Dentista é assassinada em Irajá

Familiares acusam namorado da jovem de 36 anos de ter efetuado quatro disparos contra vítima

O DIA

Namoradoé o principal suspeito

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Dentista é assassinada em Irajá. 

Foto: Reprodução Facebook

Rio – “Tiraram o único bem que eu tinha. Minha filha era tudo para mim”. Essas foram as palavras de dor emitidas pela dona de casa Vera Lúcia quando soube que sua filha, Fabiola Peixoto, 25 anos, foi encontrada morta, por vizinhos, na madrugada deste domingo, em Irajá. A causa da morte: a família suspeita do namorado de 36 anos, que era bastante ciumento com a jovem e, segundo Vera, é cabo afastado do Exército por problemas psicológicos.

De acordo com o pai de Fabíola – estudante de odontologia e prestes a concluir sua pós-graduação – um telefonema anônimo foi recebido por volta das 9h da manhã. “Não acreditei quando me ligaram. Corri para a casa daquele “assassino sem alma” e foi grande a dor”, explicou o pai que encontrou a filha com quatro tiros no corpo.

Depois de uma festa de pagode, em Madureira, eles voltaram para a casa do namorado, em Irajá. “Foi a ultima noite que minha filha viveu”, disse o pai da universitária: “Ele sempre andava armado e estava tentando voltar a exercer sua função no exército. Agora ele fugiu e ninguém sabe o paradeiro dele”.

“Ela era tão jovem e inteligente. Era uma pessoa tranquila e não fazia mal a ninguém. Só queria saber por que fizeram isso com minha filha?”, questionou Vera. Faltavam poucos dias para que os dois completassem dois meses de namoro.

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