Jornalistas são mortos a tiros durante entrevista ao vivo nos EUA

Segundo emissora, atirador disparou seis ou sete vezes. Alison Parker e Adam Ward participavam de cobertura na Virgínia

O DIA

Estados Unidos – Dois jornalistas norte-americanos foram baleados e mortos durante uma cobertura ao vivo nesta quarta-feira, em Franklin County, no estado da Virgínia, nos Estados Unidos. A repórter e o cinegrafista atingidos trabalhavam para a emissora “WDBJ7”. O atirador, ainda não identificado, disparou seis ou sete vezes, segundo emissora.

Os profissionais foram identificados como Alison Parker, de 24 anos, e o cinegrafista Adam Ward, de 27. O incidente ocorreu por volta das 6h45 (7h45 em Brasília) no shipping Bridgewater Plaza, em Moneta. Segundo a emissora, não há indícios de que a mulher entrevistada tenha sido ferida.

Alison entrevistava uma mulher quando som de tiros foi ouvido e as duas gritaram. Em seguida, a repórter cai no chão e o cinegrafistas também. Quando a câmera caiu no chão, a audiência pôde ver de relance um homem apontando uma arma para o cinegrafista.

Jornalistas Alison Parker e Adam Ward foram baleados e mortos em cobertura ao vivo na Virgínia, nos EUA

Foto:  Reprodução Twitter WDBJ7

Visivelmente chocada, a apresentadora do jornal da “WDBJ7” tenta disfarçar. “Ok, não tenho certeza do que aconteceu lá, nós vamos informar assim que decobrirmos que barulhos foram aqueles”, diz Kimberly McBroom. Pouco depois a emissora informou que os dois foram mortos durante um tiroteio.

O atirador disparou seis ou sete vezes, segundo o gerente geral da emissora, Jeff Marks. “Nós não sabemos qual foi o motivo. Não sabemos quem é o atirador”, disse Jeff, acrecentando que a polícia de Franklin County está em busca do criminoso.

Vídeo:  Jornalistas são baleados durante entrevista

Em seguida, Jeff contou no ar que os colegas de Alison e Adam estão “segurando as lágrimas”. Após isso, um dos jornalistas da casa revelou que Adam estava noivo de uma das produtoras da emissora e recentemente havia manifestado o desejo de deixar o jornalismo. “Vou fazer outra coisa”, teria dito ele.

A repórter, que começou na emissora como estagiária, de acordo com sua biografia no site da TV, também foi lembrada pelos colegas. “Você dava qualquer coisa para aquela garota fazer e ela conseguia”, disse Jeff Marks.

Quando a câmera caiu no chão, a audiência pôde ver um homem apontando uma arma para o cinegrafista

Foto:  Reprodução Twitter

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s