Preços de frutas e hortaliças estão em baixa na Ceasa em cinco estados e DF

Stênio Ribeiro – Repórter da Agência Brasil
Os preços das principais frutas e hortaliças apresentam tendência de queda no mercado atacadista, em agosto, de acordo com a comercialização nas Centrais de Abastecimento (Ceasas) de cinco estados e do Distrito Federal (DF). As informações constam do boletim Prohort, divulgado hoje (24) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

A queda no consumo de frutas no inverno, aliada ao aumento da oferta, se reflete na diminuição dos preços nos entrepostos. Situação semelhante foi observada em relação aos preços de hortaliças, que aumentaram no mês de julho, mas mantiveram-se estáveis ao longo de agosto.

No caso das frutas, existe grande oferta de melancia e banana da variedade nanica, com melhores cotações desses produtos para o consumidor. Depois dos problemas pontuais de abastecimento de banana, no mês anterior, oferta maior deve se estender até novembro.

Mas nem todas as frutas estão com preços em queda. Maçã e mamão aumentaram na maior parte das Ceasas analisadas. Condições climáticas reduziram a produção de maçãs – principalmente da variedade Fuji –, e o mamão apresentou elevação de preço também por escassez de oferta, que começa a se normalizar com a entrada de nova safra.

Quanto às hortaliças, o boletim da Conab explica que, por problemas de estiagem, a área plantada com tomate, neste ano, foi menor que a área usada no ano passado, com redução da produção e consequente elevação de preços do produto.

A batata continua com recuperação de preços, assim como a cebola, que mantém o comportamento de alta, mas agora de maneira mais suave. No caso da cenoura, o encerramento da safra influenciou na elevação das cotações na maioria dos mercados.

Mas, nos três casos, a colheita da safra de inverno nas principais regiões produtoras deve normalizar a oferta disponível nos mercados, ocasionando redução de preços ao consumidor nos próximos meses.

A alface não teve comportamento uniforme de preços, que caíram em Brasília, Belo Horizonte e Vitória; aumentaram em São Paulo, no Paraná e Rio de Janeiro e ficaram estáveis em Campinas (SP).

Edição: Jorge Wamburg

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