Viaduto ficará duas semanas fechado

O viaduto da Sefaz, que custou R$ 18 milhões e integra o pacote do VLT apresenta fissuras em suas juntas de dilatação e passará por reparos 

DIÁRIO DE CUIABÁ

O viaduto da Sefaz será totalmente interditado a partir de hoje em razão de fissuras detectadas em suas juntas de dilatação. 

Inaugurada em fevereiro, a obra custou R$ 18 milhões e integra o “pacote” de implantação do VLT Cuiabá-Várzea Grande. 

Em nota, o consórcio construtor disse que as fissuras são “milimétricas” e que a interdição é um “procedimento padrão”. 

“Optou-se pela suspensão do tráfego para que análises mais precisas sejam realizadas para determinar a origem das fissuras e avaliar eventual necessidade de medidas corretivas”, diz a nota. 

As fissuras, diz a nota, foram descobertas em julho, durante um monitoramento de rotina. 

“Todas as obras (…) passam por monitoramentos constantes, incluindo as que foram liberadas parcial ou totalmente pelo Governo de Mato Grosso.” 

De acordo com o consórcio (formado pelas empresas CR Almeida, Santa Bárbara, CAF, Magna e Astep), a interdição começa as 20h30 de hoje e deverá durar ao menos duas semanas. 

Com o bloqueio, será retomado o desvio por dentro do Centro Político e Administrativo _ para quem segue no sentido Centro-CPA. 

“Também haverá adequações na via para quem segue no sentido CPA-Centro, com a colocação de barreiras de concreto para controlar o fluxo de veículos na marginal do viaduto”, diz a nota. 

PROBLEMAS 

O tráfego no viaduto estava parcialmente interditado desde o dia 25 de julho. A justificativa oficial, à ocasião, era a necessidade de “blindar” o sistema de iluminação para evitar o roubo de cabos elétricos. 

Em 2013, a obra teve sua inauguração anunciada e depois cancelada após a descoberta de falhas que obrigaram o consórcio a substituir toda a pavimentação. 

À ocasião, a análise determinou que o problema ocorreu devido ao tipo de brita utilizado na composição do asfalto. 

Também no ano passado, outro viaduto erguido pelo consórcio, o da UFMT, teve de passar por correções em dois pilares que estavam fora da altura projetada. 

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