Aluna negra é barrada na portaria da Faculdade de Medicina da USP

DIÁRIO DA MANHÃ|TALLITA GUIMARÃES

ImagemA Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo abriu sindicância para investigar o caso de uma aluna negra que foi barrada por seguranças na portaria da instituição, no mês passado. A aluna do curso de Saúde Pública, teve o acesso vetado por dois vigilantes, funcionários terceirizados da USP, que pediram para que ela apresentasse o crachá.

Mesmo após apresentar a identificação (como aluna), Mônica Gonçalves disse que a entrada não foi liberada. Segundo a estudante, ela falou aos vigilantes que encontraria amigos na sala do centro acadêmico de seu curso e, porém, segundo eles, outras pessoas circulavam normalmente no prédio. Mônica entrou na instituição escoltada por um dos vigilantes.

O episódio revoltou colegas, o que motivou uma nota crítica do centro acadêmico da Faculdade de Saúde Pública. A escola afirmou que repudia esse tipo de preconceito e vai apurar o caso.

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