Minions chegam às salas de cinemas

Divertida Mente é opção para criançada nos cinemas

DE A TRIBUNA ON-LINE
Os Minions estão de volta aos cinemas em um filme dedicado a eles

Minions

Assista ao trailer:

Os simpáticos seres amarelos unicelulares da franquia Meu Malvado Favorito ganharam um filme solo. Os Minions evoluíram ao longo das eras, e serviram os mais malvados mestres, porém agora se veem sem alguém para servir.  Três deles, Stuart, Kevin e Bob, vão até uma convenção de vilões e lá acabam se encantando com Scarlet Overkill, que sonha em ser a primeira mulher a dominar o mundo. Dirigido por Pierre Coffin e Kyle Balda.No idioma original as vozes são dubladas por Sandra Bullock, Jon Hamm, Pierre Coffin e Katy Mixon. Já na versão dublada  Adriana Esteves e Vladimir Brichta fazem as vozes dos vilões do longa.

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Uma noite com Evguêni Kíssin

30/06/2015 Diego Albuquerque, especial para Gazeta Russa

Tecnicamente perfeito e com grande poder de interpretação, durante quase duas horas, sem falar uma única palavra, apenas ele e um piano foram suficientes para dizer tudo que precisava ser dito naquela noite.
Uma noite com Evguêni Kíssin
Para o virtuoso russo, é possível ser eclético e manter a qualidade que o levou ao estrelato. Foto: divulgação

As últimas semanas foram bastante intensas para os amantes das artes russas no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Após as apresentações dos talentosos Solistas de São Petesburgo, e de clássicos do balé como Giselle e Spartacus encenados por um Bolshoi em busca da recuperação de seu outrora inquestionável prestígio, foi a vez do grande pianista Evguêni Kíssin se apresentar para o público carioca.

Desde criança tido como um virtuose, Kíssin já tocou com as maiores orquestras do mundo ao lado de maestros como Karajan, Abbado, Ashkenazy, Dohnanyi, Giulini, Levine, Maazel, Muti e Ozawa. Em sua última passagem pelo país, há cerca de 20 anos, já era um nome consagrado no meio da música clássica contemporânea, apesar da pouca idade.

O que se viu desta vez, além de toda sua capacidade técnica, foi um pianista maduro para criar interpretações únicas. Completando o cenário, o público que quase lotou o teatro também parecia saber perfeitamente o que iria contemplar através do eclético repertório proposto por Kíssin para aquela noite.

Tão logo o aclamado intérprete tocou a primeira nota da Sonata k330 de Mozart, uma obra prima que o compositor escreveu com apenas 27 anos, já estava ali tudo que seria necessário para uma grande apresentação. Um pianista genial, um ótimo piano no centro do palco, uma audiência preparada e músicas que tocam a alma humana.

Apesar de sua aparente simplicidade, a sonata dividida em 3 partes (um Allegro Moderato, seguido do Andante Cantábile e por último o Allegreto) é uma peça que desafia pianistas do mundo todo pelo intricado fraseado, mas Kíssin, com técnica impecável, tratou tudo de um jeito onde o difícil parecia fácil.

Kíssin encontra Beethoven

Ainda talvez querendo conquistar a plateia para poder ficar mais à vontade com a segunda parte de sua apresentação – que iria trazer um repertório menos óbvio, claramente baseado no gosto pessoal do pianista -, Kíssin partiu para a infalível e genial Sonata Appasionata de Beethoven, outra obra prima bastante conhecida.

Essa é uma peça que requer, além de tudo, vigor físico para ser executada na intensidade que merece. À medida que ia avançando pela música, a sonata crescia nas mãos do pianista russo. Se o tempestuoso Allegro Assai foi tocado com perfeição e o Andante com Moto foi profundo como deve ser, foi na sua última parte, o Allegro ma non Tropo, que o gênio de Kíssin e de Beethoven se encontraram, levando a peça a um vibrante e arrebatador Presto, o grand finale.

Evguêny Kíssin é um herdeiro da tradição dos grandes pianistas como como Horowitz, Rubinstein, Arrau e etc. Foto: AP

Na segunda parte da apresentação, foi a vez do lado romântico do pianista aparecer em Três Intermezzi op 117, de um Brahms na sua fase de maior maturidade musical. Todas as três peças pareciam ser parte do repertório pessoal do pianista que, à  vontade para interpretá-las mudou a atmosfera do Municipal mais uma vez aquela noite, trazendo muita melancolia e elegância.

Para fechar sua apresentação, Kíssin levou o público a um passeio pela Espanha por meio da Suíte espanhola de Albeniz, que também iria tornar-se bastante popular no século 20 na sua versão para violão. No roteiro, Granada – Cádiz – Córdoba – Astúrias. Nada comuns em apresentações dos grandes pianistas pelo mundo, essas peças comprovaram que para o virtuoso Kíssin é possível ser eclético e manter a qualidade que o levou ao estrelato.

No final, ainda no clima Ibérico, Kissin executou uma joia praticamente desconhecida, a tecnicamente desafiadora Viva Navarra! de Joaquin Larregla. Uma peça curta e de grande energia que supostamente iria encerrar aquela grande noite.

Com a certeza da missão cumprida e uma audiência satisfeita com o que tinha visto, Kíssin voltou ao palco ainda para tocar três músicas que não estavam no programa. Entre elas, uma linda e primorosa interpretação da conhecidíssima Polonaise em La maior, op 53, de Chopin (música obrigatória para todos os pianistas do mundo que levam seu ofício a sério). Àquela altura, parecia que ele estava em sua casa tocando para amigos íntimos ou até mesmo para si mesmo, sozinho.

Evguêny Kíssin é, sem dúvida, um herdeiro da tradição dos grandes pianistas como como Horowitz, Rubinstein, Arrau e etc. Sóbrio, tradicional, clássico. Sem nenhuma extravagância ou maneirismo. Tecnicamente perfeito e com grande poder de interpretação. Durante quase duas horas, sem falar uma única palavra, apenas ele e um piano foram suficientes para dizer tudo que precisava ser dito naquela noite em uma performance que vai ficar na memória de todos que ali estavam presentes. Que o ex e eterno garoto prodígio não demore mais 20 anos para voltar aos palcos brasileiros!

Diego Albuquerque é redator de TV, bacharel em filosofia e pianista amador

Lei americana sobre casamento gay esquenta debate na Rússia

30/06/2015 Oleg Egorov, especial para Gazeta Russa

Em 26 de junho, a Suprema Corte dos EUA legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todo o país. A decisão gerou reação forte na Rússia, provocando um racha: condenada por políticos conservadores, e apoiada pelos liberais. Deputado chegou a pedir bloqueio do Facebook no país, já que ferramenta do arco-íris feriria sua lei contra a promoção da homossexualidade entre menores.
Lei americana sobre casamento gay esquenta debate na Rússia
“Povo é sensível a esse tipo de retórica e o nível de homofobia vai crescer ainda mais”, diz especialista. Foto: Piotr Kovalev / Interpress / TASS

Na última sexta-feira (26), a Suprema Corte dos EUA legalizou o casamento entre pessoas do mesmo sexo em todos os 50 Estados do país, incluindo os 13 que ainda proibiam a união legal entre LGBTs.

A decisão gerou reação não apenas nos Estados Unidos, e internautas de todo o mundo começaram a expressar seu posicionamento em relação à medida nas redes sociais. No Facebook, por exemplo, muitos usuários russos usaram a ferramenta do aplicativo para pintar com o arco-íris suas fotos do perfil, expressando seu apoio.

Vitáli Milonov, membro da Assembleia Legislativa de São Petersburgo e idealizador da chamada “lei antigay”, declarou em entrevista à rádio Russian News Service, que pedirá ao Roskomnadzor (Serviço Federal de Supervisão de Telecomunicações, Tecnologia da Informação e Meios de Comunicação) que bloqueie o acesso ao Facebook em território russo.

De acordo com o legislador, a ferramenta que coloca um filtro de arco-íris sobre as fotos do perfil do Facebook violou a legislação russa, que proíbe a promoção da homossexualidade entre menores de idade.

A Igreja Ortodoxa Russa também criticou a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos. Em entrevista à agência de notícias Interfax, o porta-voz da Igreja, arcipreste Vsêvolod Tcháplin, declarou que os Estados Unidos estão tentando a “impor sua visão antinatural e pós-humana aos outros países”.

Um ponto de vista diferente

Embora muitos russos tenham criticado a nova lei americana na redes, existem pontos de vista alternativos, e um grande número de internautas apoiou a decisão da Suprema Corte.

O político oposicionista Leonid Volkov, da Coalisão Democrática, escreveu no Facebook: “O amor é maravilhoso em todas suas manifestações, e o ódio é feio em todas as suas formas. Não compartilho do pessimismo daqueles que dizem que é impossível introduzir lei semelhante na Rússia. Os EUA, que são muito mais conservadores do que a Rússia, precisaram apenas de 20 anos para aprovar essa lei”.

Entre os governistas, porém, também não houve unidade no posicionamento. O senador da região de Arkhangelsk, Konstantin Dobrínin, declarou à rádio Ekho Moskvi, que a Rússia diminuir a agressividade voltada a minorias sexuais.

“Antes de aprovar novas leis, é preciso criar um compromisso e considerar os interesses de todos os cidadãos do país, inclusive os representantes da comunidade LGBT e os conservadores”, disse.

Conservadorismo obrigatório

Para o professor da Mgimo (Instituto Estatal de Relações Internacionais, na sigla em russo), Valéri Solovei, a importância dada à questão é intensificada artificialmente.

“Não haveria nenhuma reação à lei, se os meios de comunicação parassem de falar sobre isso. Essa lei está se tornando motivo de debate só por causa do barulho que a imprensa russa gerou em torno disso. Com exceção de um pequeno grupo de pessoas interessados em política, que constituem de 5% a 7% da população russa, a lei não interessa a ninguém”, diz.

A socióloga Karina Pipia, autora de um relatório sobre a homofobia na Rússia, concorda com Solovei e afirma que a forte reação da sociedade, especialmente da camada conservadora, foi provocada pelas autoridades russas.

“Obviamente, a Rússia e os países ocidentais, incluindo os EUA, estão em confrontação política. E os políticos russos tentam opor seus ‘objetivos conservadores’ aos do Ocidente, acusando os países ocidentais de quebrar a moral tradicional. O público, em geral, é sensível a esse tipo de retórica e o nível de homofobia vai crescer ainda mais”, disse.

Kim Jong-un teria executado arquiteto por não gostar do projeto de aeroporto

Homem desapareceu na mesma época em que as obras ficaram suspensas por ‘insatisfação’ do líder norte-coreano

O DIA

Coreia do Norte – Após a inauguração do aeroporto de Pyongyang, na Coreia do Norte, na última quinta-feira, surgiram suspeitas de que o líder do país, Kim Jong-un, tenha executado o arquiteto do projeto por não gostar do resultado. Na inauguração, Jong un apareceu ao lado de sua mulher em imagens divulgadas pela mídia estatal norte-coreana, e a ausência do arquiteto Ma Won Chun, que desapareceu no último ano, foi sentida.

Ma Won Chun desapareceu na mesma época em que Jong un criticou seu projeto de design e as obras ficaram suspensas por “insatisfação” do líder.

Kim Jong-un e mulher em inauguração de aeroporto, na Coreia do Norte

Foto:  Reuters

Mais tarde, foi divulgado que o arquiteto havia sido executado por “práticas corruptas e recusa em obedecer ordens”.

“Defeitos foram encontrados na última fase de construção do Terminal 2 porque os designers falharam em seguir a ideia de beleza arquitetônica do partidode uma arquitetura que preserve a identidade nacional”, disse Kim Jong-un, segundo o “NKNews”. O líder quer que o aeroporto se torne um ícone e atraia turistas para o país.

Gol é multada por cadeirante que se arrastou em escada de avião no Paraná

Companhia aérea e Infraero serão multadas em R$ 230 mil, cujo valor corresponde a 11 infrações aplicadas pela Anac

IG

Paraná – Seis meses após a executiva Katya Hemelrijk da Silva se arrastar pelas escadas de uma aeronave da Gol – sem nenhum tipo de ajuda especial pelo fato de ela ser cadeirante – a companhia aérea e a Infraero serão multadas em R$ 230 mil. O valor é correspondente a 11 infrações aplicadas pela Agência Nacional de Aviação (Anac) pelo caso ocorrido em Foz do Iguaçu, no Paraná. O prazo para recurso é de 20 dias após o recebimento das infrações.

Entre os erros cometidos no embarque de Katya pela Gol, a Anac destacou o desrespeito à prioridade de embarque da passageira, a não adoção de medidas para garantir a integridade física e moral dela e a não apresentação de provas capacitadoras da equipe do aeroporto.

ENTENDA: Passageira cadeirante se arrasta para embarcar em voo no Paraná

Cadeirante precisou se arrastar para embarcar em voo da Gol no Paraná, em dezembro de 2014

Foto:  Reprodução Facebook

Já a Infraero foi multada por não garantir a disponibilidade de informações sobre o tratamento de pessoas com necessidades especiais. Além disso, a Anac apontou também que o órgão não comprovou a manutenção de registro de trocas de informações com operadores aéreos e passageiros com deficiência.

Em nota, a Gol lamentou o caso. A companhia disse que não iria comentar a notificação, mas que está tomando todas as medidas possíveis para melhorar o atendimento ao público com necessidades especiais. Já a Infraero disse que aguarda notificação para qualquer posicionamento.

Americano mordido por tubarão sobrevive após dar soco no peixe

‘Pensei que fosse uma mordida de caranguejo’, diz banhista na Carolina do Norte

A reação de um banhista, atacado por um nesta última sexta-feira, foi rápida: socou o animal algumas vezes e escapou do. , de 47 anos, estava nadando no mar na Carolina do Norte, quando foi surpreendido.

— Eu pensei que fosse uma mordida de caranguejo — disse ao jornal “The Virginian-Pilot”.

O homem disse que, de repente, sentiu um puxão em seu tornozelo e olhou para baixo, quando viu o sangue na água e um tubarão circulando, abaixo dele.

Quando o tubarão o agarrou, o banhista o socou na cabeça e na lateral, três vezes, até que o animal o deixasse ir. Thornton disse que mais três tubarões foram atraídos para o local, pelo sangue de seus ferimentos.

O tubarão tentou mais uma vez morder suas costas, e, dessa vez, Thornton usou seu cotovelo para afastar o animal. A vítima foi levada, de helicóptero, para o hospital e está se recuperando dos ferimentos.

A fuga é mais um dos ataques de tubarão na Carolina do Norte, no último mês. Desde o incidente que ocorreu na última sexta-feira, foram registrados mais dois ataques.

No sábado, um adolescente foi mordido no quadril por um tubarão e continua em estado grave no hospital. Nesta segunda-feira, uma mulher foi ferida, contabilizando o sétimo ataque de tubarão na área este mês. Nenhum dos ataques foram fatais.

Especialistas continuam divididos sobre o que pode ser a causa do aumento de ataques de tubarão no litoral da Carolina do Norte.

Um biólogo marinho disse ao “The Washington Post” que isso poderia ser causado pelo crescente número de tartarugas nadando para colocar ovos, o que atrai tubaraões para perto da costa, em busca de comida.

EUA nomeiam novo delegado especial para Guantánamo

O secretáro de Estado americano John Kerry designou nesta terça-feira um novo delegado especial para o fechamento da prisão militar de Guantánamo, em Cuba, um projeto promovido pelo presidente Barack Obama.

Lee Wolosky, um advogado que trabalho para o

Conselho de Segurança Nacional durante as presidências de Bill Clinton e George W. Bush, terá a responsabilidade de “organizar a transferência dos detentos para o exterior”, indicou Kerry em um comunicado.

Wolosky sucederá Cliff Sloan, que renunciou em dezembro passado, e deverá supervisionar a situação dos detentos cuja transferência ainda não foi aprovada.

Desde que chegou ao poder, em 2009, Obama não desistiu de cumprir com sua promessa de fechar a prisão de Guantánamo, criada para os suspeitos de terrorismo depois dos atentqdos nos Estados Unidos em 11 setembro de 2001. Ao todo, 116 homens continuma na prisão militar.