Moçambique: situação económica já critica pode agravar-se

O Presidente Armando Guebuza e o líder da Renamo Afonso Dhlakama após a assinatura do acordo de cessação das hostilidades a 5 de Setembro de 2014

O Presidente Armando Guebuza e o líder da Renamo Afonso Dhlakama após a assinatura do acordo de cessação das hostilidades a 5 de Setembro de 2014

Orfeu Lisboa
Isabel Pinto Machado

Em Moçambique assinala-se amanhã um ano sobre a assinatura do acordo de cessação de hostilidades, rubricado pelo presidente Filipe Nyusi e o lider da Renamo Afonso Dhlakama.

Que repercussões teve na economia do país o estado de guerra nao declarada em que Moçambique viveu e cujo espectro continua presente, foi o que procuramos saber com o economista moçambicano João Mosca, para quem “a situação é crítica e pode ainda agravar-se“.

João Mosca responsabiliza o antigo Presidente Armando Guebuza e aponta como exemplos a retracção dos investimentos externos, “a redução da produção interna, queda das exportações, desvalorização do metical, uma dívida pública das mais elevadas do mundo que atinge 170% do PIB, enquanto quase 11% do mesmo PIB são gastos em despesas salariais do Estado, ou ainda os enormes investimentos feitos nos útimos anos na área da defesa“.

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