Moradores da Faixa de Gaza enfrentam nova luta: contra as mutilações

AFP – Agence France-Presse

31/08/2014

Após a guerra entre Israel e o movimento islamita palestino Hamas, centenas de palestinos da Faixa de Gaza, como Ahmed Ayad, têm agora que aprender a viver sem um dos membros, numa região em que o sistema de saúde também enfrenta as sequelas do conflito.

Na sala de espera do único centro protético de Gaza, Ahmed Ayad, 23, lembra daquele 20 de julho quando estilhaços de um obus deceparam seu braço, atingiram seu peito e mataram quatro pessoas próximas, entre elas dois sobrinhos.

Ayad morava em um bairro localizado na fronteira com Israel, um dos mais bombardeados.

“Fui atingido na mão, na perna e no peito. Havia membros espalhados por toda parte, gente que perdeu os braços ou pernas”, lembra.

Na Cisjordânia, para onde foi levado com outros feridos após a aprovação de Israel, seu braço foi amputado. Ao contrário dos feridos internados em Jordânia, Egito ou Turquia, o jovem voltou para casa 14 dias depois.

Segundo as Nações Unidas, mil dos mais de 10 mil feridos na guerra terão uma incapacidade permanente.

– “É isso, vamos morrer” –

Embora o Centro Protético de Gaza disponha das próteses necessárias, as contas estão no vermelho, e não está claro se os 25 funcionários poderão continuar trabalhando, indicou o diretor, Hazem Shawa.

“Os empregados não recebem há três meses, apesar de termos decidido que continuaríamos atendendo pelo máximo de tempo possível, embora os salários não estejam sendo pagos”, assinalou.

A Faixa de Gaza sofre pressão econômica por causa do bloqueio imposto há anos por Israel. As organizações humanitárias intensificaram a ajuda aos feridos após o cessar-fogo declarado na última terça-feira.

Nahaya al-Angar, 28, beneficia-se, no mesmo bairro, dos cuidados médicos proporcionados pela Handicap International, que trabalha na região desde 2007.

Nahaya e os três filhos ficaram sob escombros em 20 de julho, quando uma bomba atingiu sua casa. Ela teve fraturas na bacia que a impedem de caminhar sem ajuda, e os filhos sofreram queimaduras.

“A casa desabou sobre nós. Quando percebi que estava sob escombros, pensei: ‘É isso, vamos morrer'”, conta, em uma cama na casa de seu pai, e lembra que gritou com todas as forças para que vizinhos resgatassem seus filhos.

A Handicap International e seus parceiros na Faixa de Gaza também têm que lutar para realizar sua missão, assinala a diretora de projetos Samah Abu Lamzy, afirmando que os funcionários humanitários não escaparam das consequências da guerra, que matou 2.143 palestinos, a maioria civis.

Segundo Samah, as equipes “não receberam o apoio psicológico necessário após seu sofrimento nos mais de 50 dias de conflito”.

 

Corinthians arranca empate do Fluminense e segura lugar no G-4

Gazeta Esportiva | Helder JúniorSão Paulo (SP)

Sergio Barzaghi/Gazeta Press

O Corinthians quase perdeu a paz e o seu lugar na zona de classificação à Copa Libertadores da América para o Fluminense. Na tarde deste domingo, o time paulista só chegou ao empate por 1 a 1 com o carioca na sua arena de Itaquera após muito pressionar no segundo tempo de partida. Fred, de pênalti, havia deixado os visitantes em vantagem no primeiro tempo. Romarinho igualou.

Com o resultado, o Corinthians chegou aos 32 pontos ganhos na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro e seguiu na quarta colocação, atrás de São Paulo (33), Internacional (34) e do líder Cruzeiro (42). O Fluminense vem logo depois, totalizando 30.

Para subir um pouco mais, Corinthians e Fluminense terão de esperar até o próximo domingo. A equipe de Mano Menezes visitará o Criciúma no Heriberto Hülse com os desfalques de seus jogadores selecionáveis, enquanto a de Cristóvão Borges tentará brecar o Cruzeiro no Maracanã.

Antes, as preocupações serão com a Copa do Brasil e com a Copa Sul-americana. O Corinthians buscará reverter a derrota por 1 a 0 para o Bragantino no torneio nacional na noite de quarta-feira, em Itaquera. Com a vantagem de 2 a 1 obtida no jogo de ida, o Fluminense reencontrará o Goiás no mesmo dia pela competição continental, no Serra Dourada.

O jogo – Em contraste com o frio que fazia na Zona Leste de São Paulo, o Corinthians tentou esquentar a partida nos primeiros minutos. Para suprir a ausência do suspenso Paolo Guerrero, Mano tentou dar velocidade ao seu time, que confundiu o recurso com afobação.

Ainda que não fosse suficiente para envolver o Fluminense, a pressão inicial exercida pelo Corinthians ao menos manteve a equipe mandante no campo de ataque. A missão era facilitada pelo lado direito, onde Chiquinho oferecia pouca resistência na marcação. Não o bastante para Romarinho e Romero, que deixaram Luciano no banco de reservas, aparecerem com destaque.

Do lado do Corinthians, no entanto, a mesma faixa de campo era útil ao Fluminense. Ferrugem, escolhido para o lugar de Fagner, deixava um vazio na defesa de sua equipe. Seu substituto era a torcida, que reforçava as vaias a Fred a cada toque na bola do centroavante. Ele tentou responder com um chute de longa distância, que foi para fora.

Quando o Fluminense colocou a bola no chão, passou a controlar a partida. O time carioca não chegava a dar muito trabalho para o goleiro Cássio, porém desfrutava da tranquilidade para jogar que faltava ao adversário.

Aos 26 minutos, contudo, o Corinthians quase tirou o Fluminense do sério. Jadson cobrou escanteio na área e contou com a saída ruim de gol de Klever e com um desvio de cabeça para deixar Romero livre de marcação. O paraguaio deu um carrinho para abrir o placar e parou em um corte providencial de Diguinho.

O susto fez o Fluminense ser mais objetivo. Logo no minuto seguinte, Jean recebeu a bola fora da área após escanteio e arriscou o chute, que saiu perto da meta defendida por Cássio. O goleiro corintiano já não demonstrava tanta segurança. Pouco depois, escorregou dentro da área e fez muitos torcedores, antes esbravejando contra passes errados, prenderem a respiração.

A última boa jogada do Corinthians no primeiro tempo ocorreu aos 39 minutos. Romarinho superou a defesa do Fluminense pela esquerda, invadiu a área e rolou para Lodeiro. O uruguaio se empolgou e pegou muito mal na bola, mandando para longe as esperanças corintianas de abrir vantagem no marcador.

Já em seguida, o Fluminense chegou ao gol. Wagner tirou proveito do espaço que Ferrugem ainda abria do seu lado do gramado, entrou na área, cortou Gil e sofreu o pênalti. Fred se apresentou para a cobrança e deslocou Cássio, batendo no canto, para calar quem o vaiava.

Antes de o segundo tempo começar, os torcedores do Corinthians decidiram voltar as suas críticas à própria equipe, que retornou a campo mais cedo. Gritaram que “é quarta-feira”, em referência ao confronto de Copa do Brasil com o Bragantino, e ameaçaram: “Ou joga por amor ou joga por terror”.

Tentando cativar os corações dos mais impacientes, Mano apostou na entrada de Renato Augusto no lugar de Lodeiro. E viu o Corinthians reencontrar o panorama de jogo no primeiro tempo, com pressão e sem criatividade. Por isso, aos 12 minutos, sacou Jadson para ter mais presença ofensiva com Luciano.

O Corinthians, de fato, ganhou ainda mais terreno no ataque – agora empurrado por sua torcida. Mas também se expôs perigosamente. Aos 18 minutos, Fred desfrutou de liberdade pela esquerda e avançou até fazer um cruzamento rasteiro. A bola passou entre Conca e Cássio.

A resposta do Corinthians veio aos 19, em mais uma saída errada de Klever depois de cobrança de escanteio. Romero, de novo ele, cabeceou para fora com o gol escancarado. De imediato, para diminuir os riscos do Fluminense, Cristóvão Borges trocou Wagner por Carlinhos e protegeu o seu lado esquerdo.

Com a alteração, o Fluminense voltou a assustar o Corinthians. Aos 25, só não ampliou por causa de Cássio. Livre dentro da área, Fred cabeceou para o chão uma bola alçada por Conca e lamentou a grande defesa do goleiro. Ele ganharia mais um motivo, três minutos depois, para lastimar a intervenção.

O Corinthians alcançou o gol de empate aos 28. Renato Augusto recebeu do lado esquerdo da área do Fluminense e limpou Henrique e Diguinho. Com a torcida já eufórica, Romarinho colocou o pé na bola para vencer Klever com um chute cruzado e deixar a torcida da casa em êxtase.

Com o novo cenário, os dois técnicos entraram em ação novamente. Mano colocou Fagner na vaga de Ferrugem, e Cristóvão optou por Kenedy no posto de Chiquinho. As mudanças deixaram a partida aberta, imprevisível. A derradeira – e melhor – oportunidade para o desempate saiu dos pés de Romero. O paraguaio foi acionado por Renato Augusto e bateu forte, no travessão.

Oportunista no segundo tempo, Sport vence Criciúma e encosta no G-4

Gazeta Esportiva | Recife (PE)

Goleado pelo Fluminense no último fim de semana, o Sport se recuperou neste domingo no Campeonato Brasileiro. Jogando na Ilha do Retiro, a equipe comandada pelo técnico Eduardo Baptista derrotou o Criciúma por 2 a 0, em partida válida pela 18ª rodada da competição nacional. Neto Baiano e Danilo, nos primeiros minutos do segundo tempo, garantiram os três pontos ao Leão.

Com a vitória, o time pernambucano subiu para 28 pontos e se aproximou do G-4. Já o Criciúma permaneceu na zona de rebaixamento, com 17 pontos.

O Sport volta a campo nesta quarta-feira, quando tenta, no Barradão, reverter a derrota por 1 a 0 sofrida em casa contra o Vitória, pela segunda fase da Copa Sul-Americana. No dia seguinte, o Criciúma enfrenta o São Paulo, no Morumbi, também pelo jogo de volta da segunda fase da competição internacional (o primeiro jogo foi vencido por 2 a 1 pelos catarinenses).

O jogo – A primeira oportunidade clara de gol foi criada pelo Criciúma, aos seis minutos do primeiro tempo. Souza dominou a bola no ataque, percebeu a passagem de Cléber Santana e tocou na medida para o meia, que rematou com força na entrada da área. Magrão espalmou e Vitor afastou o perigo, mandando a bola para escanteio.

Principal contratação do Sport no segundo semestre, o meia Diego Souza começou a partida como titular, e falta de condições físicas do jogador ficou evidente logo aos nove minutos de jogo, quando o meio-campista pediu substituição e deu lugar a Zé Mário.

Uma desatenção do goleiro Luiz, aos 27, quase originou a abertura do placar. O volante Rithely aproveitou a sobra de um cruzamento e, da meia-lua, finalizou de primeira. O chute, que parecia despretensioso, quase surpreendeu o arqueiro do Criciúma, que por pouco não espalmou a bola para dentro do gol.

A principal arma do Criciúma quase se virou contra os catarinenses aos 30. Felipe Azevedo puxou rápido contra-ataque para o Sport e abriu a bola na esquerda, para Zé Mário, que entrou na área e, desequilibrado, chutou à esquerda do gol de Luiz, levando perigo.

Um erro na saída de bola do Criciúma, aos 39 minutos, proporcionou nova chance para o Sport. O lateral esquerdo Renê recebeu a bola e, da entrada da área, finalizou de esquerda, obrigando Luiz a espalmar a bola para escanteio. Na sequência do lance, Danilo cruzou para a área e Rithely cabeceou com perigo, à esquerda da meta defendida por Luiz.

O Criciúma respondeu à altura aos 43. Cortez avançou pela esquerda e cruzou na segunda trave: Rafael Costa apareceu para finalizar e acertou a trave do goleiro Magrão.

Arte GE.Net

Os catarinenses foram para o vestiário com a sensação de que poderiam ter aberto o placar nos lances finais da primeira etapa. Aos 45, Cléber Santana recebe na ponta esquerda, ajeitou a bola para o meio e finalizou – o chute passou perto da trave esquerda de Magrão. Como o árbitro viu um desvio da defesa rubro-negra no lance, o Criciúma teve escanteio para cobrar, e acertou a trave novamente: com Fábio Ferreira, de cabeça.

O gol, que teimou em não sair no primeiro tempo, foi marcado logo aos cinco minutos da segunda etapa. Patric cobrou falta na área, Rithely desviou de cabeça e Luiz espalmou. No rebote, Neto Baiano, livre, só empurrou para o fundo das redes.

Dois minutos mais tarde, o Sport ampliou o marcador. Em rápido contra-ataque, Felipe Azevedo tocou na medida para Danilo, que entrou na área e finalizou com força na saída do goleiro Luiz.

Gol de pênalti de Ceni evita revés do São Paulo para Figueirense

Gazeta Esportiva | Florianopolis (SC)

Vindos de cinco rodadas de invencibilidade (quatro vitórias e um empate), Figueirense e São Paulo igualaram forças na tarde deste domingo, no Orlando Scarpelli. A equipe catarinense saiu em vantagem no marcador, no segundo tempo, mas mais tarde sofreu o empate por 1 a 1, em cobrança de pênalti do goleiro Rogério Ceni. Nos minutos finais, Michel Bastos foi expulso, o que não comprometeu o resultado.

O empate tira o São Paulo da vice-liderança, mas o mantém dentro do G-4, na terceira colocação, com 33 pontos, por conta do confronto direto entre Corinthians e Fluminense. O Figueirense, por sua vez, segue relativamente distante da zona de rebaixamento, agora com 21 pontos ganhos, cada vez mais próximo da faixa intermediária da classificação.

Os dois times voltam a campo pelo Brasileiro no próximo domingo. Depois de compromisso pela Copa Sul-americana (na quinta-feira, contra o Criciúma, no Morumbi), o São Paulo receberá o Sport, enquanto a equipe catarinense atuará contra o Internacional, no Beira-Rio.

Derrotado no meio de semana pela Copa Sul-americana, o São Paulo defendia a mesma invencibilidade de cinco rodadas do adversário na competição nacional. Mas sem o lateral esquerdo Álvaro Pereira, o meia Paulo Henrique Ganso e o atacante Alexandre Pato, todos suspensos. Por outro lado, voltavam o meia Kaká e o atacante Alan Kardec, além de Rafael Toloi, que substituiu Lucão. Na esquerda, a solução encontrada por Muricy Ramalho foi Michel Bastos. O treinador também abdicou de um meia para reforçar o ataque com Osvaldo.

A nova formação tática, desenhada em 4-2-3-1, inicialmente atraiu o Figueirense, que dominou as ações nos primeiros dez minutos. O jovem atacante Clayton foi acionado duas vezes com perigo dentro da área. Na primeira, não fez bom domínio. Depois, tirou Michel Bastos da jogada com o peito e finalizou mal, da entrada da área. Atento, o goleiro Rogério Ceni ainda interceptou alguns cruzamentos com bom tempo de bola para deixar a meta.

O primeiro golpe ofensivo do São Paulo demorou um pouco mais, mas quase resultou em gol. Aos 13 minutos, Alan Kardec recebeu passe de Kaká perto da pequena área, girou e bateu rasteiro, de primeira. O goleiro Tiago Volpi, principal destaque na atual recuperação da equipe treinada por Argel Fucks, fez a defesa com o pé direito. O Figueirense respondeu nove minutos mais tarde, quando Clayton passou por Paulo Miranda e saiu cara a cara com Rogério Ceni, mas viu o goleiro chegar antes na dividida e quase se machucar para afastar.

Mais equilibrada a partida, o São Paulo chegou novamente com perigo aos 27 minutos. Kaká tabelou com Osvaldo, que aparecia bem em velocidade sempre que acionado, e recebeu com liberdade na entrada da área. Diante da saída de Tiago Volpi, entretanto, o meia não finalizou tão bem, e o goleiro pôde espalmar a bola, batida à meia altura. Além disso, o único arremate com algum perigo foi de Rafael Toloi, rente à trave esquerda, em rebote do goleiro após escanteio.

No intervalo, o Argel Fucks fez sua primeira substituição, sacando Thiago Heleno (com dores) para colocar Nirley. Mal deu tempo para o novo zagueiro tocar na bola, e a equipe abriu o placar do Orlando Scarpelli. Aos dois minutos, após bola perdida por Paulo Miranda no campo de ataque, o Figueirense avançou pela esquerda com Clayton, que fez ótima invertida a Giovanni Augusto. Ele invadiu a área e tentou encobrir Rogério Ceni, que ainda deu um tapa na bola. No rebote, o meia não desperdiçou e concluiu para a rede.

O São Paulo poderia ter empatado em cabeceio de Alan Kardec, mas Tiago Volpi espalmou para escanteio. A defesa do Figueirense só viria a chamar atenção de forma negativa. Após boa jogada ofensiva do São Paulo pelo lado direito, Paulo Roberto derrubou Osvaldo na área e cometeu pênalti. Rogério Ceni bateu com categoria, no canto direito, oposto ao escolhido por Tiago Volpi, e empatou. Com o marcador igualado, os dois times se dividiram entre buscar a vitória ou evitar a derrota. Aos 42 minutos, Michel Bastos dividiu com Leandro Silva e foi expulso por, caído, ter acertado a chuteira no rosto do adversário. Mesmo assim, o placar não foi mais alterado.

Trecho de propaganda de Paulo Skaf é suspenso pelo TRE-SP

Estadão Conteúdo

N/A

O candidato pode recorrer da decisão do TRE
O candidato do PSDB à reeleição ao governo paulista, Geraldo Alckmin, conseguiu, neste sábado (30), uma liminar para suspender a veiculação de um trecho de propaganda na televisão do candidato Paulo Skaf (PMDB), de acordo com informações divulgadas na tarde deste domingo (31), pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP). A decisão sobre o caso foi do juiz auxiliar do TRE-SP desembargador Carlos Eduardo Cauduro Padin.
 
A equipe de Alckmin afirma que há “ofensa e fato sabidamente inverídico” na propaganda em que Skaf o acusa de manipular o registro de ocorrência de crime contra policiais militares com o propósito de impedir que suas famílias tenham acesso a seguro.
 
O juiz concedeu a liminar por entender que a citação é imprópria e sem provas concretas. Ao conceder a medida provisória, o magistrado afirma que “frente à imputação direta de ato absolutamente impróprio e inadequado, passível de tipificar faltas civis, administrativas e criminais, utilizando-se também impropriamente da figura de terceira pessoa, sem elementos de convicção, não se justifica a subsistência do trecho da propaganda impugnada”.
 
A decisão vale até que o desembargador analise o mérito do pedido feito pelo governador, que pediu também o direito de resposta. Skaf pode recorrer da decisão do TRE.

Santos perde para o Botafogo no Maracanã

De A Tribuna On-line

Nem mesmo o embalo da vitória sobre o Grêmio pela Copa do Brasil ajudou o Santos a se reestabelecer no Campeonato Brasileiro. Neste domingo, a equipe da Vila Belmiro não foi páreo para o Botafogo e perdeu por 1 a 0 jogando no estádio do Maracanã.

Esta foi a sétima derrota do Santos no Brasileirão, ultrapassando os empates (cinco) e vitórias (seis) no torneio. Nos últimos 18 pontos disputados (seis jogos), o Santos conquistou apenas três, na vitória sobre o Atlético-PR, na Vila Belmiro.

O jogo começou bom para o Peixe que fez por merecer até abrir o placar. O primeiro tempo terminou de forma equilibrada com as duas equipes jogando bem. Já na segunda etapa, como tem acontecido em vezes que o Santos joga como visitante, o Peixe resolveu jogar só depois que levou o gol. E levou um golaço.

Daniel, meio-campista do Botafogo, com um lindo chute de fora da área, marcou o único gol do jogo. Antes do apito inicial, as duas equipes entraram juntas no gramado em razão do episódio de ofensas racistas envolvendo o goleiro Aranha na última quinta-feira.

O jogo ficou marcado pelo reencontro entre o treinador do Peixe, Oswaldo de Oliveira, e o Botafogo, equipe que ele treinou nos último dois anos, tendo conquistado o Campeonato Carioca de 2012, além de ter sido o responsável por levar a equipe carioca a Libertadores de 2014.

O Santos permanece nos 23 pontos na tabela do Brasileirão e na próxima semana, atuando no Pacaembu, o Peixe terá pela frente o Vitória no sábado, às 18h30.

PRIMEIRO TEMPO

O duelo entre duas equipes que precisavam desesperadamente da vitória começou aberto, com chances para ambos os lados. A primeira delas protagonizou o duelo entre dois selecionáveis: Robinho e o goleiro Jefferson. O camisa 7 do Peixe recebeu belo passe já dentro da área. Na hora de finalizar o goleiro do Botafogo fez firme defesa evitando o que seria o primeiro gol do jogo.

As duas equipes mostravam bom futebol dentro de campo e com pouquíssimas faltas. A equipe carioca levava vantagem atacando no calcanhar de aquiles do Santos: o lado direito. Dessa faixa do campo que Emerson Sheik e Daniel tabelaram até que a bola chegasse ao peruano Ramírez, no meio da grande área, para finalizar por cima do gol, levando perigo ao goleiro Aranha.

Sem a chamada referência no ataque, os ataques do Santos sempre aconteciam pelos lados do campo, porém o time da Vila pecava no alto número de passes errados nos arredores da área botafoguense. Já o rival carioca tinha Emerson Sheik como o jogador mais perigoso em campo. Aos 31 minutos, de novo em jogada pelo lado direito da defesa santista, Emerson teve a posse da bola na lateral da grande área e mesmo bem marcado conseguiu o chute, mas viu Aranha se esticar todo e praticar a defesa.

Já na parte final da primeira etapa as duas equipes deixaram de apresentar o bom futebol do começo de jogo, com passes errados e uma grande quantidade de chutões, as ligações diretas.

SEGUNDO TEMPO

As duas equipes voltaram para o segundo tempo sem alterações e com o Botafogo em ligeira vantagem, com maior vontade em querer abrir o placar. Já o Santos apresentava alguns lampejos ofensivos.

Aos 17 minutos, a equipe carioca conquistou três escanteios em sequência. No último deles a defesa santista afastou parcialmente e Daniel, que vinha de trás, acertou uma legítima bomba no canto esquerdo de Aranha, sem nenhuma chance de praticar a defesa.

Com o gol, Oswaldo de Oliveira colocou Leandro Damião no lugar de Thiago Ribeiro, que aparentava estar cansado. Precisando do resultado o Santos foi em busca do empate, mas não oferecia nenhum tipo de perigo ao goleiro Jefferson. O time da Vila era pouco objetivo no ataque e sempre errava o chamado “último passe”. Souza entrou no lugar de Alison para ser mais uma opção de criação para os três atacantes.

Enquanto o Botafogo tinha a única preocupação de se defender e segurar o resultado, o Santos foi pra cima e se não fosse pelo goleiro Jefferson, Leandro Damião teria motivos de sobra para comemorar no Maracanã.

Jogada pelo lado direito do ataque, Cicinho chegou até a linha de fundo e cruzou a meia altura para a área. O camisa 9 do Peixe, em perfeito colocação, finalizou de primeira e viu Jefferson, com os pés, evitar o gol de empate santista.

Até o final do jogo foi o Botafogo quem esteve mais próximo do segundo gol do que o Santos da igualdade.

FICHA TÉCNICA

BOTAFOGO 1 X 0 SANTOS

Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)

Árbitro: Rodrigo D’Alonso Ferreira (SC)

Renda/público: 14285 torcedores / R$ 231.585,00

Cartões amarelos: Edílson e Emerson Sheik (BOT); Edu Dracena (SAN)

Gols: Daniel (17min/2T)

BOTAFOGO: Jefferson; Edílson, Bolívar, André Bahia e Junior Cesar; Bolatti, Gabriel, Luis Ramírez (Rodrigo Souto) e Daniel (Wallyson); Emerson Sheik e Bruno Correa (Rogério). Técnico: Vagner Mancini.

SANTOS: Aranha; Cicinho, Edu Dracena, David Braz e Mena (Zé Carlos); Alison (Souza), Arouca e Lucas Lima; Rildo, Thiago Ribeiro (Leandro Damião) e Robinho. Técnico: Oswaldo de Oliveira.

Homem é morto após sair de casa noturna na zona leste

Estadão Conteúdo

Um homem foi morto com um tiro na nunca no começo da manhã deste domingo (31), durante assalto na Cidade Tiradentes, zona leste da capital paulista. Ele havia acabado de sair de uma casa noturna da região.
 
Os ladrões levaram um Chevrolet Agile, que depois foi recuperado pela polícia. O irmão da vítima testemunhou o assalto, mas não se machucou, de acordo com a Polícia Civil.
 
O crime aconteceu na Rua Alexandre Davidenko e o caso foi registrado no 49º Distrito Policial (São Mateus), também na zona leste. A Polícia Civil ainda não tem informações sobre a identidade dos suspeitos.

 
 

Hulk é cortado, e Robinho está de volta à Seleção Brasileira

Lancepress

Robinho fez o primeiro e deu a assistência para o segundo, feito por Rildo

Robinho ganhou nova chance na Seleção Brasileira

Lesionado, o atacante Hulk foi cortado dos dois próximos dois amistosos da Seleção Brasileira. Neste domingo, a CBF anunciou que Robinho será o substituto do atacante do Zenit.

O jogador do Santos retorna ao time canarinho após quase um ano de ausência. No dia 31 de outubro de 2013, o então treinador Luiz Felipe Scolari chamava o jogador para os confrontos contra Honduras e Chile. No segundo, ele balançou redes.

O Brasil enfrenta a Colômbia, no dia 5 de setembro, em Miami. Em seguida, no dia 9, em Nova Jersey, o time comandado por Dunga mede forças contra o Equador.
Além de Hulk, a Seleção também perdeu Alex Sandro, também lesionado. Para o lugar do lateral-esquerdo do Porto, Dunga convocou Marcelo, do Real Madrid.

Aprenda a fazer leite de arroz caseiro

CicloVivo

Foto: ©iStock/Eskymaks/Creative Commons
É possível fabricar o seu próprio leite em casa
É possível fabricar o seu próprio leite em casa

A alergia a lactose tem se tornado cada vez mais comum. Além disso, nos últimos anos tem ocorrido uma tendência mundial em trocar o leite de vaca por opções de fonte vegetal. Apesar de serem caros nas prateleiras dos supermercados, é possível fabricar o seu próprio leite em casa.

O CicloVivo dá a dica de como fazer o leite de arroz, uma das opções mais baratas em termos de leite vegetal. Além de ser muito nutritivo, ele possui baixo teor calórico, ideal para quem quer perder peso.

Ingredientes

— 2 copos de arroz integral
— 1/3 de copo de castanha de caju crua (pode ser substituído por 2 colheres de sopa de óleo de girassol)
— 1 colher de chá de sal
— 4 colheres de sopa de mel
— 1 colher de sopa de essência de baunilha (opcional)
— Água

Modo de preparo

Cozinhe o arroz (sem tempero). Enquanto ele ainda estiver quente, coloque-o no liquidificador juntamente com a castanha, o sal, o mel a baunilha e dois copos de água em temperatura ambiente.

Bata a mistura por aproximadamente três minutos ou até ela ficar totalmente homogênea, sem pedaços de arroz ou castanha.

Acrescente mais um litro de água e bata novamente. A textura do leite pode variar de acordo com a quantidade de água utilizada.

Não é necessário coar, mas se quiser fazê-lo use uma peneira comum ou um pano higienizado.

O leite de arroz fica branquinho e com uma consistência bastante semelhante ao do leite de vaca. Ele pode ser misturado a outros alimentos ou consumido puro.

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio