, uma série de iniciativas visando os trabalhadores imigrantes alimentou campanhas particularmente virulentas. Começando com a chamada iniciativa Schwarzenbach, que pretendia limitar o número de estrangeiros na Suíça. “Depois de debates acalorados, a iniciativa foi rejeitada por pouco pelo povo em 1970”, diz o Dicionário Histórico da Suíça.
 
Durante a década de 2000, os estrangeiros foram novamente objeto de diversas iniciativas populares, na maioria das vezes iniciadas ou apoiadas pelo SVP (Partido do Povo Suíço, na sigla em alemão) e contestadas por outros partidos políticos. Mais uma vez, as campanhas para os referendos estigmatizavam os estrangeiros, com destaque especial para a iniciativa contra a construção de novos minaretes, que ganhou 57,5% dos votos em novembro de 2009.
 
Sem alvejar uma comunidade em particular, o artigo constitucional impondo quotas de estrangeiros adotado em 9 de fevereiro de 2014 também reflete uma desconfiança com relação à Europa e aos estrangeiros que vêm à Suíça. O que levou o presidente alemão a reagir publicamente na própria Suíça. Um fato inédito.
 
No início de abril, Joachim Gauck fez questão de frisar que não queria e não podia imaginar que um país como a Suíça, tão diversa e que nunca tinha passado por uma ditadura, se distanciasse da Europa.

Direitos humanos

Alguns observadores e políticos suíços se dizem preocupados com o crescente número de iniciativas que misturam medo e estereótipos, como a que pretende reduzir drasticamente o número de estrangeiros autorizados a morar na Suíça, a iniciativa ECOPOP, que será votada este ano.
 
Isto fez o constitucionalista Andreas Auer fazer a seguinte observação: “O clima bélico no qual alguns partidos empurram nossas relações com os estrangeiros me preocupa. Há um aumento de iniciativas problemáticas em termos de direitos humanos”.
 
Será necessário, portanto, limitar a democracia direta para se proteger das paixões políticas e da xenofobia que ela permite expressar?
 
Como observou o Dicionário Histórico da Suíça, vozes se levantaram nos primórdios do direito de iniciativa para assinalar “os perigos de uma instituição que poderia servir como instrumento nas mãos de demagogos ou dar uma influência indevida a pequenos grupos bem organizados”.
 
Presidente da Comissão Federal contra o Racismo, Martine Brunschwig Graf ressalta o primeiro filtro que é o Parlamento suíço: “Um texto racista ou discriminatório será invalidado pelo parlamento. Debates são realizados para determinar se uma iniciativa é contrária ao direito internacional e aos compromissos internacionais assumidos pela Suíça”.
 
A ratificação pela Suíça da Convenção Europeia dos Direitos Humanos (em vigor desde 1974) e a adoção pelo povo, em 1994, da norma antirracista – o artigo 261bis do Código Penal Suíço – representam um marco, pelo menos para os defensores dos direitos humanos.
 
“Até 1974, os direitos humanos eram garantidos no nível da Constituição Federal e das constituições cantonais”, diz Andreas Auer.
 
Ao ratificar a Convenção Europeia dos Direitos Humanos, os países europeus concordaram em não serem soberanos nesta área, beneficiando assim o Tribunal de Estrasburgo. “Um cidadão poder processar o governo do seu país em uma instância internacional é uma realização extraordinária da proteção dos direitos humanos”, diz Andreas Auer.

Arbitrariedade

Em outros círculos políticos, alguns acreditam que após a votação de 9 de fevereiro, que surpreendeu toda a classe política, seria bom reforçar as condições para o exercício do direito de iniciativa.
 
Propostas que deixam Andreas Auer em dúvida: “Sempre que surge a questão, aparecem dezenas de propostas, seja na administração, na política ou no meio acadêmico. Mas o problema enfrenta os mesmos obstáculos. Tentamos colocar novas barreiras ao direito de iniciativa. Supondo que ela passe pela dupla maioria (do povo e dos cantões), a questão é saber quem vai fiscalizar seu cumprimento. A Assembleia Federal como corpo político não é capaz de fazê-lo. Para dar esse poder à Justiça Federal é preciso revisar a Constituição”.
 
Martine Brunschwig Graf enfatiza os efeitos perversos do aumento do controle do direito de iniciativa: “Não podemos impedir preventivamente uma iniciativa sob o pretexto de que ela seria susceptível de desencadear um debate indesejado. Não podemos legislar as intenções das pessoas. Senão, cairíamos em um sistema de censura levando à arbitrariedade”.
 
“Num sistema democrático, cada ator (iniciantes, partidos, políticos, meios de comunicação) e todos aqueles que participam de uma campanha de votação têm a responsabilidade de manter o debate em um contexto apropriado”, diz.
 
Em outras palavras, não se deve quebrar o termômetro que representa a democracia direta, mesmo em caso de febre alta entre a população suíça.

Adaptação: Fernando Hirschy

Cerca de 40% da população de Rio Branco está endividada

Facilidade em adquirir crédito é um dos motivos para endividamento, revela economista

 

Ainda de acordo com a pesquisa 41% dos entrevistados dizem pagar as dívidas em dia, mas ficam sem dinheiro para as demais necessidades. Foto: Reprodução/Shutterstock

RIO BRANCO – Facilidades no crediário auxiliam a população em adquirir produtos e serviços de maneira descontrolada. Um estudo realizado pelo Instituto Fecomercio de Pesquisa Empresarial do Acre (Ifepac), aponta que 39% dos consumidores na capital estão inadimplentes. Órgão entrevistou 259 pessoas no período de 17 a 21 de março, em Rio Branco.

Para o economista Carlos Franco, a inadimplência é consequência do estímulo ao consumo. “O crédito é uma questão relativamente nova para o brasileiro, não só para o acreano. É um processo relativamente normal do ponto de vista econômico porque o Brasil sempre viveu com altos índices de inflação. Estamos agora na primeira geração de brasileiros que sabe viver com estabilidade econômica”, explica Franco.

Ainda de acordo com a pesquisa 41% dos entrevistados dizem pagar as dívidas em dia, mas ficam sem dinheiro para as demais necessidades. E 37% dos entrevistados afirmaram que realizam planejamento e assim economizam na hora de pagar as contas.

Consumismo

Com o crédito fácil – disponibilizado facilmente nas lojas de confecções que geralmente só pedem Cadastro de Pessoa Física (CPF), Registro Geral (RG) e comprovante de endereço para aprovação – o estímulo para o consumo é ainda maior. “As pessoas ainda estão começando a lidar com as opções de crédito a longo prazo”, ressalta o economista.  Sobre a inadimplência excessiva, Franco explica que há sim uma solução. “O aconselhável para que o endividamento não ocorra é que o crédito usado fique em torno de 30% em relação a renda líquida”, alerta.

Para a professora Eliete Lopes, o controle para segurar o freio na hora de utilizar o cartão de crédito é difícil. “Eu não coloco no papel o que eu gasto com o cartão de crédito, então é complicado ter o controlo. O cartão dá muita facilidade, mas eu geralmente só gasto com besteira, admito”. Eliete ainda diz que paga as dívidas ‘mês sim, mês não’ e sobre os cartões de lojas ela diz “é difícil controlar a vontade de comprar. O banco realmente facilita, mas os juros são muito altos, as vezes aperta, mas sempre dou um jeito”, conta Eliete.

Controle financeiro

A pesquisa ainda constatou que 9% não se preocupam com controle financeiro e recorrem a algum tipo de financiamento, e outros 9% também são despreocupados, mas preferem não optar pela regularização da inadimplência. 4% dos entrevistados ainda disseram que recorrem a financiamentos mas não conseguem sanar todas as dívidas.  “O credito não é um benefício ruim, mas é preciso ser bem pensado. Até porque a inadimplência é ruim para os dois lados” conclui Carlos Franco.

 

Governo federal reconhece calamidade pública em Rondônia

Porto Velho, Nova Mamoré e Guajará-Mirim foram as regiões mais prejudicadas; nível do rio nesta quarta é de 17,57 metros

 

Enchente do rio Madeira afetou cidades de Rondônia. Foto: Daiane Mendonça/Decom-RO

PORTO VELHO – O governo federal reconheceu estado de calamidade pública em Rondônia, que sofre há mais de dois meses com a enchente do rio Madeira. O reconhecimento permite mais agilidade nas ações de socorro e na liberação de verbas após o aval do ministério. Os recursos são destinados por meio do Cartão de Pagamento de Defesa Civil. A ferramenta é utilizada pelo governo federal para dar mais rapidez às ações de resposta.

O governo federal já realizou  cinco repasses de recursos para o estado. O primeiro, no valor de R$ 564,8 mil, foi publicado no Diário Oficial da União do dia 25 de fevereiro. A segunda ajuda financeira foi R$ 5.266.446,75, divulgada no dia 6 de março. Em 26 de março, houve a liberação de R$ 884 mil. No dia 2 de abril, o governo federal autorizou o repasse de mais R$ 827.258 para ações de defesa civil em Rondônia. A última liberação de verbas ocorreu no dia 9 de abril, no valor de R$ 587.189.

Segundo a última aferição realizada nesta quarta-feira pela Agência Nacional de Águas, o Rio Madeira está com 17,57 metros acima do nível normal. O pico ocorreu no dia 30 de março quando alcançou 19,7 metros. O recorde anterior havia sido registrado em 1997, quando ficou 17,52 metros acima do nível. Porto Velho e seus distritos, Nova Mamoré e Guajará-Mirim foram as regiões mais prejudicadas.

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio