Foo Fighters lança mais uma inédita; ouça Congregation

De A Tribuna On-line

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Banda vem ao País para série de shows em janeiro
A banda norte-americana Foo Fighters lançou a músicaCongregation em seu canal no YouTube. É a terceira canção divulgada do oitavo álbum de estúdio, Sonic Highways, que chega às lojas no dia 10 de novembro.
O grupo já apresentou as faixas Something From Nothing e The Feast and The Famine. O novo álbum celebra os 20 anos de carreira da banda e chega às lojas em paralelo ao lançamento de uma série documental dirigida por Grohl para a emissora HBO. O filme registra o processo de gravação do novo CD e tem gravação de cada faixa, registradas em cidades americanas.
A banda também fará quatro shows no Brasil em janeiro. A turnê passa por Porto Alegre (21/01), São Paulo (23/01), Rio de Janeiro (25/01) e Belo Horizonte (28/01). Mais informações aqui.
Confira Congregation:
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Festival de curtas de direitos humanos tem exibições em 57 pontos de SP

Reprodução

Serão exibidos mais de 260 curtas-metragens em 57 pontos da capital paulista; Mostra competitiva do Entretodos reúne 16 produções nacionais e outras 13 internacionais na mostra competitiva

31/10/2014

Da Radioagência BdF

Durante os dias 3 e 7 de novembro acontece na cidade de São Paulo o Festival Entretodos, que exibe curtas-metragens de direitos humanos. Ao todo, serão mais de 260 exibições em 57 pontos da capital paulista.

Em sua sétima edição, o festival desse ano tem como tema “Cidadania Cultural” e reúne 29 filmes na mostra competitiva. Entre as produções, 16 são nacionais e as outras 13 são internacionais, com a participação de países como Irã, Sérvia, Chile, China, Índia, França, Espanha, Alemanha e Itália.

Os curtas estão divididos em blocos temáticos, como Vozes Urbanas, Possibilidades, Na Lata, Incêndios e Visão de Dentro.

No bloco “Na Lata” é possível conferir o documentário Black Bloc – Uma História de Amor e Violência. O filme convida a conhecer um pouco da tática de protesto da qual adeptos são tratados pelas mídias tradicionais como “vândalos” ou terroristas”.

A programação também conta com uma Mostra Infantil e filmes produzidos pela Rede Municipal de Educação. Com uma agenda que inclui ficção, documentário e animação, o Festival Entretodos tem programação gratuita.

As exibições acontecem em espaços públicos de Cultura e Educação, como CEUs, e em organizações da sociedade civil. Para consultar a programação completa acesse a página do festival na internet (www.entretodos.com.br).

“Não queremos toda a América do Sul de volta”, diz líder Guarani

Divulgação

Em debate sobre situação da demarcação de terras indígenas no Brasil, papel das mulheres nas decisões políticas das tribos é destacado

31/10/2014


Por Bruno Pavan, de Brasil de Fato

Aconteceu na noite da quinta-feira (30) o evento “Kunhague Mbaraete: as mulheres indígenas na luta pela terra”. Realizado na Universidade de São Paulo (USP), o encontro reuniu lideranças femininas das aldeias Tekoha Y’vo, de Guaíra no Paraná, e da Tekoa Tendondé Porã, situada no extremo sul de São Paulo.

Entre as convidadas para o debate estavam as professoras Paulina Martines e Jera Giselda, que participam ativamente das tomadas de decisão de suas tribos. A luta de ambas é comum: ter um pedaço de terra demarcado onde possam plantar, viver e ensinar seus costumes para a próxima geração de seu povo.

Giselda faz parte da liderança desde 2008 e afirma que os homens a receberam bem. Já a vice-liderança dos Tekoha Y’vo reforça que o machismo dentro e fora das aldeias ainda limita a participação das mulheres nesse processo de tomada de decisão.

Crescimento das aldeias

Distante quarenta quilômetros do centro da cidade, a aldeia Tendoné Porã ocupa um espaço de 25 hectares no estremo sul da metrópole. O crescimento da população vivendo ali é considerado seu maior problema, o que reforça a necessidade de uma demarcação definitiva.

“De 20 anos pra cá muita coisa mudou. Lembro quando tínhamos 27 famílias no espaço todo. Hoje temos mais de 180, cerca de mil pessoas. Com isso, você perde muito do que tinha antes, não tem mais espaço para plantar e isso acaba causando inúmeros problemas”, contou Giselda.

No mês de abril, Guaranis das seis aldeias existentes em São Paulo fizeram um ato na Avenida Paulista para cobrar a assinatura da demarcação de terras ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. No protesto, mais de mil canetas foram colhidas e enviadas ao seu gabinete em Brasília.

A situação em Guaíra

“Invasão indígena não combina com ordem e progresso”, dizia a placa que estava no centro da cidade de Guaíra, na região oeste do estado do Paraná. Os indígenas que deram nome à cidade não são mais bem-vindos ali.

Inúmeros casos de violência foram registrados contra os índios da cidade como sequestros e assassinatos. Uma índia foi estuprada e recebeu um recado claro: “fala pra Funai que nós vamos acabar com eles”. Em outra situação, um grupo de índios foi baleado quando voltavam de um jogo de futebol.

De acordo a líder Paulina, por ser uma cidade pequena e não viver em uma terra demarcada, os índios têm de usar os mesmo serviços públicos que a população branca e isso acaba reforçando o preconceito. “Nós não somos aceitos na sociedade por sermos indígenas”.

Paulina também explica que já foram propostos inúmeros acordos da Usina de Itaipu com a prefeitura para que fosse construída uma espécie de vila indígena. Os índios, porém, não vão aceitar e pretender aguardar até o laudo antropológico para a definição da demarcação.

“A área poderá ser bem maior ou bem menor do que estamos esperando, mas nós não queremos uma vila, tampouco a América do Sul de volta. Queremos um pedaço de terra para que possamos viver, produzir nosso alimentos e ensinar nossos valores”, finalizou.

Mulher que era cega desde os 11 anos voltou a enxergar após bater cabeça em mesa

DIÁRIO DA MANHÃ | LUDMILLA MOREIRA

De forma inusitada Lisa Reid, que ficou cega ainda criança, voltou a enxergar. A mulher, da Nova Zelândia, bateu a cabeça em uma mesa de café quando foi dar um beijo de boa noite em seu cão guia, no dia 15 de novembro de 2000.

Ela disse que, na manhã seguinte, acordou enxergando novamente: “Ninguém sabe o que aconteceu”, disse ela, que tem atualmente 38 anos e na época, 24.

Lisa resolveu revelar o “milagre” atualmente para aumentar a conscientização das pessoas sobre o problema. Ela quer chamar a atenção para auxiliar pacientes da Fundação dos Cegos da Nova Zelândia.

Ela ficou cega quando ainda era criança, por conta de um tumor que pressionava seu nervo ótico.

Foto:Reprodução

Foto:Reprodução

Operação da PF desvenda fraude que pode ter desviado até R$ 40 milhões do INSS

Agência Brasil

A Operação Nomadismo, deflagrada hoje (31) pela Polícia Federal (PF) em parceria com a Previdência Social, pode ter identificado a ponta do iceberg de uma quadrilha que fraudava o Instituto Nacional do Seguro (INSS). Até o momento, foram contabilizados cerca de R$ 4 milhões em valores desviados, mas, segundo o delegado Marcelo Fernando Bórsiom, a soma pode chegar a R$ 40 milhões.

“Das 17 pessoas ouvidas hoje, 12 já foram indiciadas. Há pelo menos dois servidores [públicos] envolvidos no caso”, informou o delegado. De acordo com ele, de janeiro a maio de 2010, os fraudadores enviaram informações falsas ao INSS, principalmente por meio de Guia de Recolhimento do FGTS (Gfip) fraudulentas, a fim de “criar qualidade de segurado para pessoas que não trabalham em empresas”. Foram cerca de 5,2 mil guias fraudulentas, detalhou Bórsiom.

A Gfip é um documento que informa quais funcionários trabalham em determinada empresa, o que fazem e qual salário recebem. Por meio dessa guia foram concedidos benefícios a falsos segurados. Segundo o delegado, o valor de cada benefício chegava a R$ 3,5 mil. Entre os benefícios concedidos irregularmente estão os de aposentadoria, em especial por incapacidade, e seguro-desemprego.

“A operação vai desvendar um alvo muito maior do que o de hoje”, disse Bórsio, ao informar a existência de “indícios de que houve fraude também entre 2013 e 2014”. Nos escritórios de contabilidade inspecionados hoje pela Polícia Federal foram encontrados “diversos documentos de [mais] empresas de fachada ou inativas [usadas para aplicar o golpe]”, acrescentou.

A Polícia Federal entrou no caso após denúncias que detalhavam o modus operandi (modo de agir) dos fraudadores. “Checamos as informações no sistema e chegamos à conclusão, por meio de provas materiais e contundentes, de que essas pessoas estavam de fato fraudando a Previdência”, explicou Bórsio. As maiores dificuldades enfrentadas durante as investigações foram decorrentes do fato de os escritórios suspeitos mudarem constantemente de endereço – motivo pelo qual a PF batizou a operação de Nomadismo.

Superintendente Regional do INSS nas regiões Norte e Centro-Oeste, José Eduardo Lopes Mendes disse que está aguardando a conclusão das investigações para ter uma ideia da dimensão que o golpe teve em termos de volume, pessoas envolvidas e prejuízo aos cofres públicos.

A PF cumpriu hoje  22 mandados de busca e apreensão e 17 ordens de condução coercitiva. As investigações tiveram início em 2010. Desde então, foi feito um mapeamento das ações dos investigados. A operação contou com a participação de 130 policiais e tem o reforço de analistas do ministério.

TAM anuncia novos voos diretos entre São Paulo e Londrina

A Tribuna

A TAM Linhas Aéreas anunciou nesta sexta-feira que aumentará o número de voos diretos entre São Paulo/Guarulhos e Londrina (PR).

Esta expansão dobrará a oferta da rota entre as cidades, proporcionando aos clientes provenientes do norte-paranaense mais comodidade e um número maior de opções de conexão para outras regiões, principalmente o Norte e o Nordeste do País.

A partir de 23 de novembro, os voos decolando do aeroporto de Guarulhos sairão às 8h10, de segunda-feira a sábado; às 16h10, aos domingos; e às 17h15, todos os dias, com exceção das quartas-feiras, com chegada à cidade de Londrina às 9h20, às 17h22 e às 18h30, respectivamente.

De Londrina para São Paulo/Guarulhos os voos partirão às 9h55, de segunda a sábado; às 17h53, aos domingos; e às 19h15, todos os dias, com exceção das quartas-feiras e domingos, e aterrissarão, nesta ordem, às 11h15, às 19h05 e às 20h30.

Os clientes da TAM já podem adquirir passagens para os novos voos a partir de R$ 109,00 para compras com antecedência de 60 dias, com saídas de São Paulo/Guarulhos.

As tarifas já estão disponíveis no site www.tam.com.br

Fim da impunidade de crimes contra jornalistas ganha dia internacional

Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa em 2014 da ONG Repórteres Sem Fronteiras – que promove e defende a liberdade da imprensa mundial.

Classificação Mundial da Liberdade de Imprensa em 2014 da ONG Repórteres Sem Fronteiras – que promove e defende a liberdade da imprensa mundial.

Documents collection
Silvano Mendes

Domingo, 2 de novembro, é o Dia internacional para o fim da impunidade de crimes contra jornalistas. A data, reconhecida pelas Nações Unidas, coincide com um ano da morte de Ghislaine Dupont e Claude Verlon, da Rádio França Internacional, assassinados em Kidal, no norte do Mali, quando faziam reportagens sobre os conflitos na região. Responsáveis da ONG Repórteres Sem Fronteiras (RSF) e da Federação Nacional de jornalistas do Brasil (FENAJ) comentam o aumento de violência contra a categoria e os dispositivos em discussão para combater o problema.

Um ano depois da morte dos jornalistas da RFI, as autoridades ainda tentam encontrar os culpados pelo crime. O ministro francês das Relações Exteriores, Laurent Fabius, afirmou que a justiça já tem vários elementos para deter os responsáveis e que “o assassinato de Ghislaine Dupont e Claude Verlon não ficará impune”.

Paris espera que a morte dos franceses no Mali não entre na triste estatística constatada anualmente pelas organizações não-governamentais. “Nos últimos dez anos, mais de 800 jornalistas morreram no exercício de suas funções profissionais, e em mais de 90% desses casos a impunidade reina”, lembra Lucie Morillon, diretora dos programas da RSF. A ONG lançou esta semana um site (www..fightimpunity.org), no qual dez casos emblemáticos são apresentados e onde o internauta pode enviar mensagens para os chefes de Estados dos países onde os episódios ocorreram.

A responsável da ONG lembra que, ao contrário do que se imagina, nem sempre os países emguerra são os únicos a registrar casos de violência contra jornalistas. “Fala-se muito da Síria ou do Paquistão, mas a impunidade não existe apenas nas nações que vivem em sistemas ditatoriais. Há muitas democracias que registraram casos de crimes visando profissionais da imprensa”, ressalta. Citando o Brasil, ela frisa que desde o ano 2000 “pelo menos 38 jornalistas, boa parte deles que investigavam casos sensíveis como narcotráfico, corrupção ou conflitos políticos locais, foram mortos por razões ligadas, de alguma maneira, às suas atividades profissionais”.

Números contestados

Alguns números divulgados pela RSF são contestados por entidades brasileiras, que falam de uma visão “um pouco colonizadora” da parte da organização baseada em Paris, como qualifica Celso Schröder, presidente da Federação Nacional dos jornalistas, no Brasil. Mas ele confirma que houve um aumento preocupante do número de crimes. “Por essa razão, procuramos o governo brasileiro há dois anos para dar conta de dois tipos de violência no país: os crimes de encomenda, muito comuns na América Latina, e a violência nos movimentos sociais, com policiais e manifestantes agredindo e até assassinando jornalistas”, relata Schröder.

Três medidas foram formuladas por um grupo de trabalho, a partir desta reflexão. A primeira é a criação de um Observatório da Violência, que teria como objetivo atacar a impunidade, recebendo e acompanhando as denúncias nos níveis policial e judiciário. A segunda é a federalização das investigações de atos contra jornalistas, por meio de um protocolo nos moldes de uma lei existente no México. As duas iniciativas visam principalmente os crimes sob encomenda. Já no caso da violência contra profissionais da imprensa durante as manifestações de movimentos sociais, como ocorreu em junho do ano passado no Brasil, a FENAJ tenta ser recebida pelo ministério brasileiro da Justiça para implementar ações de política pública que orientem os policiais para que os jornalistas sejam protegidos e poupados em caso de conflitos em manifestações. As três medidas continuam sendo discutidas.

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio