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Campos diz que não buscará apoio de Joaquim Barbosa

O ex-governador do Estado de Pernambuco e pré-candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, disse nesta quarta-feira, durante sua passagem pelo Rio Grande do Sul, onde teve compromissos com o PMDB, que para ganhar a eleição não é necessário torcer para que mais nada dê errado no Brasil. Ele rejeitou a busca de apoio do ex-ministro Joaquim Barbosa, em razão da forma que ele deixou o cargo.

“Para nossa candidatura, não precisa nada mais dar errado no Brasil, o Brasil tem que crescer, tem que ser campeão”, disse, referindo-se à Copa. “Não vou torcer contra o Brasil para ganhar eleição, não precisa mais nada dar errado, até porque muita coisa já deu errado”, disse, em coletiva de imprensa ao lado do pré-candidato do PMDB ao governo gaúcho, Ivo Sartori, e de outras lideranças partidárias que compõem a sua chapa.

Indagado sobre a possibilidade de buscar o apoio de Joaquim Barbosa para sua candidatura, ele negou que tivesse procurado o ministro. Para Campos, a forma como ele saiu do STF já seria um recado sobre como tratará o processo eleitoral. 

“Ele tomou a decisão passando do prazo da desincompatibilização e, quando fez isso, mandou recado para todo bom entendedor, que foi sair inelegível para não haver especulação de que será candidato e se manter distante do processo eleitoral imediato. Não cabe constrangê-lo para a tentativa de trazê-lo para o front eleitoral”, afirmou, dizendo que faz muito tempo desde a ultima vez em que falou com Barbosa.

Campos disse ainda não temer uma nova polarização entre PSDB e PT porque, segundo ele, a população teria se cansado disso, uma vez que ambos os partidos já governaram o País.

“A polarização já cansou o Brasil, estamos vendo a expressão disso em vários Estados. As duas forças já tiveram oportunidade de governar o Brasil, fazendo algumas coisa, mas deixando de fazer muita coisa. Precisamos deixar que o Brasil seja devolvido aos brasileiros, temos que brigar contra os problemas do povo, saúde e educação, e essa agenda é que vai unir o Brasil.”

Com ataques focados na gestão da presidente Dilma Rousseff, ele criticou a administração da Petrobras, que, segundo Campos, hoje vale quatro vezes menos do que valia quando Dilma assumiu o governo. “Perda de mercado a menos da metade do que era no primeiro dia de governo, deve quatro vezes mais, chegou a ser a empresa que mais devia no mundo”, afirmou.

Tomando chimarrão, o pré-candidato disse ainda que chegou a hora da população avaliar o governo de Dilma, assim como uma professora analisa um aluno em sala de aula. “Quando ela foi candidata se comprometeu a melhorar o Brasil, e não lembro que ela tenha conseguido entregar o que prometeu. Chegou a hora de julgá-la, como a um aluno que temos em sala de aula, quando termina o tempo, e tem que dar a nota, até para o bem dele, para que entenda que repetindo a matéria possa aprender”, afirmou.

Fonte: Terra 

Ex-juiz Garzón apoia referendo sobre monarquia na Espanha, diz agência

O ex-juiz espanhol Baltasar Garzón durante entrevista à Reuters no mês de fevereiro, em Madri. Nesta quarta-feira, a agência estatal de notícias argentina Télam disse que Baltasar se mostrou favorável à convocação de um referendo na Espanha sobre a continuidade da monarquia após a abdicação do rei Juan Carlos. 17/02/2014 REUTERS/Susana Vera

O ex-juiz espanhol Baltasar Garzón durante entrevista à Reuters no mês de fevereiro, em Madri. Nesta quarta-feira, a agência estatal de notícias argentina Télam disse que Baltasar se mostrou favorável à convocação de um referendo na Espanha sobre a continuidade da monarquia após a abdicação do rei Juan Carlos. 17/02/2014 REUTERS/Susana Vera (reuters tickers)

04. Junho 2014 

BUENOS AIRES (Reuters) – O ex-juiz espanhol Baltasar Garzón se mostrou favorável à convocação de um referendo na Espanha sobre a continuidade da monarquia após a abdicação do rei Juan Carlos, informou nesta quarta-feira a agência estatal de notícias argentina Télam.

Partidos de esquerda e movimentos republicanos saíram esta semana às ruas para exigir a convocação de um plebiscito sobre o modelo de Estado da Espanha, logo depois de o monarca anunciar que entregará a coroa para seu filho, Felipe.

“Vivemos em um país democrático no qual a democracia está estabelecida, a monarquia foi ditada na sua época pelo ditador (Francisco Franco) e, portanto, este é o momento para que o povo espanhol se pronuncie a favor ou não”, disse o ex-magistrado a jornalistas na cidade de Neuquén, na Patagônia argentina, segundo a Télam.

O governista Partido Popular (PP) e líderes da principal força de oposição, o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), rejeitaram os pedidos de convocação do referendo para consultar a população sobre se a Espanha deve continuar sendo uma monarquia ou se transformar em república. 

Garzón, abertamente republicano, acrescentou que “desde o final da ditadura o povo espanhol foi alvo de muitos nãos quanto a mostrar sua opinião sobre como deve ser a forma do governo”. 

(Reportagem de Alejandro Lifschitz)

Reuters

Maluf oficializa apoio do PP a Padilha nesta sexta

O PP fechou nesta terça-feira a aliança com o PT pela reeleição da presidente Dilma Rousseff. Agora, o deputado Paulo Maluf, presidente do PP de São Paulo, prepara para esta sexta-feira (30), às 10h, o anúncio do apoio do partido à candidatura de Alexandre Padilha (PT) ao governo do Estado. Para Padilha, trata-se da segundo aliança para sua candidatura, após fechar com o PC do B. Antes adversário do PT, Maluf passou para o radar petista na campanha a prefeito de Fernando Haddad, em 2012, com uma foto histórica apertando a mão do ex-presidente Lula. Agora, faz elogios entusiasmados a presidente Dilma. Após encontro do PP com Dilma, ele disse que presidente vai ganhar no primeiro turno e que seu discurso “foi sensacional, muito bem equilibrado, de gestora”.

Fonte: Brasil247

MST marcha em apoio aos sem-teto e por reforma agrária em SP

ImagemCentenas de integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) saíram de Itapevi, na Grande São Paulo, em uma marcha em direção à capital paulista na manhã desta terça-feira. O objetivo do ato é chamar a atenção para reivindicações ligadas à reforma agrária e também em apoio à ocupação do terreno batizado como “Copa do Povo”.


Em uma manifestação pacífica, os sem-teto pretendem seguir até a cidade de Osasco hoje e continuar amanhã até São Paulo. O trajeto de 43 quilômetros faz parte da Marcha Estadual pela Reforma Agrária e da Semana Nacional de Lutas. O trajeto vai passar por dentro das cidades de Jandira, Carapicuiba e Barueri, e não deve afetar o tráfego de veículos nas rodovias. 

A manifestação faz parte da Semana Nacional de Lutas e deve se integrar amanhã em São Paulo ao Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), que ocupou um terreno de cerca de 150 mil metros quadrados no Parque do Carmo, nas proximidades do Itaquerão, no último sábado.

Fonte: Terra 

Kassab assegura apoio a reeleição de Dilma

ImagemO ex-prefeito de São Paulo e pré-candidato ao Estado pelo PSD, Gilberto Kassab, reforçou o apoio nacional ao PT e à reeleição da presidente Dilma Rousseff.

Ele reconheceu que parte do partido defende rompimento com o PT. No entanto, garante que a aliança está assegurada: “A nossa aliança nacional pela reeleição da [presidente] Dilma não corre risco de ceder e é irreversível”, disse.

Mesmo assim, Kassab deixa diretórios livres para formar chapas eleitorais com qualquer partido.

Em São Paulo, o governador tucano Geraldo Alckmin (PSDB) tem forçado uma aproximação com o PSD. A ideia é emplacar o ex-prefeito no posto de vice, agora que o PSB paulista parece caminhar para uma candidatura própria. Em jogo, o tempo gordo de televisão do partido do ex-prefeito, cerca de um minuto e meio.

Fonte: Brasil247