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PCdoB oficializa apoio à reeleição da presidente Dilma

Estadão Conteúdo

Por unanimidade, o PCdoB formalizou nesta sexta-feira, em Brasília a adesão à chapa de reeleição da presidente Dilma Rousseff. A votação, realizada na convenção nacional da legenda, foi feita por aclamação, em que os delegados apenas fizeram um gesto de levantar os crachás. Nenhum dos presentes se posicionou contra ou pela abstenção. A expectativa é que Dilma participe da convenção à tarde após deixar a cidade de Salvador (BA), onde marcou presença na manhã de hoje na convenção estadual do PT.

Aliado do governo federal, o PCdoB ocupa hoje o ministério do Esporte, com Aldo Rebelo, e deve contribuir com cerca de 27 segundos para o programa de rádio e TV da presidente. Além do partido comunista, outros nove devem compor a coligação de Dilma garantindo a ela o maior tempo de programa eleitoral, estimados em 11 minutos. Durante o evento de hoje, o PCdoB distribuiu documento com propostas para o segundo mandado da petista.

Nele, os comunistas defendem uma série de medidas na área econômica, proferem ataques à campanha presidencial de Aécio Neves (PSDB), pedem a regulação dos meios de comunicação e o polêmico decreto que instituiu a Política Nacional de Participação Social. Na cartilha, que tem como título “Avançar com mais mudanças e conquistas”, o partido também propõe a aprovação de uma reforma política com financiamento público de campanha e a implantação de uma reforma do Poder Judiciário com a fixação do mandato para os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), acabando com a vitaliciedade.
 

Pros formaliza apoio à candidatura de Dilma Rousseff

Novato entre as dezenas de partidos políticos brasileiros, o Partido Republicano da Ordem Social (Pros) formalizou nesta terça-feira, com 94,5% dos votos dos seus filiados, apoio à candidatura da presidente Dilma Rousseff à reeleição. Com a aliança, Dilma consegue mais 35 segundos de tempo de televisão para a propaganda eleitoral gratuita.

“É muito simbólico receber esse apoio do Pros, porque é um partido muito interessante. É um partido jovem, que olha a situação política do País e que vê que são necessárias novas ideias”, afirmou Dilma, em seu discurso de agradecimento. “Mas apesar de ser novo, em tempo de vida e de ideias. É um partido maduro, porque é ligado a líderes que desempenharam papeis estratégicos”, acrescentou.

O Pros reúne uma bancada de 21 deputados federais e um senador. Seu principal expoente político é Ciro Gomes, que já foi candidato à Presidência da República. São filiados à legenda ainda seu irmão e o governador do Ceará, Cid Gomes (ex-PSB), seu vice Domingos Filho, além do vice do Amazonas, José Melo (os dois últimos egressos do PMDB).

Momento delicado

Já formalizaram apoio a Dilma o PMDB e o PDT. Amanhã, Dilma receberá apoio do PSD. Em encontros informal, o PP também já prometeu manter a parceria na chapa encabeçada por Dilma, que tem Michel Temer (PMDB) como candidato a vice, pela segunda vez.

O apoio do Pros ocorre em um momento em que a presidente acaba de perder a aliança com o PTB, na semana passada. Agora, a cúpula do PT, partido de Dilma pretende reforçar seus laços com a base de sustentação do governo para manter superioridade de tempo de televisão diante de seus adversários.

A legenda que tem dado mais trabalho recentemente para a candidatura de Dilma é o Partido da República (PR). Hoje, eles comandam o Ministério dos Transportes, mas já deram o recado à Presidência que o titular da pasta, César Borges, não representa o partido. Trata-se de uma tentativa de pressionar o governo de modo a conseguir substituição de ministros.

Campanha e polarização

Dilma fez menção ao que espera para a disputa que começará no mês que vem. Ela prometeu, no entanto, fazer uma campanha pacífica, apesar de enérgica. Como hábito em eventos partidários, a presidente fez questão de contrapor sua proposta à da candidatura tucana ao dizer que há um projeto que prega avançar enquanto outra defende o retrocesso.

“Sabemos que essa campanha terá muitas mentiras e muitos boatos. Haverá tentativa de disseminar clima de pessimismo”, estimou a presidente. “Iremos fazer uma campanha baseada na paz, mas cheia de vigor”, prometeu.

Com aliança, PT consegue mais 35 segundos na televisão; já formalizaram em convenção apoio a Dilma o PMDB e o PDT

Fonte: Agência Brasil

Paes declara apoio a Dilma e cita ‘bacanal eleitoral’ no Rio

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, divulgou uma nota peculiar neste domingo, comentando os rumos de seu partido, PMDB, no Estado. Sem fazer referência direta à possibilidade da Executiva Estadual apoiar nacionalmente o candidato do PSDB, Aécio Neves, nem à chapa petista na disputa eleitoral fluminense, o prefeito diz que “depois da suruba, o que se vê agora é o bacanal eleitoral”.

Aliados no âmbito nacional, onde Dilma Rousseff (PT) e seu vice, Michel Temer (PMDB), concorrem à reeleição, os partidos lançaram chapas distintas no Rio de Janeiro. Na sexta-feira, o petista Lindbergh Farias oficializou sua candidatura a governador tendo como parceiro na disputa ao Senado o ex-jogador e deputado federal Romário, do PSB, partido do presidenciável Eduardo Campos. O deputado federal Alfredo Sirkis, aliado de Marina Silva no PSB, declarou que a aliança é “orgiástica”: “Isso não seria uma coligação mas uma suruba!”

O PMDB já tem como certa a candidatura do governador Luiz Fernando Pezão, e Paes defende que o senador Francisco Dornelles (PP) saia à reeleição na chapa. “Para que o Rio de Janeiro não corra o risco de voltar a ser um campo de batalha onde o maior prejudicado é o cidadão, eu continuo defendendo a chapa Dilma, Pezão e Dornelles”, diz Paes no texto. Porém, existe a possibilidade do PMDB aceitar o DEM, de Cesar Maia, que concorreria ao Senado. Os democratas estão com Aécio na disputa nacional.

Confira a nota na íntegra:

Desde 2009, as brigas políticas que nada tinham a ver com o interesse do Rio de Janeiro e dos cariocas foram substituídas por uma aliança capaz de trazer muitas conquistas para a cidade. A parceria entre nós, da prefeitura, o presidente Lula e o governador Cabral – e agora a presidenta Dilma e o governador Pezão – tem permitido tirar do papel projetos há décadas prometidos e inviabilizados justamente pelos constantes desentendimentos entre governantes anteriores. O conjunto de avanços que o Rio e a população vêm colhendo nos últimos anos é resultado de uma soma de forças políticas que têm trabalhado de maneira coerente na busca por uma cidade melhor, mais justa e mais integrada. Em função dessa mesma coerência, e para que o Rio de Janeiro não corra o risco de voltar a ser um campo de batalha onde o maior prejudicado é o cidadão, eu continuo defendendo a chapa Dilma, Pezão e Dornelles. Depois da suruba, o que se vê agora é o bacanal eleitoral, e o Rio não pode ser vítima dele.

Eduardo Paes

Prefeito do Rio de Janeiro

Fonte: Terra 

Em convenção nacional, PDT oficializa apoio à reeleição de Dilma

Agência Brasil

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Dilma falou em ‘compromisso e aliança históricos’

O Diretório Nacional do Partido Democrático Trabalhista (PDT) oficializou nesta terça-feira, durante convenção nacional do partido, o apoio à reeleição da presidenta Dilma Rousseff e do vice-presidente Michel Temer. A posição do PDT já tinha sido sinalizada em abril deste ano, depois de uma reunião da Executiva Nacional com dirigentes do partido e as bancadas na Câmara e no Senado. O apoio foi unânime em votação simbólica.

O presidente da legenda, Carlos Lupi, que já ocupou o comando do Ministério do Trabalho durante o governo Dilma – pasta que hoje está nas mãos do pedetista Manoel Dias , explicou, na época, que a formalização do apoio só poderia ocorrer na convenção.

A presidenta Dilma Rousseff agradeceu o apoio e afirmou que PT e PDT têm compromisso e aliança históricos “porque temos as mesmas ambições políticas do povo brasileiro. Queremos um país escolarizado que tenha na educação dois caminhos. A educação para nós significa manter os ganhos de distribuição de renda e fazê-los avançar”. Segundo ela, os esforços para dirimir a miséria no país é apenas um primeiro passo e a educação é responsável por consolidar essas políticas.

“O PDT para minha aliança é algo fundamental. Participa do núcleo de minhas alianças. Juntos somos invencíveis. Separados somos fracos”, afirmou ao lembrar de nomes que participaram da história da legenda como Getúlio Vargas e Leonel Brizola. Dilma elencou resultados alcançados pelo seu governo e atribuiu parte do êxito a parceria com o PDT, como a criação de quase 5 milhões de empregos formais e a elevação do salario mínimo que, segundo ela, alcançou os 70% apenas na fase em que esteve no comando do país.

A presidenta garantiu que a inflação no país está sob controle, desmentindo linhas de análise econômica que apontam uma direção contrária. Ela lembrou que, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, a taxa da inflação chegou a 12,42%. “No governo Lula chegou a 7,2% e nos meus três primeiros anos garanti que ficasse em 7,08%. Todos sabem que a inflação tem ciclos.Tem 15 anos que funciona assim. É o fluxo da inflação”, afirmou.

Dilma ainda atacou os críticos e pessimistas em relação aos programas do seu governo que agora, segundo ela, querem se apropriar dos resultados. O Bolsa Família tem sido objeto de disputa entre os potenciais candidatos à presidência mesmo antes do período eleitoral iniciar oficialmente. “O Bolsa Família está seguro nas nossas mãos porque construímos o Bolsa Família, mudamos sempre que necessário e transformamos em um caminho de ascensão social. Um programa é feito por quem tem vontade politica de fazer e se arrisca contra tudo e todos”, afirmou. Segundo ela, os que criticavam, agora dizem que os programas não são mérito de ninguém e que podem ser usados por todos. “É oportunismo do mais deslavado nível”, completou.

Apesar do apoio a Dilma ter maioria na convenção, a posição foi questionada por alguns filiados críticos às políticas do atual governo. O presidente da legenda ressaltou que o projeto do governo Dilma é o mais próximo dos objetivos do PDT. Um grupo de cerca de 15 pessoas do Movimento Juventude Socialista tentou impedir a entrada de Dilma à sede do partido em Brasília, hoje, onde ocorreu a convenção. Os jovens entoavam, em coro, gritos de “Não vai entrar. Não somos capacho do governo”.

Na tentativa de minimizar as divergências e uniformizar o apoio entre os filiados, o ministro Manoel Dias ressaltou resultados alcançados pelo atual governo. “Entre as candidaturas que estão postas só uma tem condição de continuar beneficiando os trabalhadores com políticas de distribuição de renda, de melhoria do salario mínimo e de geração de emprego. Criamos um ciclo virtuoso e não há sinais de que isto vai parar”, afirmou.

Durante a convenção, os partidários iniciaram as conversas sobre as alianças estaduais que, na maioria dos casos seguirá a orientação nacional, segundo Lupi. As exceções devem ficar com Minas Gerais e Pernambuco. Na disputa pelo governo pernambucano o partido está dividido entre Paulo Câmara (PSB) para o governo estadual e o senador Armando Monteiro (PTB).

Em Mato Grosso, o candidato do partido será o senador Pedro Taques. Segundo Lupi, onde o PDT tiver candidato a governador, como no Acre, Amapá, São Paulo e Brasília, a direção estadual terá liberdade para construir suas alianças regionais com autorização da executiva nacional.

As convenções para a escolha de candidatos a governador, vice-governador, senadores e deputados vão ocorrer entre hoje e 30 de junho. No Distrito Federal também ainda não há consenso, apesar do senador Cristovam Buarque garantir o apoio ao PSB, que terá como candidato o atual senador Rodrigo Rollemberg. A expectativa é que ainda hoje algumas conversas já avancem. Uma das disputas que podem ser definidas ainda hoje é a pelo governo do Maranhão.

O PDT é um dos primeiros partidos a realizar o encontro que precede a disputa eleitoral deste ano, reunindo integrantes do Diretório Nacional e do Conselho Político, os presidentes de movimentos e das comissões provisórias estaduais, os delegados dos diretórios estaduais e os parlamentares que integram as bancadas do PDT no Senado e na Câmara.

Aécio elogia desoneração de folha anunciada por Dilma

“A desoneração é positiva e é importante sobretudo devido à série de erros que o próprio governo federal cometeu prejudicando a indústria e outros setores da economia brasileira”, disse Aécio

Agência Estado

28/05/2014 

Brasília – O senador Aécio Neves (PSDB-MG), pré-candidato tucano à Presidência da República, elogiou a decisão da presidente Dilma Rousseff em tornar permanente a desoneração da folha de pagamento para 56 setores da indústria, do comércio e do setor de serviços. A decisão foi anunciada na noite dessa terça-feira, 27, após reunião da presidente com 35 representantes do empresariado no Palácio do Planalto.

“A desoneração é positiva e é importante sobretudo devido à série de erros que o próprio governo federal cometeu prejudicando a indústria e outros setores da economia brasileira. É uma medida que vai contribuir para reduzir o custo, melhorando a competitividade desses setores”, disse Aécio.

O presidenciável tucano, contudo, disse que na última década tem sido mais difícil pagar impostos no País. Enquanto Dilma tem comparado a gestão petista com a tucana do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso – a presidente tem usado a expressão “há 12 anos” para criticar o governo do PSDB -, Aécio focou na última década do PT na Presidência. “Hoje, no Brasil, é muito mais complicado pagar impostos do que há 10 anos”, afirmou.

O economista Mansueto Almeida, pesquisador do Ipea e um dos interlocutores econômicos do pré-candidato tucano, foi mais incisivo nas críticas à desoneração. Segundo ele, há “dois pequenos problemas” na renúncia fiscal. De um lado, o governo privilegia com a medida apenas alguns setores da economia.

De outro, não “criou espaço fiscal para essa medida”. Almeida aposta em aumento de outros impostos para compensar a desoneração. “Esperem aumento da Cide (imposto da gasolina), aumento de impostos sobre bebidas, etc. A melhor forma de reduzir carga tributária é reduzindo o gasto. O governo não mostrou medidas de redução do gasto, mas foi em frente com a desoneração permanente”, disse.

Para sustentar as desonerações da folha de pagamentos nos quatro primeiros meses do ano, o governo já abriu mão de R$ 7,663 bilhões. Isso porque a desoneração da folha de pagamentos permite que as empresas contempladas deixem de pagar 20% da folha de pagamento como contribuição patronal à Previdência Social e passem a pagar 1% ou 2% do faturamento, dependendo da atividade. Em 2014, a expectativa é que a renúncia chegue a R$ 21,6 bilhões.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, sinalizou que novos setores podem ser contemplados com a medida a partir de 2015, mas não precisou quantos segmentos. Ele previu um maior custo com as novas adesões. “Deverá ser esse o número que vai se replicar nos próximos anos. É claro que nos próximos anos você vai ter um aumento da força de trabalho e, portanto, pode ser que a renúncia seja um pouco maior”.

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