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Na prorrogação, Arsenal comemora seu primeiro título em nove anos

Lancepress

O Arsenal fez o seu torcedor sofrer até o último minuto possível antes de acabar com a seca de títulos, que já durava nove anos. Após ver o Hull City abrir 2 a 0, os Gunners foram buscar o resultado, precisando da prorrogação para virar a final e conquistar a Copa da Inglaterra pela 11ª vez na história da competição, a mais antiga do mundo. Os Tigers marcaram com Chester e Davies; o Arsenal virou através de Cazorla, Koscielny e Ramsey.

Agora, o Arsenal se iguala ao rival Manchester United como maior vencedor da FA Cup. O último título dos Gunners havia sido em 2005, quando o time contava com os brasileiros Gilberto Silva e Edu, além de nomes como Henry e Vieira. O título também alivia a posição do técnico Arsene Wenger, que vem sendo duramente criticado por não dar um troféu aos Gunners nos últimos nove anos.

Jogo

Quem achou que o Arsenal entraria com tudo para cima do Hull se enganou. Foi o contrário. Os Tigers chegaram à final com sede de gol. Logo no começo, 2 a 0, através de Chester e Davies em falhas inacreditáveis da zaga dos Gunners. E Bruce ainda teve a chance de marcar o terceiro antes de os londrinos entrarem finalmente no jogo.

Gunners saíram perdendo por 2 a 0, mas buscaram a virada em final emocionante

Gunners saíram perdendo por 2 a 0, mas buscaram a virada em final emocionante

Com falta perfeita, Cazorla diminuiu o placar e colocou os Gunners na parada. Depois do gol, o Arsenal foi superior durante toda a primeira etapa, mas não conseguiu traduzir o domínio em chances. Assim, o Hull foi ao vestiário com boas chances para a segunda etapa, principalmente pelo 2 a 1 conquistado.

Na segunda etapa, mais do mesmo. O Arsenal tinha o domínio da posse, rodava, mas chegava com pouco perigo à frente. Exceção feita a lances de escanteio, que os três gigantes zagueiros do Hull não tiveram dificuldades para tirar. Isso mudou em uma jogada na área, quando a bola sobrou para Koscielny, que empatou. Os Gunners ainda buscaram a vitória, mas o jogo foi mesmo para a prorrogação.

No tempo extra, cresceu a figura de Ramsey. No primeiro tempo, o galês finalizou três vezes, obrigando McGregor a trabalhar. Na segunda etapa, veio o gol: em lance fora da área, ele tirou do goleiro, virou o jogo e colocou seu nome na história do Arsenal.

Com muito sofrimento, Atlético leva o título espanhol

Lancepress

Foram 18 anos sem o Atlético de Madrid ser campeão espanhol, e 10 com o título apenas nas mãos de Real Madrid e Barcelona, mas enfim o Colchonero soltou o grito. E foi com muito sofrimento. Com 20 minutos, o time da capital perdeu Diego Costa e Arda Turan, pouco depois levou o gol, mas Godín garantiu o empate em 1 a 1 no Camp Nou e o título para o Atlético.

Parte da temporada do Atlético de Madrid está coroada com o título. Mas o time ainda pode levantar outro troféu, e importante. No próximo sábado tem a final da Liga dos Campeões contra o Real Madrid. Tudo isso dedicado a Luís Aragonés, um dos maiores ídolos da história do clube, que morreu neste ano.

Jogo

O jogo não demorou nada para ficar dramático. Até os 20 minutos estava bom, com os dois times atacando, sem chances claras, é verdade, mas a intensidade era grande. O Barcelona, sem Xavi e Neymar, conduzia bem o jogo, com Iniesta e Fàbregas liderando ao lado de Messi, e o Atlético de Madrid conseguia encaixar bons contra-ataques.

O atlético de Madrid arrancou um empate na casa do Barcelona e levantou a taça do Campeonato Espanho

O atlético de Madrid arrancou um empate na casa do Barcelona e levantou a taça do Campeonato Espanhol

Mas o título parecia que ia começou a ficar com o Barcelona logo aos 12 minutos de jogo. Diego Costa corria para um contra-ataque e sentiu dores. Ficou no chão, tentou voltar, mas não deu. Pouco depois foi a vez de Arda Turan. O Atlético perdia suas referências na frente, ainda mais em uma tarde pouco inspirada de Villa.

Golpe e golaço

O golpe mais duro veio ainda no primeiro tempo. E com muito estilo. Fàbregas tocou para Messi pelo alto, de dentro da área o argentino ajeitou para Sánchez, que acertou um lindo chute na diagonal no ângulo de Courtois. Golaço.

O Atlético ficou visivelmente abatido com todos esses fatos e demorou para se recuperar. Ainda fez uma pressão no fim, quase se aproveitou de um Pinto atabalhoado, mas foi para o intervalo na desvantagem e perdendo o título.

Pressão

Na volta para o segundo tempo, o Atlético de Madrid parecia que era outro time em relação ao que começou o jogo. Apenas em três minutos, Villa já teve três oportunidades e poderia ter empatado. Enquanto isso, o Barcelona ficava acuado. O prêmio pelo empenho veio rápido. Ainda nesta fase do jogo, saiu o gol.

Escanteio do lado direito de ataque, ninguém do Barça sobe, Godín vai lá no alto e cabeceia bonito. Na sequência, o Atlético de Madrid se animou e continuou no ataque. Era a vez do time da casa não saber muito o que fazer.

Neymar

O Barcelona ensaiou uma pressão, o brasileiro entrou ligado, e até saiu um gol. Porém, Messi estava na banheira e subiu a bandeira.

Aos poucos, o Barcelona começou a demonstrar nervosismo. Na reta final entrou Xavi, e a pressão aumentou. O Atlético ficava todo atrás, e até teve contra-ataques. Mas o jogo era segurar mesmo lá atrás, e conseguiu. Não levou mais gols e enfim gritou que é campeão. E sábado que vem tem mais.

Verdão busca reação discursando que “Brasileiro não aceita desaforo”

Em meio ao discurso de foco momentâneo na Copa do Brasil, torneio pelo qual o time enfrenta o Sampaio Corrêa nesta quarta-feira, o Palmeiras está de olho na recuperação no Campeonato Brasileiro. O elenco lembra até do rebaixamento em 2012 para já ficar alerta após somar somente três pontos em três rodadas.


“Muita gente fala que está no começo, mas temos que encarar com baita dificuldade porque o Campeonato Brasileiro não aceita desaforo. Quanto antes voltarmos a pontuar será de grande importância para a nossa continuidade”, comentou Wesley, presente na campanha que levou o clube à segunda divisão nacional há dois anos.

A derrota de virada para o Flamengo, por 4 a 2, no domingo, motivou a declaração do volante, bem similar à que Gilson Kleina adotou mesmo durante o Campeonato Paulista. “Na Série A, não dá para brincar”, avisou o técnico à base campeã da Série B do Brasileiro.

O resultado no Maracanã só aumentou a urgência de melhora. “Não foi o que queríamos. No Campeonato Brasileiro, temos que estar ligados o tempo todo, os 90 minutos e os acréscimos. Não soubemos tomar conta disso”, falou Wesley.

“O futebol hoje em dia está muito igual. A maioria das equipes, tirando algumas exceções, está no mesmo nível. O que supera mesmo é a vontade, é a aplicação tática. Então, tenho certeza de que estamos no caminho e que daremos a volta por cima”, tentou motivar o jogador.

A ideia inicial de Kleina é atingir, ao menos, 60% de aproveitamento, o que significa 17 pontos antes da parada da Copa do Mundo. O time tem que correr atrás de 14 pontos nos seis próximos jogos. “Já conversamos bem sobre esses nove jogos, para buscar a melhor pontuação. Não é bom ter duas derrotas seguidas. Precisamos reagir”, cobrou o treinador.

Fonte: Gazeta Esportiva 

Napoli vence e conquista título manchado por conflito

Estadão Conteúdo

N/A

O último título conquistado pelo Napoli era de 2012. 
No dia em que a decisão da Copa da Itália ficou em segundo plano graças à mancha criada antes da partida por um violento confronto entre torcidas organizadas, o Napoli faturou seu quinto título da competição. Neste sábado, a equipe derrotou a Fiorentina por 3 a 1, com dois gols de Insigne, no Estádio Olímpico de Roma, e recuperou o troféu conquistado em 2012 – no ano passado ficou com a Lazio.
 
Além de 2012, o time napolitano já havia ficado com o título em 1962, 1976 e 1987. Já a Fiorentina teve que se contentar com seu quarto vice. A equipe, no entanto, aparece na frente do Napoli na lista de campeões com seis conquistas: 1940, 1961, 1966, 1975 1996 e 2001.
 
A partida começou com cerca de meia hora de atraso por conta de um confronto entre torcedores do Napoli e da Roma, fruto da histórica rixa entre as duas cidades. Pelo menos três torcedores foram baleados, sendo que um deles está em estado grave. Outras dezenas de pessoas ficaram feridas.
 
Às 16 horas (de Brasília), horário previsto para o início do jogo, Hamsik, eslovaco ídolo da torcida do Napoli, subiu sozinho ao campo e, acompanhado de policiais, se dirigiu ao líder dos ultras do seu time para uma conversa particular. O torcedor, com uma camisa que pedia “liberdade aos ultras”, desceu ao gramado, e deu “aval” para que a partida iniciasse.
 
O Jogo
 
O Napoli começou com tudo o primeiro tempo, empurrado pelo dia inspirado do atacante Insigne, responsável por dar à equipe uma vantagem confortável no primeiro tempo. Logo aos cinco minutos, ele quase marcou, ao fazer bela jogada pela esquerda, cortar para o meio e exigir grande defesa do brasileiro Neto.
 
Seis minutos depois, no entanto, não teve jeito. Hamsik puxou contra-ataque e rolou para Insigne bater cruzado, com curva. A bola ainda bateu na trave antes de entrar. O segundo sairia aos 17, novamente com Insigne. Ele aproveitou cruzamento de Higuaín para bater de esquerda, contar com um desvio e aumentar a vantagem.
 
Precisando reagir, a Fiorentina foi para cima e diminuiu aos 28. Ilicic lançou para Vargas, que estava em posição duvidosa e bateu no canto esquerdo de Reina. O empate até saiu aos 44, mas a arbitragem anulou. Após cobrança de falta para a área, Aquilani marcou, mas em posição de impedimento.
 
Emocionante no primeiro tempo, a partida perdeu muito em nível técnico no segundo. E as oportunidades ficaram escassas. O Napoli se fechava, tentando manter a vantagem, enquanto a Fiorentina apostava todas as suas fichas em uma pressão. Aos 26, Matías Fernández quase marcou de fora da área. No contra-ataque, os napolitanos tiveram a chance de matar o jogo com Pandev, mas também desperdiçaram.
 
A partida só voltou a ganhar em emoção com a expulsão de Inler, aos 34 minutos, por falta em Ilicic. A Fiorentina aproveitou a vantagem numérica para ir para cima e teve grande oportunidade aos 40, quando Ilicic recebeu dentro da área, sozinho, e tentou encobrir Reina, mas jogou para fora. Já nos acréscimos, Mertens recebeu dentro da área, fez o terceiro e selou o resultado.

Corinthians é campeão do Brasileiro de Natação após 48 anos

Lancepress
Após 48 anos de jejum, o Corinthians voltou a conquistar o Campeonato Brasileiro Absoluto de Natação. Neste sábado, a equipe paulista venceu o Troféu Maria Lenk, no parque aquático do Ibirapuera, em São Paulo, deixando para trás o Minas Tênis Clube, que era o atual campeão, e o Pinheiros. No total, o clube do Parque São Jorge somou 2.875,50 pontos, contra 1.990,50 dos mineiros e 1.730 do rival paulista. O Corinthians foi campeão pela primeira vez em 1962. Depois, voltou a erguer o troféu em 1964, 1965 e 1966.

” Foi um título muito planejado. O Corinthians não deu passos que não podia. Começamos trabalhando nas categorias de base e fomos construindo pouco a pouco. Os atletas enxergam hoje o clube como uma casa. A cada ano vamos acrescentando um elemento para tornar a equipe mais forte. A natação do Corinthians nunca acaba, pois é muito trabalho. Ainda não temos um projeto com incentivos fiscais e acho que é isso o que falta para solidificar ainda mais o que é feito. Este ano trouxemos a Katinka Hosszú (húngara campeã Mundial), mas ressalto que mesmo sem ela estávamos planejados para brigar pelo título. Ter a oportunidade de trazer uma atleta como esta, num país em que a natação feminina precisa crescer, acho que é muito positivo, pois elas conseguem enxergar mais facilmente que também podem chegar lá”, explicou Carlos Matheus, que é neto do ex-presidente do Corinthians, Vicente Matheus.

Vice no geral, o Minas venceu na contagem das provas masculinas, com 1.193,50 pontos. No feminino, também deu Corinthians, com 1.862 pontos. Na contagem de medalhas, o Timão somou 34 (17 de ouro, nove de prata e oito de bronze). O Minas ficou com 30 pódios no total (nove de ouro, 12 de prata e nove de bronze) e o Pinheiros obteve 24 medalhas (sete de ouro, oito de prata e nove de bronze).

Benfica é campeão português 33.ª vez

BENFICA-OLHANENSE, 2-0

Diário de Notícias/ João RuelaHoje

 
Benfica é campeão nacional pela 33.ª vez
Fotografia © Gustavo Bom/Global Imagens

“Bis” de Lima permite ao Benfica fazer a festa de campeão nacional pela 33.ª vez, sucedendo ao “tri” do FC Porto, a duas jornadas do final da I Liga. Título na Luz entra para a história do futebol europeu.

 
LIGA (28.ª J): RESUMO BENFICA 2-0 OLHANENSE
O Benfica sagrou-se neste domingo campeão nacional de futebol pela 33.ª vez, fruto de um triunfo por 2-0 sobre o Olhanense, na 28.ª e antepenúltima jornada da I Liga. A festa fez-se em tons de vermelho e regada a champanhe na Luz, com o Benfica a encontrar semelhanças com a caipirinha: com Lima é muito melhor. Foi o “bis” do avançado brasileiro, aos 57 e 60 minutos, a assinar o triunfo que sentenciou o titulo.

A equipa de Jorge Jesus, que à quinta época chega ao segundo título de campeão na Luz, travou a hegemonia do FC Porto nos últimos anos, ao impedir o “tetra” dos dragões, com um título que é um novo marco no futebol europeu: o Benfica é a primeira equipa do “top 10” das Ligas europeias da UEFA a chegar aos 33 títulos, superando os 32 do Real Madrid.

As águias aumentam o fosso de títulos em relação aos rivais, FC Porto (27) e Sporting (18), ainda que em termos absolutos o Benfica tenha menos quatro troféus no futebol profissional do que os dragões (74-70). No entanto, a equipa de Jorge Jesus está na final da Taça de Portugal e nas “meias” de Taça da Liga e Liga Europa, podendo ainda completar uma época de sonho, após o traumático desfecho de 2012/13, em que não ganhou nada.

Com 23 vitórias, quatro empates e apenas uma derrota (frente ao Marítimo, na primeira jornada), o Benfica soube dar a volta ao mau início de época que chegou a deixar as águias a cinco pontos do FC Porto. Agora, levam 18 de vantagem sobre os dragões, à condição, a maior distância da era Pinto da Costa, em que os portistas superaram largamente o Benfica na luta pela hegemonia do futebol nacional, agora “travada”. O Sporting foi quem mais luta deu à equipa encarnada ao longo da época e superou as expetativas iniciais, mas foi insuficiente para ombrear pelo título até ao fim.

A equipa de Jorge Jesus soube, ainda, superar a saída de Matic em janeiro e as graves lesões de Salvio e Cardozo ao longo da época. Luisão, capitão encarnado, protagonizou com Garay uma dupla defensiva de sucesso, mas foi o “perfume argentino” de Enzo Pérez e Nico Gaitán que mais encantou na versão 2013/14 do Benfica. Markovic surge como empolgante promessa para o curto prazo, enquanto Lima e Rodrigo dividiram as despesas goleadoras do clube da Luz. O Benfica tem o melhor ataque (56) e a melhor defesa da I Liga (15), não tendo perdido um único “clássico” até ao momento. A receção ao Vit. Setúbal e a visita ao Dragão só servirão para cumprir calendário, seguindo-se uma festa, por todo o país, justificada com a tremenda regularidade exibida ao longo da época, daquela que foi – e é -, a larga distância, a melhor equipa da época no futebol nacional e uma das melhores na Europa.

Filme do jogo:

90+2′ Final do jogo! O Benfica é campeão nacional de futebol pela 33.ª vez!

90′ Dois minutos para a festa…

89′ “Campeões, campeões, nós somos campeões!”, é o que se grita no Estádio da Luz.

87′ Cardozo remata quase do meio-campo, Belec estava atento.

84′ Substituição no Benfica. Saiu Rodrigo e entrou Cardozo.

83′ Cartão amarelo para Diakhité.

82′ Remate forte de Rodrigo, à malha lateral.

81′ Cardozo será o último a entrar no Benfica.

78′ Cartão amarelo para Djuricic, por derrubar Balogun.

76′ Substituição no Benfica. Saiu Gaitán e entrou Djuricic.

75′ Substituição no Olhanense. Saiu Celestino e entrou Balogun.

72′ Que perdida de Lima! Completamente isolado, o avançado brasileiro atira para defesa de Belec e desperdiça uma grande oportunidade para fazer o “hat-trick”.

69′ Rodrigo é derrubado por Diakhité na grande área. Carlos Xistra não dá penálti.

68′ Que perdida de Rodrigo! Maxi Pereira entrou na grande área e colocou a bola na pequena área, mas o avançado atirou ao lado do alvo, quando “só” tinha que encostar.

66′ Substituição no Olhanense. Saiu Rui Duarte e entrou Tozé Marreco.

64′ Remate colocado de Rui Duarte, a sair ao lado do alvo.

64′ O Benfica “soltou-se” após os dois golos de Lima e procura o 3-0, com o Estádio da Luz em ambiente de euforia.

62′ As dúvidas desfizeram-se em três minutos: o Benfica vai ser campeão nacional neste domingo, pondo fim a um jejum sem festejos que durava desde 2010.

61′ Cartão amarelo para Lima, por festejos excessivos.

60′ GOLO DO BENFICA! LIMA FAZ O 2-0! Depois do voo da águia Vitória, o frango de Belec: correria e remate forte de Lima, no flanco direito, e o guarda-redes deixou a bola escapar por baixo das pernas para o fundo das redes.

57′ GOLO DO BENFICA! LIMA FAZ O 1-0! Acabou a resistência do Olhanense, que apesar de ter passado quase todo o jogo a defender sofreu em contra-ataque: depois de um primeiro remate de Gaitán e de uma defesa incompleta de Belec, Lima apareceu para a recarga e empurrou para o fundo das redes.

56′ Femi remata na sequência de um canto, mas a bola foi para as “nuvens”.

55′ Dionisi desperdiça uma boa ocasião, ao rematar contra Maxi Pereira na grande área, após boa abertura de Celestino.

54′ Lima desperdiça! Remate à meia volta na grande área, a fazer a bola sair por cima do alvo.

53′ Maxi Pereira, até ver, o melhor em campo do lado do Benfica. Com pouco trabalho defensivo, está sempre a dar profundidade ao flanco e já arrancou vários cruzamentos perigosos.

51′ Dez remates do Benfica, apenas um à baliza. Muita ineficácia na equipa de Jorge Jesus, hoje co-orientada por Raúl José.

48′ Mantém-se o filme da primeira parte: Benfica a atacar, Olhanense a defender.

46′ Início da segunda parte! Bola para o Benfica.

– Substituição no Benfica. Saiu Salvio, lesionado num pulso, e entrou Markovic.

45′ Intervalo na Luz, com 0-0 no marcador, resultado que não dá festa antecipada ao Benfica.

44′ Maxi Pereira joga praticamente a extremo, enquanto André Almeida sobe pouco pelo flanco.

42′ Galderisi sempre muito interventivo nas indicações à sua equipa, dando ordem para “fechar” os caminhos para a baliza antes do intervalo.

40′ O Benfica soma 25 ataques na partida, 15 dos quais pelo flanco direito, divididos entre Salvio (8) e Maxi Pereira (7).

37′ Benfica com cinco pontapés de canto, mas para já sem tirar proveito das bolas paradas, em que costuma ser perigoso.

35′ Remate forte de Lima, a sair ao lado do alvo. Aos 30 anos, procura o primeiro título da carreira.

33′ Maxi Pereira remata forte, mas a bola saiu um pouco ao lado do alvo.

32′ O Olhanense cometeu apenas uma falta até ao momento, apesar de o Benfica ter quase sempre a bola (71%).

30′ Cumpre-se meia hora de jogo na Luz e o entusiasmo vai descendo nas bancadas. O Olhanense está a conseguir aguentar o nulo, mas sempre que o Benfica acelera consegue criar perigo.

28′ Corte providencial de Luís Filipe, a impedir o cabeceamento de Lima. O Benfica força o ataque pelo seu flanco direito, pois o lado esquerdo da defesa do Olhanense tem sido uma “autoestrada”.

28′ Primeira defesa de Belec na partida, a remate de Nico Gaitán.

27′ Belec falha na saída e Rodrigo quase conseguia aproveitar.

26′ Benfica com 70% de posse de bola e quatro remates, nenhum à baliza; o Olhanense rematou três vezes, uma à baliza.

23′ O Benfica joga no meio-campo do Olhanense, mas Belec ainda não foi forçado a fazer nenhuma defesa.

21′ Celestino volta a tentar servir Dionisi, mas o avançado não conseguiu dominar, já dentro da grande área.

20′ Nico Gaitán tenta a assistência para Rodrigo, de calcanhar, mas o avançado “amorteceu” para Salvio rematar contra Diakhité.

19′ Celestino falha no último passe para Dionisi e desperdiça um lance de ataque que poderia ter sido perigoso.

18′ Boa ação de Jander, a rematar rasteiro, para Oblak segurar. Terceiro remate do Olhanense, primeiro à baliza na partida.

16′ Olhanense vai chegando timidamente à grande área adversária, a procurar o passe curto ao invés de futebol direto.

14′ Começa a chover na Luz, numa altura em que Lima recebe assistência médica, após choque com Diakhité.

13′ Jander está um desastre no lado esquerdo da defesa do Olhanense. Salvio faz o que quer do brasileiro e, há pouco, viu Luís Filipe afastar um cruzamento perigoso.

10′ Que falhanço de Lucas Souza! Isolado, o médio brasileiro entrou na grande área e ficou com tudo para faturar, mas atirou a rasar o poste. Ritmo de jogo frenético na Luz.

10′ Que perdida de Lima! Fabulosa jogada entre Gaitán e Rodrigo, com o avançado a servir Lima, que “só” tinha que encostar, mas atirou por cima da baliza, já com Belec batido.

9′ Lima, de cabeça, antecipa-se a Belec mas atira muito por cima, após cruzamento de André Almeida.

8′ O Olhanense joga praticamente com toda a equipa atrás da linha da bola. Só Dionisi fica na frente para as “sobras”.

6′ Que perdida de Rodrigo! Servido por Garay, de cabeça, o avançado teve tudo para “fuzilar” a baliza, mas acertou mal na bola.

5′ Pressão alta do Benfica e muita intensidade no último terço do terreno. Marcar cedo é a receita traçada.

3′ Benfica quase marcava! Rodrigo fez o que quis da defesa do Olhanense e cruzou para Gaitán, mas Luís Filipe, perto da linha de baliza, evitou que a bola entrasse para o 1-0.

2′ O Olhanense joga com três centrais e apenas um avançado na Luz, declaradamente uma estratégia defensiva.

1′ Carlos Xistra apita para o início do jogo! Bola para o Olhanense.

BENFICA: Oblak; Maxi Pereira, Luisão, Garay, André Almeida; André Gomes, Enzo Pérez, Salvio, Nico Gaitán; Rodrigo e Lima.Suplentes: Artur Moraes, Jardel, Rúben Amorim, Filip Djuricic, Markovic, Ivan Cavaleiro e Oscar Cardozo.

OLHANENSE: Belec; Luís Filipe, Ricardo Ferreira, Diakhité, Sampirisi, Jander; Lucas Souza, Celestino, Obodo, Rui Duarte; Dionisi. Suplentes: Ricardo, Vítor Bastos, Pelé, Bigazzi, Tozé Marreco, Femi e Mehmeti.

17.55 – Tudo pronto para o início da partida. Vídeos, fotos e comentários para a acompanhar ao minuto em DN.pt.

17.45 – As duas equipas regressaram aos balneários, após cumpridos os exercícios de aquecimento.

17.30 – O Benfica começa a aquecer. Cardozo vai ficar no banco e André Gomes vai estrear-se como titular.

17.23 – A equipa do Olhanense já aquece. Equipas titulares serão anunciadas dentro de momentos.

17.20 – Oblak e Artur Moraes sobem ao relvado e começam a aquecer.

17.15 – O troféu da I Liga já está no Estádio da Luz e, caso o Benfica seja campeão, será entregue a partir das 18.30, hora em que termina a suspensão de um mês a Luís Filipe Vieira.

17.00 – Céu cinzento na Luz, com o sol a “espreitar” timidamente a espaços, mas ao que tudo indica não choverá no decorrer da partida. O relvado da Luz está ser regado, a uma hora do início do jogo.

16.50 – A estátua de Eusébio é, naturalmente, muito solicitada neste dia. Dezenas de adeptos aproveitam para tirar fotos e fazer uma dedicatória antecipada à eterna glória encarnada, que faleceu em janeiro.

16.45 – Milhares de adeptos vão enchendo as bancadas do Estádio da Luz, já com cartazes, bandeiras e até algum vestuário alusivo à conquista do 33.º título de campeão nacional.

16.30 – O plantel do Benfica já está recolhido no balneário, enquanto os jogadores do Olhanense observam o ambiente no Estádio da Luz.

16.20 – A segurança no Estádio da Luz foi reforçada, de modo a impedir uma eventual invasão de campo. Na base da decisão do Benfica está o receio que o relvado seja danificado antes da receção à Juventus.

16.15 – O autocarro do Benfica acaba de chegar ao Estádio da Luz, completamente “cercado” por centenas de adeptos equipados a rigor.

15.45 – A Luz terá lotação totalmente esgotada para o jogo que pode valer o título de campeão nacional. Foram colocados 300 bilhetes à venda nesta manhã, mas todos foram vendidos num instante. Estarão cerca de 65 mil adeptos nas bancadas.

O Benfica pode sagrar-se, neste domingo, campeão nacional de futebol pela 33.ª vez, sucedendo ao tricampeão FC Porto (27 títulos). Para assegurar o segundo título com Jorge Jesus e terceiro com Luís Filipe Vieira, às águias “basta” um triunfo sobre o Olhanense (18.00), último classificado, no Estádio da Luz, perante o apoio de 60 mil adeptos, na maior enchente da época.

Segundo as estimativas da própria UEFA, 4,7 milhões de benfiquistas espalhados por Portugal estão na expetativa de celebrar o título, à 28.ª jornada da I Liga, naquela que poderá ser a conquista mais “precoce” desde 1977. O título de campeão pode, de resto, antever mais conquistas, uma vez que o Benfica está na corrida por Taça da Liga, Taça de Portugal e Liga Europa.

Diante de um Olhanense que só sairá do último lugar se vencer, o Benfica pode, inclusive, tornar-se no primeiro clube da elite da UEFA (leia-se, 10 principais campeonatos europeus) a chegar aos 33 títulos, superando os 32 do Real Madrid. Melhor só o Olympiacos (41), o Celtic (46) e o Glasgow Rangers (53), mas as Ligas de Grécia e Escócia estão fora do “top 10” da UEFA.

Vídeo: Juventus vence e está a uma rodada do scudetto

Juventus vence e está a uma rodada do scudetto

 
Estadão Conteúdo

A Juventus não esteve em seus melhores dias neste sábado, mas, como é obrigação para um time que quer ser campeão, venceu mesmo sem jogar bem. Em casa, diante de um Bologna fechado, a equipe de Turim suou bastante e contou com o gol solitário de Pogba, já no segundo tempo, para vencer por 1 a 0 e dar mais um passo rumo ao título do Campeonato Italiano.

A magra vitória levou a Juventus a 90 pontos. A quatro jogos para o fim da competição, a confirmação do título pode sair na próxima rodada para o time de Turim, que precisa vencer o Sassuolo. Se isso acontecer, basta um tropeço da Roma, segunda colocada com 79 pontos, diante da Fiorentina, neste sábado, ou do Milan, na próxima rodada, para a Juventus ser campeã.

Já o Bologna, que conta com o brasileiro Ibson no elenco, vive situação complicada. Apesar de ter sido um adversário duro para a Juventus neste sábado, o time está na zona de rebaixamento, com 28 pontos, em 18.º. Na próxima rodada, precisa vencer a Fiorentina em casa pra respirar.

Neste sábado, a Juventus foi superior durante todo o jogo, manteve a posse de bola, mas tinha dificuldade de criar oportunidades. Talvez na melhor do primeiro tempo, Marchisio parou no goleiro Curci após cruzamento da esquerda. Mas no segundo tempo, a vitória veio com Pogba. Aos 19 minutos, o francês aproveitou sobra na meia lua, cortou para a direita e bateu forte, cruzado, marcando pelo gol e definindo o resultado.

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio