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Merkel parabeniza Alemanha e faz “selfie” com Podolski

Angela Merkel mostrou que estava animada com o desempenho da Alemanha na Copa do Mundo e foi presença ilustra na estreia de seu país na Copa do Mundo, nesta segunda-feira. A chanceler alemã compareceu à Arena da Fonte Nova, em Salvador, e mostrou que é “pé quente”. Com facilidade, o time comandado por Joachim Low goleou Portugal, de Cristiano Ronaldo, por 4 a 0.

Após a goleada, a chanceler quis agradecer os jogadores de seu país pessoalmente. Desta forma, se dirigiu aos vestiários da Arena Fonte Nova e encontrou os atletas alemães. Com bom humor, tirou uma foto com o time inteiro e ainda entrou na brincadeira do atacante Lukas Podolski, que havia prometido tirar uma “selfie” com Angela Merkel em caso de vitória.

A atitude da representante da Alemanha não demorou a repercutir na imprensa internacional. O jornal alemão Bild, por exemplo, fez uma brincadeira em sua manchete principal, na qual colocou a foto de Angela Merkel com a delegação no vestiário e tratou o encontro como uma “reunião política”. O argentino Olé, por sua vez, escreveu “La Chanciller Botinera”, a chanceler que gosta de futebol.

Lulas Podolski, por sua vez, que vem mostrando muito bom humor desde que chegou ao Brasil, participando de brincadeiras ao lado de seus companheiros na concentração, aproveitou o momento para tirar uma foto com Angela Merkel. No Instagram, o atacante postou a imagem com a legenda: “4 a 0 e a prometida selfie com a chanceler”.Merkel parabeniza Alemanha e faz “selfie” com Podolski

Angela Merkel mostrou que estava animada com o desempenho da Alemanha na Copa do Mundo e foi presença ilustra na estreia de seu país na Copa do Mundo, nesta segunda-feira. A chanceler alemã compareceu à Arena da Fonte Nova, em Salvador, e mostrou que é “pé quente”. Com facilidade, o time comandado por Joachim Low goleou Portugal, de Cristiano Ronaldo, por 4 a 0.

Após a goleada, a chanceler quis agradecer os jogadores de seu país pessoalmente. Desta forma, se dirigiu aos vestiários da Arena Fonte Nova e encontrou os atletas alemães. Com bom humor, tirou uma foto com o time inteiro e ainda entrou na brincadeira do atacante Lukas Podolski, que havia prometido tirar uma “selfie” com Angela Merkel em caso de vitória.

A atitude da representante da Alemanha não demorou a repercutir na imprensa internacional. O jornal alemão Bild, por exemplo, fez uma brincadeira em sua manchete principal, na qual colocou a foto de Angela Merkel com a delegação no vestiário e tratou o encontro como uma “reunião política”. O argentino Olé, por sua vez, escreveu “La Chanciller Botinera”, a chanceler que gosta de futebol.

Lulas Podolski, por sua vez, que vem mostrando muito bom humor desde que chegou ao Brasil, participando de brincadeiras ao lado de seus companheiros na concentração, aproveitou o momento para tirar uma foto com Angela Merkel. No Instagram, o atacante postou a imagem com a legenda: “4 a 0 e a prometida selfie com a chanceler”.

Fonte: Terra

Após resultados da extrema-direita, premiê francês destaca queda de impostos

O premiê francês, Manuel Valls, deixa o Palácio do Eliseu após reunião com o presidente François Hollande, nesta segunda-feira, 26 de maio.

O premiê francês, Manuel Valls, deixa o Palácio do Eliseu após reunião com o presidente François Hollande, nesta segunda-feira, 26 de maio.

REUTERS/Philippe Wojazer|RFI

No dia seguinte à vitória histórica na França do partido de extrema direita Frente Nacional nas eleições europeias, o governo socialista reafirmou nesta segunda-feira (26) a disposição de baixar os impostos, principalmente para as famílias de baixa renda. A chanceler alemã, Angela Merkel, defendeu o aumento da competitividade na Europa como uma resposta ao recado das urnas.

O primeiro-ministro francês, Manuel Valls, excluiu a possibilidade de demissão do governo ou dissolução da Assembleia, após o Frente Nacional ter chegado em primeiro lugar nas eleições para o Parlamento europeu, com 24,9% dos votos no país. O premiê pediu “mais tempo” para o governo implementar reformas para aquecer a economia. Analistas indicam que os efeitos sociais da crise e as medidas de austeridade adotadas para ajustar as contas públicas foram uma das principais razões para explicar o aumento do eleitorado de extrema-direita.

Valls defendeu “novas reduções dos impostos” em 2015, em referência aos anúncios feitos no início do mês para diminuir o peso da austeridade econômica sobre as famílias de baixa renda. “A alta tributação pesa demais nas camadas populares e nas classes médias”, afirmou.

O principal partido de oposição, o UMP, obteve 20,8% dos votos e o Partido Socialista, do presidente François Hollande, teve apenas 13,98%, o pior resultado em uma eleição europeia. “Não vamos baixar a guarda, negar as nossas responsabilidades e abrir espaço para a extrema-direita”, afirmou o primeiro-ministro, em uma entrevista à rádio RTL.

Valls também julgou “preocupantes” os índices de abstenção na eleição, “principalmente dos socialistas”. Ele admitiu que a Europa deve se “reorientar” depois da votação de domingo, que tornou os conservadores do Partido Popular Europeu (PPE) a maioria no Parlamento, em Estrasburgo. “Estou convencido de que o lugar da França é na Europa, e que a Europa pode ser reorientada para apoiar ainda mais o crescimento e o emprego, algo que ela não faz há anos”, declarou.

Merkel pede competitividade

Em apoio ao governo francês, a chanceler alemã, Angela Merkel, parabenizou Paris por ter iniciado reformas e disse que “uma política de mais competitividade, crescimento e emprego é a melhor resposta” à subida dos partidos extremistas. “Isso também vale para a França”, destacou a chanceler. Para Merkel, o aumento do apoio a partidos eurocéticos e nacionalistas “é lamentável”.

Na Alemanha, os conservadores do CDU/CSU foram os vencedores do pleito, oito pontos à frente dos social-democratas do SPD. Merkel participou ativamente da campanha eleitoral em favor do ex-presidente do Banco Central Europeu Jean-Claude Juncker, representante do PPE, para a presidência da Comissão Europeia. 
 

Eleitores começaram a votar pela independência de Donetsk e Lugansk

Eleitores votam em Mariopol, neste domingo 11 de maio de 2014.

Eleitores votam em Mariopol, neste domingo 11 de maio de 2014.

REUTERS|Marko Djurica|FOTO

Ignorando os apelos de Kiev e dos países ocidentais, os moradores do leste da Ucrânia começaram a votar neste domingo (11) para decidir o futuro de algumas regiões que mantiveram a organização de um referendo para definir sua independência. As urnas foram abertas às oito horas da manhã, pelo horário local, e a votação acontece sem violência. Os resultados dessa consulta popular podem representar uma secessão histórica do país.

 

Milhões de ucranianos do leste do país foram convocados às urnas e devem dizer se aceitam ou não a independência das repúblicas autoproclamadas de Donetsk e Lugansk, duas regiões que fazem fronteira com a Rússia e são controladas pelos separatistas pró-russos.

As autoridades de Kiev denunciam a legitimidade do referendo e qualificam os separatistas, apoiados por Moscou, de “terroristas”. Por outro lado, os rebeldes não reconhecem o poder central de Kiev, comandado provisoriamente pelo presidente interino Aleksandr Turshinov após a queda de Viktor Ianukovicht, em fevereiro.

Centenas de pessoas faziam filas desde o início da abertura das seções eleitorais na periferia de Mariopol, no sudeste do país, onde confrontos violentos entre forças ucranianas e rebeldes pró-russos na sexta-feira deixaram pelo menos 20 mortos.

O enviado especial da RFI, Daniel Vallot, constatou que no centro de Donetsk, mal foram abertas as urnas em uma das escolas da região central da cidade, uma longa fila havia se formado com eleitores bem dispostos a votar. Um deles declarou que para os habitantes de Donetsk, não havia outra solução senão “a separação da Ucrânia e do governo fascista” que se instalou em Kiev.

Segundo os organizadores do referendo, mais de 1.200 urnas foram instaladas em diferentes locais de votação para permitir que 7,5 milhões de eleitores depositassem seus votos. Os responsáveis pelo referendo comemoravam o fato de que “tudo estava ocorrendo como previsto”.

Risco de secessão histórica

O temor de Kiev e de vários países ocidentais é de que o referendo produza o mesmo efeito do realizado na Crimeia onde, em março, os eleitores votaram pela independência da região, que foi anexada posteriormente pela Rússia.

No sábado à noite, os Estados Unidos avisaram que não vão reconhecer os resultados dos referendos “ilegais diante da lei ucraniana e que são uma tentativa de provocar divisões e problemas”. Os Ocidentais já anunciaram uma série de sanções contra a Rússia, acusada de comandar o movimento separatista no leste da Ucrânia. Os líderes ameaçam impor novas sanções caso não sejam realizadas as eleições presidenciais ucranianas antecipadas para o dia 25 de maio.

“Um fracasso para a realização das eleições presidenciais, internacionalmente reconhecidas, desestablizaria ainda mais o país”, advertiu a chanceler alemã Angela Merkel que recebeu o presidente François Hollande em seu reduto eleitoral, à beira do Mar Báltico.

Pela primeira vez, desde o início da crise ucraniana, o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, que representa os 28 países do bloco, fará uma visita a Kiev nesta segunda-feira.

Críticas à União Europeia

O ex-chanceler alemão Gerhard Schröder estimou que a União Europeia é a principal responsável pela crise ucraniana por ter obrigado Kiev a escolher seu futuro entre a Rússia ou o bloco europeu. As declarações foram publicads pelo diário Welt am Sontag neste domingo. “O erro crucial vem da política da União Europeia a favor de um tratado de associação”, que Bruxelas queria firmar com a Ucrânia, declarou Schröder que é amigo de Putin há muitos anos.

“A União Europeia ignorou o fato de que a Ucrânia é um país profundamente dividido culturalmente. Historicamente, a população do sul e do leste está mais orientada para a Rússia, e a do oeste mais para o bloco europeu”, afirmou. No entanto, o ex-chanceler considera que “todas as partes cometeram erros” e condenou a anexação da Crimeia pela Rússia.

Para França e Alemanha, referendos o leste da Ucrânia são ilegais

François Hollande e Angela Merkel a bordo do «MS Nordwind», no mar Báltico, 9/5/14.A chanceler alemã, Angela Merkel, e o presidente francês, François Hollande, alertam Kiev e Moscou sobre a importância da eleição presidencial de 25 de maio na Ucrânia. Em um comunicado divulgado neste sábado (10), em Stralsund, na Alemanha, os dois líderes também consideram osreferendos de domingo para a independência de algumas cidades no leste da Ucrânia como “ilegais”.

“A celebração de eleições presidenciais livres e equitativas na Ucrânia em 25 de maio é de importância capital”, afirmam os dois governantes no texto, divulgado após um encontro informal de dois dias na cidade balneária do norte da Alemanha.

Merkel e Hollande mencionam uma série de medidas para reduzir a tensão na Ucrânia, na véspera de um referendo sobre uma declaração de independência de parte do leste, de língua russa, do país, onde a escalada da violência aumenta. De acordo com ambos, “os referendos planejados em várias cidades do leste da Ucrânia são ilegais”.

Ameaças de sanções

“Um fracasso das eleições presidenciais internacionalmente reconhecidas desestabilizaria ainda mais o país. A França e a Alemanha consideram que isso terá as consequências correspondentes, como previu o Conselho Europeu de 6 de março”, completa a nota, sem entrar em detalhes.

Os dois líderes também pedem a Moscou que reduza o número de tropas na fronteira com a Ucrânia. Eles também pedem a Kiev “abster-se de realizar ações ofensivas antes das eleições”. A nota lamenta ainda a violência recente “em Odessa e sobretudo Mariupol, que provocaram perdas de vidas inaceitáveis”.

Apoio europeu

Na segunda-feira, Herman van Rompuy, presidente do Conselho Europeu, vai a Kiev. O objetivo da viagem é “continuar as discussões sobre como estabilizar a situação na Ucrânia antes da eleição presidencial, além de acabar com a violência no país e criar um diálogo nacional aberto”, explicou van Rompuy.

No dia seguinte, será a vez do primeiro-ministro Arseni Iatseniouk, de ir a Bruxelas para se encontrar com a Comissão Europeia.