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Tricolor larga na frente, mas acaba eliminado

O Tricolor até largou na frente, mas acabou eliminado da Copa do Brasil de 2014. Na noite desta quarta-feira (13), no Morumbi, o São Paulo foi derrotado pelo Bragantino por 3 a 1 e, assim, se despediu do torneio. Na ida, em Ribeirão Preto, a equipe são-paulina havia vencido por 2 a 1, mas não foi suficiente para garantir a sua permanência na competição nacional.

Os gols da partida foram marcados por Paulo Miranda, que abriu o placar para o Tricolor, e Cesinha, Gustavo Carbonieri e Guilherme Mattis, que decretaram o triunfo dos visitantes. Com o revés, o clube seguirá agora na disputa da Copa Sul-Americana deste ano.

Poupando alguns titulares, além de uma série de desfalques, o técnico Muricy Ramalho escalou o time com Rogério Ceni; Luis Ricardo, Paulo Miranda, Edson Silva e Alvaro Pereira; Souza, Maicon e Paulo Henrique Ganso; Ademilson, Alexandre Pato e Osvaldo.

Com a bola rolando, o jogo começou bastante disputado. O Bragantino ficava mais tempo com a bola no ataque, mas aos poucos foi perdendo terreno e viu o Tricolor dominar as ações da partida. Dessa forma, as redes logo balançaram na fria capital paulista. Aos 7 minutos, após cobrança de escanteio, Paulo Miranda subiu mais alto que o goleiro Renan e tirou o zero do placar.

Com a vantagem no marcador, os anfitriões começaram a tocar a bola com mais tranquilidade e conseguia envolver o adversário. No entanto, atrás do empate, os visitantes se lançaram ao campo de ataque e conseguiram bater Rogério. Aos 23, Cesinha bateu de primeira e igualou o confronto: 1 a 1. Depois de sofrer o gol, o São Paulo não conseguia mais trocar passes e chegar com perigo e, dessa forma, sofreu pressão do Bragantino até o intervalo.

Na volta para a segunda etapa, tentando retomar o controle do embate e dar mais marcação ao meio de campo, Muricy promoveu a entrada de Denilson no lugar de Maicon. Porém, diante de um rival mais ofensivo, o São Paulo não encontrava espaços para contra-atacar.

Ademilson, aos 9, até assustou a equipe de Bragança em chute cruzado, mas os visitantes seguiam rondando a área são-paulina. E de tanto insistir, o clube do interior conquistou a virada. Gustavo Carbonieri, após cobrança de escanteio anotou o terceiro gol do duelo: 2 a 1.

E se o cenário não era favorável, o panorama da partida ficou ainda mais complicado para o Tricolor aos 30 minutos. Guilherme Mattis aproveitou bate e rebate para balançar as redes e ampliar a vantagem no Morumbi: 3 a 1, que se manteve até o apito final e garantiu a vaga aos visitantes.

São Paulo novamente decepciona e só empata no Morumbi

Estadão Conteúdo

Diante de mais de 46 mil pessoas, no melhor público pagante do Campeonato Brasileiro, o São Paulo voltou a decepcionar neste sábado, no Morumbi, ao ficar no empate em 1 a 1 com o Criciúma. Desfalcado de Kaká, Luis Fabiano, Antonio Carlos e Osvaldo, criou diversas chances de gol e só abriu o placar a 17 minutos do fim, com Alan Kardec. Só que, pouco depois, Rogério Ceni falhou e Rodrigo Souza empatou. Após o jogo, o torcedor, que pediu “raça” durante a partida, vaiou o time.

O empate é o terceiro tropeço seguido do São Paulo. Se a intenção de Muricy Ramalho era aproveitar a sequência contra os pequenos para somar nove pontos, na prática deu tudo errado. Diante do Chapecoense, Goiás e Criciúma, a equipe ganhou um único ponto. Com 20, é só o sétimo colocado.

Agora Muricy terá uma semana para tentar dar um padrão tático ao time, que mais uma vez se mostrou extremamente desorganizado. No domingo que vem, o adversário é o Vitória, mais uma vez no Morumbi. Já o Criciúma, que também não vence há três jogos no Brasileiro, tem 15 pontos, no meio da tabela. No sábado, recebe o líder Cruzeiro.

São Paulo

Desfalcado, São Paulo cricou muitas chances de gol e abriu o placar, mas Criciúma empatou no fim do jogo

O jogo

Pelo terceiro jogo seguido, Muricy Ramalho resolveu mexer no esquema tático do São Paulo. De surpresa, sacou Paulo Miranda, que jogaria na lateral direita, flutuando para a zaga e liberando Rodrigo Caio, e escalou Denilson. Assim, Douglas voltou para a lateral (jogaria no meio) e foi Souza quem ganhou liberdade para avançar.

Sem Antonio Carlos, machucado, seguia o problema da bola aérea defensiva. Tanto que, logo aos 4 minutos, por centímetros Silvinho, ex-jogador do clube, não alcançou a bola num peixinho na pequena área e abriu o placar.

À medida que os jogadores tricolores passaram a entender melhor o esquema tático, que não foi treinado durante a semana, o futebol do time evoluiu. Maicon aparecia bem com Douglas pela direita, enquanto Ganso buscava espaço pelo meio. As oportunidades foram surgindo, mas o São Paulo falhava nas finalizações.

Pato teve três grandes chances no primeiro tempo. Uma ele criou em jogada individual, mas parou em Luiz. Nas outras duas, recebeu cruzamentos e falhou na conclusão. Após o segundo erro, a torcida pediu Luis Fabiano, que está machucado. Souza também teve boa oportunidade, fintando o zagueiro com o corpo e chutando por cima do gol.

No segundo tempo, o ritmo seguiu o mesmo. Rogério Ceni, que fez uma grande defesa no primeiro tempo, só assistia à assistindo à partida. Na frente, muitos gols perdidos. Pato chegou muito perto de marcar, carregando a bola quase desde o meio-campo, mas chutou em cima de Luiz. Novamente ouviu provocações da torcida.

Luiz não chegou a fazer nenhuma grande defesa, mas precisou trabalhar bastante, pegando chutes de Ganso e Toloi. Enquanto isso, a torcida pedia “raça”, algo que visivelmente não estava faltando ao time. Para piorar, Rodrigo Caio sentiu lesão no joelho e caiu no chão já pedindo substituição.

Pouco depois, Alvaro Pereira bateu o rosto no gramado e aparentemente ficou desacordado. Mas aí o uruguaio mostrou que a torcida estava errada. Tal como na Copa do Mundo, rejeitou ser substituído enquanto a ambulância estava ao lado do campo esperando por ele. Em seguida, já estava de volta em campo.

E foi na raça uruguaia que começou o gol tricolor. Alvaro Pereira roubou a bola na defesa e começou o contra-ataque. Enquanto ele corria pela esquerda, Ganso deixou Alan Kardec na cara do gol para fazer 1 a 0.

Muricy Ramalho poderia ter aproveitado para Alexandre Pato tentar mostrar serviço sem tanto peso nas costas, mas tirou o atacante para colocar em campo Ademilson. Quem marcou, porém, foi o Criciúma. Após falta batida na área, Rogério Ceni falhou em não segurar a bola que foi nas suas mãos, a zaga vacilou no rebote e Rodrigo Souza empatou.

Com apenas mais uma substituição a fazer, Muricy trocou Denilson por Boschilia. Mas a desorganização ficou ainda mais evidente, com muitos erros de passes. Luiz só precisou trabalhar para fazer uma defesa fácil em cabeceio de Souza.

FICHA TÉCNICA:

São Paulo 1 x 1 Criciúma

São Paulo: Rogério Ceni; Douglas, Rafael Toloi, Rodrigo Caio (Paulo Miranda) e Alvaro Pereira; Souza, Denilson (Boschilia), Maicon e Paulo Henrique Ganso; Alexandre Pato (Ademilson) e Alan Kardec. Técnico – Muricy Ramalho.
Criciúma: Luiz; Eduardo, Ronaldo Alves (Gualberto), Fábio Ferreira e Giovanni; Rodrigo Souza, Martinez, Rafael Costa (Lucca) e Wellington Bruno (Higor); Silvinho e Bruno Lopes. Técnico – Wagner Lopes.
Gol: Alan Kardec, aos 28, e Rodrigo Souza, aos 34 minutos do segundo tempo.
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa/MG)
Cartão amarelo: Douglas (São Paulo)
Renda: R$ 1.243.465,00.
Público: 46.617 pessoas (total).
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo.

São Paulo não repete bom futebol e perde para Chapecoense

Lancepress

Clima frio, em um sábado a noite. Após a boa vitória na última quarta-feira, a torcida do São Paulo esperava alguma coisa do duelo contra a Chapecoense. E o placar de 1 a 0 para o visitante jogou para longe a chance de Rogério Ceni comemorar a vitória de número 600 de sua carreira no Morumbi.
 
N/A

Os jogadores do Chapecoense comemoram o gol da vitória contra o São Paulo, em pleno Morumbi
Sem mostrar o bom futebol que apresentou contra o Bahia, o Tricolor passou por um primeiro tempo duro de acompanhar. O meio de campo são paulino não subiu para o gramado, não deu as caras no jogo. Preferiu não se expor ao frio e deixou o ataque do time numa verdadeira fria. As jogadas ofensivas eram criadas apenas em ultrapassagens pelas laterais, com Osvaldo e Ademílson. Os laterais, apressados, corriam para a ponta e não auxiliavam na criação das jogadas.
 
Maicon, Souza e, principalmente, Paulo Henrique Ganso não estavam bem. Alan Kardec, por sua vez, buscava o jogo e foi o responsável por gerar as principais chances de gol para o São Paulo. Enquanto isso, a Chapecoense fazia o jogo que se propôs a fazer. Defender, marcar muito e jogar no erro do São Paulo. Conseguiu até a primeira etapa, e chegou a assustar.
 
No segundo tempo, novo jogo. Se antes o São Paulo demorava para finalizar, em dois minutos da etapa final, três finalizações. Além disso, a marcação pressão do time da casa apontava 45 minutos bem mais quentes no Morumbi. O que deve ter ficado quente também é a orelha de Alan Kardec ,que perdeu gol cara a cara, livre de marcação. Muricy Ramalho ficou muito irritado com esse lance e, para azar do técnico e de todos os são paulinos, Ricardo Conceição abriu o placar minutos depois. O volante da Chapecoense aproveitou-se de falha grave de defesa do São Paulo, entrou pelo meio dos dois zagueiros – mal posicionados – e mandou de bico para o fundo do gol.
 
Nem os gritos da torcida tricolor de “Cem gols, cem gols, do goleiro matador com a camisa tricolor” auxiliaram o time de Rogério Ceni. Nem os gritos de Muricy a beira do campo conseguiam agitar o time. A entrada de Pato pouco mudou o jogo. E o São Paulo saiu derrotado do Morumbi.
 
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 1 CHAPECOENSE
Data e horário: 19/07/2014 
Local: Morumbi, São Paulo (SP)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (PR-Fifa)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Ivan Bohn (PR)
Público e Renda: 43.075 pagantes / R$ 997.855,00
Cartões Amarelos: Rodrigo Caio (São Paulo); Rafael Lima (Chapecoense), Maicon (São Paulo), Souza (São Paulo), Rodrigo Biro (Chapecoense), Bruno Silva (Chapecoense).
 
GOLS: Ricardo Conceição, aos 11’/2ºT (1-0);
SÃO PAULO: Rogério Ceni, Douglas, R.Caio, A.Carlos, Alvaro Pereira; Souza, Maicon, Ganso; Ademílson (Alexandre Pato, 31’/2ºT), Kardec e Osvaldo (Ewandro 37’/2ºT). Técnico: Muricy Ramalho
CHAPECOENSE: Danilo, Fabiano, Rafael Lima, Jailton, Rodrigo Biro; Wanderson, Ricardo Conceição (Bruno Silva, 32’/2ºT) , Dedé, Camilo (Zezinho, 25’/2ºT), Neném (Abuda, 42’/2ºT) e Bruno Rangel. Técnico: Celso Rodrigues

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