Colômbia e Uruguai tentam superar seus dramas

Lancepress

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Adversários nas oitavas de final da Copa do Mundo, Colômbia e Uruguai fazem das concidências as suas principais diferenças para o jogo deste sábado, às 17h, no Maracanã. Se os colombianos chegaram ao Mundial sabendo que não poderiam contar com Falcao García, os uruguaios mantinham a esperança na recuperação de Luis Suárez. Agora, porém, tanto a certeza, quanto a dúvida acabaram trocarando de lado.

A seleção da Colômbia, que avançou com 100% na primeira fase, provou já ter superado a ausência de seu principal craque. Já a Celeste, que chegou a desfrutar do talento de seu melhor jogador nas vitórias sobre Inglaterra e Itália, tenta esquecer o inesquecível: a suspensão de Suárez, que não jogará mais a Copa do Mundo. É em meio a este enredo que ambas as seleções tentaram encontrar o vencedor de Brasil e Chile nas quartas de final.

Assim que soube do desfalque de Falcao García, o técnico José Pékerman já havia escolhido o possível substituto para o ataque. Uma lesão no período de preparação para a Copa, porém, inviabilizou a entrada de Carlos Bacca no ataque colombiano. Passada a primeira fase da competição, o centroavante vê chances de defender o seu país crescerem justamente na partida diante do Uruguai, pelas oitavas de final.

Aparentemente recuperado de uma contratura na perna direita, Bacca não esconde o entusiasmo com a possível estreia no Mundial.

“Estes tipos de lesões musculares são muito comuns, por isso que devemos ser muito cuidadosos. Já não sinto dor. Tenho um desejo imenso de jogar, mas agora o que importa é a equipe, não o Carlos Bacca. Se o professor considerar que posso ajudar em algo, farei com muito gosto. Se não, apoiarei do lado de fora, como faremos todos nós colombianos”.

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Em meio ao sonho de Bacca, Pékerman ainda não decidiu se irá utilizar o centroavante. Até o momento, a dupla de frente colombiana tem sido formada pelos eficientes Teófilo Gutierrez e Ibarbo. O ataque colombiano, inclusive, é o segundo mais positivo do Mundial, com nove gols, um a menos que a Holanda.

Quando se trata de Uruguai, uma coisa é certa: o poder de se reinventar dentro da Copa do Mundo. É motivada por esta característica que a Celeste já escolheu o substituto para o insubstituível Suárez. Acostumado a ser o protagonista, Diego Forlán tentará, agora, esquecer o papel de coadjuvante, que o fez ir para o banco de reservas logo após o jogo contra a Costa Rica.

E foi justamente na estreia uruguaia no Mundial que a dependência de Suárez pôde ser percebida. Logo na única partida sem o centroavante, a Celeste acabou sofrendo uma inesperada derrota para os costarriquenhos. Depois, dois jogos e duas vitórias com El Pistolero em campo. Os números, portanto, não mentem. Resta saber se o Uruguai irá ou não superar a lógica mais uma vez.

Forlán

Forlán, do alto de sua experiência, substitui estrela maior do Uruguai no confronto com os colombianos

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