Rondônia recebe seminário sobre comércio de castanha

Projeto articula uma rede de financiadores para criar um sistema sustentável entre terras indígenas e seringais

PORTO VELHO – O manejo de produtos florestais não-madeireiros, como a castanha-do-Brasil e o látex, tem se revelado uma excelente estratégia na gestão ambiental e na geração de renda de povos de terras indígenas e extrativistas. Para fortalecer o trabalho realizado nos estados deRondônia e Mato Grosso, o Projeto Pacto das Águas promove, a partir desta quinta-feira (29), o “Seminário e Intercâmbio de Experiências”, no Hotel Maximus Slimm, em Ji-Paraná, Rondônia. O evento será realizado até o dia 31, das 9h às 17h30, e será aberto ao público, com entrada gratuita.

Castanha. Foto: Arquivo/Agência Acre

Patrocinado pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental, o projeto pretende articular uma rede de parceiros e agências financiadoras para criação de um sistema sustentável que otimize a comercialização das 160 a 300 toneladas de castanha e 25 toneladas de borracha produzidas anualmente, numa região que abrange 1,9 milhão de hectares. Para isto, serão envolvidas mais de mil pessoas na região, entre povos das cinco terras indígenas e seringueiros da Reserva Extrativista Guariba Roosevelt.

No evento, estarão presentes o coordenador do projeto, Plácido Costa, representantes do governo do estado, agricultores e lideranças indígenas e extrativistas. “Nosso foco, neste momento, é a consolidação das alternativas de geração de renda, mais especificamente nas ações de cooperação entre os grupos para gestão de mercados”, explica Plácido Costa. 

Patrocínio a projetos na Amazônia

Patrocinadora de diversos projetos sociais e ambientais no bioma amazônico, a Petrobras já investiu, em seis anos, R$ 110,8 milhões em 124 iniciativas na Amazônia. Ao todo, elas já beneficiaram mais de 110 mil pessoas, em atividades de educação ambiental e geração de renda. Por meio do novo Programa Petrobras Socioambiental, a companhia investirá, ao todo, R$ 1,5 bilhão, até 2018, em projetos socioambientais de todo o país. 

 

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