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Hino Nacional é um dos termos mais buscados na Internet

De A Tribuna On-line

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Copa estimula busca do Hino do Brasil

Não são apenas as ruas que estão vestidas de verde e amarelo pela Copa do Mundo. O mundial está fazendo com que internautas busquem o Hino Nacional com mais frequência. De acordo com os dados da Hitwise, ferramenta de inteligência em marketing digital da Serasa Experience, a busca pelo hino na Internet cresceu em maio. Entre os 10 termos mais buscados sobre o tema,  aparecem variações de letra e download da música.

No período, houve também um aumento na representatividade das buscas por termos relacionados a “copa”. Entre as formas mais buscadas, estão variações de “copa do mundo 2014”, “tabela da copa 2014”, “música da copa 2014” e “folhetos da copa do mundo”.
 

Buscadores

De acordo com a ferramenta, o Google Brasil permaneceu em primeiro lugar entre os buscadores mais utilizados no país, registrando 94,10% de participação nas buscas realizadas no período de quatro semanas consecutivas terminado em 31 de maio de 2014. Em segundo lugar em participação nas buscas no país em maio está o Google.com, com 2,89%, seguido de Bing.com, com 1,38%, e Ask Brasil, com 1,15% da preferência dos usuários.

O Yahoo! Brasil está em quinto lugar entre os buscadores mais utilizados, com 0,41% de participação de buscas em maio. Ainda dentre os top 10 buscadores mais usados no Brasil no período estão Yahoo.com (0,05%), Google Reino Unido (0,01%), Google França (0,004%), Google Canadá (0,003%) e Click RBS Busca (0,002).

 

Jornalistas do Rio irão à Justiça em busca de proteção contra polícia

AGÊNCIA BRASIL

O Sindicato dos Jornalistas do Rio se reúne hoje (16) com um advogado para analisar que medida deverá ser tomada pela entidade após a prisão da jornalista Vera Araújo, do jornal O Globo, quando tentava filmar um torcedor detido por policiais militares por estar urinando na rua. A presidenta do sindicato, Paula Máiran, disse que não vê a prisão como um ato isolado ou um desvio pontual de conduta. “A gente entende que há uma política de estado que justifica um relatório nosso”, disse.

Ela argumentou que de maio do ano passado até maio último, dos 72 jornalistas que respondem por mais de 100 casos de agressão sofridos pela categoria no Rio, “cerca de 80% são de responsabilidade de policiais militares”. Paula Máiran explicou que embora Vera Araújo conte com o apoio da empresa para a qual trabalha, o sindicato pretende tomar uma medida de interesse coletivo, visando a obter prevenção jurídica para esse tipo de episódio.

A sindicalista lembrou que as autoridades foram notificadas em abril deste ano, por ocasião de episódio similar, quando outro jornalista do jornal O Globo, Bruno Amorim, foi detido por policiais militares quando fazia fotos da ação policial na desocupação da Favela da Oi, no Engenho Novo. “A gente tinha encaminhado um ofício e aí, infelizmente, um fato semelhante se repete”. O sindicato não recebeu resposta ao ofício encaminhado às autoridades no caso de Bruno Amorim. Recebeu apenas notificação da 25ª Delegacia Policial, relacionada ao inquérito.  “Mas nenhuma resposta formal ao ofício”, disse.

Paula lembrou que uma conquista obtida pelos jornalistas na semana passada foi a recomendação do Ministério Público do Trabalho com 16 itens relacionados à segurança dos profissionais “que precisam ser observadas pelas empresas”. “A gente vê, por um episódio como esse da Vera Araújo, que a responsabilidade não cabe só às empresas. Há também uma parcela muito importante que é do Estado”, destacou a  presidenta.

Ela avaliou que a punição do policial militar identificado como sargento Edmundo Faria, “que fez o ato de cerceamento contra Vera Araújo”, não é suficiente. “A gente entende que a violência não foi só prender e ferir, foi também torturar. Porque circular com ela de carro, durante algumas horas antes de levar para a delegacia, infere em tortura psicológica. A punição do indivíduo não basta. Os fatos e as estatísticas comprovam que isso não resolve a questão”. Segundo Paula Máiran, é preciso trabalhar o modelo de segurança pública “que tem jornalistas como alvo específico de perseguição”.

De acordo com relato da jornalista Vera Araújo ao jornal O Globo, durante o percurso até a delegacia, seu celular foi tomado pelo sargento Faria, quando ela tentava fazer contato com o jornal e com representantes da Polícia Militar para explicar o mal entendido. Faria decidiu, então, parar o veículo e algemá-la. “Ele apertou tanto que os meus pulsos estão machucados”, relatou Vera ao jornal. Na delegacia, acompanhada por um advogado, a jornalista registrou o caso como abuso de autoridade. Após ser liberada do trabalho nesta segunda-feira, ela não foi encontrada pela Agência Brasil para comentar o caso.

Corinthians busca o primeiro triunfo em seu novo estádio

Estadão Conteúdo

O Corinthians tem apenas uma derrota no Campeonato Brasileiro – e ela aconteceu justamente no Itaquerão. Neste domingo, às 16 horas, contra o Botafogo, pela nona rodada, o time tem a chance de apagar a lembrança ruim da inauguração do estádio no jogo contra o Figueirense (1 a 0), há duas semanas.
 
“Agora estamos mais preparados para jogar na Arena”, afirmou Mano Menezes. O técnico tem certa razão. Primeiro porque não há mais aquela pressão da estreia na nova casa. Esta foi o principal problema contra o Figueirense: os jogadores ficaram tão ansiosos e nervosos que cometeram falhas primárias naquela partida: de erros de passe à finalização.
 
Mas o mais importante: o Corinthians evoluiu, como equipe, em relação àquele jogo. Mano Menezes conseguiu repetir a escalação e abandonou a ideia de jogar com dois meias. O time, o mesmo que venceu o líder Cruzeiro na última quarta-feira, trabalha melhor a bola na transição do meio de campo ao ataque. Petros é bom ladrão de bolas e inicia jogadas de contra-ataque.

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Na estreia contra o Figueirense, o time perdeu de 1 a 0 e gerou gozações de torcedores rivais
 
“Após esses jogos que vencemos, a equipe caminha para uma definição, temos uma ideia clara do que queremos. Seja com o Jadson, com o Petros, com o Renato (Augusto) ou com o Lodeiro, que está chegando”, disse o técnico.
 
O Corinthians usa como espelho a vitória como Cruzeiro. Foi a melhor partida do time neste Brasileirão. “Temos de saber propor o jogo, mas o Botafogo também tem seus objetivos. E quando o adversário propor, temos tem que saber marcar e fazer a transição rápido ao ataque”, afirmou Mano Menezes.
 
Se vencer o Botafogo, o Corinthians cumpre a sua meta de chegar ao recesso do campeonato entre os primeiros colocados – é o terceiro colocado. O time carioca vem de uma boa vitória sobre o Palmeiras, por 2 a 0, na última quarta. O único desfalque importante é atacante Emerson. que não pode jogar contra seu ex-clube e, além disso, está suspenso.

POETIZA LANÇA SEU PRIMEIRO EP

“Poetiza nos Riddim’s” é o nome do novo trabalho da cantora que é uma das principais vozes do ragga e dancehall no Brasil.

Poetiza é uma das vozes femininas mais representativas do cenário ragga e dancehall no Brasil, uma das pioneiras da cultura RaggaBr, como também foi apelidado o estilo musical, que ganhou até a hashtag #raggaBR. A artista, que nasceu dos guetos de São José do Rio Preto, interior de São Paulo, agora coloca nas ruas sua primeira EP chamada “Poetiza nos Riddim’s” (baixe aqui). Já o EP físico estará a venda pelo emailpoetiza@doladodeca.com.br

A cantora começou sua carreira com o rap e quando conheceu o ragga fez questão de manter suas raízes que sempre tiveram influência da cultura urbana em geral. “Meu som sempre teve influências urbanas focadas no ragga e no rap, que fazem parte da história da minha vida”, revela Poetiza. Segundo ela, todas as referências do seu trabalho são focadas nas culturas de rua.

Poetiza é um grande exemplo de artista independente no Brasil, mulher do progresso, empreendedora, sempre correu atrás de seus objetivos com muita luta e dedicação. Desta vez não seria diferente, “Poetiza nos Riddim’s” foi feito com muito esforço e trabalho e foi todo produzido pello “Le Dread” no “Kafofu Records”.

Das sete faixas, dois riddims são nacionais e cinco são gringos, os nacionais são as faixas 02 e 05, produzidas respectivamente por Le Dread e Hurakan. As músicas “A levada é ragga” e “Busca”, que já tem vídeos disponíveis na web, também fazem parte do trabalho, além de três músicas inéditas, “Olhe sua vida”, “Som das Ruas” e “Essa é pra dançar”.

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio