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Em plena Copa, foram 36 assassinatos

Nem mesmo o policiamento reforçado durante o período de jogos do Mundial na Grande Cuiabá foi suficiente para frear a criminalidade 

Diário de Cuiabá|Adilson Rosa

Nem mesmo a Copa do Mundo – que teve um policiamento recorde – foi suficiente para frear a matança na Grande Cuiabá. O mês de junho terminou com 36 assassinatos, sendo 19 em Várzea Grande e 17 na Capital, numa média superior a uma execução diária. Desse total, três são latrocínios (roubo seguido de morte), sendo dois em Várzea Grande e um em Cuiabá. Pelo décimo mês consecutivo, Várzea Grande tem mais assassinatos que a Capital, no computo geral como também proporcional. 

Mesmo assim, o número é levemente menor que o mês anterior – maio que terminou com 41 assassinatos na Grande Cuiabá – sendo 18 na Capital e 23 em Várzea Grande. Na lista estão incluídos três latrocínios (roubo seguido de morte). Apesar do alto número, houve uma queda em relação ao mês anterior, que fechou com 53 execuções. 

Embora nos últimos três meses, houve uma queda de um terço nos assassinatos, a matança na Grande Cuiabá continua em alta, pois já são mais de 200 assassinatos no semestre. O número é alto e preocupa as autoridades da área de Segurança Pública. 

O que chamou a atenção é que, ao contrário de outros meses, não teve duplo homicídio e tampouco chacina. “Foram homicídios simples o que aumenta o número de inquéritos”, observou um policial plantonista da DHPP. 

Na lista dos latrocínios está o pedreiro Isaías Manoel da Silva, de 45 anos, que morreu no Pronto-Socorro de Várzea Grande após ficar nove dias internado em estado grave. No dia 10, ele foi baleado durante uma tentativa de assalto no bairro Sol Nascente, próximo do Jardim Glória em Várzea Grande. 

Na ocasião, ele foi rendido por dois rapazes que chegaram numa motocicleta e exigiram que entregasse o capacete. Ele reagiu e tentou correr e foi baleado nas costas. 

Segundo policiais militares que atenderam a ocorrência, ele estava num ponto de ônibus aguardando a chegada do coletivo quando surgiram os assaltantes. Após o tiro, os ladrões fugiram em alta velocidade sem roubar o capacete. Baleado na coluna cervical, ele ficou internado em estado grave e ele corria o risco de ficar tetraplégico. (AR) 

Balança comercial começa junho com superávit de US$ 726 milhões

AGÊNCIA BRASIL

Beneficiada pelos embarques de commodities (bens agrícolas e minerais com cotação internacional), a balança comercial iniciou junho com superávit. Na primeira semana do mês, as exportações superaram as importações em US$ 726 milhões, divulgou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Na semana passada, o país vendeu US$ 5,32 bilhões para o exterior e comprou US$ 4,59 bilhões. 

O resultado ajudou a diminuir para US$ 4,12 bilhões o déficit da balança comercial (diferença entre exportações e importações) no acumulado de 2014. A diferença é 19% menor do que o resultado negativo de US$ 5,09 bilhões registrado no mesmo período do ano passado.

Na primeira semana de junho, as exportações subiram 0,7% pela média diária em relação ao mesmo período de 2013. A alta foi impulsionada pelos produtos básicos, cujas vendas subiram 11,3% em relação ao mesmo período de 2013. Os destaques foram petróleo bruto, carne suína e bovina, algodão bruto, café em grão e farelo de soja.

FOTO:REPRODUÇÃO

FOTO:REPRODUÇÃO

O desempenho dos produtos agrícolas e minerais, no entanto, não se repetiu com os outros tipos de produtos. As exportações de semimanufaturados recuaram 4,9% e as de manufaturados caíram 12,9% na mesma comparação.

As importações caíram 2,3% na primeira semana do mês em relação à primeira semana de junho de 2013, puxadas pelo recuo nas compras de adubos e fertilizantes (-33,6%), equipamentos mecânicos (-22,1%), veículos automóveis e partes (-16,3%) e aparelhos eletroeletrônicos (-15,3%).

No acumulado de 2014, o déficit da balança comercial diminuiu na comparação com o mesmo período de 2013. A melhoria no saldo, porém, deve-se ao fato de que as importações caíram mais do que as exportações. Até a primeira semana de junho, as vendas para o exterior somam US$ 95,38 bilhões, com queda de 2,4% pela média diária. As compras de fora somam US$ 99,51 bilhões, baixa de 3,2% também pela média diária.

Preço alto de carro novo faz cliente procurar usado

Venda de zero quilômetro caiu 4,5% de janeiro a abril

iG Minas Gerais | 18/05/2014 

 

Alex de Jesus – 17.1.2013

Montadoras repassaram alta de custos para o preço dos carros

 

São Paulo. Alta de preços e fim do crédito farto derrubaram em 4,5% as vendas de automóveis e comerciais leves novos no primeiro quadrimestre. No segmento de usados, o resultado é inverso, com crescimento de 5% nos negócios. Como resultado, a relação entre número de carros usados vendidos para cada novo voltou à média histórica de três por um, que não era registrada desde 2007, e as lojas reclamam de falta de produtos.

Apesar da melhora nas vendas, que de janeiro a abril somam 3,049 milhões de veículos (sem caminhões e ônibus), os preços dos usados seguem desvalorizados. Segundo o presidente da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), Flávio Meneghetti, o preço dos carros novos teve alta de 4% a 5% neste ano, percentuais que não foram acompanhados pelos seminovos. O analista de mercado da consultoria Molicar, Vítor Meizikas, diz que, apesar da forte concorrência, as montadoras repassaram ao consumidor parte do aumento em razão da alta do IPI em janeiro e da inclusão de airbag e freio ABS em vários carros.

Já os usados não conseguiram acompanhar o movimento, ampliando assim a distância de preço para o zero quilômetro. Nos modelos mais caros, a depreciação é maior. Para comprar hoje um Fiat Bravo Absolute, que custa R$ 62 mil, o dono de igual versão com dois anos de uso precisa desembolsar mais R$ 15 mil. Para um Gol 1.0, a diferença é de R$ 6,7 mil. Meizikas ressalta que a desvalorização do usado se acentuou nos últimos anos em parte por causa da facilidade de se adquirir o novo e em parte pela rapidez com que os carros são atualizados.

Dançarina do Latino baleada em assalto segue internada e sem previsão de alta

Ariany Nogueira passou por cirurgia em hospital na Zona Oeste. Bailarina foi salva por prótese de silicone no seio

O DIA
Bailarina de Latino foi baleada na Zona Oeste

Foto:  Reprodução Facebook

Rio – A dançarina do cantor Latino, Ariany Nogueira, baleada durante uma tentativa de assalto na madrugada deste sábado no Rio, segue internada e sem previsão de alta em uma enfermaria do Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca, Zona Oeste. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, seu estado de saúde é estável e ela não corre risco.

Ainda segundo a secretaria, Ariany passou por cirurgia para o tratamento das lesões provocadas pela bala, que está alojada no tórax.

Ela sofreu pequenas lesões no fígado e diafragma, mas sem gravidade. Arianay passou por exames e está evoluindo bem.

Dançarina posta imagem do hospital

Internada no Hospital Lourenço Jorge, na Barra, Ariany postou neste domingo uma imagem dentro da unidade e uma mensagem aos fãs que a seguem no Instagram.

“Deus me provando mais uma vez que existe em minha vida. Nasci de novo e com ajuda desses anjos @elainelindaa @latinofesta @rayannemorais , Marcelo Arar @kilvecosta , #sunshine #alexandraeaugusto, melhor Ballet e Banda que me emocionam a cada mensagem, e a todos você que escrevem o meu muito obrigada pelo carinho. Qualquer palavra que eu expressar aqui vai ser pouco pra agradecer! #nascidenovo #vamoscomtudo #Deusnocomando #obrigada#obrigada #obrigada”, escreveu.

Latino é fotografado abatido

O cantor Latino foi fotografado deixando o hotel em que estava hospedado em Vitória, na madrugada deste domingo. Latino estava com a aparência um pouco abatida, após a notícia de que a dançarina de sua equipe, Ariany Nogueira, foi baleada em uma tentativa de assalto no Rio, na madrugada de sábado. O cantor seguiu para Guarapari, aonde a dançarina também iria se apresentar.

Latino saindo do hotel em Vitória, na madrugada deste domingo

Foto:  Amandio Santos / AgNews

Salva pelo silicone

A bailarina Ariany Nogueira, que trabalha na equipe do cantor Latino, teria sido baleada nas proximidades da Cidade de Deus. Segundo o assessoria de imprensa do cantor, que confirmou o ocorrido, a bala que atingiu Ariany está alojada em uma de suas próteses de silicone nos seios.

“A Ariany estava indo encontrar com o grupo para um show em Guarapari (ES) quando foi surpreendida por uma barreira de ladrões. Ela tentou fugir e acabou sendo baleada na altura do seio.” comentou o empresário do cantor, Paulo Lopes.

Latino se pronunciou no sábado pela sua conta no Instagram. O cantor agradeceu o carinho e desejou força à bailarina.

Ariany Nogueira coleciona fotos de ensaios ousados em seu perfil no Facebook

Foto:  Reprodução Internet

“Obrigado pelas orações de todo Brasil pra nossa negra bombom @aryonceoficial. Ela foi operada, e já esta num quarto esperando pra receber alta provavelmente amanhã, se Deus quiser!!! Não comuniquei a família porque não tínhamos contato de ninguém. Como todos da família dela nos seguia no Instagram, então achei que aqui (rede social), seria uma forma de contato. Graças a Deus eles entraram em contato e já foram informados pelo ocorrido, agora é esperar pra ver se não vai haver nenhum tipo de infecção pós operação. Ela está sob observação medica. Obrigado hospital #LorencoJorge pelos cuidados a uma das nossas mais carismáticas dançarina.”

Retração econômica aumenta número de cheques devolvidos no país

CORREIO DO BRASIL

Febraban emitiu comunicado para alertar os correntistas sobre o preenchimento de cheques no próximo ano

O número de cheques devolvidos pela segunda vez por falta de fundos chegou a 2,21% do total compensado em março, de acordo com levantamento divulgado, nesta quarta-feira, pela empresa de consultoria Serasa Experian. No mês passado, foram devolvidos 1.401.869 cheques e compensados 63.390.631. Em março do ano passado, esse percentual foi 2,36%. Em fevereiro de 2014, as devoluções alcançaram 1,99%.

A explicação dos economistas da Serasa Experian para o aumento da inadimplência em março é a sazonalidade e as dificuldades financeiras do consumidor ante o cenário de inflação em crescimento e do acúmulo de compromissos típicos do primeiro trimestre do ano, como pagamento de impostos, despesas com material escolar, gastos das viagens de férias e pagamento das compras parceladas no final do ano passado.

Quando analisadas as regiões, observa-se que na Norte, a devolução de cheques em março alcançou 4,47% do total de cheques compensados, maior do que o registrado em fevereiro (4,03%). Em março do ano passado, a devolução de cheques pela segunda vez por falta de fundos nessa região chegou a 5%.

Vendas em queda

As vendas de materiais de construção caíram 3,9% em março em relação ao mesmo período de 2013 e a Abramat, associação que representa o setor, já estuda revisar suas estimativas de crescimento para o ano. Entre janeiro e março, o faturamento do setor subiu 0,9% em relação ao primeiro trimestre do ano passado e a expectativa atual da associação para o ano é de uma alta de 4,5%.

“Com o resultado do trimestre, está em curso uma análise interna sobre a manutenção da atual previsão para o ano”, disse o presidente da Abramat, Walter Cover, em nota. O resultado mensal foi afetado pelo menor número de dias úteis, disse a associação. Em comparação com fevereiro, as vendas em março cresceram 3,2%.

Considerando os materiais básicos, o segmento recuou 6,5% no mês passado na comparação com 2013. Entre janeiro e março as vendas diminuíram 0,9%. Já as vendas dos materiais de acabamento apresentaram queda de 0,4% em março, mas subiram 3,5% no trimestre.

Número de empregos

O nível de emprego na indústria de materiais de construção, porém, subiu 4,5% em março, na comparação anual. Em relação a fevereiro o nível ficou praticamente estável, com leve alta de 0,3%. Na indústria de materiais básicos o aumento foi 6,4% ano a ano, com estabilidade frente a fevereiro. Nos materiais de acabamento o nível de emprego subiu 1,6% na comparação anual e 0,9% na mensal.