RAPPER OGI LANÇA CLIPE “TRINDADE”

Produzido em formato de animação pela Casa Sinlogo, clipe apresenta a segunda parte de uma trilogia da faixa “Trindade” que terá a versão completa em 2015 no álbum “Rá!”

Após alguns anos do elogiado disco “Cidade Cinza”, Ogi divulga seu trabalho da  segunda etapa do clipe “Trindade”, uma trilogia que terá a versão completa no disco “Rá!”, e será lançado em 2015. A primeira e a terceira parte ainda não foram divulgadas. O clipe segue à moda de clássicos do hip hop mundial como “Jackin’ for Beats”, ao usar mais de uma batida diferente na mesma música. No caso dessa faixa, são três batidas diferentes produzidas por Nave, um dos principais produtores de rap nacional.

Assinado pela Casa Sinlogo com direção de Alois di Leo, “Trindade Pt 2” é uma animação que traz cenas cotidianas de um rolê na cidade grande como perseguições, polícia, enquadros, fumaça e, claro, muita pixação. O clipe tem o rapper Ogi incorporando vários personagens diferentes baseados em uma história que mistura ficção com realidade. “Na primeira parte do vídeo eu começo com um personagem e ai cada vez que tenho contato com outro eu tomo o corpo de quem toco. Eu pude interpretar várias personalidades nessa história. Antes de transformar em rima eu bolei um roteiro. Tipo um filme mesmo, e assim fui criando cada um deles”, afirma Ogi.

Todo o processo do clipe durou cerca de seis meses e foi criado a partir de umas cenas prontas de cidade e de carro que o diretor Aloi di Leo já tinha em animação, mas passou a ganhar corpo com a letra escrita por Ogi e foi em cima disso que o storyboard foi desenvolvido. “O processo de criação foi bem misturado e envolveu técnicas e estilos diferentes como 3d, animação 2d tradicional, elementos fotográficos, etc. Depois encaixamos os shots que a gente já tinha, desenvolvemos os personagens, os cenários, e fizemos as animações. KaduDoy (Pifo) e Felipe Yung (Flip) escolheram todos os pixos, throws, bombs e tags que aparecem no clipe. Todos são reais e foram capturados através de fotos em seus respectivos lugares”, declara Aloi di Melo, diretor do clipe.

Confira o som!

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Inscrições de seguro desemprego aumentam acima do previsto nos EUA

As inscrições semanais ao seguro desemprego aumentaram acima do previsto na semana passada nos Estados Unidos, de acordo com os dados publicados nesta quarta-feira pelo Departamento de Trabalho.

Durante a semana encerrada em 27 de dezembro houve 298.000 novas inscrições, segundo dados corrigidos. Isso significa uma alta de 6% em relação à semana anterior.

Os analistas esperavam um aumento de 3,6% das inscrições. Segundo o Departamento de Trabalho, o resultado não pode ser explicado por nenhum fator específico.

Escondidinho de arenque na salada

31/12/2014 Irakli Iosebashvili, especial Para gazeta Russa

Num primeiro olhar é difícil saber do que se trata, e de longe parece um bolo. Na verdade, é uma salada com uma ou mais camadas de peixe salgado coberto por vegetais e ovos, maionese e beterraba ralada, o que confere ao prato um aspecto rosa choque. É uma das saladas mais populares da Rússia.
Escondidinho de arenque na salada
Foto:Lori/Legion media

Na culinária russa existem basicamente dois tipos de pratos: aqueles que você reconhece de imediato e aqueles que o deixarão na dúvida até que dê a primeira mordida. Os pelmêni, por exemplo, embora sejam uma massa recheada típica da culinária russa, também são familiares a qualquer pessoa que já tenha comido guiozas japoneses ou raviólis italianos. Outros pratos, porém, são um mistério até mesmo para os mais experientes comilões estrangeiros. É o caso da salada de arenque, que é chamada na Rússia de seliodka pod shuboi (em português, arenque sob casaco de pele). Num primeiro olhar é difícil saber do que se trata, e de longe parece um bolo. Na verdade, é uma salada com uma ou mais camadas de peixe salgado coberto por vegetais e ovos, maionese e beterraba ralada, o que confere ao prato um aspecto rosa choque. É uma das saladas mais populares da Rússia.

Ingredientes:

• 2 filés de arenque salgado e sem escamas;

• 2 beterrabas de tamanho médio;

• 2 batatas;

• 2 cenouras;

• 1 cebola;

• 3 ovos;

• 1 xícara e meia de maionese;

• Sal e pimenta a gosto.

Modo de preparo :

Ferva os ovos até que fiquem cozidos. Cozinhe as cenouras, batatas e beterrabas até se tornarem macias. Descasque as cebolas e mergulhe-as em água fervente. Após cinco minutos, passe-as na peneira e deixe-as sob água fria por um minuto. Enquanto isso, reserve os vegetais cozidos e deixe esfriar. Lave novamente as batatas e as cenouras e, em seguida, rale-as em dois recipientes diferentes. Descasque as duas beterrabas para depois ralar.

Descasque os ovos e corte-os em pedaços pequenos. Corte o arenque em pequenos cubos e adicione pimenta.

Em um prato grande, faça uma primeira camada com as batatas raladas e sal, e cubra-a com maionese. Acrescente uma camada de arenque e, depois, as cebolas, cenouras e ovos, salgando cada camada e cobrindo-as com maionese.

Repita o processo, sem o arenque, até obter pelo menos duas camadas de cada item. Cubra então com uma camada de beterraba ralada, sobre a qual se deve aplicar uma grossa cobertura de maionese. Para decorar pode-se polvilhar gema de ovo sobre o prato pronto.

Leve à geladeira por cinco horas e sirva em fatias, como um bolo.

Objeto misterioso cai no interior do Mato Grosso do Sul

Artefato cilíndrico pode ser lixo espacial

Um objeto misterioso encontrado em Santa Rita do Pardo, no Mato Grosso do Sul, e que teria caído do céu no último sábado, 27, pode ser lixo espacial. O artefato cilíndrico está intrigando os moradores da cidade, que fica a 266 km de Campo Grande, e foi achado em uma fazenda logo após o registro de uma chuva de bolas incandescentes.

Outras cidades na região, incluindo no Paraná e no Paraguai, também observaram o fenômeno e, posteriormente, teriam encontrados objetos.

Nome da imagem
O artefato que caiu do céu no Mato Grosso do Sul está intrigando a população local / Foto: Reprodução / Facebook

Brasil tem mais de 202 milhões de habitantes, segundo IBGE

Correio do Brasil, com ABr – do Rio de Janeiro

31/12/2014

As estimativas do IBGE servem como parâmetro para a distribuição do Fundo de Participação dos Estados (FPE)

O Brasil tem, atualmente, uma população de mais de 202 milhões de habitantes, de acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado foi divulgado no Diário Oficial da União. Em números absolutos, são 202.768.562 de pessoas, cerca de 12 milhões a mais do que o registrado pelo instituto no censo de 2010, representando um acréscimo de 5,9%.

As estimativas do IBGE são usadas para cálculos de indicadores econômicos como censos e também servem como parâmetro para a distribuição do Fundo de Participação dos Estados (FPE). O fundo é um repasse feito pela União de parte do dinheiro arrecadado com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e o Imposto de Renda.

A Região Sudeste é a mais populosa, com 85,1 milhões de habitantes. A região menos populosa é a Centro-Oeste, com 15,2 milhões de pessoas. A Região Norte tem 17,3 milhões de pessoas, enquanto o Nordeste tem 56,1 milhões. Já a Região Sul conta com 29 milhões de habitantes.

São Paulo é o estado mais populoso entre os 26 da federação e o Distrito Federal, com 44 milhões de habitantes. Roraima é o menos populoso, com 496,9 mil habitantes. Apesar de ter o menor território entre as unidades da Federação, com 5,7 mil quilômetros quadrados, o Distrito Federal contabiliza 2,8 milhões de habitantes.

Segundo Inpe 1.672 pessoas foram vítimas de raios entre 2000 e 2013

Correio do Brasil, com ABr – de São Paulo

31/12/2014

O Estado de São Paulo tem o maior número de mortes por raios
O Estado de São Paulo tem o maior número de mortes por raios

A cada 50 mortes por raios no mundo, uma acontece no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). De acordo com o Inpe, cerca de 50 milhões de raios caem a cada ano em todo o país, sendo 20 mil apenas na cidade de São Paulo.

Entre os anos 2000 e 2013, informou o Inpe, 1.672 pessoas morreram no país por causa de raios. Nesse período, o Estado campeão em número de mortes foi São Paulo, com 269 casos, seguido por Minas Gerais, com 130 casos. A cidade com maior número de mortos foi Manaus, com 20 casos.

A maior parte das mortes ocorreram, segundo o instituto, em atividades rurais (24% do total), seguido por ocorrências dentro de casa (16%), próximo a um veículo (12%), embaixo de uma árvore ou jogando futebol (9%), sob coberturas como toldos ou deques (6%) e na praia (5%).

Na tarde desta segunda-feira, oito banhistas foram atingidos por um raio na cidade de Praia Grande, no litoral de São Paulo e quatro deles morreram. Os demais ficaram feridos. Eles estavam na praia quando o temporal teve início e a maior parte tentou se abrigar embaixo de um guarda-sol, que atraiu o raio e provocou as mortes.

O capitão Marcos Palumbo, do Corpo de Bombeiros de São Paulo, afirma que na Operação Verão, que teve início em dezembro do ano passado e terminou em março deste ano, 18 pessoas morreram por causa de raios somente no litoral de São Paulo, número que ele considerou alto.

Relâmpagos, na definição utilizada pelo Inpe, são correntes elétricas muito intensas que ocorrem na atmosfera, consequência do rápido movimento de elétrons de um lugar para o outro. Os elétrons movem-se tão rápido que fazem o ar ao seu redor iluminar-se, resultando em um clarão, e aquecer-se, resultando em um som, que é chamado de trovão. Quando o relâmpago se conecta ao solo é chamado de raio. Segundo o governo paulista, a descarga elétrica de um raio corresponde a cerca de mil vezes a intensidade de um chuveiro elétrico.

Segundo o capitão Palumbo, para se proteger de raios, as pessoas devem saber inicialmente que uma tempestade de raios pode acontecer, inclusive, sem chuva. “Não há uma regra para isso. A regra que o Corpo de Bombeiros e a Defesa Civil de São Paulo estabelecem é que quando se vê que fechou o tempo e o céu ficou escuro, com aquelas nuvens negras, a tempestade já está formada. E se você estiver em praia, campo de futebol, estacionamento de shopping ou lugares abertos, o risco de você poder ser atingido por raio aumenta”, disse.

Nestes casos, ressaltou o capitão, é preciso evitar estar em lugares abertos. “Aconteceu a formação dessas nuvens e fechou o tempo, saia da praia, saia da água, saia da piscina. Você precisa se proteger dentro de uma casa, de uma edificação, de um prédio ou de um carro”, disse.

No entanto, ressaltou o capitão, as pessoas não devem se abrigar embaixo de árvores ou de guarda-sóis, por exemplo. “Evitem se abrigar em locais em que você acha que tem proteção, mas não tem. Se a tempestade de raios está próxima a você, você não deve se proteger embaixo de pontos de ônibus, árvores e postes. Um raio vai buscar sempre, da nuvem para o solo, os pontos mais altos, onde há a menor distância entre a nuvem e o solo, que podem ser um prédio, uma árvore, um poste ou uma casa ou, em um lugar descampado, a própria pessoa. Então, não se pode nunca estar em um local onde você vai ser o ponto mais alto”, destacou Palumbo.

Em caso de tentar se abrigar dentro de um carro, ressaltou ele, é preciso fechar os vidros e evitar contato com a parte metálica. Já dentro de casa é importante não atender telefones com fio, desligar os aparelhos eletrônicos e ficar longe de canos de água. “Houve um caso, na Avenida Paulista, onde um prédio foi atingido e a descarga veio pela linha de telefone, provocando a morte de uma pessoa que estava ao telefone”, disse.

Se for impossível buscar abrigo, o ideal é que a pessoa se agache com os pés juntos, curvado para frente, colocando as mãos nos joelhos e a cabeça entre eles até a tempestade passar. “Você não pode ser o ponto mais alto naquele local onde o raio está caindo”, ressaltou o capitão do Corpo de Bombeiros.

De acordo com Palumbo, as praias do litoral paulista tem atualmente 1,2 mil guarda-vidas com treinamento para situações que envolvam raios. “Se o bombeiro apitar ou pedir para que saiam da praia, [é preciso] que as pessoas acreditem nisso. Se tiver orientação para que você se abrigue, saia da praia”.

Corpos de vítimas do voo da AirAsia chegam a aeroporto

Correio do Brasol, com DW – de Surubaia, Indonésia

31/12/2014

Dois caixões são desembarcados em Surubaia, na Indonésia, de onde o avião decolara. Equipes de resgate acreditam ter identificado destroços no fundo do mar, mas trabalho é dificultado por mau tempo

Dois corpos de vítimas do voo QZ8501 da AirAsia foram desembarcados nesta quarta-feira no aeroporto da cidade Indonésia de Surubaia, de onde o avião havia decolado no último domingo, antes de desaparecer. As equipes de busca já encontraram e recuperaram ao menos sete cadáveres no Mar de Java, segundo a Agência Nacional de Resgate e Buscas da Indonésia.

Ao serem desembarcados de um avião das Forças Aéreas indonésias, os dois caixões foram levados por uma ambulância militar a um hospital, onde os corpos serão examinados e identificados. As duas vítimas eram uma mulher e um menino. Os outros cinco corpos recuperados permanecerão num navio de guerra até que as condições meteorológicas melhorem.

Oficiais esperavam resgatar a maioria dos corpos nesta quarta-feira, mas chuvas pesadas, vento e nuvens densas dificultaram o voo de helicópteros sobre a área do Mar de Java onde vários corpos e destroços do Airbus foram encontrados no dia anterior.

A Agência de Metereologia e Geofísica da Indonésia prevê que as condições piorem até esta sexta-feira, com mais chuvas intensas. Enquanto isso, muitas famílias das 162 vítimas do voo, exaustas, continuam aguardando notícias.

Equipes de busca acreditam ter identificado o avião no fundo do mar, próximo à ilha de Bornéu, depois que equipamentos de sonar detectaram um objeto grande e escuro nas imediações de onde corpos e destroços foram encontrados na superfície. Mas o mau tempo impediu que mergulhadores de acessar o local identificado, enquanto fortes correntes movem os destroços.

– Parece que os destroços encontrados foram arrastados por mais de 50 quilômetros de onde se encontravam nesta terça-feira – afirmou Sunarbowo Sandi, coordenador de buscas e resgate. Ele disse esperar que os corpos que ainda não foram encontrados sejam levados pelo mar até praias.

Os corpos recuperados até o momento incluem uma comissária com o uniforme da companhia aérea, disse o chefe das equipes de busca, Bambang Soelistyo. O fato de alguns dos cadáveres estarem completamente vestidos pode ser um indicativo de que o avião estava intacto ao cair na água.

Além disso, um dos corpos recuperados vestia um colete salva-vidas, de acordo com um oficial indonésio, o que sugere que os passageiros tiveram tempo de vestir os coletes antes que o avião caísse na água ou antes que afundasse.

Entretanto, o piloto não emitiu um sinal de emergência. O avião desapareceu logo após o comandante solicitar permissão para subir da altitude de 32 mil pés para 38 mil pés, com o objetivo de desviar de nuvens densas, por causa do mau tempo.

O voo QZ8501 sumiu dos radares cerca de uma hora depois de decolar do aeroporto internacional de Juanda, em Surabaia, na ilha de Java, na Indonésia, às 5h20 deste domingo (horário local). Ele deveria pousar quase três horas depois em Cingapura.

A bordo do voo QZ8501 estavam o piloto, indonésio, o co-piloto, francês, cinco tripulantes e 155 passageiros, incluindo 16 crianças e um bebê. A maioria dos passageiros eram cidadãos da Indonésia.

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