Com ventos de até 80 km/h, bairros ficam sem energia

De A Tribuna On-line

Os ventos de até 80 Km/h que atingiram as cidades da Baixada Santista nesta quinta-feira provocam quedas de árvores e de energia em alguns bairros da região. O pico da rajada foi registrado, nesta manhã, pelos equipamentos da Base Aérea de Santos, que recomendou ainda suspensão do sobrevoo de aeronaves de pequeno porte por toda a região.  

As fortes rajadas são as responsáveis por queda de energia em bairros de Santos, Cubatão, Praia Grande e São Vicente. A Companhia Piratininga de Força e Luz (CPFL) ainda apura o que aconteceu.
 

N/A

Árvore caiu em uma empresa de transporte ferroviário na manhã desta quinta-feira em Cubatão

Por segurança, o Desenvolvimento Rodoviário S.A. (Dersa) suspendeu a travessia de barcas entre o Centro da Cidade e o Distrito de Vicente de Carvalho, em Guarujá. Também há relatos de oscilação de energia em Ilhabela, São Sebastião.

Na Praça Mauá, no Centro de Santos, um homem precisou ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). Em função da ventania, um galho caiu e atingiu a cabeça do rapaz. Apesar do susto, os ferimentos não foram graves e ele passa bem.

No Facebook de A Tribuna On-line, internautas relataram queda de árvore em vários bairros de Santos, São Vicente, Praia Grande e Cubatão. No Instituto Geográfico de São Vicente, uma árvore centenária também tombou com o vento.

Previsão

De acordo com informações do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTC), do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (INPE), o vento não recebe influência de uma frente fria que está parada no Sul do País. No entanto, as rajadas quentes, combinadas com a baixada umidade, favorecem a criação de zonas de instalabilidade, podendo ocorrer chuva fraca.

“As rajadas que chegam ao litoral são diretamente influenciadas pelo escoamento da zona de baixa pressão entre o Mato Grosso e São Paulo. Esta, por sua vez, reflexo da frente fria na região sul”, explica o meteorologista do CPTEC/INPE, Luiz Souza. Segundo ele, as condições climáticas favorecem para o estabelecimento de temperaturas elevadas. Nesta manhã, os termômetros marcavam 27ºC.

 

Incêndio de grandes proporções atinge favela do Mangue Seco, em Santos

De A Tribuna On-line

Um incêndio de grandes proporções atinge a favela do Mangue Seco, no Jardim Rádio Clube, em Santos. As chamas tiveram início por volta das 11h30.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, em razão da forte rajada de vento que atinge a região desde o início do dia, o fogo se espalhou rapidamente, atingindo dezenas de barracos e um galpão da Prefeitura próximo ao local. Segundo a corporação, a ocorrência está fora do controle.

Para o combate às chamas foram enviadas ao local pelo menos cinco viaturas do Corpo de Bombeiros de Santos e São Vicente. Há ainda outros quinze carros da Polícia Militar e outras duas viaturas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) no local.

Cobertas com roupas molhadas para se proteger do fogo, pessoas da comunidade também auxiliam o Corpo de Bombeiros no combate ao fogo. Ainda não há informações sobre o que teria causado o incêndio na região.

Abobrinha recheada

Abobrinha recheada

A Tribuna |  | Categoria: AvesLegumes e verduras

4 porções
AT Revista. Boa Mesa

 
  • Ingredientes:
  • 4 abobrinhas;
  • 2 peitos de frango;
  • 1 folha de louro;
  • 1 ramo de alecrim;
  • 1 cebola picada;
  • 2 dentes de alho picados;
  • 1 colher (sopa) de extrato de tomate;
  • 4 colheres (sopa) de requeijão light;
  • salsinha picada;
  • 1 colher (chá) de orégano,
  • azeite a gosto
  • sal a gosto e
  • pimenta moída o quanto baste.
  • Para gratinar:
  • 100g de queijo parmesão light.
Essa receita é magrinha, pode comer sem culpa. Ótima para esse período de culpa depois da Páscoa, por termos comido tanto chocolate e as outras delícias desta época. Ela é recheada de frango com requeijão light. Maravilhosa.

Preparo: ferva água com um pouco de sal e coloque as abobrinhas (lavadas). Cozinhe por cinco minutos. Retire e deixe esfriar. Reserve. Ferva água com sal, a folha de louro e o ramo de alecrim. Acrescente o peito de frango e deixe cozinhar. Quando estiver cozido, retire e desfie bem.

Em uma panela, coloque um fio de azeite e refogue a cebola e o alho picados. Junte o frango e o extrato de tomate. Misture.  Desligue o fogo, coloque o requeijão, a salsa e o orégano. Misture. Reserve. Abra as abobrinhas ao meio e retire parte da polpa e sementes com o auxílio de uma colher. Nessa cavidade, coloque o recheio de frango desfiado e salpique parmesão. Unte um refratário ou assadeira com azeite e arrume as abobrinhas. Leve ao forno preaquecido a 200ºC  por 15 minutos ou até gratinar.

Dica: você pode usar a polpa  retirada para fazer sopas, cremes, patês e purês.

Vendedor acusa Santa Casa de Santos de operar dedo errado

A Tribuna|Eduardo Velozo Fuccia

ImagemO vendedor autônomo Francisco Ferreira de Melo Júnior, de 50 anos, recobrava a consciência na sala de recuperação após a cirurgia do dedão do pé direito que tinha fraturado, quando constatou que, na realidade, teve operado o dedão do pé esquerdo.

O erro médico, segundo ele, ocorreu na Santa Casa de Santos na última segunda. Na mesma data, ele foi submetido a nova cirurgia para sanar o problema no dedão fraturado e retirar duas hastes metálicas colocadas naquele que foi indevidamente operado.

“Ainda bem que a operação não era para amputar, senão agora estaria sem os dois dedos”, desabafou ontem o vendedor, que se recupera em seu apê no bairro São Jorge, em Santos.

Francisco quebrou o dedão do pé direito no dia 22, ao tropeçar no canteiro de concreto de uma árvore, no Rádio Clube. No último domingo, ele se internou na Santa Casa, sendo operado na manhã seguinte.

Segundo ele, após a cirurgia, uma funcionária esteve na sala de recuperação e lhe pediu para mexer o “pé esquerdo, que foi operado”. O paciente a corrigiu, dizendo que a fratura fora no dedão do pé direito. Aí o bicho pegou.

“O pé esquerdo estava enfaixado e vi as pontas de dois ferrinhos para fora. O pé direito não havia sido mexido. Fiquei nervoso e falei que tinham errado. A preocupação deles foi retirar da sala as macas com os outros operados e dizer que tudo seria resolvido”.

Conforme o paciente, o médico responsável pela cirurgia logo quis anestesiá-lo para operá-lo pela segunda vez. Porém, Francisco só permitiu depois de avisar seu irmão sobre o ocorrido.

Providências

O paciente registrou boletim de ocorrência no 2º Distrito Policial de Santos logo após receber alta e fez exame de corpo de delito. A delegada Daniela Lázaro ouvirá funcionários da Santa Casa pra apurar responsabilidades pela suposta lesão corporal culposa (sem intenção). O vendedor também pretende ajuizar ação cível contra o hospital. “Sequer me pediram desculpas e tentaram encobrir o problema”.

Resposta

Por meio de nota, a Santa Casa de Santos diz estar ciente do fato, tendo aberto sindicância interna pra apurar o caso e tomar as providências cabíveis.

N/A

Homem quebrou o dedo do pé direito, mas teve o pé esquerdo operado por engano na Santa Casa

 

Mundialização dos direitos da humanidade e do planeta

DIÁRIO DA MANHÃ|ANTÔNIO LOPES

“Antes de ser concretizada, uma ideia tem a estranha semelhança com a utopia.” (Jean-Paul Sartre)

A tensão político-cultural mundializada, a qual divide a filosofia e a prática dos direitos humanos seria o buraco negro deixado pelo socialismo?

É questionável no momento o desenvolvimento democrático destes direitos enquanto política emancipatória e progressista, pois sua execução enquanto organograma de gestão universalizada, segue amarrada pelo falso universalismo, em detrimento dos valores multiculturais.

Política de cunho progressista, pós Segunda Guerra Mundial, integraram parte da política da Guerra Fria, tornando direitos suspeitos, a endossados na complacência para com ditadores, sempre em nome do desenvolvimento. Hoje, trabalha-se justamente a reinvenção estrutural e de linguagem de uma emancipação a qual entenda as tensões dialéticas que fundamentam a modernidade ocidental, caracterizadas pela regulação, e fortalecimento das políticas de emancipação social, diluídas no positivismo da “Ordem e Progresso”, simbolizadas pelo paradigma da transformação social radical.

O Estado moderno minimalista leva a sociedade civil a se autorreproduzir, sem limites ou regras, violando o potencial dos direitos humanos, retratados nos direitos econômicos e sociais, culturais, da qualidade de vida, dentre outros. Fechando esta tensão tríplice, a Globalização, de soberano mando e desmando de Estados privilegiados, hegemonistas, capitalistas, que condenam o internacionalismo da classe operária muito mais a uma aspiração que realidade, regulados, deslocados num quadro irreversível e complexo o qual se apresenta inoperante, incapaz de provocar mudanças estruturais que posam levar à possibilidade, mesmo que ínfima, da equidade global.

Estes direitos passam pelo crivo da mundialização, final e início de séculos, retrocessos culturais, religiosos, centrados numa nova economia mundial. Feixe das relações sociais, a globalização resulta em conflitos, vencedores e vencidos, determinada pelo movimento do localismo, ou seja, a cultura de poder capitalista, de um determinado centro hegemônico, enquanto marca, valor e referência enquanto mercadoria de consumo, alardeada e comercializada mundo afora, sem enraizamento local, exemplo disso marcas internacionais e franchising instaladas em aeroportos internacionais. Globaliza-se a pizza, o hamburguer, localiza-se o bacalhau português, a feijoada brasileira, o tango argentino, o vinho chileno que passam a ser vistos como particularismos.

O discurso científico hegemônico privilegia a história do mundo na versão dos vencedores. A classe capitalista transnacional controla tempo-espaço, transformando-os a seu favor, direcionados ao cofre da acumulação de capital, diga-se de passagem, moeda internacional, hegemônica. Exitem os grupos subordinados divididos entre trabalhadores, refugiados, migrantes, atores sociais que promovem a movimentação transfronteiriça e engendrado nesta característica antropológica modernizada e excludente, os turistas desempenham importante papel do terceiro modo de compreensão tempo-espaço.

A cultura musical globalizada constitui parte deste organograma sem fronteiras mundial o qual apresenta recortes socioeconômicos que retratam, por exemplo, as culturas localizadas dos produtores de coca na Bolívia, Peru e Colômbia, os quais contribuem decisivamente para uma cultura mundial da droga, sem no entanto, perder ou se desligarem dos laços localizados da produção. Este vínculos e seu caráter exótico além de tradicional é o que atrai, em muitos casos, talvez pela exoticidade, o mercado global de turismo, tal qual a mulata e o samba, a praia e a água de coco no litoral brasileiro. 

A este esquema emblemático da sociedade capitalista e modernizada dá-se a nominação de localismo globalizado – a língua inglesa, telecomunicações e fast-foods – e/ou o globalismo localizado – zonas francas, desflorestação e destruição de recursos naturais, lixos tóxicos sem pátria. Este quadro econômico-social é retratado pelos países centrais e periféricos delineado por um sistema mundial em busca de valores alternativos empenhados em estudar culturas pós-coloniais ou subalternas, não imperialistas, de temas internacionais tais como o próprio planeta, o direito internacional, o patrimônio comum da humanidade.

Este quadro socioeconômico e cultural está estampado no outdoor da vida humana precarizada na Terra, no buraco negro da camada de Ozônio, na preservação e/ou devastação a Antártica, Amazônia, pirâmides egípicias, Machu Pichu no Peru, assim como a Lua e os planetas, patrimônio inconteste da humanidade, tanto das gerações futuras quanto do passado, patrimônio este em constante ataque por países imperialistas hegemônicos como os Estados Unidos.

A globalização é na verdade, um conjunto de arenas de lutas transfronteiriças, duelo entre o localismo globalizado e globalismo localizado, de cima para baixo, cosmopolita e de baixo para cima, patrimônio da humanidade.

Os direitos humanos universais tenderão a operar como localismo globalizado, de cima para baixo, instrumento o qual provoca o choque de civilizações, arma do Ocidente contra o resto do mundo. Neste caso, o multiculturalismo seria a pré-condição para uma correlação equilibrada, mutuamante potenciadora da legitimidade local, resguardados, hoje, a quatro regimes internacionais de aplização de direitos humanos: o europeu, inter-americano, africano e asiático, onde somente a cultura ocidental tende a formulá-los como universais.

Racionalmente superior as demais raças animais no planeta, pressupostos dos direitos humanos, reconhecidamante ocidentais, reconhecem esta natureza humana e social irredutível, na qual a Sociologia se sobrepôs à Filosofia, quando a partior da Segunda Guerra, as políticas dos direitos humanos estiveram atreladas a interesses hegemônicos das economias locais globalizadas. O silêncio sobre os genocídios e o discurso da prosperidade contínua advinda do comércio; prioridades cívicas, econômicas, sociais e culturais não revelam o outro lado da questão, a defesa das classes sociais e grupos oprimidos a partir das ONGs, no intransigente trabalho em defesa da cidadania universalizada, do nosso próprio tempo.

Coligações internacionais passaram a relativizar a cultura no momento em que endossaram coligações internacionais competidoras diretas por valores ou exigências e não por valores ligados às exigências dos mínimos, de baixa intensidade democrática, quando todas as culturas, apesar de estarem dotadas de dignidade humana, somente algumas delegam e/ou reconhecem estes direitos, constituindo as preocupações isomórficas de diferentes culturas, todas elas incompletas e problemáticas, motivo o qual não existir apenas uma cultura no planeta.

A modernidade ocidental por exemplo prima por duas concepções e práticas dos direitos humanos, profundamente divergentes, a liberal e a marxista as quais afunilam no ponto comum segundo o qual nem todas as igualdades são idênticas e nem todas as diferenças são desiguais, devendo a apropriação e absorção do contexto cultural estar ideologicamente afastada do canibalismo cultural.

É neste momento que se configura a hermenêutica diatópica no sentido de ampliar, ao máximo, a consciência da incompletude mútua, como exemplo as culturas kindu e islâmica fundamentalista ocupando lugar na cultura Ocidental politeísta, a qual se salva através do consumo. O direito é princípio nas relações humanas; a religião mantém vivo o universo; o destino é o que nos liga ao futuro; a verdade, dá tom à coesão dos fatos. Direitos humanos são incompletos na medida que não estabelecem ligação entre indivíduo e cosmos, e na parte ocidental do planeta estão contaminados pela simetria simplista e mecanicista estruturada entre direitos e deveres, delegando às futuras gerações a negação de direitos nem deveres. 

Sem direitos fundamentais e primordiais, a fragilidade do indivíduo o expõe e subjuga por aquilo que o transcende, pois não são as sociedades, mas sim os indivíduos que sofrem. A fragilidade de laços de solidariedade aniquila a sociedade e rouba sua possibilidade de prosperar com ética e dignidade. Como exemplo desta prerrogativa, os índios, mulheres, crianças, refugiados, transexuais, minorias éticas, militantes políticos. A dicotomia indivíduo e sociedade exposta pela vulnerabilidade, individualismo, alienação, narcisismo, possessividade, anomia.

O reconhecimento desta dicotomia e incompletude é condição sine qua non do diálogo intercultural capaz de produzir conhecimento coletivo, interativo, intersubjetivo e reticular, num tabuleiro político-social movimentado pelo diálogo contemporâneo isento de bairrismos, coersão, ditaduras e impostores. As pessoas e os grupos sociais têm o direito a ser iguais quando a diferença os inferioriza, e o direito a ser diferentes quando a igualdade os descaracteriza. 

Seja como for o importante é não reduzir o realismo ao que existe, pois, de outro modo, podemos ficar obrigados a justificar o que existe, por mais injusto ou opressivo que seja.

E o pulso… ainda pulsa!

(Antônio Lopes, assistente social, mestrando em Serviço Social/PUC-GO)

Em campo, jogadores do Corinthians fazem homenagem ao grande piloto corintiano da F1 Ayrton Senna

DIÁRIO DA MANHÃ|TALLITA GUIMARÃES

Os jogadores do Corinthians fizeram uma homenagem a Ayrton Senna, na noite desta quarta-feira (30), na partida pela Copa do Brasil contra o Nacional-AM.

Todo o time do Corinthians entrou em campo com  capacetes da Fórmula 1 para homenagear o ex-piloto, pois amanhã completam-se 20 anos de sua morte.

Senna era torcedor declarado do Corinthians. Segundo informação disponibilizada no site do Instituto Ayrton Senna, “a homenagem feita pelo clube foi idealizada juntamente com o Instituto Ayrton Senna e faz parte da campanha #SennaSempre, que em 2014 celebra os 20 anos do legado do piloto”.

Foto: Reprodução

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Mulher que alegou ter encontrado bebê em lixeira, é a mãe da criança

DIÁRIO DA MANHÃ|HÉLIO LEMES

Uma mulher informou na noite da última quarta-feira (30) a Polícia Militar (PM) que havia encontrado um recém nascido em uma lata de lixo, na Avenida T-9,  no Jardim América em Goiânia. Sem saber o que fazer e assustada a mulher levou a criança para sua casa no Setor dos Afonsos, em Aparecida e fez a denúncia de que havia encontrado o bebê, mas, a polícia (PM) acabou descobrindo que a mulher que alegava ter encontrado a criança era na verdade a mãe do recém nascido.

Segundo o Major Carlos Augusto Pires, a mãe do bebê havia levado a criança para um centro clínico próximo a sua casa, pois não teria condições de criar o recém nascido. O Major informou também que no levantamento das informações, ao falar com a porteira do prédio onde a mulher mora, ela informou a equipe da PM que a moça estava grávida e que nem sabia que o bebê havia nascido, depois disso a mãe da criança confessou que o bebê era seu filho.

Segundo a PM a mãe do recém nascido não mora com seus familiares, mas, com uma amiga; A PM informou que a mulher estava em um relacionamento e que o pai da criança ao descobrir que a moça estava grávida, abandonou a mulher. O Conselho Tutelar acompanha o caso.

Lula não teme manifestações contra a Copa do Mundo

DIÁRIO DA MANHÃ|TALLITA GUIMARÃES

O ex-presidente Lula subiu o tom do discurso contra a imprensa, a “elite brasileira” e até mesmo os jovens à frente de manifestações contra a Copa do Mundo, na noite desta quarta-feira (30) durante cerimônia no Teatro Municipal de Santo André, no ABC Paulista. Para Lula, a origem de críticas a ele e ao PT seria “o preconceito arraigado na mente de uma elite que não muda”, em vez de questionamentos relacionados a denúncias de corrupção ou questionamentos sobre a eficácia do governo.

Em meio à queda da popularidade de Dilma Rousseff, o ex-presidente voltou a criticar a imprensa, responsabilizando-a pela criação de uma imagem negativa do país no período pré-Copa e dizendo que não gostaria que os meios de comunicação falassem bem ou mal de seu governo, mas “falasse a verdade”, de acordo com sua interpretação. Lula defendeu a realização e o legado da Copa do Mundo e criticou “a juventude que muitas vezes faz rebeldia sem saber”, sugerindo que debata mais política. (Com informações Estadão)

Foto: Reprodução

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Festa do trabalhador

DIÁRIO DA MANHÃ

Show com Renato Teixeira e Sérgio Reis vai encerrar dia dedicado à classe trabalhadora, que ainda terá Juraildes da Cruz, corrida no Parque Areião e ato político

Os cantores Renato Teixeira, Sérgio Reis e Juraíldes da Cruz vão se apresentar nas festividades em comemoração ao Dia do Trabalhador, da Central Única dos Trabalhadores no Estado de Goiás (CUT-GO), que acontece hoje, a partir das 19h, na Praça do Trabalhador, no Setor Norte Ferroviário. Renato Teixeira e Sérgio Reis apresentam em Goiânia o show Amizade Sincera com um repertório de canções que promete emocionar o público presente, com canções clássicas, como Tocando em Frente, Romaria e O Menino da Porteira, entre muitas outras. Amigos desde os anos 60, Renato e Sérgio são vizinhos e já trocaram diversas experiências musicais. Serjão inclusive já gravou quase todos os clássicos de autoria de Teixeira. O repertório inclui composições que os fãs da música sertaneja rural brasileira conhecem bem, como Vide Vida Marvada e Trem do Pantanal.

Foto:Reprodução

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Homenagem

Um dos berranteiros mais conhecidos do Brasil está preparando uma homenagem para receber Sérgio Reis. Zé Capeta como é nacionalmente conhecido vai reunir um grupo de 20 berranteiros em frente ao hotel em que Sérgio Reis vai se hospedar na Capital. “Sérgio Reis é uma pessoa querida em todo o País, uma pessoa doce, de coração enorme, um homem nota dez, um ícone e eu tiro o chapéu pra ele”, diz Zé Capeta.

Amizade Sincera

Gravado no melhor estilo intimista, em um dos melhores palcos da América Latina e com uma qualidade musical impecável, o trabalho dos cantores Renato Teixeira e Sérgio Reis promete emocionar o público. Amizade Sincera é o nome do projeto e sem dúvida será um presente para os fãs da boa música brasileira. “Estamos na estrada há muito tempo e sabemos que somos bons no que fazemos” – comentam os músicos em tom franco e bem-humorado.

A música inédita Amizade Sincera, que dá nome ao trabalho, é o carro-chefe. De versos “Amizade sincera é um santo remédio/É um abrigo seguro/É natural da amizade o abraço, o aperto de mão, o sorriso”, reflete em canção a cumplicidade dos amigos cantores.

Mais regional ainda

O cantor e compositor Juraildes da Cruz é um tocantinense que os goianos trazem no coração. O artista cresceu ouvindo cantigas de roda, catiras, Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro. Aos nove anos mudou-se para Goiânia, onde aprendeu a tocar violão. Suas composições já foram gravadas por Pena Branca e Xavantinho, Xangai, Rolando Boldrin e Margareth Menezes, entre outros, e em seu trabalho prevalece a alma da música original brasileira.

O tocantinense radicado em Goiânia vai subir no palco montado na Praça do Trabalhador e interpretar inúmeros sucessos, entre eles Nóis é Jeca Mas é Joia e Dodói. O evento é dedicado à classe trabalhadora, com entrada franca ainda vai contar com sorteio de brindes entre o público presente e apresentações de artistas locais.

Mais diversão

Este ano, além dos shows musicais, a organização preparou uma programação de esporte, lazer e saúde para toda a família: às 8 horas haverá a largada para o Circuito de Corridas nos Parques, uma realização da Central, em parceria com a Unimed e a Prefeitura de Goiânia. A execução está a cargo da Velox Sports que já abriu as inscrições para o evento em seu site.

Hoje a corrida é o segundo esporte mais praticado no Brasil e o primeiro entre as mulheres. A largada será no Parque do Areião, com duas modalidades: seis quilômetros de corrida e três quilômetros de caminhada. A taxa de inscrição, que fica aberta até esgotarem-se as mil vagas disponibilizadas, é de R$ 40,00 e o participante receberá o kit contendo camiseta, sacola, nº de peito e chip de cronometragem. Enquanto isso, na Praça do Trabalhador, a partir das 9 horas a população contará com ações de cidadania, lazer, sindical e política, esperando o início dos shows.

Democratização da comunicação

Como também é marca registrada dessa homenagem CUTista, um ato político vai acontecer durante as comemorações, onde as lideranças sindicais vão colocar os principais pontos da luta em defesa de melhores salários e condições de trabalho.

Este ano, um tema vai se sobressair: a democratização da comunicação no Brasil. “A democracia está diretamente ligada ao acesso à informação. Atualmente, a informação que chega às pessoas não abrange a pluralidade de opiniões presentes em nosso País, por isso, é fundamental que a CUT, como uma das principais interlocutoras dos movimentos sociais e dos trabalhadores(as), promova o aprofundamento das discussões ligadas ao tema”, explica a presidenta da entidade em Goiás, Bia de Lima.

Para estimular o debate com os trabalhadores(as) e intensificar a luta pela comunicação como um direito humano – garantido pela Constituição Federal – e pela necessidade urgente da democratização da mídia para garantir a pluralidade de ideias e a consolidação da democracia no Brasil, durante o evento haverá a coleta de assinaturas para um Projeto de Lei de Iniciativa Popular (Plip) que visa justamente isso: ampliar as opiniões presentes na mídia, hoje controlada por meia dúzia de famílias que decidem o que vamos assistir ou ouvir.

Show:  Sérgio Reis, Renato Teixeira  e Juraíldes da Cruz 

Quando: Hoje às 19h

Onde: Praça do Trabalhador, no Setor Norte Ferroviário 

Mídia internacional relaciona anúncio de Dilma com eleições de outubro

DIÁRIO DA MANHÃ|TALLITA GUIMARÃES

Jornais e sites de notícias internacionais relacionam nesta quinta-feira (1º) o pronunciamento da presidente Dilma Rousseff de quarta-feira (30), quando anunciou a correção da tabela do Imposto de Renda e reajuste no Bolsa Família em cadeia de rádio e televisão, com as eleições presidenciais que acontecerão em outubro.

O jornal econômico britânico “Financial Times” afirma que a presidente Dilma Rousseff deu um “golpe” contra seus adversários nas eleições de outubro ao anunciar as medidas de impacto social em ano de eleições, “aumentando acentuadamente prestações sociais para pessoas de baixa renda que beneficiam quase um quinto da população”.

A agência de notícias econômicas americana “Bloomberg” fez a mesma relação, ao dar o título “Rousseff corta imposto e amplia investimentos sociais antes das eleições no Brasil”. No texto, a agência diz que o anúncio com benefícios aos mais pobres foi feito “enquanto sua popularidade desliza em pesquisas antes das eleições.”

O “FT” cita que a atualização de 10% nos benefícios do Bolsa Família superam a inflação oficial do país, em torno de aproximadamente 6%, reforçando a política do Partido dos Trabalhadores (PT) em programas de transferência de renda durante seus quase 12 anos no poder.(Com informações G1)

 

Foto: Reprodução

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noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio