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Rivais de Madrid fazem de Lisboa a capital do futebol espanhol

Atlético e Real Madrid decidem a fina da Liga dos Campeões neste sábado

O DIA

Portugal – A capital da Espanha vai mudar de endereço. Pelo menos neste sábado, durante a final da Liga dos Campeões, Lisboa, em Portugal, vai mexer com o coração e a mente dos torcedores dos dois maiores clubes de Madri. No Estádio da Luz, às 15h45 (de Brasília), Real e Atlético farão um confronto histórico, rumo à eternidade. E, também, desigual. Apesar da rivalidade, não há como negar a superioridade dos merengues, com mais vitórias, títulos, dinheiro e torcida que o adversário.

Comandado por Cristiano Ronaldo, o Real Madrid busca sua décima taça na principal competição de clubes da europa. Já o Atlético de Madrid confia no talento do brasileiro naturalizado espanhol Diego Costa para conquistar seu primeiro título. Motivação não falta, após a conquista do Espanhol diante do poderoso Barcelona, sábado passado, no Camp Nou.

Cristiano Ronaldo e Diego Costa são as principais esperanças de gol na final da Liga dos Campeões

Foto:  Arte: O Dia Online

Já a motivação do Real Madrid está na sua pujança, na sua imensa tradição. É o clube mais vitorioso do futebol mundial, que mais vende camisas, arrecada dinheiro e é cobrado a fazer sucesso — é a entidade esportiva mais valiosa do planeta, segundo estudo da revista Forbes, cotada em R$ 7 bilhões. 
Se na Espanha o domínio, ao lado do Barcelona, dura mais de 50 anos, na Europa os merengues reinaram por dois períodos: fim dos anos 50 e começo dos anos 2000.

Entre 1955 e 1960, o Real de Gento, Puskás e Di Stéfano faturou cinco Ligas dos Campeões, e outra em 1966. Depois, amargou jejum de 32 anos, mas recuperou o posto de clube europeu mais forte em 1998 e venceu as ‘Champions’ de 2000 e 2002, com galácticos como Zidane, Beckham, Figo e Ronaldo. 
Já o Atlético de Madrid, na virada para o século 21, amargava uma das piores crises da história: rebaixado no Espanhol em 2000, levou dois anos para retornar à elite e só a partir de 2006, com a chegada da dupla Kun Agüero/Diego Forlán, voltou a incomodar Real e Barcelona.

Os atleticanos só regressaram à Liga dos Campeões em 2008, após jejum de 12 anos que começou em 1996, quando venceram o Espanhol. Depois, voltaram em 2009 e ficaram mais quatro anos ausente, mas acumularam duas conquistas da Liga Europa, em 2010 e 2012 — a última sob o comando de Diego Simeone.

Foi exatamente com o ídolo argentino que se iniciou o período mais glorioso do clube desde os anos 70, quando chegou à final da Liga dos Campeões e faturou o Mundial Interclubes e dois Espanhóis. Três anos no cargo e quatro canecos para Simeone, que foi jogador do Atlético por seis anos e estava no time vencedor de 1996.

Craques estão confirmados na decisão

Após uma semana de muito suspense, Cristiano Ronaldo e Diego Costa, os craques da decisão de hoje, em Lisboa, deram um drible em suas lesões e estarão em campo na primeira final da história da Liga dos Campeões entre times da mesma cidade — a quinta com dois representantes do mesmo país, situação que o Real Madrid viveu em 2000, quando bateu (3 a 0) o Valencia. O astro português se recuperou de dores musculares, enquanto o brasileiro naturalizado espanhol, após apelar para um tratamento com placenta de égua, não sente mais dores na coxa direita, treinou bem na sexta.

 

Matéria de Alysson Cardinali e Lucas Calil

Adepto do Atlético de Madrid “escapa” às mesas de voto

por Luís Manuel CabralHoje

 
Adepto do Atlético de Madrid "escapa" às mesas de voto

Designado como suplente numa mesa de voto em Madrid, para as eleições europeias, um adepto ‘colchonero’ apresentou um curioso recurso para pedir a sua dispensa e conseguir estar presente no Estádio da Luz… e resultou.

Em 1974 o Atlético de Madrid perdeu a final da Taça dos Campeões Europeus em Bruxelas, diante dos alemães do Bayern de Munique, e José António Hernáez teve de esperar quarenta anos para poder ver o seu clube do coração voltar a uma grande final europeia. Acontece que quase viu o seu sonho esfumar-se quando recebeu uma notificação da Junta Eleitoral de Madrid a convocá-lo como membro suplente de uma mesa de voto para as eleições europeias de 25 de maio.

Segundo o jornal espanhol “El Mundo”, apesar de se considerar um cidadão cumpridor das suas obrigações cívicas, o sonho de vir assistir à final da Champions em Lisboa falou mais alto e apresentou os seus argumentos à Junta Eleitoral de Madrid, que acabou por dispensá-lo.

Já na posse dos preciosos bilhetes que lhe garantiam o acesso ao Estádio da Luz, em Lisboa, e na impossibilidade de conseguir conciliar o jogo com o serviço na mesa de voto, António não perdeu tempo e preparou minuciosamente a sua argumentação.

No documento que enviou para a Junta Eleitoral de Madrid, o adepto ‘colchonero’ explica que “a minha intenção, conforme disposto no artigo 13 da Declaração dos Direitos Humanos e em concordância com o artigo 19 da Constituição e do Acordo de Schengen, é circular no território nacional até Portugal, para poder chegar a Lisboa e regressar a Espanha após a final da Liga dos Campeões”, adiantando que “tendo em conta que a partida pode terminar às 23.30 e que o regresso de automóvel – Considerando que poderá haver congestionamento de trânsito à saída de Lisboa e tendo em conta os limites de velocidade permitidos por lei – poderá levar cerca de sete horas e meia, o que significa que deverei chegar a Madrid por volta das sete da manhã”.

E mais escreve o adepto do Atlético, adiantando que “como o artigo 12 da Declaração dos Direitos Humanos impede a ingerência dos poderes públicos na minha vida privada, venho por este meio pedir a minha dispensa da mesa de voto para garantir tanto os meus interesses privados como o interesse geral: se acontecesse algum imprevisto durante a viagem (operações Stop, cortes de circulação, avarias, etc) ficaria impossibilitado de estar presente na mesa de voto. Penso, também, que se deve considerar este acontecimento como excepcional, uma vez que passaram quarenta anos desde a última vez que o Atlético de Madrid disputou uma final semelhante. Na altura, com apenas três anos, não pude ir asssitir ao jogo e, se durante todo este tempo já fui dispensado 36 vezes para poder estar presente em casamentos, alguns deles que já redundaram em divórcio, nunca soube de ninguém que tenha mudado de clube aos 43 anos. Por isso, em analogia, considero este caso mais importante que um casamento e, obviamente, com direito a dispensa”.

Após algum tempo de espera e outro tanto de nervos, José Antonio Hernáez recebeu, finalmente, a resposta que tanto desejava. A Junta Eleitoral de Madrid deu-lhe um parecer favorável e dispensou-o de estar presente na mesa de voto. Assim, este sábado, o Atlético de Madrid vai contar com o “apoio de peso” deste adepto no Estádio da Luz.

Imprensa internacional rasga elogios a Simeone, campeão pelo Atlético de Madrid

Lancepress

No dia seguinte ao título espanhol do Atlético de Madrid, a imprensa esportiva mundial ficou rendida ao time. Principalmente ao seu técnico, Diego Simeone. O argentino foi celebrado em diversos países e colocado como principal responsável pela campanha do Colchonero, que ainda está na final da Liga dos Campeões.

“Nem Barcelona, nem Real Madrid. Atlético de Madrid. Empatou no Camp Nou contra a equipe de Messi, Martino e companhia. O aplauso da torcida rival diz tudo”, disse o “Olé”, jornal esportivo da Argentina, país de Cholo e Messi.

Na Itália, onde jogou em três clubes diferentes, também recebeu elogios.

“Sorte, cansaço, medo. Jogo a jogo, Cholo Simeone levou o Atlético à sua décima Liga. Fez um time com paixão, trabalho, solidariedade, esforço e unidade”, disse o “La Gazzetta dello Sport”.
Quem mudou um pouco o discurso foi a imprensa uruguaia. Claro. O zagueiro Godín foi o herói do título ao marcar o gol de empate contra o Barcelona.

“Um herói discreto. Ofuscado por estrelas como Diego Costa, Arda Turan ou David Villa, forma uma das melhores duplas de defesa do mundo com Miranda”, destacou o “El Observador”.

Barcelona ganha reforço de Neymar em decisão contra Atlético

Correio do Brasil|Reuters|Madrid

Neymar e Alba estão afastados desde lesões sofridas durante a derrota ante o Real Madrid na final da Copa do Rei no dia 16 de abril

Barcelona ganhou o reforço do atacante Neymar e dos defensores Gerard Piqué e Jordi Alba para a decisão do Campeonato Espanhol contra o Atlético de Madri, neste sábado, depois que os jogadores receberam carta branca do departamento médico nesta sexta-feira.

Neymar e Alba estão afastados desde lesões sofridas durante a derrota ante o Real Madrid na final da Copa do Rei no dia 16 de abril, enquanto Piqué não joga desde o primeiro jogos das quartas de final da Liga dos Campeões contra o Atlético de Madri, em 1º de abril.

– Os três jogadores progrediram durante a última semana na recuperação de suas respectivas lesões, então eles estão liberados e disponíveis à equipe técnica para o jogo contra o Atlético – informou o Barcelona em sua página na Internet.

– Após alguns dias de trabalhos extra-campo, Piqué, Jordi Alba e Neymar se juntaram novamente ao grupo – acrescentou o clube.

O confronto de sábado no estádio Camp Nou será apenas a terceira vez em que o título do Campeonato Espanhol será decidido em confronto direto no último dia da temporada, e a primeira desde 1951.

O Atlético, em busca de seu primeiro título desde 1996, lidera com 89 pontos, enquanto o Barça, em luta para conquistar seu quinto título em seis anos, tem 86 pontos.

Um vitória simples ou empate seriam o bastante para o Atlético, enquanto o Barça precisa de uma vitória para ficar com o título devido ao melhor retrospecto no confronto direto, que é o critério de desempate.

Diop acusa torcida do Atlético de Madrid de racismo

Estadão Conteúdo

Mais um caso de racismo foi registrado no Campeonato Espanhol. Uma semana após a polêmica da banana que Daniel Alves comeu, o volante senegalês Papa Diop, do Levante, disse ter sido chamado de macaco por torcedores do Atlético de Madrid na vitória de sua equipe por 2 a 0 neste domingo. O atleta, assim como o brasileiro do Barcelona não se intimidou e dançou na frente da torcida.
 
Mais um caso de racismo no futebol espanhol: dessa vez, quem sofreu foi o volante Diop

Mais um caso de racismo no futebol espanhol: dessa vez, quem sofreu foi o volante Diop, da equipe do Levante
“Me chamaram de macaco e, por isso, imitei um macaco no fim do jogo”, disse Diop, que desabafou, dizendo que não aguenta mais casos como este. “Estou cansado do racismo no futebol, e há muito tempo. Ia bater um escanteio e parte da torcida do Atlético começou a fazer gritos de macaco. Para responder, comecei a dançar, mas não insultei ninguém. Dancei como macaco para que as pessoas vissem o que aconteceu”, completou, em entrevista ao jornal Marca.
 
O caso foi registrado já no final da partida entre Levante e Atlético de Madrid e, devido à confusão, que teve até mesmo uma pequena invasão de campo, o juiz decidiu encerrar a partida. Apesar disso, o senegalês disse que as manifestações da torcida foram frequentes desde o apito inicial. 
 
“Esses gritos de macaco têm que parar. Escutei a torcida do Atlético dizer isso durante todo o jogo. Não tenho nada contra a torcida do Atlético, porque só uma parte gritou. Mas é uma provocação e me parece uma falta de respeito”. 
 
E apesar das ofensas vindas das arquibancadas, Diop, além de dançar, conseguiu ajudar o seu time a vencer o rival, atual líder do Campeonato Espanhol com 88 pontos.

Vídeo: Atlético de Madrid arrasa Chelsea e está na final da Champions

por João Ruela, Diáriod e Notícias

 
Tiago esteve na origem da reviravolta do Atlético em Londres
Tiago esteve na origem da reviravolta do Atlético em LondresFotografia © Reuters

Pela primeira vez, a final da Liga dos Campeões será disputada entre equipas da mesma cidade. Atlético junta-se ao Real Madrid após um categórico triunfo (3-1) em Londres, afastando Mourinho de Lisboa.

O troféu da Liga dos Campeões 2013/14 vai para Madrid. Só falta saber para que clube, após o Atlético de Madrid ter eliminado o Chelsea, nesta quarta-feira, com um triunfo por 3-1, em Stamford Bridge, juntando-se ao Real Madrid na final de 24 de maio, que será disputada em Lisboa, no Estádio da Luz, com a garantia de que haverá pelo menos um português a erguer o troféu.

Após o Real Madrid ter derrotado o Bayern Munique com um agregado de 5-0, levando Cristiano Ronaldo, Pepe e Coentrão à final, Mourinho não se conseguiu juntar aos seus ex-pupilos. À imagem de Ronaldo, o técnico procurava a terceira final da carreira, após ter sido campeão europeu por FC Porto (2004) e Inter de Milão (2010), mas o Chelsea foi incapaz de se superiorizar à armada de Diego Simeone, capitaneada por Tiago.

O médio português, na semana em que completa 33 anos, esteve em mais um capítulo na época de sonho do Atlético de Madrid, que vai à final da Liga dos Campeões 40 anos depois (perdeu a final da então denominada Taça dos Campeões Europeus, em 1974, frente ao Bayern) e está a duas vitórias de se sagrar campeão espanhol, 18 anos depois.

Pela primeira vez, a final da Champions terá como cartaz um dérbi. O Chelsea até chegou a estar na rota de Lisboa, quando Fernando Torres inaugurou o marcador (36′), mas em cima do intervalo Adrián López, após uma jogada iniciada por Tiago, repôs a igualdade no ativo e deu vantagem ao Atlético na eliminatória. José Mourinho arriscou no início da segunda parte, mas aposta em Eto’o não poderia ter corrido pior.

O camaronês cometeu o penálti que Diego Costa, aos 61 minutos, se encarregou de converter em golo, chegando aos 36 remates certeiros na época 2013/14. Só Prude, em 1940-41 (40 golos), e Baltazar, em 1989-89 (42), fizeram mais golos numa só época pelos colchoneros. O “golpe final” saiu dos pés de Arda Turan, aos 72 minutos, para desalento de José Mourinho, que perdeu nas meias-finais da Liga dos Campeões pela quarta época consecutiva.

Assista aos melhores momentos:

Atlético de Madrid vence e fica perto do título

Estadão Conteúdo

O Atlético de Madrid segue confortável na liderança do Campeonato Espanhol e cada vez mais perto de conquistar o título nacional. Neste domingo, o time cumpriu o seu objetivo e derrotou o Valencia por 1 a 0, fora de casa, no Estádio Mestalla em partida válida pela 35ª rodada, conquistando a nona vitória consecutiva no torneio.
 
Assim, o Atlético de Madrid chegou aos 88 pontos, com três jogos ainda a disputar na sua luta para ser campeão espanhol. Com um jogo a menos, o Real Madrid é o vice-líder com 82 pontos. O Barcelona, que ainda vai entrar em campo neste domingo para encarar o Villarreal, fora de casa, é o terceiro com 81 pontos. 
 
A equipe de Madrid só precisa de duas vitórias para confirmar o título espanhol

O Atletico de Madrid só precisa de duas vitórias para confirmar o título espanhol. Agora, tem 88 pontos
Neste domingo, o Atlético de Madrid dominou o primeiro tempo da partida, criou as principais oportunidades de gol e abriu o placar nos minutos finais. Aos 42, Gabi lançou na área, o goleiro Guaita saiu mal da meta e Raúl García se aproveitou para tocar de cabeça para as redes.
 
Na etapa final, o Valencia equilibrou o duelo e teve chances de empatar, uma delas com o brasileiro Jonas, enquanto o Atlético de Madrid também teve as suas oportunidades – Diego Costa desperdiçou duas. Já no final do duelo, o time visitante teve Juanfran expulso, mas mesmo assim o Atlético conseguiu manter o placar favorável, que o deixou um pouco mais perto do título nacional.

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio