O último dos sinaleiros de Lisboa dançou “tango” premiado sem dar conta

Diário de NotíicasHoje|Maria João Caetano e Rute Coelho

A fotografia premiada
A fotografia premiada

As vidas do fotógrafo e do polícia sinaleiro cruzam-se no instantâneo premiado em Los Angeles. Não se conheciam: o agente da PSP desconhecia a foto até ver a 1.ª página do DN.

O fotógrafo Carlos da Costa Branco, de 65 anos, nasceu em Sintra, mora no Estoril e trabalhou a maior parte da vida em Lisboa, como técnico de informática de uma multinacional, emprego que o levou também a morar durante quatro anos em Paris. O polícia sinaleiro António Paixão, de 52 anos, nasceu em Coimbra, mora na zona do Restelo, em Lisboa, e sempre trabalhou como agente da PSP na capital.

As vidas do fotógrafo e do polícia cruzaram-se apenas uma vez, há sete anos. Sem o agente Paixão saber, foi captado na Rua da Escola Politécnica, em Lisboa, pela objetiva do fotógrafo Carlos da Costa Branco, a “dar o quarto de volta”, como ele chama ao movimento de mandar avançar uns carros e parar outros. O resultado foi a fotografia Dancing in the Street, premiada esta semana em Los Angeles.

António Paixão nunca conheceu Carlos da Costa Branco e não tem uma cópia da fotografia. Mas gostava de ter. “O fotógrafo captou a essência do movimento, que parece um tango”, conta o polícia, que tem por hobby ser dançarino num grupo folclórico de Coimbra.

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