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Cabine inunda e obriga Airbus a voltar para aeroporto

Um avião da companhia aérea australiana Qantas foi obrigado a retornar por causa de um vazamento. Na foto, uma outra aeronave da empresa.

Um avião da companhia aérea australiana Qantas foi obrigado a retornar por causa de um vazamento. Na foto, uma outra aeronave da empresa.

qantas.com.au
RFI

Um Airbus A380 da companhia australiana Qantas teve de retornar para o aeroporto de Los Angeles (EUA) meia hora depois da decolagem, rumo a Melbourne (Austrália), devido a uma infiltração de água que inundou parcialmente a cabine. O incidente aconteceu na noite de quarta-feira e foi relatado hoje pela empresa e os passageiros.

 

Um comunicado divulgado pela Qantas explica que o problema não comprometeu a segurança do voo, mas o piloto decidiu voltar “para o maior conforto dos passageiros”. O avião se dirigia para Melbourne.

“A tripulação fez de tudo para ajudar os clientes, inclusive levando-os para áreas não afetadas e fornecendo cobertores para que não se molhassem”, explicou a companhia, que diz estar em contato com a Airbus para compreender as razões do problema. De volta a Los Angeles, os passageiros foram levados para hotéis da cidade enquanto os engenheiros da companhia resolvem o defeito.

“Nós vimos a água vazando dos compartimentos do teto. Jorrava água da escada para o andar superior”, contou Ken Pricen, um passageiro australiano, entrevistado pela Fairfax Media.

“Foi a coisa mais assustadora que eu já vi”, comentou à emissora CNN a atriz americana Yvette Brown, que também estava a bordo da aeronave, o maior aparelho comercial do mundo. ”No início, parecia apenas um vazamento e eu pensei que alguém tivesse deixado cair um refrigerante. Mas depois aumentou e encheu os dois corredores. Ficou literalmente como se fosse um rio correndo no avião”, afirmouLIA

TV da Austrália é condenada por racismo contra tribo indígena da Amazônia

‘Bebês nascidos com defeitos congênitos devem morrer da maneira mais terrível possível’

Portal Amazônia

Reportagem de 14 minutos mostra tribo isolada na Amazônia. Foto: Reprodução/Vimeo

MANAUS – “Assassinos de crianças”, “relíquias da Idade da Pedra” e “os piores violadores dos direitos humanos do mundo”. Assim a TV australiana Channel 7 classificou a tribo indígena Suruwaha, localizada próximo ao rio Purus (no sul do Amazonas), durante uma reportagem veiculada em 2011. A emissora foi processada judicialmente sob acusação de racismo.

A matéria foi alvo de protestos da Survival International, entidade que defende os direitos de indígenas. Em 2012, a emissora de televisão foi condenada pela Autoridade de Comunicações e Mídia da Austrália (Acma) por provocar “uma intensa aversão e um grave desprezo contra uma pessoa ou grupo” e por transmitir material “inexato”.

O Channel 7 apresentou um recurso na Corte Federal da Austrália, que nesta quarta-feira (25) confirmou a decisão da Acma. A reportagem relata que a tribo Suruwaha “acredita que os bebês nascidos com defeitos congênitos ou de mãe solteira são espíritos malignos e devem ser mortos da maneira mais terrível possível”.

Confira a reportagem da TV Channel 7 sobre a tribo Suruwaha

Carregador falsificado pode ter causado morte de mulher na Austrália

DIÁRIO DA MANHÃ|TALITHA NERY

Sheryl Anne, 28 anos, pode ter morrido após receber uma descarga elétrica de 240 Volts enquanto usava o aparelho celular. A mulher foi encontrada por amigos no dia 23 de abril e segundo informações ela estaria com queimaduras nas orelhas e no peito. A vítima ainda estava com fones de ouvido.

As autoridades que estão estudando a morte de Sheryl, acreditam que o carregador de telefone USB falsificado usado por ela enviou um pulso elétrico muito forte através do fone de ouvido que estava sendo utilizado no momento.

A mulher era mãe de dois filhos e o acidente aconteceu em sua residência em New South Wales, na Austrália. Os amigos de Sheryl disseram que ela era enfermeira e estava prestes a começar um novo trabalho.

Com informações R7

Sheryl Anne morreu após receber descarga elétrica por celular. Foto: Reprodução

Sheryl Anne morreu após receber descarga elétrica por celular. Foto: Reprodução

 

Novo clipe do Coldplay reúne multidão de fãs em desfile

“A sky full of stars” foi gravado nas ruas de Sidney nesta semana

Coldplay gravou clipe com fãs na Austrália<br /><b>Crédito: </b> Reprodução youtube / CP
Coldplay gravou clipe com fãs na Austrália 
Crédito: Reprodução youtube / CP

O novo clipe do grupo britânico Coldplay, “A sky full of stars”, foi lançado nesta quinta-feira e reuniu uma multidão de pessoas enquanto os músicos se apresentavam pelas ruas. O vídeo foi gravado na terça-feira à tarde, em Sidney, na Austrália e foi dirigido por Mat Whitecross, que já havia trabalhando com a banda em “Paradise”.

Os fãs foram chamados a participar através do twitter oficial do Coldplay. “A sky full of stars” é uma faixa do álbum “Ghost Stories”, lançado em maio.

Assista ao clipe:

Holanda passa sufoco, fica atrás no placar, mas vence a Austrália

Para quem esperava novo show da Laranja, os socceros surpreenderam e fizeram uma partida dura no Beira-Rio

O DIA

Rio Grande do Sul – Os torcedores que foram ao Beira-Rio nesta quarta-feira puderam presenciar uma bela partida de futebol entre Austrália e Holanda. Apesar do favoritismo laranja, os socceros engrossaram o caldo e por pouco não conseguiram o triunfo para embolar de vez o Grupo B da Copa do Mundo. Valentes, estiveram na frente do placar, mas acabaram derrotados por 3 a 2, por conta da falha do goleiro Mat Ryan no gol de Depay, aos 23 minutos do segundo tempo. 

A dificuldade diante dos australianos ligou o alerta vermelho na Holanda. Sem repetir a bela atuação da goleada sobre Espanha por 5 a 1, os comandados de Van Gaal perceberam que não se pode subestimar qualquer adversário no Mundial. Contra o Chile, no dia 23 de junho, na Arena Corinthians, a vitória garantirá a vaga e a primeira colocação nesta primeira fase. Em caso de triunfo dos chilenos sobre a Espanha, no Maracanã, nesta quarta-feira, a Austrália estará eliminada da Copa.

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Robben fez o primeiro gol da partida

Foto:  Reuters

O JOGO

Depois de 19 minutos de muita transpiração e pouca inspiração das duas equipes, Robben mostrou ao que veio. Escapou da falta, arrancou do meio de campo, invadiu a área e bateu sem chances para o goleiro: 1 a 0. Os holandeses, no entanto, não tiveram nem tempo de comemorar. Logo na saída de bola, Tim Cahil recebeu lançamento longo e mesmo marcado por dois zagueiros pegou de primeira para fazer um golaço: 1 a 1.

A igualdade no placar animou os socceros. Controlando a posse de bola e bem postados em campo, não davam chances para Laranja e quase conseguiram a virada quando se lançaram ao ataque. Aos 30, Leckie avançou pela ponta direita e cruzou na área. Bresciano apareceu na frente do gol, mas desperdiçou ótima oportunidade.

No final do primeiro tempo, o atacante autor do gol da Austrália fez falta dura no zagueiro Indi, recebeu o segundo cartão amarelo e irá desfalcar a equipe no jogo contra a Espanha. O defensor teve que sair de campo machucado e foi substituído pelo atacante Depay.

Van Gaal mudou o esquema tático tentando deixar a equipe mais ofensiva. Na volta para segunda etapa, a Holanda até assustou primeiro com Sneijder, mas foi a Austrália quem fez o segundo. Aos 8, Bozanic tentou o cruzamento, a bola bateu no braço de Jamaant e o árbitro argelino assinalou pênalti. Jedinák foi para batida e colocou 2 a 1 no placar. A Holanda reagiu rapidamente. Van Persie recebeu passe açucarado quase na pequena área, e soltou a bomba para empatar o duelo.

A Austrália jogava bravamente e encarava os holandeses sem medo. A valentia quase deu resultado. Aos 22, a zaga laranja saiu jogando errado, os socceros roubaram a bola, Jedinak tentou mandar para o gol de peito, mas Cillessen. E como quem não faz, leva. No lance seguinte, Depay arriscou o chute de longe e contou com a falha de Mat Ryan para colocar a Holanda de novo na frente: 3 a 2.

Mais tranquilo e a frente no placar, a Holanda passou a dominar o duelo e criou mais uma oportunidade para ampliar o marcador. De Jong recebeu na grande área, bateu forte, mas parou na defesa do goleiro. No fim, os socceros foram para o abafa, e quase tomaram o quarto no contra-ataque. Lens limpou a defesa, chutou, mas parou no goleiro. 

AUSTRÁLIA 2 X 3 HOLANDA

Árbitro: Djamel Haimoudi (Argélia)

Estádio : Beira-Rio (Porto Alegre)

Gols: Robben (19’1ºT) Tim Cahil (20’1ºT), Jedinak (09’2ºT), Van Persie(12’2ºT), Depay(23’2ºT)

Cartões Amarelos:  Van Persie (Holanda), Cahil (Austrália) 

Cartões Vermelhos:

Austrália: Ryan, Davidson, Spiranovic, Wilkinson e McGowan; Bresciano, Leckie, Jedinak e McKay; Cahill e Oar.

Holanda: Cillessen, Blind, Indi (Depay), Vlaar, De Vrij e Janmaat; De Guzmán, De Jong e Sneijder; van Persie e Robben.

Centenas de adolescentes abusados em base naval

por LusaHoje

Centenas de adolescentes foram vítimas de abusos físicos e sexuais entre os anos de 1960 e 1984 quando se encontravam em recruta na base naval de Leeuwin, sudoeste da Austrália, denuncia um documento apresentado ao parlamento em Camberra.

O grupo especial que investiga a resposta da Defesa aos abusos cometidos nas Forças Armadas, liderado pelo juiz jubilado Len Roberts-Smith, analisou o caso de mais de 200 recrutas alistados em Leeuwin e já entregou dois casos à polícia, revelou o canal ABC.

O relatório, que detalha os abusos e inclui testemunhos das vítimas, assinala ser possível que alguns dos culpados continuem ainda a trabalhar no setor da Defesa.

Os abusos cometidos na base de treino naval são muito mais amplos do que o que se conhece até agora, revela o documento ao sublinhar que as autoridades nada fizeram para travar as agressões.

Len Roberts-Smith disse ainda que adolescentes até 15 anos foram vítimas de “abusos físicos e sexuais” e muitos deles, apesar de terem tentado, nunca conseguiram denunciar os abusos.

JCS // JCS

Após golear a Espanha na estreia, Holanda tenta manter boa atuação diante da Austrália

Comandados de Louis van Gaal devem entrar em campo com esquema mais ofensivo

18/06/2014 

 Gazeta Press

 

AFP PHOTO/William WEST

Após massacrar a Espanha, a Holanda já tem outro desafio pela frente na fase de grupos. Nesta quarta-feira, a Laranja Mecânica enfrenta a Austrália, às 13 horas (de Brasília), no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Os aussies, por outro lado, tentarão deter o embalo holandês.

Para o duelo contra os australianos, a seleção da Holanda deverá mudar a formação tática do duelo contra a Furia. A ideia inicial era utilizar o esquema 5-3-2 apenas no jogo com a Espanha devido à eficiência do ataque espanhol.

Assim, o técnico Louis van Gaal decidiu fazer um sistema mais ofensivo com um 4-3-3. Para isso, o atacante lens entrou na vaga do zagueiro Vlaar e completa, assim, a linha de frente ao lado de Robben e Van Persie.

Mesmo com a goleada na partida de estreia da fase de grupos do Mundial 2014, os holandeses preferem entrar em campo diante da Austrália com os pés no chão. Segundo Robin Van Persie, destaque no duelo contra a Espanha, é preciso manter a seriedade.

 

“O torneio mal começou. Conquistamos um grande resultado, mas temos um longo caminho pela frente. Esta é a minha quinta grande competição e sei como as coisas funcionam: a euforia vai embora tão rápido quanto veio. Portanto, temos que continuar firmes, não apenas pelo nosso país e por nossos torcedores, mas também por nós mesmos”, disse o atacante em entrevista à Fifa.

Segundo Van Persie, a Austrália tem um estilo de jogo completamente distinto da Espanha, mas afastou qualquer tipo de preocupação. “A Austrália tem um estilo diferente, e acho que teremos que ajustar nosso jogo para vencê-la. É interesse esse processo de mudar seu esquema a cada partida. Mas temos uma comissão técnica extraordinária, que sabe exatamente como nos preparar para os jogos. Portanto, não estou preocupado”.

Por outro lado, a seleção australiana espera conter o embalo da Laranja Mecânica. A equipe fez um jogo disputado com o Chile e espera manter a mesma atitude diante dos holandeses. Para isso, o técnico Ange Postecoglou pretende começar com os 11 principais que iniciaram o confronto contra os chilenos.

O comandante dos aussies garantiu que o time não ficará retrancado já que precisa do resultado positivo para seguir na Copa do Mundo. Para isso, o treinador pregou uma defesa forte, mas que deixe espaço para a linha de frente chegar com perigo.

“Nós viemos para a Copa para isso (vencer). Claro que agora temos que ser mais fortes defensivamente, pois eles têm um ataque muito perigoso, e será um grande desafio para nós segurarmos o ataque deles. Por outro lado, se nos defendermos por 90 minutos será um resultado insatisfatório. É bom ter um bom ataque forte e uma defesa forte, que também mostramos contra o Chile. Queremos uma defesa forte, mas também trabalhar bem no ataque”, destacou Ange Postecoglou em entrevista coletiva.

FICHA TÉCNICA
AUSTRÁLIA X HOLANDA

Local: Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre (RS)
Data: 18 de junho de 2014, quarta-feira
Árbitro: Djamel Haimoudi (ALG)
Assistentes: Achik Redouane (MAR) e Etchiali Abdelhak (ALG)

AUSTRÁLIA: Ryan; Franjic, Wilkinson, Spiranovic e Davidson; Milligan, Jedinak, Cahill, Troisi e Bresciano; Oar
Técnico: Ange Postecoglou

HOLANDA: Cillessen; Blind, Bruno Martins Indi, De Vrij e Janmaat; De Jong, De Guzmán e Sneijder; Lens, Robben e Van Persie
Técnico:
 Louis van Gaal

 

Federações pedem novas eleições para sede da Copa de 2022

O catariano Mohamed bin Hammam, ex-vice presidente da FIFA.

O catariano Mohamed bin Hammam, ex-vice presidente da FIFA|

Reprodução Youtube / Al Jazeera|RFI

Nesta segunda-feira (2), cresceu a pressão para que a FIFA organize uma nova eleição para a sede da Copa do Mundo de 2022. A Austrália, uma das candidaturas derrotadas, classificou de “graves” as acusações de corrupção na polêmica escolha do Catar e se disse pronta a apresentar-se num novo páreo. O governo e autoridades futebolísticas da Grã-Bretanha também defenderam um novo voto, caso sejam confirmadas as suspeitas levantadas pelo jornal Sunday Times.

De acordo com uma reportagem publicada no domingo pelo diário britânico, o catariano Mohamed bin Hammam, ex-vice presidente da FIFA, pagou mais de 5 milhões de euros em propinas para que personalidades influentes do futebol apoiassem a candidatura do emirado. O Sunday Times afirma ter tido acesso a e-mails, documentos e transferências bancárias, que comprovam a manobra financeira de bin Hammam para garantir a eleição.

As acusações foram rechaçadas pela autoridade futebolística do Catar, que garantiu, ainda no domingo, que defenderá a integridade da disputa e colaborará para que todas as suspeitas de corrupção sejam esclarecidas. Em nota, Doha garantiu que Mohamed bin Hammam não teve nenhum papel “oficial ou oficioso” em sua escolha como sede.

Na época da eleição, em 2010, o cartola acumulava a função de presidente da Confederação Asiática de Futebol, mas foi permanentemente afastado dos dois cargos em 2011, depois de ser flagrado tentando comprar votos para ser eleito presidente da FIFA.

Maus perdedores

Correram boatos pela imprensa de que o advogado americano Michael Garcia, que conduz uma investigação sobre a eleição da sede, teria uma reunião com oficiais do Catar em Oman, nesta segunda-feira. O encontro, no entanto, não foi confirmado oficialmente.

Em entrevista a uma rádio de Melbourne, o presidente da Federação australiana (FFA) afirmou que o órgão está ativamente envolvido na investigação sobre corrupção na FIFA e que forneceu uma série de documentos e entrevistas a Garcia. Seu relatório será apresentado no fim do ano ao comitê de ética da entidade máxima do futebol mundial. Garcia também investiga a escolha da Rússia como sede da Copa de 2018. A Inglaterra foi uma das candidatas derrotadas na ocasião.

Para o ex-presidente da Federação Russa, Vyacheslav Koloskov, as suspeitas sobre 2018 não passam de choro de mau perdedor. “Temos que levar em conta que os ingleses começaram essa nova onda de caça às bruxas. Eles já tentaram acusar a Rússia e outros países. Mas a verdade é que eles simplesmente não aceitam ter perdido a corrida para sediar o Mundial. Três anos e meio se passaram desde os votos. Eles tiveram tempo de sobra para apresentar provas, se eles tivessem alguma coisa real”, alfinetou.

À espera de fatos

Os outros derrotados na disputa para sediar o mundial de 2022 aguardam os desdobramentos do caso para se pronunciar. Os Estados Unidos, eliminados pelo Catar por 14 votos a oito na última rodada da eleição, ainda não fizeram qualquer comentário. O Japão, primeiro eliminado, também não se posicionou, mas já havia dito anteriormente que apresentaria nova candidatura em caso de problemas com a escolha do emirado. A Coreia do Sul, descartada no terceiro turno, disse que só tomará uma decisão quando houver “fatos confirmados”.

Da Irlanda do Norte, o vice-presidente da FIFA, Jim Boyce, afirmou que apoiará uma nova eleição, caso apareçam “evidências concretas” de corrupção. Greg Dyke, presidente da Associação Inglesa de Futebol, seguiu a mesma linha.

Importância continental

O presidente da Confederação Asiática de Futebol (AFC), o sheik Salman bin Ebrahim al Khalifa, se disse preocupado com as acusações, mas apoiou a candidatura catariana, afirmando que “o fato de a Ásia e, especialmente, o Oriente Médio, sediar uma Copa do Mundo da FIFA significa muito para o continente”. Ele disse torcer para que a Copa de 2022 no Qatar seja um sucesso.

Quando o riquíssimo emirado do Golfo Pérsico foi escolhido, houve uma série de reações negativas. Primeiro por conta do calor escaldante que faz no país durante o verão. O presidente da FIFA, Joseph Blatter, chegou a cogitar a mudança no calendário para que o evento acontecesse durante o inverno do hemisfério norte. Os críticos da escolha também lembraram a falta de tradição futebolística do país. 

Professora raspa axilas de aluna durante aula

DIÁRIO DA MANHÃ|LUDMILLA MOREIRA

Na Austrália, durante uma aula de turma especial, Taylah, uma das alunas, teve as axilas raspadas pela professora. A mãe da jovem, Melissa Woods, ficou indignada com a atitude da professora e entrou em contado com a direção da escola, porém foi informada de que tal procedimento é normal e faz parte do currículo escolar.  

Em entrevista a uma rádio local, Melissa disse que ouviu da direção do colégio de Taylah, de 14 anos a seguinte informação: “Conversei com a professora no dia seguinte e ela me disse que tinha o direito de fazer aquilo, que era parte do currículo”. Segundo a mãe, Taylah disse que queria manter os pelos embaixo do braço.  

A escola pediu desculpas por não ter comunicado à mãe que o procedimento seria feito, mas afirmou que vai continuar ensinando às alunas que elas devem tirar os pelos das axilas.  

Com informações do blog ‘Page Not Found’, do ‘O Globo’. 

Foto:Reprodução

Foto:Reprodução

 

Museu australiano devolverá quadro vendido durante o regime nazista

31/05/2014 

Sydney – Um museu australiano devolverá um retrato, cuja autoria é atribuída a Vincent Van Gogh, aos seus legítimos proprietários, no que é considerada a primeira restituição pelo país de uma obra de arte perdida sob o regime nazista.

A National Gallery of Victoria (GNV) informou que acredita que a obra “Cabeça de homem” fez parte de uma venda forçada do judeu alemão Richard Semmel em 1933 e que, por isso, deveria ser devolvida aos seus herdeiros.

“Entendemos que este é o primeiro caso do tipo na Austrália”, disse o museu em um comunicado publicado na internet esta semana.

De acordo com o Comitê de Restituição Holandês, que analisa os pedidos de restituição, Richard Semmel precisou vender sua coleção para escapar da perseguição nazista aos judeus.

Quando o Museu de Melbourne comprou a pintura em 1940 esta já havia mudado de mãos várias vezes.

Após as dúvidas suscitadas entre os especialistas, em 2006 o Van Gogh Museum de Amsterdã concluiu que o trabalho não era do famoso artista, mas que poderia pertencer a alguém que trabalhou na mesma época em que Van Gogh.

“A atribuição da obra não influenciou a decisão da NGV de devolvê-la”, disse o museu, que a considerada uma questão “moral” .

A galeria aguarda a resposta dos herdeiros de Semmel, que estariam vivendo na África do Sul.