Arquivo da tag: bambis

São Paulo perde do Goiás

Estadão Conteúdo

Com Kaká, Ganso e Kardec no time e Pato no banco, o São Paulo não tem problemas de elenco. A impressão, porém, é que a equipe é mal treinada. Neste domingo, com muita deficiência na transição entre os setores do time, o São Paulo perdeu de 2 a 1 do Goiás, em Goiânia, na reestreia de Kaká, que foi o melhor em campo e foi recompensado com um gol no segundo tempo. Os gols de Amaral e Bruno Mineiro saíram em jogadas pelo alto, deficiência da zaga tricolor.
 
A derrota é a segunda seguida do São Paulo, que vinha de um revés para a Chapecoense em pleno Morumbi. A sequência de jogos contra times de menor expressão, que era vista como oportunidade para fazer a equipe embalar, acaba tendo efeito contrário. Estacionado nos 19 pontos, o São Paulo de Muricy Ramalho já está a nove do líder Cruzeiro.
 
O Goiás, por sua vez, venceu pela primeira vez no Serra Dourada neste Brasileirão, na 12.ª rodada. A equipe, que não marcava um gol há quatro jogos, segue com uma das melhores defesas do campeonato, com oito gols sofridos, apenas. Com 20 pontos, fica em sétimo.
 
O próximo compromisso do São Paulo é quarta-feira, contra o Bragantino, pela Copa do Brasil, em Ribeirão Preto (SP). No sábado, o rival é o Criciúma, numa pouco atrativa reestreia de Kaká no Morumbi. O Goiás, por sua vez, joga domingo pelo Brasileirão, contra o Flu, no Rio.
 
O JOGO – Com Antonio Carlos vetado por conta de dores na panturrilha esquerda, sentidas no sábado, Muricy Ramalho ficou na dúvida se escalava Rodrigo Caio na zaga ou no meio-campo, como havia planejado. Fez as duas coisas. O jogador era defensor quando o Goiás atacava e volante no ataque. 
 
Parecia uma boa opção para o São Paulo, que tinha as reestreias de Rafael Toloi e Kaká. O craque começou o jogo na ponta direita depois mudou de lado com Ademilson, indo jogar na esquerda, mas era quando caia pelo meio que ele rendia melhor. 
 
Num primeiro tempo ruim, só Kaká jogou pelo São Paulo. No seu primeiro jogo, já assumiu o posto de “dono do time”. Orientava os colegas, como um capitão, cobrava falta, escanteio, e tentava ditar o ritmo. Só que Alan Kardec não conseguia acertar uma jogada e Ganso estava nos seus dias de dispersão. 
 
Enquanto Muricy cobrava maior velocidade na transição, o São Paulo assustava pouco. Em 45 minutos, só Kaká chutou. Mandou uma bola fraca nas mãos de Renan, mandou chute quicado para fora e parou no goleiro na melhor jogada de ataque tricolor do primeiro tempo, mas a jogada estava parada por impedimento.
 
Do outro lado, o Goiás aproveitava a liberdade que Muricy deu para Douglas e Alvaro Pereira e jogava pelas laterais, alçando bolas na área. A zaga tirou todas até os 44 minutos, quando David bateu falta e Amaral cabeceou no ângulo, sem chances para Rogério Ceni.
 
No intervalo, Muricy trocou Ademilson por Pato, mas o Goiás fez o segundo aos 3 minutos. Após cobrança de escanteio, Rodrigo Caio rebateu e a bola subiu muito. No “deixa que eu deixo”, quatro são-paulinos viram Amaral cabecear no meio deles e tocar para Bruno Mineiro fazer.
 
Precisando de dois gols, o São Paulo acordou. O rendimento de Kaká caiu, pela falta de ritmo, mas o time tricolor passou a jogar mais perto do gol do Goiás, assustando Renan diversas vezes. O goleiro chegou a fazer uma grande defesa aos 9, em chute cruzado de Alan Kardec, mas Pato errou no rebote.
 
Quando Maicon entrou no lugar de Lucão, o São Paulo ganhou organização no meio-campo. A recompensa veio num lance de sorte, em que a zaga do Goiás errou e tocou para trás, dando nos pés de Kaká para ele tocar antes de Renan e fazer 2 a 1.
 
Passando a acreditar pelo menos no empate, Muricy trocou Souza por Osvaldo e deixou o São Paulo com três atacantes e três meias. Do outro lado, 11 jogadores defendendo. A pressão acabou por dar em nada. 
 
FICHA TÉCNICA:
 
GOIÁS 2 X 1 SÃO PAULO
 
GOIÁS – Renan; Moisés, Jackson, Pedro Henrique e Lima; Amaral, Thiago Mendes, David e Ramon (Tiago Real); Erik (Valmir Lucas) e Bruno Mineiro (Wellington Júnior). Técnico – Ricardo Drubscky.
 
SÃO PAULO – Rogério Ceni; Rafael Toloi, Rodrigo Caio e Lucão (Maicon); Douglas, Souza (Osvaldo), Paulo Henrique Ganso, Kaká e Alvaro Pereira; Ademilson (Alexandre Pato) e Alan Kardec. Técnico – Muricy Ramalho.
 
GOLS – Amaral, aos 44 minutos do primeiro tempo; Bruno Mineiro, aos 3, e Kaká, aos 31 minutos do segundo tempo.
 
ÁRBITRO – Leandro Pedro Vuaden (Fifa/RS).
 
CARTÕES AMARELOS – David e Erik (Goiás); Paulo Henrique Ganso (São Paulo).
 
RENDA – R$ 538.155,00.
 
PÚBLICO – 12.847 pagantes.
 
LOCAL – Estádio do Serra Dourada, em Goiânia (GO).

Fred ignora provocação sãopaulina e reafirma posto de homem-gol de Felipão

Atacante responde gol pedido por Luis Fabiano

O DIA|CHICO SILVA

São Paulo – O último teste do Brasil antes da estreia na Copa foi como o clima de São Paulo nesta sexta-feira à tarde: morno e cinza. O jogo foi salvo por Fred, que reafirmou sua condição de homem de confiança de Felipão. E foi uma tarde particularmente difícil para o artilheiro do Fluminense. Fred enfrentou um gramado pesado, uma zaga dura e até os pedidos por Luis Fabiano feitos pela parcela são-paulina presente ao Morumbi. Na entrevista pós-jogo, o camisa 9 estava mais tranquilo do que aliviado. E encarou com naturalidade os gritos vindos de setores da arquibancada:

No chão, Fred consegue um jeito de finalizar para estufar a rede da Sérvia

Foto:  Reuters

“Isso não mexe mais com o emocional nosso. É natural da torcida brasileira. Mas respondi com o gol.”

Prova de que não estava ressentido com a reação do exigente e nem sempre simpático público paulista, o atacante se esforçou para entender o lado da torcida.

“Isso é cultural do brasileiro. Se você for jogar em Minas, vão pedir um mineiro. Se for em Porto Alegre, vão pedir um gaúcho. Já passei por muitas situações como essa no Brasil. É sempre melhor receber apoio, carinho e incentivo do que vaias e críticas. Mas isso não me abala mais.”

Fred até achou o seu gol desta sexta mais bonito do que o primeiro dos dois que fez sobre a Espanha na final da Copa das Confederações.

“Foi um gol importante, de centroavante. A bola veio cruzada e tive de me livrar de dois zagueiros e bater.”

Sobre o jogo em si, para ele foi um bom teste. O artilheiro acha que agora só faltam pequenos ajustes para a estreia contra a Croácia, quinta-feira, no Itaquerão.

“Estamos prontos. Agora é só esperar a hora de entrar em campo”, disse o autor do solitário gol da vitória no último teste antes do início do Mundial

Em ‘território inimigo’, Seleção encara último teste antes da Copa

Paulo Rogério

N/A

 

O Estádio do Morumbi, em São Paulo, será o palco do último teste da Seleção Brasileira antes da estreia na Copa do Mundo. Nesta sexta, a partir das 16 horas, o Brasil enfrenta a Sérvia e terá a última oportunidade de realizar ajustes antes da partida contra a Croácia, marcada para a próxima quinta-feira, às 17 horas, na Arena Corinthians.

O time que vai a campo será o mesmo da estreia no Mundial. A única mudança que poderá ser realizada será a entrada de Willian na vaga de Oscar. O ex-jogador do Corinthians está bem cotado, jamais começou uma partida como titular e, para completar, Oscar ficou fora da atividade da manhã de quinta-feira para acompanhar o nascimento de sua filha no interior de São Paulo, mas está concentrado com o time. Willian e Oscar são companheiros no Chelsea, da Inglaterra.

Meia vem aparecendo como grata surpresa e Felipão considera, sim, a titularidade

Willian vem aparecendo como grata surpresa e Felipão considera, sim, a titularidade diante da Sérvia


Além do último teste, a realização da partida no Morumbi vem para terminar de apaziguar os ânimos na parte paulista da Copa do Mundo. Isso porque o estádio do São Paulo estava cotado para ser uma das 12 arenas do Mundial, mas Andrés Sanchez, então presidente do Corinthians, ganhou a queda de braço e conseguiu viabilizar a construção do estádio que ficará para o clube depois da Copa.

São Paulo e a Seleção Brasileira não costumam ter uma boa relação. Nos últimos anos o time quase sempre é vaiado quando atua na capital paulista. O repúdio foi visto na partida contra o Equador, pelas Eliminatórias para a Copa de 1994 e no torneio qualificatório para os mundiais de 2002 (partida contra a Colômbia, quando mastros de bandeiras distribuídas aos torcedores foram atirados no gramado) e 2010 (em jogo contra o Uruguai).

O BRAÇO DA VERGONHA

Clube Atlético Paranaense //

29/05/2014 – Imprensa CAP

Ontem, contra o São Paulo, nossos meninos comandaram o jogo durante todo o tempo. Em nenhum momento a garotada do CT do Caju deixou a experiência de Rogério Ceni e demais bambis superar a nossa técnica e a nossa garra.

O pênalti, pra lá de duvidoso, já estava absorvido e os contra-ataques do Furacão mostravam que a vitória poderia acontecer a qualquer momento. O gol de Cléo veio no momento certo e a vitória fazia justiça ao melhor futebol do Furacão. Mas eis que, já nos acréscimos, o jogador Luis Fabiano entrou na área como se fosse um pivô de basquete, de braços erguidos de forma desajeitada e fez o gol como se estivesse disputando um rebote no garrafão. Ele ainda olhou para o árbitro, imaginando que este anularia o lance. Mas, não, sua excelência confirmou o gol. O que dizer de um lance destes?! O mesmo que dissemos do impedimento marcado contra nós no ATLEtiba: só pode ser sacanagem!

O Clube Atlético Paranaense protestará junto à CBF, pois não dá pra deixar passar um erro desses. Mas, somos sabedores de que a demonstração de indignação maciça dos atleticanos é a única ação de fato eficiente!

 

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio