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Aplicativo do BC facilita o reconhecimento de cédulas

Estadão Conteúdo

O Banco Central lançou na manhã desta quarta-feira, o aplicativo Dinheiro Brasileiro, uma ferramenta para facilitar o reconhecimento das cédulas. Na véspera da abertura da Copa do Mundo, o Banco Central informou que o aplicativo é voltado para a população brasileira e para os turistas estrangeiros. O programa está disponível em português, inglês e espanhol e pode ser baixado de forma gratuita.

O usuário colocará o dispositivo móvel – smartphone ou tablet – sobre a cédula e o aplicativo identificará a nota por comparação de imagem. Em seguida, segundo o Banco Central, o programa indicará os elementos de segurança que devem ser observados. “O objetivo é facilitar para que a própria população consiga conferir o dinheiro”, afirmou o chefe do Departamento de Meio Circulante do Banco Central, João Sidney Figueiredo Filho.

Alguns dos elementos de segurança que devem ser identificados são o número com o valor da nota que fica escondido e é visível em local com muita luz e a marca d’água com numeral e imagem do animal correspondente àquele valor. Outros pontos da nota ainda permitem que seja sentido um alto-relevo. Dessa forma, o aplicativo fornece as informações para que o próprio usuário faça a verificação da cédula. Figueiredo Filho esclareceu que o aplicativo não tem a capacidade, nem a finalidade, de verificar automaticamente a autenticidade da nota.
 

APLICATIVO REGISTRA PASSADO DE DESTRUIÇÕES NA PALESTINA

É possível visualizar e identificar cidades e vilarejos palestinos destruídos pelo exército israelense durante a guerra de 1948

Um novo aplicativo para smartphones ajuda a identificar e encontrar em mapas as cidades e vilarejos palestinos destruídos pelo exército israelense em 1948. Idealizado pela ONG israelense  Zochrot , o aplicativo está  disponível em árabe, hebraico e inglês e tem função interativa, permitindo ao usuário  adicionar imagens, compartilhar comentários e seguir atualizações dos locais selecionados. Confira no vídeo como funciona.

InMao: estudantes desenvolvem aplicativo para guiar turistas em Manaus

Objetivo é facilitar a locomoção na cidade, tanto para quem vem de fora quanto para os próprios amazonenses

Aplicativo informa onde ir de acordo com interesse do usuário. Foto: Wagner Lucas/App Tree

MANAUS –  “Por que não amar Manaus?”. Assim justifica o criador do aplicativo ‘InMao‘ (Em Manaus) sobre a necessidade de um guia da cidade ao alcance de um simples toque, o engenheiro da computação Rafael Gerzvolf. Há poucos dias da Copa do Mundo de Futebol, turistas começam à chegar a cidade-sede do mundial no Amazonas e buscam por opções para visitar a cidade.

Há pouco mais de um ano Rafael Gerzvolf finalizou a graduação em engenharia da computação, na Universidade Federal do Amazonas (Ufam), com a apresentação do aplicativo. “Vi que não tinha nenhum outro aplicativo do gênero se eu quisesse procurar um lugar pra ir, como um restaurante. E quando procurava na Internet também não tinha, ou os que tinham estavam desatualizados. Então pensei em atualizar o aplicativo [trabalho de conclusão de curso], que funcione com alguém sempre atualizando”, contou ao Portal Amazônia.

Em fevereiro deste ano, juntaram-se à ele os estudantes Érica Bertan (desenvolvedora), Leandro Okimoto (programador) e Wagner Lucas (designer), todos da área de ciências da computação.  Quem ajudou o grupo a ‘se encontrar’ foi o orientador de Gerzvolf, o doutor em inteligência artificial pela Universidade de Edimburgo, na Escócia, Edjard Mota.

Grupo se uniu com a ajuda do professor Edjard Mota (cento), que os apresentou. Foto: Juan Gabriel

O projeto tornou-se, então, uma colaboração independente entre os estudantes. O grupo criou a empresa App Tree, para levar o projeto adiante, que será incluída na incubadora da Ufam. Assim se iniciou a criação do chamado ‘Easy to find InMao‘ (Fácil de encontrar em Manaus). “O bom nesse grupo é que cada um motiva o outro”, destacou Gerzvolf, ao enfatizar que o trabalho em equipe é primordial para que o aplicativo tenha se tornado realidade.

Plataforma

guia online está em fase de finalização e passará a funcionar no mesmo período da Copa, no começo do mês de junho. Desenvolvido inicialmente para a plataforma iOS em cinco idiomas – japonês, inglês, português, espanhol e italiano – , a equipe aguarda liberação da Apple para disponibilizar o guia. “Primeiro criamos para o iOS porque vamos lançar para os turistas na época da Copa e a maioria que virá provavelmente usa o iPhone, que é o celular mais vendido fora do Brasil”, explicou Gerzvolf. Inicialmente, o aplicativo oferecerá duas versões: uma gratuita, com as informações básicas, e uma paga, no valor de cerca de R$ 4.

Para descobrir o que fazer na capital amazonense, InMao terá um sistema de busca por categoria, como pontos turísticos e gastronomia. De acordo com a intenção do usário, dividem-se em subcategorias, como, no caso de gastronomia, restaurante de culinária regional, italiana, chinesa, japonesa, etc. “O aplicativo verifica a localização da pessoa e informa os locais mais próximos”, destacou.

A garantia de satisfação poderá ser acompanhada por meio da classificação por estrelas, de zero à cinco, marcada por outros usuários que já passaram pelo local. E quem não tiver acesso à Internet por alguma razão, ainda assim poderá consultar o aplicativo. Para driblar o problema, “a maioria das informações básicas dos pontos principais estarão disponíveis no aplicativo offline“, assegurou Gerzvolf.

Além da simplicidade, garante o criador, outro diferencial é a opção de rotas para seguir a pé pela cidade, para conhecer locais históricos ou encontrar diversão perto de onde estiver de forma independente. “É uma ferramenta prática. A prefeitura lançou um aplicativo para os turistas [Guiatur Manaus], mas o nosso é bem diferente, porque temos um foco pós-Copa, além das atividades que oferecemos”, comentou a desenvolvedora do InMao, Érica Bertan.

Colaboração

InMao busca facilitar locomoção na cidade e encontrar locais para diversas atividades. Foto: Wagner Lucas/App TreeInMao busca facilitar locomoção na cidade e encontrar locais para diversas atividades. Foto: Wagner Lucas/App Tree

Para quem não usa iOS, a equipe pede calma. O engenheiro da computação comentou que também devem lançar o InMao para plataforma Android, pois o objetivo do aplicativo é ajudar o máximo de pessoas com roteiros e lugares interessantes para ir. “A minha expectativa é não fazer um aplicativo só de turismo, mas algo que as pessoas de Manaus também utilizassem. Queria criar um aplicativo que quando as pessoas abrissem um novo estabelecimento, mandassem pra gente adicionar no InMao e facilitar a vida de todos”, explicou.

Portanto, o aplicativo deverá funcionar de forma colaborativa, com a ajuda dos amazonenses. “O ambiente perfeito seria que as pessoas mandassem para nós as dicas de locais. Por enquanto, nós mesmos buscamos em guias, perguntamos de amigos, ligamos e visitamos os estabelecimentos. Em função disso pode ser que agora no começo faltem muitos locais”, justificou.

A meta agora é finalizar o aplicativo e melhorar o espaço de trabalho com a prioridade de avançar na prestação do serviço aos usuários. “O que precisamos é de gente que se interesse pelo InMao. Estamos no começo e precisamos de um novo computador, treinamento para Android, entre outros materiais que ajudem à melhorar nosso desempenho e do produto oferecido”, argumentou Rafael Gerzvolf.

Equipe colocou projeto em prática em fevereiro e o lançamento será junto com o início da Copa. Foto: Edjard Mota

 
 

Mães da Sé ganham aplicativo para reforçar a sua missão

No ano em que completa 18 anos, o Movimento Mães da Sé celebra a chegada de um reforço de peso: um aplicativo que ajuda no espalhamento das fotos dos desaparecidos via Google, o maior mecanismo de buscas do mundo. Até o final de 2013, a divulgação das imagens dos desaparecidos era feita, em sua grande maioria, de forma manual, e requeria verdadeiras romarias por parte das voluntárias.

O APP pode ser baixado gratuitamente por quem possui o navegador Chrome, do Google. Uma vez instalado, todas as vezes que procurar imagens no mecanismo de busca, sobre qualquer tema, o usuário terá acesso imediato a cinco fotos de crianças desaparecidas. 

Para adquirir relevância mundial, o aplicativo, desenvolvido gratuitamente pela Agência África, recebeu o nome de Missing Children. Tanta inovação rendeu um Leão de Prata à agência, no festival de Cannes, na França.

Ivanise Esperidião da Silva, fundadora e diretora da instituição, decidiu criar o movimento Mães da Sé depois que sua filha desapareceu, 18 anos atrás

“A África criou um projeto inovador e a nossa expectativa em encontrar as crianças é muito grande, pois o número de acessos é imenso”, diz Ivanise Esperidião da Silva, fundadora e diretora das Mães da Sé que, desde 1996, trataram de 9.222 casos. “Desse total, nós encontramos 3.937 pessoas com vida e registramos 212 óbitos.” 

Até abril deste ano, nenhuma criança havia sido localizada via APP Missing Children. Mas no ano passado o programa recebeu uma carga de 900 fotos digitalizadas de desaparecidos cadastrados na instituição. 

Em 2014, uma campanha com os cantores Rogério Flausino e Wanessa Camargo, além da apresentadora Sabrina Sato, tem como missão viralizar o aplicativo na rede.

“Outra ferramenta com a qual contamos é a progressão de idade dos desaparecidos, pois usamos fotos 3D que demonstram como aquela criança estaria hoje. Temos ainda as redes sociais, que fazem um belíssimo trabalho de divulgação para encontrar as pessoas, principalmente, por meio do Facebook e do Twitter”, diz Ivanise.

Principal divulgação das imagens ainda é manual 

Diariamente chegam três novos pedidos de ajuda ao escritório das Mães da Sé, no centro de São Paulo. É feito um cadastro do desaparecido e, a partir daí, começa a divulgação na internet e, pessoalmente, no Ministério Público, Conselhos Tutelares e Varas de Infância e Juventude e Delegacia de Desaparecidos. 

“Quando eu perdi a minha filha, há 18 anos, eu não tive ninguém para me dar uma palavra de conforto, de carinho. Aqui as mães depositam sua última esperança, por isso devem ser tratadas com muito afeto, respeito, amor e consideração”, afirma Ivanise, que capitaneia um time de voluntários e parceiros composto por mães, psicólogos, advogados e assistentes sociais.

O movimento, que não tem fins lucrativos, é mantido por meio de doações voluntárias.

Fonte: Terra –

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