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Último trabalho de José Wilker chega aos palcos

‘O Comediante’, espetáculo estrelado por Ary Fontoura, fica em cartaz até 28 de setembro no Teatro Clara Nunes

O DIA

Rio – Emocionar e divertir é a missão que ‘O Comediante’, espetáculo estrelado por Ary Fontoura, vai cumprir até 28 de setembro no Teatro Clara Nunes. A peça, escrita por Joseph Meyer, é o último trabalho de José Wilker (1944-2014) como diretor e conta a história de um ator veterano que sofre por não ser mais convidado para trabalhar.

Ary Fontoura em cena com a atriz Carol Loback em ‘O Comediante’

Foto:  Divulgação

 

Apesar de o tema ter ares dramáticos, o humor permeia a obra, que, após a morte de Wilker, ficou sob o comando de Anderson Cunha. “Foi muito difícil seguir sem o Wilker, mas tentamos reproduzir o que ele queria. Esse espetáculo mescla riso e emoção para falar de um ator que sofre por estar há 20 anos longe dos palcos. A nossa mensagem é de esperança, de nunca desistir de ir em busca de uma vida melhor”, diz Fontoura, que está de férias da TV desde o fim da novela ‘Amor à Vida’.

TEATRO CLARA NUNES. Shopping da Gávea. Rua Marquês de São Vicente 52, 3º piso, Gávea (2274-9696). De qui a sáb, às 21h30. Dom, às 20h. R$ 80 (qui e sex) e R$ 90 (sáb e dom). 90 min. 14 anos. Até 28 de setembro.

Vipinno, um actor moçambicano em Bollywood

Cartaz do filme "A máfia do carvão"

Cartaz do filme “A máfia do carvão”|www.facebook.com/Koyelaanchal
Isabel Pinto Machado

O actor moçambicano Vipinno é “Karua”, no filme indiano “Koyeelaanchal” traduzido para português por “A máfia do carvão”, rodado no ano passado em Bollywood, Bombaím, e que desde 16 de Maio está nos ecrãs em Maputo.

A história do filme “A máfia do carvão” passa–se em 1973, aquando da privatização das minas de carvão na Índia, o que gerou conflitos entre o governo, os antigos proprietTrios das minas e os trabalhadores que reclamavam melhores condiçoes de vida e de trabalho.

O actor moçazmbicano Vipinno, encarna o personagem de “Karua” às mãos de quem vai parar um bébé de um ano, que acaba por ditar o desenrolar e desfecho do enredo. 

 

 

 
Vipinno
 
 

29/05/2014

Vipinno, nome artístico de Vipinu, nasceu em Inhambane, no sul de Moçambique, é de descendência indiana e já rodou dois filmes em Bollywood, nome dos estúdios em Mumbai, o primeiro dos quais há quatro anos, ainda sem qualquer formação específica de actor, e o segundo “A máfia do carvão” já depois de ter estudado durante dois meses na New York Film Academy..

Morreu Karlheinz Böhm, Francisco José em ‘Sissi’

Helena Tecedeiro com AFPHoje

 
Morreu Karlheinz Böhm, Francisco José em 'Sissi'

O ator austríaco Karlheinz Böhm, que interpretou papel de imperador austro-húngaro Francisco José na trilogia Sissi, com Romy Schneider, morreu ontem aos 86 anos, anunciou a ONG Menschen für Menschen.

Karlheinz Böhm morreu depois de uma longa doença, na sua casa nos arredores de Salzburgo, no centro da Áustria, indicou um porta-voz da associação Menschen für Menschen, que fundou em 1981.

Nascido em 1928 na cidade alemã de Darmstadt, filho de uma cantora de ópera e de maestro famoso, Böhm celebrara 86 anos no passado dia 16 de março.

Ator na Alemanha, foi com o papel de Francisco José na trilogiaSissi, onde contracenava com Romy Schneider no papel da imperatriz rebelde, que ganhou fama mundial em meados dos anos 50.

Veja aqui o filme completo:

Depois deste papel, Böhm entrou em Peeping Tom (1960), do britânico Michael Powell e em vários filmes alemães. Mas uma viagem a África nos anos 70 iria destiná-lo a uma carreira na ajuda humanitária. Dois anos depois abandonou o cinema para se dedicar à associação Menschen für Menschen.

Doente há alguns anos, Böhm deixara a presidência da ONG à mulher, a etíope Almaz, que conheceu em África e com quem casou em 1991.

Grande cavaleiro da Ordem do Mérito alemã em 2002, a sua dedicação às causas humanitárias valeram-lhe ainda o prémio Balzan em 2007.

 

Dionísio no Morro dos Prazeres

Companhia fundada pelo ator Lucas Weglinski se destaca como espaço de pesquisa e criação artística na favela de Santa Teresa, no Rio

Secretaria da Cultura do Rio de Janeiro

Na peça Salve os Prazeres, a Cía dos Prazeres transforma a favela envolve os moradores locais em uma circuito teatral.

Crianças e jovens da favela participam dos espetáculos da companhia.Formado em Direito, Lucas Weglinski trabalhava com vídeo e estava filmando um espetáculo no Teatro Oficina quando algumas atrizes que interpretavam as bacantes tiraram suas roupas e o puxaram para a cena. Não conseguiu mais sair: em um “processo visceral e incrível”, atuou em mais de 15 peças do grupo, produziu filmes de todas elas e foi diretor executivo da companhia, onde permaneceu por sete anos.

Depois de trabalhar em oficinas de teatro para Canudos, Quixeramobim, Inhotim, e também para a Croácia, Alemanha e Portugal, Lucas trouxe sua pulsão teatral para o Morro dos Prazeres, em Santa Teresa, onde criou uma companhia “orgulhosamente favelada” que  transforma os moradores em atores e as ruas em palcos. Um pouco dessa história está em Salve os Prazeres, terceira peça da Cía dos Prazeres, que será apresentada ao longo do mês de maio – dias 17 e 18 no Morro dos Prazeres, dia 24 no Morro do Pereirão e dia 30 na Maré.

O ator falou ao cultura.rj sobre a Cía dos Prazeres, seus frutos e parcerias, e destacou a efervescência criativa das favelas cariocas: “Hoje aqui na cidade do Rio de Janeiro, os trabalhos de teatro mais originais e instigantes vêm justamente das companhias e coletivos das favelas e da periferia, que são quem faz mais pesquisa, laboratório, quem mais pensa a cidade”, conta Lucas, que defende a conexão desses grupos.

Como surgiu a Cía dos Prazeres?

A Cía dos Prazeres nasceu em 2012, na ocasião do também nascimento da FLUPP, cuja sede foi o Morro dos Prazeres. A convite de Heloísa Buarque de Hollanda busquei criar um acontecimento teatral que celebrasse o autor homenageado, Lima Barreto. De início chamei a atriz Luciana Fróes, o cantor Negro Léo e o cineasta Joaquim Castro para criarmos uma performance que misturasse jogos de teatro, música ao vivo e videoinstalações e, como prato principal, Lima Barreto. Resolvemos oferecer oficinas de teatro, música e vídeo e logo tínhamos um time de 60 adolescentes que durante dois meses frequentaram nossas oficinas transmídias. Juntos criamos o espetáculoLima Barreto dos Prazeres – Do Subterrâneo do Morro ao Cemitério dos Vivos: Rasga Coração!, um espetáculo de coro grego negro que cantava a vida de Lima, percorria suas obras e relatos sobre a cidade do Rio de Janeiro até a sua internação no hospício, o cemitério dos vivos. Na nossa peça, Lima encontrava-se num hospício imaginário que ocupava um casarão secular que foi de Vital Brazil logo na entrada do Morro dos Prazeres. Lá, ele encontrava outros loucos geniais como Estela do Patrocínio, Bispo do Rosário, Hilda Hilst, Ernesto Nazaré, a própria Nise da Silveira e também Antonin Artaud (ou Rubem Correa) acompanhado de Joana D’Arc, o jovem Rimbaud, Amy Winehouse e até o suicidado da sociedade Vincent Van Gogh, interpretado magistralmente por Igor Santos, jovem morador do morro.

Qual foi o seu objetivo ao criar a Cía dos Prazeres, e qual é a proposta da companhia?

Ao criar a Cía dos Prazeres desejava poder participar de uma companhia que adorasse longos e profundos processos, onde pudéssemos estudar bastante e mergulhar em laboratórios e pesquisas tanto de formas novas como também novos conteúdos, que fossem genuinamente brasileiros mas ao mesmo tempo fossem também universais, cósmicos! Eu vinha de uma experiência fantástica de sete anos trabalhados intensamente no Teatro Oficina em São Paulo, dirigido pelo Zé Celso Martinez Corrêa. Depois de viver obras como Os Sertões, de Euclides da Cunha, As Bacantes de Eurípedes e Vento Forte e Cacilda, ambas de autoria do próprio Zé Celso, eu queria poder ter trabalhos que tivessem essa mesma pesquisa e entrega e que fosse um enorme laboratório das artes e ciências humanas que é o teatro e que ainda passasse pelo vídeo e o cinema (outra raiz minha como artista) e que fosse um grupo de trabalho com todo tipo de gente, de todas as idades, cores, classe sociais e regiões geográficas. Que tivesse uma interpretação inteligente da cidade em que vivemos e que pudesse atuar ativamente na transformação desta cidade e que o grupo pudesse subir o morro e adentrar as favelas, pois esse público é o que sempre me interessou tanto para trabalhar junto como para apresentar os trabalhos.

A Cía dos Prazeres já nasceu na favela, ela é orgulhosamente favelada, de dentro da comunidade e vive todas as questões pertinentes a quem pertence a comunidades, favelas e periferias. Toda essa riqueza e violência, onde o teatro e todas as artes deveriam ter a obrigação de trabalhar. Hoje, além de levantar as questões relativas à nossa realidade enquanto grupo e enquanto artistas, temos também um superobjetivo de nos conectar e criar formas de colaboração entre as companhias e coletivos que atuam nas favelas, comunidades e periferias. Este ano de 2014, em que completaremos 3 anos de existência ininterrupta, resolvemos dedicar à criação destas conexões e já estamos colhendo os frutos.   

Como têm sido essas conexões e com quais grupos?

Iniciamos o ano com um espetáculo em conjunto com a Cia de Mystérios e Novidades celebrando o centenário do incrível Abdias do Nascimento em pleno Cais do Valongo  – depois ainda apresentamos na Praça da Harmonia, na Gamboa, e agora vamos oferecer esse rito ao Morro dos Prazeres encerrando nossa temporada de Salve os Prazeres, trabalho no qual aliás pudemos fortalecer nossos vínculos de colaboração com a Cia Marginal, através do ator e músico Rodrigo de Souza e com o Coletivo Morrinho – através de seu corifeu Cirlan Oliveira, nosso Oráculo de Delphos. Durante o processo de nossa próxima peça, vamos dar oficinas em três Arenas Culturais da Prefeitura, para os grupos locais do entorno de cada Arena e inseri-los nos nossos espetáculos, pois não há nada melhor que possamos dar do que nosso trabalho apaixonado!

“Salve os Prazeres” é o terceiro espetáculo da companhia, é um circuito teatral pelo morro. Como ele acontece e como foram os anteriores?

Depois do nosso primeiro espetáculo, Lima Barreto dos Prazeres, nos juntamos ao Coletivo Cine Fantasma, que trata de urbanismo e memória da cidade, para nossos primeiros laboratórios de rua paraHéLioGaBaaLo, a pesquisa sobre Artaud da Cía dos Prazeres que resultou numa trilogia de peças e se encontra em pleno processo de criação da segunda parte, chamada Origem dos Mitos Solares: Ás JúLiaS. Durante dois anos mergulhamos numa pesquisa sobre Artaud e HéLioGaBaaLo que resultou no espetáculo HéLioGaBaaLo: A Guerra Primal dos IníCíos. Antes da estreia na Arena do Sesc Copacabana, fizemos laboratório em parceria com o Coletivo Bota na Roda e apresentamos uma prévia da peça em plena encruzilhada no Beco do Rato para duas mil pessoas numa noite memorável e indescritível.

Em 2014 já viramos o ano criando nossa parceria com a nossa cia de teatro irmã, que é a Cia de Mystérios e Novidades. Agora em maio estreamos Salve os Prazeres, uma meditação peripatética pelo Morro dos Prazeres, um labirinto afetivo pelo lugar onde nascemos e que agora cantamos sua histórias, sob as bênçãos de Mnemosine, a deusa Memória, resultado de dois meses de trabalho árduo e diário com os moradores da comunidade do Morro dos Prazeres. Provocamos nossos jovens atores e buscar a memória de sua comunidade, qual seu trajeto afetivo pelo morro, quem são as pessoas que todos conhecem pelos feitos, como os antigos heróis gregos eram lembrados pelas suas ações pelo coletivo, pela comunidade. Assim fomos percorrendo caminhos, visitando casas, conhecendo avós, tias e velhos moradores que ainda mantinham viva a memória da comunidade. Dessa forma nos deixamos afetar pelo Morro dos Prazeres para construir toda narrativa de nossa pesquisa e ao mesmo tempo afetando diretamente não apenas os moradores que trabalham dentro da Cia, mas toda essa rede afetiva que foi se criando conforme a pesquisa ia se desdobrando e afetando mais pessoas que afetavam a rede com novas histórias e novos afetos que se somavam e expandiam nosso círculo de atuação.

A Cía dos Prazeres conta com quantos integrantes?

A cada peça o número de integrantes varia de acordo com as necessidades do processo e também pelos imprevisíveis encontros que o próprio processo proporciona. Hoje em Salve os Prazeres somos vinte e três atores, sete músicos, cinco cineastas, uma fotógrafa, um figurinista, um aderecista, um designer, uma assessora de imprensa, uma diretora de comunicação, três produtoras, uma diretora de cena, um técnico de som, um contrarregra e um gaffer e mais alguém que devo ter esquecido… Sei que totalizamos 45 pessoas entre profissionais e aprendizes que trabalham e criam juntos. Usamos sistematicamente o método de oficinas em todas as criações sempre abrindo espaço para aprendizes e oficineiros que, na prática, não só criam vínculos profissionais reais como vínculos afetivos fundamentais dentro de um projeto coletivo. Hoje metade do nosso elenco é do Morro dos Prazeres (12 atores e um cineasta aprendiz). Mas na outra metade temos atores de todo o Brasil, de origens e histórias diversas.

Qual é a importância da sua passagem pelo Teatro Oficina na sua arte e na concepção da Cía dos Prazeres?

O Teatro Oficina é o terreiro onde fiz minha cabeça de ator. Tudo de teatro que aprendi vem de lá, mas o teatro não é nada senão a própria vida, então claro tudo que vivi até hoje influencia todo meu trabalho numa concepção de espetáculo. Acredito no Teatro de Coro, na sua dificuldade e o raro prazer de sua concretização, acredito na Ópera de Carnaval e no Teatro de Estádio, conceitos que vivi na prática durante minha passagem pelo Oficina. Mas cada integrante que entra na Cia dos Prazeres me ensina uma nova valiosa lição. Nunca aprendi tanto quanto trabalhando nas oficinas, a gente aprende tanto quanto ensina, é uma maravilha! E tenho atestado como hoje aqui na cidade do Rio de Janeiro, os trabalhos de teatro mais originais e instigantes vêm justamente dessas companhias e coletivos das favelas e da periferia, que são hoje quem faz mais pesquisa, laboratório, que mais pensa a cidade, e acabam por criar os trabalhos mais originais, mais emocionantes e vivos porque não tentam copiar nada, pelo contrário: querem abrir suas feridas em praça pública, deixar jorrar tudo que acumularam e que agora pela arte podem transbordar. Então, realmente, hoje esses grupos como a Cia de Mystérios de Novidades, a Cia Marginal, Teatro da Laje são minhas maiores fontes de inspiração e criação. Sinto que as Musas, as Antigas Proporcionadoras dos Poetas e Cientistas se cansaram da mesmice e da falta de pulsão criadora da zona sul e foram atrás de seus musos inspiradores nas favelas e na periferia.

Qual é a relação da Cía dos Prazeres com o Morro dos Prazeres, e como vocês afetam esse espaço?

A Cia dos Prazeres nasceu de uma oficina para 60 moradores do Morro dos Prazeres que virou um espetáculo realizado com todos eles. Nasceu de um trabalho difícil de pesquisar um escritor de outra época, ao mesmo tempo tão atual, mas numa linguagem rebuscada que a principio parecia indecifrável, mas logo virou rap, virou cena, virou emoção e sensação, virou teatro e o teatro é acessível a todos da forma que for. O povo é inteligentíssimo e entende tudo, o povo merece trabalhos refinados, que nada tem a ver com intelectualizado…. O povo é refinado! Desses 60 jovens, apenas seis continuaram trabalhando com a gente regularmente. Por falta de verba a companhia foi se esvaziando, pois no morro todo mundo tem de trabalhar desde cedo. Perdemos grandes atores para subempregos e bicos. Mas os que permaneceram conosco puderam aprofundar e participar de todos nossos laboratórios, pesquisas e espetáculos. Existem muitas resistências, a primeira de todas é a religiosa, a maior parte dos moradores do Morro dos Prazeres é evangélica e considera o teatro como “macumba” e, logo, vedado para eles. Outra questão que pesa é o nível do trabalho: trabalhamos de segunda a sexta, seis horas por dia, com meditação, trabalho de corpo, trabalho de voz, treinamento de canto, composição musical e muito jogo de teatro. 

 

Fiuk diz que mulheres devem parar de usar minissaia

DIÁRIO DA MANHÃ|LUDMILLA MOREIRA

Durante o lançamento da nova novela das sete da ‘Globo’, “Geração Brasil”, Fiuk deu uma declaração um tanto quanto polêmica. 

Quando questionado da sua opinião sobre homens que filmam partes íntimas de mulheres, ele disse: “É simples, a menina que não quer passar por isso não deve sair de minissaia. Não tenho nada contra minissaia, adoro. Se ela quer realmente evitar, acho melhor sair com outro tipo de roupa”. 

Foto:Reprodução

Foto:Reprodução

Além da declaração, o cantor confirmou o fim do namoro com a atriz Sophia Abrahão. “Estou solteiro, mas não vou ficar falando sobre isso. Está tudo bem”, disse ele. 

Na novela ele será um jornalista e conquistador implacável, que destruirá corações. Na vida real, ele diz que é diferente. Jamais magoou alguém. “Nunca enganei ninguém e odeio jogar sujo. Tem coisas que não faço porque não quero que façam comigo”, comentou.

Morre aos 71 anos ator de ‘Uma cilada para Roger Rabbit’

Uma das últimas participações de Hoskins nas telas dos cinemas foi no longa ‘Branca de Neve e o Caçador’

O DIA

Inglaterra – O ator britânico Bob Hoskins, conhecido por filmes como “Uma cilada para Roger Rabbit” (1988), “Caçada na Noite” (1980) e “Minha Mãe é uma Sereia” (1990) morreu aos 71 anos por causa de uma pneumonia, informou nesta quarta-feira sua família.

Morre ator britânico Bob Hoskins

Foto:  Efe

Hoskins foi protagonista de “Brazil: O Filme”(1985). O ator foi indicado ao Oscar pelo filme “Mona Lisa” (1986), que retrata o relacionamento entre um ex-presidiário e uma prostituta de luxo de quem se torna motorista. Além da indicação ao Oscar, ele recebeu um Globo de Ouro e foi premiado em Cannes pelo trabalho na película.

Em 1993, fez parte da versão cinematográfica do vídeo game “Super Mario Bros”. 

As últimas participações de Hoskins nas telas dos cinemas foram nos longas ” Revolução em Dagenham”(2010), “Branca de Neve e o Caçador”(2012) e “Outside Bet”(2012).

 

Ele acabou se afastando do meio artístico em 2012 depois que os médicos o diagnosticaram com Parkinson.

Em comunicado divulgado nesta quarta, sua família informou que Hoskins, nascido no condado de Suffolk (sudeste da Inglaterra), morreu nesta terça-feria à noite no hospital cercado de parentes e amigo.

*Com informações da EFE

Tony Ramos responde críticas a Roberto Carlos: “Ele come carne”

DIÁRIO DA MANHÃ|LUDMILLA MOREIRA

Em participação no programa Pânico na Band, o ator Tony Ramos defendeu Roberto Carlos das críticas que ele tem recebido por conta das propagandas que ele fez para um frigorífico. Ele disse que o companheiro come carne. Tony falou que os rumores que o cantor seria vegetariano são falsos. “Ele come, sim”, disse.

Foto:Reprodução

Foto:Reprodução

Segundo um dos repórteres da atração, o ‘rei’ fingiu ter comido a carne durante o comercial. Ainda falou que ele teria recebido para falar que deixou de ser vegetariano, após 30 anos. Tony rebateu a crítica: “Mas nem eu comi carne durante os meus comerciais”. 

Depois de todas polêmicas sobre o cantor ser ou não vegetariano, Tony Ramos voltou a ser a principal atração nos comerciais da marca. 

Teatro para plateia e ator

Festival promove encontros entre companhias brasileiras e estrangeiras com workshops e 8 espetáculos

Secretaria da Cultura do Riod e Janeiro

Quiosques foram montados no CCBB para estimular a conversa entre público e atores após os espetáculos.

Quiosques foram montados no CCBB para estimular a conversa entre público e atores após os espetáculos.  (Crédito: Divulgação)

Cia Clowns de Shakespeare apresenta Sua Incelença, Ricardo III.
Todo lo que está a mi lado é uma intervenção argentina com atrizes brasileiras fruto da 2ª edição do evento.

Até o dia 04 de maio, o Centro Cultural Banco do Brasil é onde as artes cênicas do país se encontram com as da Argentina, França, Suíça, Escócia e Polônia. Na terceira edição do Festival Cena Brasil Internacional, companhias se apresentam em oitos espetáculos nacionais e internacionais, alguns inéditos no Rio.

Uma das montagens inéditas é Assombração de Recife, da companhiaOs Fofos Encenam, de São Paulo. A peça é dirigida por Newton Morena com base em uma extensa pesquisa sobre assombrações da capital pernambucana pela ótica de Gilberto Freyre. Em uma atmosfera de mistério e humor, personagens populares narram casos de fantasmas na região nordestina. Os Bem-intencionados, do consagrado grupo Lume Teatro, também está na lista das novidades. O espetáculo apresenta uma noite na vida dos integrantes de um conjunto musical iniciante e trabalha com a quebra das aparências ao revelar aspectos humanos e frágeis de cada um. Sua Incelença, Ricardo III, da Clowns de Shakespearee Os Gigantes da Montanha, do Grupo Galpão, também são apresentos.

Entre os nomes internacionais, Dos à deux – Segundo Ato, da França,Kaïros, Sísifos y zombis, da Suíça, e Hela, da Escócia. Como destaque, Todo lo que está a mi lado, da Argentina, é uma intervenção artística na rotunda do CCBB. O projeto itinerante, do diretor Fernando Rúbio, propõe um encontro de uma atriz com um espectador deitados numa cama de casal durante dez minutos. Sete atrizes brasileiras dão vida ao texto que aborda memórias da infância e a relação do homem com a passagem do tempo.

De ator para ator

Idealizador do projeto, o produtor cultural Sérgio Saboya conta que objetivo vai além de ser apenas uma mostra de espetáculos. A troca entre artistas brasileiros e estrangeiros se torna fundamental para entender o conceito do festival. As companhias participam de oficinas e workshops e tem a oportunidade de vivenciar o conceito de residência artística durante o evento. O processo de fazer o espetáculo como escritor e intérprete, o teatro gestual, a noção de polifonia, a ética, a mitologia na arte, a auto-ficção e as relações com o público são temas na programação.

“A ideia foi concebida para propiciar encontros entre artistas. Surgiu ao diagnosticar problemas no meio. Além de não existir relação com grupos internacionais, as companhias brasileiras não se relacionam e não se discute porcesso criativo de forma coletiva.  Estamos na contramão de mostras que apresentam a montagem e, em seguida, todos vão embora”, diz Saboya.

O público acaba beneficiado com o resultado artístico destes encontros. A intervenção argentina é um dos resultados da última edição, surgido da ligação artística entre Argentina e Brasil. Quiosques também foram montados no estacionamento do CCBB. Lá, após os espetáculos, os atores estão abertos à conversa.

Saboya não deixa de lado a importância do público para o fazer teatro, mas considera o momento importante para voltar os olhos para quem o faz. É o que o motiva a fazer sempre uma nova edição.

“Sem continuidade não há resultado. Conheço muita coisa efêmera e poucas duráveis. Se não acontecesse todos os anos, não seria nada. Sinto essa necessidade de continuar.Fico angustiado ao perceber que processos são encurtados para atender editais. É preciso desenvolver a consciência da qualidade do que produzimos aqui é de altíssima qualidade capaz de concorrer no estrangeiro. Com isso, mostrar ao artista de que é possível sobreviver na arte com liberdade.”

Confira aqui a programação completa.

Colaboração de Yzadora Monteiro

 

Caio Blat admite uso de droga: “Não acho nada de mais”, diz jornal

ImagemO ator Caio Blat causou polêmica ao admitir em entrevista que já usou maconha. Blat falou sobre carreira, família e liberação da droga no Brasil em entrevista à colunista Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo.

— Já usei maconha, sim. E não acho nada de mais. É igual a beber um copo de cerveja e fumar um cigarro. Ele ainda lembra a liberação da droga no Uruguai e lamenta não acontecer por aqui.

— O que aconteceu aqui é uma repressão burra. O ator falou ainda da sua intimidade e de como protege o filho, convidado para fazer novela.

— Fico dividido, porque fui ator mirim e amava. Mas vejo muitas crianças exaustas no sets, que estão lá para satisfazer o desejo dos pais.

Fonte: R7.com