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Jennifer Lopez não participará da abertura da Copa do Mundo

DIÁRIO DA MANHÃ|LUDMILLA MOREIRA

Segundo o jornal ‘O Globo’, a cantora Jennifer Lopez, que é uma das intérpretes da música oficial da Copa, ‘We Are One’, não irá mais participar da abertura do evento, na próxima quinta-feira (12).  

Sobre o cancelamento da participação, a Fifa se limitou a um comunicado, dizendo: “Por problemas de produção, Jennifer Lopez, uma das artistas da música oficial We Are One, não poderá participar da cerimônia de abertura da Copa do Mundo da FIFA”.  

A cantora e atriz já deixou de comparecer em outros compromissos referentes ao evento. No período de produção da música, ela faltou a uma reunião no Rio de Janeiro, em que compareceram somente Cláudia Leitte, Pitbull e funcionários da organização. 

O cantor Pitbull falou sobre a sensação de poder cantar na abertura de um evento de grande importância, no ‘país do futebol’: “Cantar “We are one” para o mundo, especialmente em um país tão bonito como o Brasil, será muito divertido. Mas, mais que isso, mostrará ao mundo que a música é uma linguagem universal”, disse ele no comunicado da Fifa. 

A música, que foi gravada por Jennifer, Cláudia Leitte e o rapper Pitbull, será interpretada no dia 12 somente pelos dois últimos, com a participação do grupo baiano de percussão, ‘Olodum’.  

Foto:Divulgação/Fifa

Foto:Divulgação/Fifa

Abertura 

Com duração de 25 minutos, a abertura terá a participação de 600 artistas, entre eles acrobatas,  capoeiristas e ginastas.  

No dia 12, um público de mais de 60 mil pessoas irá assistir a abertura do evento na Arena Corinthians (Itaquerão), em São Paulo. A cerimônia está marcada para começar pontualmente às 15h30, pois às 17h começa a primeira partida, entre Brasil x Croácia. Pela televisão, mais de 1 bilhão de pessoas vão acompanhar a abertura e o jogo.  

Com informações do jornal ‘O Globo’. 

 

Cirurgia afasta César Filho da bancada do SBT Manhã

O Fuxico

Imagens: Divulgação/SBT

Apresentador se submeterá a uma intervenção no joelho – Foto : Divulgação/SBT

A partir desta segunda-feira (19), o apresentador César Filho estará ausente do SBT Manhã. O motivo é uma cirurgia no joelho, para cuidar de um problema no menisco, a qual ele se submeterá na segunda-feira (19).

“Ele ficará por uns 10 dias fora, mas logo ele retorna”, disse a assessoria da emissora a “O Fuxico”.

Depois da operação, ele ficará afastado do trabalho por conta de algumas sessões de fisioterapia. Como o procedimento é simples, César está tranquilo.

Enquanto estiver fora, uma jornalista assume seu posto.

“Assume interinamente a jornalista Neila Medeiros”, contou a assessoria.

PT se une a PV sem a presença de Gabeira

Lindbergh anuncia aliança, mas presidente de honra dos verdes ataca o governo federal

O DIA|CAIO BARBOSA

Rio – Sem a presença da principal estrela do PV, o ex-deputado Fernando Gabeira, o pré-candidato do PT ao governo do Rio, senador Lindbergh Farias, anunciou nesta segunda-feira a aliança com os verdes para as eleições estaduais. No evento, num hotel no Centro, foi confirmado também que o ambientalista Roberto Rocco (PV) será o pré-candidato a vice-governador.

Com a adesão dos verdes, Lindbergh tenta ampliar a aliança em torno de sua candidatura e ganhar tempo de rádio e televisão na propaganda eleitoral gratuita. Além do PV, o senador tem o apoio do PC do B. 

Os verdes estão, no entanto, divididos em torno da aliança com o petista. Parte do partido promete apoiar o governador e candidato à reeleição, Luiz Fernando Pezão. Sondada há três meses para ser vice de Lindbergh, a deputada Aspásia Camargo também não foi ontem à cerimônia de formalização da aliança PT/PV. 

Aliança uniu Roberto Rocco (E) a Lindbergh Farias e Jandira Feghali

Foto:  Carlo Wrede / Agência O Dia

Presidenta do diretório estadual do PV, Carla Piranda também não compareceu. Na sexta-feira, ela comandou a reunião do partido que decidiu pela aliança com o PT e o PC do B, mas o racha interno fez com que ela se sentisse mal no sábado, a ponto de ser internada. Ela foi representada pelo vice, Carlos Sion. 

O senador Lindbergh Farias contemporizou a briga interna dos novos aliados. “Tomei café da manhã com a Aspásia e na quinta almoçaremos juntos. O Gabeira a gente já sabia que não viria neste pacote porque ele tem contrato com a Globo, que o impede de participar de campanha política. Mas ele vai aparecer lá na frente” disse o senador. 

Em março, porém, Gabeira não hesitou em aparecer ao lado de senador Aécio Neves, pré-candidato do PSDB à Presidência, no Calçadão de Ipanema. E no sábado, logo após seu partido ter decidido se aliar ao PT, o jornalista escreveu um artigo no site oficial do PV afirmando que o discurso do governo petista é “80% mentira e 20% malandragem”. 

O próximo alvo da cúpula de PT e PV, além do PC do B, é a atrair o PDT. Os netos do ex-governador Leonel Brizola são simpáticos à ideia, mas o presidente do partido, Carlos Lupi, negocia apoio ao governador Pezão.

Sem paulista na disputa, presidenciáveis cobiçam o maior eleitorado do Brasil

Aécio Neves já visitou o São Paulo 17 vezes, Eduardo Campos alugou um flat na capital e Dilma conta com o apoio de Lula

IG

São Paulo – Sem um candidato com raízes em São Paulo, os três principais pré-candidatos a presidência da República – a presidente Dilma Rousseff (PT), o senador Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) – querem transformar o Estado no centro gravitacional por onde orbitarão os movimentos mais importantes das eleições deste ano.

Principais pré-candidatos à presidência, Aécio Neves, Dilma Rousseff e Eduardo Campos preparam estratégias para conquistar São Paulo

Foto:  Montagem

E não é apenas a densidade eleitoral do Estado que, com seus cerca de 32 milhões de eleitores, representa mais de 22% dos votos do país: a capital paulista será o eixo principal também da disputa entre dois projetos. Um dos principais motes será a fadiga pelo tempo de governo dos dois principais oponentes, PT e PSDB, o primeiro há doze anos instalado no Palácio do Planalto, e o segundo, há duas décadas no comando do Estado mais rico da federação.

A campanha ainda nem começou e Aécio Neves já esteve 17 vezes em São Paulo desde que virou candidato. No final de maio, como sinal de prestígio ao colégio eleitoral mais denso do País, ele fará na capital a convenção em que se lançará oficialmente como candidato, provavelmente com um vice paulista.

Eduardo Campos, que tem os melhores índices no Nordeste e pouca penetração entre os paulistas, chegou a alugar um flat de três quartos em Moema, Zona Sul, próximo à sede de seu partido e do Aeroporto de Congonhas. Segue uma rigorosa pauta de seus marqueteiros para tornar-se conhecido entre os paulistas e apresentar-se como opção entre quem declarou que votará nulo ou ainda está indeciso.

A presidente Dilma manterá estrategicamente o escritório central em Brasília, mas contará com a estrutura mais sólida de seu partido no País e um cabo eleitoral de peso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O PT vai concentrar seus esforços em São Paulo para garantir boa votação a Dilma e tentar desbancar o PSDB. É a partir de São Paulo que os dois maiores pretendentes ao poder central desencadearão as batalhas País a fora.

A tarefa de bater no longo tempo de permanência dos tucanos em São Paulo caberá ao ex-ministro petista Alexandre Padilha, pré-candidato ao governo, que fará marcação cerrada em Geraldo Alckmin (PSDB) usando a crise no abastecimento de água, os problemas de segurança e a falência da política penitenciária, com a consolidação da liderança do Primeiro Comando da Capital (PCC) nos presídios, para minar o projeto de continuidade tucana. Padilha encomendou um plano de segurança e deverá atacar as falhas do adversário começando por uma coincidência que deve usar com perversidade: os governos tucanos e a facção que domina o crime do interior das cadeias têm exatamente a mesma idade, 20 anos.

Vice-presidente do PSDB, Alberto Goldman diz que a recente crise envolvendo a Petrobras e a queda de popularidade da presidente, refletida pela falta de confiança nas ações do governo, são indicativos de que as bases estruturais do projeto petista estão comprometidas. Ele não acredita que os adversários vão usar a crise hídrica na campanha, mas admite que o tema é controverso.

“O desgaste político existe. É só abrir a torneira. Faltando água tem críticas. Mas qualquer pessoa que olhe os dados técnicos vai perceber que em 100 anos nunca a situação chegou a esse nível por falta de chuvas. Além disso, não se dimensiona uma política hídrica com base em depósitos para 100 anos”, afirma Goldman. Para ele, os dois projetos são diferentes: “A crise deles é maior. Eles têm um apodrecimento em toda a estrutura”, cutuca.

Os marqueteiros do PT acham, no entanto, que a possibilidade de agravamento da crise abre um flanco na propalada eficiência do projeto tucano. Ao empenhar-se num acordo com o governo do Rio para bombear água para São Paulo e anunciar a disposição de construir obras para usar o volume morto do Sistema Cantareira, o governador Geraldo Alckmin, segundo essa avaliação, teria deixado clara a constatação de que demorou a reagir.

“Não é culpa do governador. Ele tomou as medidas necessárias. Não acredito que a oposição usará isso na campanha”, diz o líder do PSDB na Assembleia paulista, Cauê Macris. Ele acha que qualquer cidadão medianamente informado saberá distinguir uma coisa da outra.

Os temas visando tornar São Paulo uma espécie de tambor nas disputas nacional e estadual já foram definidos: economia, mobilidade urbana, saúde, educação, Petrobrás, Simiens/Alstom, água, segurança e crise penitenciária.

Neste domingo, Padilha e Eduardo Campos se encontraram no Santuário de Aparecida, na tradicional missa de Páscoa. Apertado por jornalistas, Eduardo Campos acabou falando sobre aborto, tema espinhoso e recorrente nas campanhas eleitorais.

“Não conheço ninguém que seja a favor do aborto”, disse. “A legislação brasileira já é adequada. Ela prevê circunstâncias e casos e não vejo razão para alterá-la”, acrescentou. O pré-candidato estava ao lado da mulher e filhos, um deles o bebê Miguel (homenagem ao avô, Miguel Arraes), que nasceu com Síndrome de Down. “Minha vida como cidadão e pai de cinco filhos já responde a pergunta”, disse, dirigindo-se aos jornalistas.

Alexandre Padilha não quis falar sobre política, mas desembarcou em Aparecida no ônibus com o qual percorre o Estado. Neste domingo ele se encontrava em São José dos Campos, participando do Camping Digital do PT, para onde retornou depois da missa.

O presidente estadual do PSB, Márcio França se debruça em números para traçar um quadro favorável à oposição. Segundo ele, Eduardo Campos tem vantagem no Nordeste, Aécio no Rio e Minas Gerais, enquanto no resto do País pode haver um empate. A grande dúvida, segundo ele, é o eleitorado paulista cuja opção ainda é a incógnita que tem justificado a revoada de presidenciáveis na capital e no Estado. Quem ganhar em São Paulo lidera o Sudeste, o colégio mais denso do Brasil.

Com informações de Vasconcelos Quadros

Jovem de 16 anos viaja em trem de pouso e sobrevive a temperatura de -62ºC

DIÁRIO DA MANHÃ|TALLITA GUIMARÃES

Um adolescente de 16 anos sobreviveu a uma viagem de cinco horas dentro do trem de pouso de um avião neste domingo (21). O fato ocorreu nos Estados Unidos, no trajeto de San José, na Califórnia, para Maui, no Havaí. O garoto resistiu a uma temperatura de 62ºC abaixo de zero quando o avião chegou aos 11 mil metros de altura.

Câmeras de segurança flagraram o menino pulando a cerca do aeroporto e entrando na parte inferior do avião. O menino estaria fugindo de sua casa na Califórnia. Em toda a história, desde 1947, 96 passageiros embarcaram dessa maneira em 85 voos e apenas 23 sobreviveram.

Foto:Divulgação

Foto:Divulgação