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Bailarino brasileiro de 20 anos morre após ser atropelado por caminhão nos EUA

Pedro Henrique Pupa, da companhia de dança Sarasota Ballet, voltava de bicicleta para casa quando foi atingido pelo veículo

IG

Flórida – O paulistano Pedro Henrique Pupa, integrante da companhia de dança norte-americana Sarasota Ballet, morreu após ter sido atropelado por um caminhão de entrega na cidade de Sarasota, na Flórida, na última quarta-feira.

O acidente ocorreu por volta das 14h na via Bay Shore Road, em frente ao museu The Ringling. Segundo Camilla Pupa, tia e ex-professora do rapaz, Pedro voltava de bicicleta para casa após uma aula quando foi atingido. Ele chegou a ser levado ao hospital Blake Medical Center, em Bradenton, mas não resistiu aos ferimentos. O bailarino completaria 21 anos no próximo dia 29 de junho.

“Ele era um grande bailarino, de qualidade técnica e perfil fantásticos”, disse ao iG Camilla, que ajudou na formação artística do sobrinho na Companhia Estável de Dança de Piracicaba, no interior paulista. “Infelizmente, aqui no Brasil ele não ficou conhecido. Mas era muito valorizado nos EUA. Estava no auge, muito feliz.”

Pedro Henrique Pupa vivia nos EUA há 4 anos e fazia parte de companhia de dança

Foto:  Reprodução Facebook

Pedro nasceu em São Paulo, estudou nos EUA e posteriormente se mudou para Piracicaba, onde integrou a companhia. Ele estava morando na pequena cidade de 50 mil habitantes, localizada no Estado da Flórida, havia quatro anos.

Ainda não há data definida para o traslado do corpo e para o enterro do jovem. “Estamos tendo todo o apoio da Sarasota Ballet com esse trâmite”, afirmou Camilla.

De acordo com informações do jornal Sarasota Herald-Tribune, o motorista do caminhão, Willie G. Burns, 58 anos, fazia uma conversão à direita para entrar no museu quando se chocou com o bailarino. Ele foi acusado pela polícia local de violar a regra que impõe a condutores dar passagem preferencial a pedestres e pessoas em bicicleta.

Mãe de dançarino contrata peritos americanos para investigar morte do filho

DIÁRIO DA MANHÃ|LUDMILLA MOREIRA

Maria de Fátima Silva, mãe do dançarino Douglas Pereira, morto na última terça-feira (22), afirmou que contratou peritos americanos para realizar uma investigação paralela sobre a morte do jovem. 

Foto:Reprodução

Foto:Reprodução

“Encontrei os documentos encontrados junto ao corpo do mu filho, que estavam molhados. Eles também possuem acesso a todo o caso”, disse Maria, após ato de homenagem ao dançarino, que foi realizado hoje (27). 

A mãe não quis revelar os nomes dos peritos nem o motivo que a levou a fazer a contratação. As investigações oficiais da morte de Douglas estão sendo conduzidas pela 13º DP (Copacabana).

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CORREIO DA MANHÃ|ANA CLÉIA DE SOUZA

A jornalista da TV Globo, Beth Lucchese foi flagrada durante um acesso de raiva porque o microfone estaria desligado. O fato ocorreu enquanto ela fazia a cobertura de uma manifestação em Copacabana pela morte do dançarino do programa “Esquenta” da mesma emissora.

Veja o vídeo:

IML: dançarino morreu por causa de ‘ferimento transfixante’

ImagemO laudo do Instituto Médico Legal (IML) sobre a morte do dançarino do programa Esquenta Douglas Rafael da Silva Pereira, conhecido como DG, 25 anos, aponta que o jovem morreu por conta de uma “hemorragia interna decorrente de laceração pulmonar decorrente de ferimento transfixante do tórax. Ação pérfuro-contundente”. As informações são do Jornal da Globo.

Laudo preliminar feito pela Polícia Civil do Rio de Janeiro no corpo de Douglas, que foi encontrado morto na favela Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, aponta a existência de escoriações compatíveis com as provocadas por queda, segundo a assessoria da corporação. De acordo com a Polícia Civil, não há marcas de tiros no corpo dele.

A morte do dançarino motivou um protesto e tumulto de moradores da comunidade na noite de terça-feira, causando o fechamento de ruas importantes de Copacabana, na zona sul do Rio, como a avenida Nossa Senhora de Copacabana.

Segundo a assessoria de imprensa das Unidades de Polícia Pacificadora, os moradores atearam fogo em objetos na favela para protestar pela morte de DG, que morava na favela. A Polícia Militar informou que na noite de segunda-feira, trocou tiros com criminosos no Pavão-Pavãozinho.

Bandidos teriam atirado em policiais da UPP da favela, que revidaram. A assessoria das UPPs, no entanto, afirmou que não houve feridos nem mortos nesta ação da noite de segunda-feira.

Na manhã desta terça-feira, moradores alertaram os policiais sobre a existência de um corpo dentro de uma escola da favela. A PM afirma que foi à escola e encontrou o corpo de Douglas e chamou a Polícia Civil.

De acordo com a Civil, a 13ª Delegacia de Polícia (Ipanema) disse que as circunstâncias da morte de DG estão sendo investigadas. Os policiais civis vão ouvir o depoimento de testemunhas e moradores.
 
Fonte: Terra