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Cabine inunda e obriga Airbus a voltar para aeroporto

Um avião da companhia aérea australiana Qantas foi obrigado a retornar por causa de um vazamento. Na foto, uma outra aeronave da empresa.

Um avião da companhia aérea australiana Qantas foi obrigado a retornar por causa de um vazamento. Na foto, uma outra aeronave da empresa.

qantas.com.au
RFI

Um Airbus A380 da companhia australiana Qantas teve de retornar para o aeroporto de Los Angeles (EUA) meia hora depois da decolagem, rumo a Melbourne (Austrália), devido a uma infiltração de água que inundou parcialmente a cabine. O incidente aconteceu na noite de quarta-feira e foi relatado hoje pela empresa e os passageiros.

 

Um comunicado divulgado pela Qantas explica que o problema não comprometeu a segurança do voo, mas o piloto decidiu voltar “para o maior conforto dos passageiros”. O avião se dirigia para Melbourne.

“A tripulação fez de tudo para ajudar os clientes, inclusive levando-os para áreas não afetadas e fornecendo cobertores para que não se molhassem”, explicou a companhia, que diz estar em contato com a Airbus para compreender as razões do problema. De volta a Los Angeles, os passageiros foram levados para hotéis da cidade enquanto os engenheiros da companhia resolvem o defeito.

“Nós vimos a água vazando dos compartimentos do teto. Jorrava água da escada para o andar superior”, contou Ken Pricen, um passageiro australiano, entrevistado pela Fairfax Media.

“Foi a coisa mais assustadora que eu já vi”, comentou à emissora CNN a atriz americana Yvette Brown, que também estava a bordo da aeronave, o maior aparelho comercial do mundo. ”No início, parecia apenas um vazamento e eu pensei que alguém tivesse deixado cair um refrigerante. Mas depois aumentou e encheu os dois corredores. Ficou literalmente como se fosse um rio correndo no avião”, afirmouLIA

Greve em aeroportos franceses cancela 20% dos voos no país

Greve dos controladores aéreos em França vai continua nesta quarta-feira (25).

Greve dos controladores aéreos em França vai continua nesta quarta-feira (25)|sncta.fr|RFI

Uma greve de controladores aéreos franceses provoca o cancelamento de 20% dos voos nos aeroportos franceses nesta terça-feira (24), como os de Orly e Roissy-Charles de Gaulle, na região parisiense. As consequências da paralisação são consideradas limitadas pelas autoridades, que já haviam indicado desde ontem que apenas um voo a cada cinco seria afetado. Os passageiros foram avisados sobre eventuais mudanças.

De acordo com a Direção Geral de Aviação Civil francesa, o movimento social atinge principalmente o sul da França. Além dos cancelamentos, a greve provoca atrasos de 30 a 45 minutos. Os voos regionais e domésticos são os mais atingidos pela paralisação, mas os para Espanha, Portugal, Marrocos, Tunísia e Argélia também estão afetados. Os voos intercontinentais operam normalmente.

O movimento impactou os voos das companhias europeias que partiam ou chegavam na França, ou outras que apenas sobrevoariam o espaço aéreo francês. A Ryanair acabou cancelando 96 voos, de um total de 1.600 previstos nesta terça. Outra companhia low cost, a Easyjet, anulou 28 voos.

Paralisação continua na quarta

A greve parcial dos controladores aéreos deverá durar até o próximo domingo. A agência de aviação civil francesa voltou a pedir hoje o cancelamento preventivo de 20% dos voos que sairiam amanhã dos aeroportos de Lyon, Marselha, Toulouse e Bordeaux, assim como nos voos de Paris com destino ao sul da França, Espanha e Portugal.

Os sindicatos protestam contra a redução dos recursos no setor a partir de 2015. A lei do serviço mínimo implementada na França determina que pelo menos 50% dos controladores aéreos trabalhem. A norma está sendo aplicada, garantem as autoridades.

Greve dos controladores aéreos afeta voos na França nesta terça-feira

Prevista greve dos controladores aéreos a partir desta terça-feira, 24

Prevista greve dos controladores aéreos a partir desta terça-feira, 24

sncta.fr|RFI

Uma greve anunciada para esta terça-feira (24) pelo Unsa-ICNA, o sindicato minoritário de controladores aéreos na França, poderá provocar uma redução de 20% dos voos previstos em vários aeroportos franceses. As regiões sul e sudoeste serão as mais afetadas.

A paralisação parcial deverá durar até o próximo dia 29. De acordo com a Direção Geral de Aviação Civil francesa, haverá redução do tráfego aéreo nos aeroportos de Lyon, Marselha, Toulouse e Bordeaux. Em Paris, os voos com destino ao sul da França, Espanha, Portugal, Marrocos, Tunísia e Argélia também poderão sofrer atrasos ou cancelamentos.

Segundo a companhia Air France, a greve afetará apenas 10% dos voos internos e os transatlânticos não serão alterados. De acordo com a Secretaria dos Transportes francesa, cerca de 75% dos voos serão assegurados durante a semana. A lei do serviço mínimo implementada na França determina que pelo menos 50% do tráfego aéreo seja garantido.

Sindicatos protestam contra diminuição de investimentos

Os sindicatos protestam contra a redução dos recursos alocados ao setor a partir de 2015. O plano de investimentos será apresentado pela França até o dia 20 de junho em Bruxelas. O principal deles, o SNCTA, que representa 41% dos 4 mil controladores aéreos, retirou seu pré-aviso de greve neste domingo, mas também se queixa das condições de trabalho.

Uma das críticas da categoria, que reúne cerca de 4 mil controladores, é em relação aos instrumentos de navegação, considerados obsoletos. O calculador do sistema de Informática, por exemplo, data dos anos 80, e deverá ser substituído por um programa de gestão de voos desenvolvido pela empresa Thales, chamado Co-Flight.

Além disso, lembra o sindicato, as telas dos radares do centro de controle de Aix en Provence foram trocadas em regime de urgência em razão de diversas panes nos últimos 18 meses. 

Companhia lança classe business low cost entre Paris e Nova York

O voo entre Paris e Nova York (foto) é um dos com maior demanda no mundo.

O voo entre Paris e Nova York (foto) é um dos com maior demanda no mundo|Flickr/Justin in SD|RFI

Uma boa notícia para quem sonha em voar na classe business mas acha os preços dessa categoria muito elevados. A companhia francesa DreamJet vai começar a operar aviões com o conceito de “classe business low cost”, chamado de “La Compagnie”. O primeiro voo do trajeto escolhido, entre Paris e Nova York, ocorrerá no dia 11 de julho.

Os voos do “La Compagnie” já podem ser comprados no site da empresa. “Vamos vender assentos até 67% mais baratos que a concorrência”, declarou o diretor-presidente da DreamJet, Frantz Yvelin, em uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira (16).

Em 2007, Frantz havia lançado a l’Avion, uma companhia com o mesmo conceito de classe business com preços mais acessíveis, que foi comprada pela British Airways em 2008.

A La Compagnie vai ligar o aeroporto Charles de Gaulle, em Roissy (periferia de Paris) ao de Newark, próximo de Nova York. O avião escolhido é um Boeing 757. Uma segunda aeronave deve começar a operar em outubro para realizar o trajeto, um dos que tem mais demanda no mundo, na aviação comercial.

Preços

O plano da DreamJet é fazer sete idas e voltas a Nova York por semana a partir de novembro. Por enquanto, é possível comprar um voo ida e volta para duas pessoas por € 1.776 (R$ 5.379), uma oferta de lançamento da companhia. O valor máximo será de € 5 mil (R$ 15,1 mil), “pelo menos 35% a menos que a concorrência”, observou o diretor-presidente.

“Nós prevemos chegar a um ponto de equilíbrio no negócio em 12 a 15 meses. Daqui a 12 a 18 meses, La Compagnie deve começar a dar lucro”, destacou Yvelin, explicando a estratégia de longo prazo da empresa.

A DreamJet foi criada no ano passado com um capital de € 30 milhões (R$ 90 milhões), um dos maiores na França em 2013. A companhia tem 40 funcionários e está instalada em Bourget, onde opera um dos principais aeroportos de voos negócios da França. 

Cinco anos depois, acidente do AF447 ainda gera disputa jurídica

Flores são colocadas em memorial das vítimas do AF447 no cemitério Père Lachaise

Flores são colocadas em memorial das vítimas do AF447 no cemitério Père Lachaise|Reuters|Taíssa Stivanin

Na noite de 31 de maio de 2009, o voo AF447, com 228 passageiros a bordo, deixava o Rio em direção a Paris. Eles jamais chegariam a seu destino. Cerca de três horas depois da decolagem, uma série de incidentes técnicos resultou na queda do Airbus330 da Air France no meio do oceano Atlântico.

Neste fim de semana, no Brasil e na França, duas cerimônias aconteceram em memória às vítimas do acidente. Em Paris, uma homenagem aconteceu às 15h do sábado no cemitério Père Lachaise; e no Rio, flores serão colocadas sobre o monumento construído no Alto Leblon.

As Associações dos Familiares das Vítimas, entretanto, não escondem sua decepção em relação ao último documento divulgado pela Justiça francesa, no processo penal contra a Airbus e a Air France.

O relatório, encomendado pela Airbus e aceito pela juíza francesa Sylvia Zimmerman, foi divulgado há cerca de duas semanas. Ele atesta que o acidente ocorreu por falha humana e que a responsabilidade é dos pilotos, que não tiveram as reações “apropriadas” que possibilitariam salvar a aeronave.

A culpa é dos mortos

Uma conclusão que revolta os familiares e até mesmo a companhia aérea, que considerou o documento unilateral. O próprio BEA, a agência civil francesa, responsável pela investigação do acidente, concluiu em seu relatório final divulgado em 2012 que o acidente não teria ocorrido se os sensores Pitot, que medem a velocidade do avião, tivessem funcionado corretamente.

No voo 447, o congelamento desses sensores provocou uma sucessão de panes que levaram à desestabilização do avião, que acabou caindo. Os pilotos também não ouviram o alarme de perda de sustentação, o que levou a agência a incluir uma recomendação no relatório final propondo a instalação de um sinal visual, além do sonoro, no cockpit.

“É preciso indiciar pessoas físicas, para que elas respondam pessoalmente pelos seus erros neste caso. Como você sabe, todo mundo se esconde atrás dos cadáveres dos pilotos. É a melhor opção para todos!”, diz o ex-piloto da Air France Gérard Arnoux, representante das famílias brasileiras na França.

Anulação do relatório

A Associação francesa das Vítimas, Entraide et Solidarité AF447, pretende entrar com um recurso na Justiça em julho. Uma audiência está prevista no Palácio de Justiça de Paris, explica um de seus membros, Laurent Lamy: “Como parente de uma das vítimas, eu não posso aceitar esse relatório. Vamos pedir aos advogados que ele seja anulado”, garante.

O presidente da Associação Brasileira das Vítimas do AF447, Nelson Marinho, concorda. “Este relatório mostra, parodiando De Gaulle, que a França não é um país sério”. Ele também pretende lançar uma ação paralela no país para contestar a responsabilidade da Airbus, acusada de negligência. Elas alegam que o excesso de automatização do avião foi responsável por vários incidentes envolvendo as aeronaves da fabricante.

Livro de memórias

Para lembrar os cinco anos do acidente, as famílias das vítimas pretendem lançar no fim de julho um livro reunindo depoimentos e fotos dos passageiros mortos no acidente. “O livro não terá fins comerciais”, explica Deborah Barochel Pereira Leite.

Ela mora em Munique e ajuda a organizar a publicação, ao lado da Associação Alemã das Vítimas. De acordo com ela, “trata-se de uma homenagem póstuma aos nossos entes queridos, com uma tiragem limitada”.

Desaparecimento do Boeing 777-200 da Malaysia Airlines completa dois meses

O mini-submarino Bluefin-21, da Marinha americanaFoto: O mini-submarino Bluefin-21, da Marinha americana|Reuters)

RFI

Dois meses depois do acidente com o voo MH370, que desapareceu no dia 8 de março no sul do oceano Índico, as causas da tragédia ainda permanecem um mistério. A Austrália, a China e a Malásia, que dirigem as operações, vão lançar editais para adquirir equipamentos de exploração submarina.

 

As equipes responsáveis pelas operações ainda não têm nenhuma pista do Boeing 777-200 da Malaysia Airlines, apesar de terem captado há cerca de um mês sinais semelhantes aos emitidos pelas caixas-pretas. A primeira fase de buscas não surtiu resultado e as buscas aéreas e marítimas perto de Perth, na costa australiana, foram interrompidas. O mini-submarino Bluefin 21 efetuou diversos mergulhos, mas nenhum destroço foi localizado.

A segunda fase, ainda sem data para começar, se concentrará nos fundos submarinos, mas depende de financiamento. Nesta segunda-feira, em Camberra, os ministros dos Transportes da Malásia e da China se encontrarão para estabelecer as prioridades dos próximos meses.

O primeiro-ministro australiano Warren Truss admitiu que as operações submarinas levarão “muito tempo”, e os equipamentos necessários para a nova fase de buscas só estarão disponíveis nos próximos dois meses. Por enquanto, o mini-submarino Bluefin-21, equipado de um sonar, continuará a mergulhar na área delimitada pelas equipes, na tentativa de localizar a fuselagem.

Desde ontem (7), as equipes voltaram a analisar as imagens obtidas via satélite e os dados disponíveis para calcular as posições do avião. “Não sabemos quando o avião será encontrado. Por enquanto, todas as nossas pistas se revelaram superficiais.”

Agência propõe mudança para facilitar localização de caixas-pretas

Nesta terça-feira (6), a Agência Europeia de Segurança Aerea apresentou novas propostas para facilitar a detecção das caixas-pretas em caso de acidentes. Elas visam aplicar as recomendações feitas depois da catástrofe com o voo AF447, em 2009, que fazia a rota Rio-Paris e caiu no meio do Oceano Atlântico.

A recomendação inclui o acréscimo de uma nova frequência de sinais, que facilitará a localização das caixas-pretas submersas. A agência também propõe que a duração das gravações das conversas no cockpit, conservadas no CVR, seja mais longa, para facilitar as investigações. Hoje ela é limitada a duas horas.

No caso do voo MH370, a tecnologia não possibilita ter registro das conversas gravadas no início do voo, quando o avião desviou da rota e desapareceu dos radares.

Passageiro é preso após ameaçar explodir avião que ia para a Turquia

DIÁRIO DA MANHÃ|TALLITA GUIMARÃES

O passageiro de um voo da companhia aérea turca Anadolu Jet com destino a Ancara, na Turquia, ameaçou na última quinta-feira (1º) explodir uma bomba se a aeronave não aterrissasse em Istambul para que ele pudesse participar das comemorações de Primeiro do Maio. As informações são da agência Efe.

Um operário da torre de controle de Nicósia (Chipre), de onde o avião decolou durante a madrugada, disse que o passageiro, de nacionalidade turca, ameaçou explodir o avião. Apesar disso, a aeronave seguiu sua rota e pousou em Ancara. “Os pilotos aterrissaram o avião em Ancara sem problemas e o passageiro, que tinha se trancado no banheiro, foi detido pela polícia”, afirmou o funcionário.

Segundo o jornal ‘Hürriyet’, o detido é um cidadão turco de 50 anos cuja identidade não foi informada pelas autoridades. Kaan Aksu, um passageiro que viajava no avião, declarou à publicação que a ameaça provocou o terror entre os passageiros e que logo após aterrissar em Ancara dez policiais retiraram o homem do banheiro e o levaram preso. (Com informações G1)

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

 

Iberia recebe o avião ‘Rio de Janeiro’, seu oitavo Airbus A330

Da Redação

A Iberia, considerada a quarta companhia aérea mais pontual do  mundo em 2013, batizou a sua mais nova aeronave, um Airbus A330, com o nome Rio de Janeiro. Objetivo é promover o Brasil, um de seus principais mercados na América Latina.

A empresa oferece as melhores conexões do Brasil para mais de 80 destinos na Europa, África e Oriente Médio, sendo que o novo Airbus A330, pintado com a nova imagem de marca da companhia, conta com o novo design interior das classes Executiva e Econômica.

A Iberia oferece 12 voos por semana entre Madri e Rio de Janeiro, e outros 24 voos semanais entre a capital espanhola e São Paulo.

Para este ano, a companhia tem uma previsão de 600 mil assentos nessas rotas

Mais informações no site www.iberia.com.br

Jovem de 16 anos viaja em trem de pouso e sobrevive a temperatura de -62ºC

DIÁRIO DA MANHÃ|TALLITA GUIMARÃES

Um adolescente de 16 anos sobreviveu a uma viagem de cinco horas dentro do trem de pouso de um avião neste domingo (21). O fato ocorreu nos Estados Unidos, no trajeto de San José, na Califórnia, para Maui, no Havaí. O garoto resistiu a uma temperatura de 62ºC abaixo de zero quando o avião chegou aos 11 mil metros de altura.

Câmeras de segurança flagraram o menino pulando a cerca do aeroporto e entrando na parte inferior do avião. O menino estaria fugindo de sua casa na Califórnia. Em toda a história, desde 1947, 96 passageiros embarcaram dessa maneira em 85 voos e apenas 23 sobreviveram.

Foto:Divulgação

Foto:Divulgação

Oito morrem em queda de avião no México

Agência Estado

20/04/2014 
Cidade do México, 20 – Um avião particular caiu num município ao norte do México, matando todas as oito pessoas a bordo. O oficial de proteção civil, Francisco Contreras, disse que o jato de luxo Hawker 800 se chocou contra o teto de um depósito quando se aproximava do aeroporto com o céu nublado na cidade de Saltillo.

O avião pegou fogo, caiu no chão e quebrou em pedaços que se espalharam por um perímetro de 400 metros do local do acidente. A bordo estavam dois pilotos, dois casais, o filho de 10 anos de um dos casais e uma mulher.

Contreras disse que bombeiros levaram cerca de uma hora para apagar as chamas. Equipes tentam agora resgatar os corpos e encontrar a caixa-preta. A causa do acidente ainda é desconhecida, mas Contreras avaliou que a neblina forte contribuiu. Fonte: Associated Press.

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