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São Paulo não repete bom futebol e perde para Chapecoense

Lancepress

Clima frio, em um sábado a noite. Após a boa vitória na última quarta-feira, a torcida do São Paulo esperava alguma coisa do duelo contra a Chapecoense. E o placar de 1 a 0 para o visitante jogou para longe a chance de Rogério Ceni comemorar a vitória de número 600 de sua carreira no Morumbi.
 
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Os jogadores do Chapecoense comemoram o gol da vitória contra o São Paulo, em pleno Morumbi
Sem mostrar o bom futebol que apresentou contra o Bahia, o Tricolor passou por um primeiro tempo duro de acompanhar. O meio de campo são paulino não subiu para o gramado, não deu as caras no jogo. Preferiu não se expor ao frio e deixou o ataque do time numa verdadeira fria. As jogadas ofensivas eram criadas apenas em ultrapassagens pelas laterais, com Osvaldo e Ademílson. Os laterais, apressados, corriam para a ponta e não auxiliavam na criação das jogadas.
 
Maicon, Souza e, principalmente, Paulo Henrique Ganso não estavam bem. Alan Kardec, por sua vez, buscava o jogo e foi o responsável por gerar as principais chances de gol para o São Paulo. Enquanto isso, a Chapecoense fazia o jogo que se propôs a fazer. Defender, marcar muito e jogar no erro do São Paulo. Conseguiu até a primeira etapa, e chegou a assustar.
 
No segundo tempo, novo jogo. Se antes o São Paulo demorava para finalizar, em dois minutos da etapa final, três finalizações. Além disso, a marcação pressão do time da casa apontava 45 minutos bem mais quentes no Morumbi. O que deve ter ficado quente também é a orelha de Alan Kardec ,que perdeu gol cara a cara, livre de marcação. Muricy Ramalho ficou muito irritado com esse lance e, para azar do técnico e de todos os são paulinos, Ricardo Conceição abriu o placar minutos depois. O volante da Chapecoense aproveitou-se de falha grave de defesa do São Paulo, entrou pelo meio dos dois zagueiros – mal posicionados – e mandou de bico para o fundo do gol.
 
Nem os gritos da torcida tricolor de “Cem gols, cem gols, do goleiro matador com a camisa tricolor” auxiliaram o time de Rogério Ceni. Nem os gritos de Muricy a beira do campo conseguiam agitar o time. A entrada de Pato pouco mudou o jogo. E o São Paulo saiu derrotado do Morumbi.
 
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 1 CHAPECOENSE
Data e horário: 19/07/2014 
Local: Morumbi, São Paulo (SP)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (PR-Fifa)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Ivan Bohn (PR)
Público e Renda: 43.075 pagantes / R$ 997.855,00
Cartões Amarelos: Rodrigo Caio (São Paulo); Rafael Lima (Chapecoense), Maicon (São Paulo), Souza (São Paulo), Rodrigo Biro (Chapecoense), Bruno Silva (Chapecoense).
 
GOLS: Ricardo Conceição, aos 11’/2ºT (1-0);
SÃO PAULO: Rogério Ceni, Douglas, R.Caio, A.Carlos, Alvaro Pereira; Souza, Maicon, Ganso; Ademílson (Alexandre Pato, 31’/2ºT), Kardec e Osvaldo (Ewandro 37’/2ºT). Técnico: Muricy Ramalho
CHAPECOENSE: Danilo, Fabiano, Rafael Lima, Jailton, Rodrigo Biro; Wanderson, Ricardo Conceição (Bruno Silva, 32’/2ºT) , Dedé, Camilo (Zezinho, 25’/2ºT), Neném (Abuda, 42’/2ºT) e Bruno Rangel. Técnico: Celso Rodrigues

Baile celeste! Cruzeiro goleia o Flamengo em jogo de golaços

Lancepress

Não deu nem para a saída. Sem piedade, o Cruzeiro derrotou o Flamengo por 3 a 0, na tarde deste domingo, no Parque do Sabiá, em Uberlândia (MG). Com gols de Ricardo Goulart, Everton Ribeiro e Borges, a Raposa despachou o Rubro-Negro, ainda no primeiro tempo, e garantiu a liderança até o reinício do Brasileirão, após a realização da Copa do Mundo.
Com o triunfo, válido pela nona rodada do Campeonato Brasileiro, a equipe celeste chegou aos 19 pontos. Já o time da Gávea, que permanece na zona de rebaixamento, está com apenas sete. O pesadelo do Z4, portanto, irá atormentar os flamenguistas durante todo o mês de junho.

MASSACRE CRUZEIRENSE

O sonho rubro-negro de bater o líder do Brasileirão durou apenas 16 minutos. Na verdade, Paulinho ainda devia estar dormindo, sonhando, quando o ataque cruzeirense fez a linda jogada do primeiro gol. Desatento, o atacante do Fla foi quem deu condição para Everton Ribeiro entrar na área e tocar para Ricardo Goulart abrir o placar: golaço!
 

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Borges, de cabeça, manda a bola para o fundo das redes do goleiro Paulo Victor, que evitou o pior



Dois minutos depois, Alecsandro fez questão de transformar o sonho em pesadelo. Não bastasse o vacilo de Paulinho momentos antes, Alecgol inventou de sair jogando, na intermediária de defesa, fazendo embaixadinha. Resultado: roubada de bola do Cruzeiro. Henrique, esperto, tocou rapidamente para Everton Ribeiro aumentar o marcador para a Raposa.
Com a vantagem construída, o time da casa abusava de desperdiçar chances claras de gol. Aos 44, porém, Borges resolveu acabar com a brincadeira e fez o que um centroavante está acostumado a fazer. Após outra linda triangulação cruzeirense, o atacante aproveitou rebote de Paulo Victor para fazer o terceiro.

PAULO VICTOR EVITA VEXAME

Quem começou a assistir ao jogo a partir do início do segundo tempo tinha a clara impressão de que era o Flamengo que vencia por 3 a 0. A passividade rubro-negra assustava e deixava incrédulo quem acompanhava a partida. As alterações de Ney Franco, que colocou Mugni e João Paulo nas vagas de Alecsandro e Samir, respectivamente, não causaram qualquer efeito à equipe rubro-negra.

Em meio à inoperância ofensiva do Flamengo, o Cruzeiro controlava o jogo sem correr riscos. Ia ao ataque quando bem entendia, já que sua defesa quase não era ameaçada.
Quem sofria com o enredo da partida era Paulo Victor, que operou diversos milagres durante os 45 minutos finais. Se não fosse o arqueiro rubro-negro, a goleada seria ainda maior.

FICHA TÉCNICA

CRUZEIRO 3 X 0 FLAMENGO

Estádio: Parque do Sabiá, em Uberlândia (MG)
Data/hora: 1/6/2014
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira (SP)
Auxiliares: Marcio Luiz Augusto (SP) e Rogerio Pablos Zanardo (SP)
Público/renda:
Cartões amarelos: Luiz Antonio
Cartões vermelhos: –
GOLS: Ricardo Goulart, aos 16’/1ºT (1-0); Everton Ribeiro, aos 18’/1°T (2-0); Borges, aos 44’/1T (3-0)

CRUZEIRO: Fábio, Mayke, Léo, Bruno Rodrigo e Egídio; Henrique, Nilton, Ricardo Goulart (Luan, aos 34’/2ºT) e Everton Ribeiro; Marlone (Elber, aos 19’/2ºT) e Borges (Julio Baptista, aos 26’/2ºT). Técnico: Marcelo Oliveira.

FLAMENGO: Paulo Victor, Léo Moura, Wallace, Chicão e Samir (João Paulo, intervalo); Amaral (Gabriel, aos 19’/2ºT), Márcio Araújo e Luiz Antonio; Negueba, Paulinho e Alecsandro (Mugni, intervalo). Técnico: Ney Franco.

Corinthians vacila no final e decepciona a torcida mais uma vez dentro de casa

Lancepress

O Corinthians decepcionou sua torcida novamente e não conseguiu vencer na Arena Corinthians. Após derrota para o Figueirense, por 1 a 0, na primeira partida oficial no estádio, desta vez o Timão cedeu o empate aos 41 minutos do segundo tempo para o Botafogo. O jogo terminou 1 a 1.

As equipes começaram bem postadas defensivamente, sem deixar espaços à frente da zaga. Tanto é que, nos primeiros quinze minutos, os goleiros Walter e Renan praticamente não foram exigidos.

O primeiro a assustar, porém, foi o Botafogo. Aos 22 minutos, após cruzamento da esquerda, Ferreyra subiu mais do que Fabio Santos e acertou um bom cabeceio e o goleiro Walter teve dificuldades para evitar o gol botafoguense. Mas, um minuto depois, o Corinthians foi mortal.

Jadson, em bela jogada, foi autor do primeiro gol corintiano em uma partida oficial na Arena Corinthians. Ele driblou Bolatti com facilidade e, de esquerda, na entrada da área, acertou o cantinho do goleiro Renan.

O Botafogo sentiu o golpe e já não conseguiu manter a mesma postura na parte final do primeiro tempo. Teve de sair mais para o jogo e sofreu um pouco mais na defesa. Em um desses lances, aos 33 minutos, Guerrero chutou da esquerda, Renan defendeu e Bruno Henrique quase conseguiu completar para o gol.
 

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O empate desagradou os milhares de corintianos presentes que vaiaram a equipe assim que o árbitro encerrou a partida

 

No intervalo, o Glorioso fez uma alteração, colocando Daniel na vaga de Lucas. Com isso, Edilson voltou a atuar na lateral direita, sua posição de origem. Mas foi o time da casa que começou melhor o segundo tempo. Logo no primeiro minuto, após desvio de cabeça de Cléber, Ralf foi mais esperto do que o goleiro Renan e deu um leve toque na bola, que bateu na trave.

No segundo tempo, a partida teve de ser interrompida duas vezes por causa do grande número de balões que caíram no gramado. Com a bola rolando, as equipes tiveram mais espaços para jogar. Enquanto o Botafogo saia mais para o ataque, o Corinthians já não enfrentava uma marcação tão fechada.

Desta forma, ambos conseguiram criar chances de gol, com o Corinthians sendo mais efetivo. O Timão teve pelo menos três oportunidades de matar o jogo, mas parou em Renan. Mas é como se diz por aí, quem não faz…

Nos quinze minutos finais, o Botafogo aumentou a pressão, obrigando o Corinthians a ficar mais recuado. Até que aos 41 minutos, Edilson partiu pela direita e chutou cruzado. A bola desviou em Cléber e entrou.
Nos minutos finais, o Corinthians até buscou o gol da vitória, mas a partida terminou mesmo 1 a 1. E o Timão segue sem vencer em seu novo estádio.

FICHA TÉCNICA:

CORINTHIANS 1 X 1 BOTAFOGO

Data e horário: 1/6/2014, às 16h
Local: Arena Corinthians, São Paulo(SP)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (FIFA/RS)
Assistentes:  Rafael da Silva Alves (ASP-FIFA/ RS ) e Marcelo Bertanha Barison (CBF/SP)
Cartões amarelos: Ferreyra, Airton e Edilson (BOT)

Gols: Jadson, aos 23’/2°T (1-0); Edilson, aos 41’/2°T (1-1)

Corinthians: Walter; Fagner, Cléber, Gil e Fábio Santos; Ralf, Bruno Henrique, Petros (Zé Paulo, aos 38’/2ºT) e Jadson (Renato Augusto, aos 35’/2ºT); Romarinho (Luciano, aos 22’/2ºT) e Guerrero. Técnico: Mano Menezes

Botafogo: Renan; Lucas (Daniel, intervalo), Bolívar, André Bahia e Junior Cesar; Airton (Jorge Wagner, aos 25’/2ºT), Edilson e Bolatti; Zeballos, Wallyson (Gegê, aos 25’/2ºT) e Ferreyra. Técnico: Vágner Mancini

Grêmio empata com o Palmeiras e chega à terceira partida sem vitória

Tricolor vai para o período de paralisação para a Copa do Mundo com dois empates e uma derrota

Grêmio criou poucas oportunidades e não conseguiu converter 
Crédito: Lucas Uebel / Divulgação Grêmio / CP

O Grêmio empatou em 0 a 0 com o Palmeiras na tarde deste domingo, no estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul. Com o resultado, o Tricolor chega ao terceiro jogo sem vitória, foram uma derrota e dois empates. O time agora vai para o período de folga para a disputa da Copa do Mundo. Com 15 pontos e com jogos em disputa na nona rodada os comandados de Enderson Moreira ocupam a sexta colocação.

O Grêmio volta a disputar o Campeonato Brasileiro contra o Goiás, na Arena, em julho. A Confederação Brasileira de Futebol ainda não definiu a data e o horário da partida. Já o Palmeiras enfrenta o Santos em local indefinido. 

O jogo

O Grêmio iniciou a partida pressionando o Palmeiras no campo defensivo e criando oportunidades. Aos cinco minutos, Dudu fez jogada pela esquerda de ataque e chutou forte para o interior da grande área. Barcos colocou o pé, mas a bola saiu alto e passou sobre o travessão de Fábio. 

Os comandados de Enderson Moreira dominavam as ações ofensivas, porém, tinha dificuldades para criar chances claras de gols. Já o Palmeiras só conseguiu dar o primeiro chute, mesmo sem perigo, aos 15 minutos. 

Dois minutos depois, Dudu recebeu passe dentro da grande área e, de calcanhar, tentou servir Barcos. Porém, o centroavante havia passado da linha da bola, que sobrou para Rodriguinho. O meia bateu forte, mas a bola saiu rasteira próxima ao poste direito de Fábio. 

Palmeiras cresce no jogo

A partir dos 20 minutos, o Palmeiras equilibrou as ações ofensivas e, discretamente, começou a criar oportunidades. Já o Grêmio diminuiu a pressão inicial e passou a esperar para contra-atacar o adversário. 

Aos 23 minutos, Diogo recebeu passe na intermediária e bateu alto. A bola fez uma parábola em alta velocidade e acabou batendo no ferro que segura à rede na parte de trás da goleira de Marcelo Grohe. Oito minutos depois, William Matheus cruzou rasteiro, Felipe Menezes chutou, a bola bateu nas costas de Diogo e foi na trave esquerda gremista.

Grêmio volta a levar perigo

O Tricolor reagiu aos 35 com um chute de longa distância de Alán Ruiz, que passou próximo ao poste esquerdo de Fábio. Até o apito final do primeiro tempo, os dois times não criaram oportunidades para abrir o placar e as equipes foram para os vestiários com o 0 a 0.

Logo a 40 segundo do segundo tempo, Barcos invadiu a área com a bola dominada e Wellington caiu sobre as pernas do centroavante gremista. O argentino reclamou com o árbitro, que entendeu como jogada normal e mandou a partida seguir. Aos sete minutos, Diogo marcou o gol de cabeça, mas o auxiliar anulou jogada marcando impedimento.

Paulistas criam oportunidades

O Palmeiras voltou a preocupar em dois lances aos 15 minutos. No primeiro, Felipe Menezes bateu falta da esquerda de ataque e obrigou Marcelo Grohe a espalmar pela linha de fundo. Na cobrança de escanteio, o goleiro saiu mal, Marquinhos Gabriel cabeceou em direção ao gol gremista e obrigou Rhodolfo a afastar de cabeça em cima da linha para impedir a abertura de placar.

Com Kleber na vaga de Barcos e Máxi Rodríguez na de Rodriguinho, o Grêmio voltou a aparecer com mais presença no campo de ataque. Aos 25 minutos, Ramiro dividiu com um adversário e a bola sobrou na esquerda para Alán Ruiz. O meia chutou forte, mas a bola saiu próxima ao poste direito de Fábio.

Aos 39 minutos, Máxi Rodríguez bateu falta para dentro da área, a defesa afastou e a bola sobrou para Alán Ruiz. O meia bateu rasteiro e Marcelo Oliveira tirou próximo da linha da meta palmeirense. Cinco minutos depois, Grohe ainda salvou o Grêmio após a bola quicar dentro da área e ir em direção ao gol. Sem alternativas, o goleiro foi obrigado a dar um tapa para a linha de fundo. Sem conseguir converter as oportunidades, a equipe deixou o gramado sob vaias dos torcedores que estavam presentes no Alfredo Jaconi.

Brasileirão – 9ª rodada

Grêmio 0
Marcelo Grohe; Pará, Werley, Rhodolfo e Marquinhos; Edinho, Ramiro, Alán Ruiz e Rodriguinho (Máxi Rodríguez); Dudu (Zé Roberto) e Barcos (Kleber). 
Técnico: Enderson Moreira

Palmeiras 0
Fábio; Wendel, Lúcio, Wellington, William Matheus; Renato, Marcelo Oliveira, Marquinhos Gabriel, Felipe Menezes (Josimar); Diogo e Henrique.
Técnico: Alberto Valentim

Cartões amarelos: Máxi Rodríguez, Werley e Ramiro (G) e Marquinhos Gabriel, Renato, Lúcio, Marcelo Oliveira e Henrique (P)
Público: 17.034
Árbitro: Jaílson Macedo Freitas (CBF/BA)
Local: Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul.

Fonte: Carmelito Bifano / Correio do Povo

Santos empata com Flamengo no Morumbi em 0 a 0

A Tribuna on-line

Pela terceira vez consecutiva o Santos não consegue vencer no Campeonato Brasileiro. Em partida válida pela 7ª rodada, o time de Oswaldo de Oliveira não saiu do zero a zero contra o Flamengo. Assim, o principal destaque do dia aconteceu fora de campo: o meia Cícero, que após conversa com a diretoria não defendeu o clube e, provavelmente, deixará em breve a camisa do alvinegro.

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O Santos empatou pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro. O desfalque principal foi o meia Cícero

Na primeira etapa do jogo, o elenco alvinegro limitado sem o meia e com outros desfalques não conseguiu produzir boas jogadas. Bem diferente do time ofensivo vice-campeão do Paulistão há menos de dois meses. Aos três minutos, o zagueiro Jubal levou cartão amarelo ao puxar a camisa de Léo Moura. E praticamente em toda a primeira etapa, o Peixe levou sufoco contra o time rubro-negro.

Aos 15 minutos, Paulinho tocou para Negueba e corrue para receber de vota e concluir de voleio. Quatro minutos depois, o Negueba pegou rebote de cruzamento de Samir e manda chute logo na entrada da área. Nesse lance, Jubal foi o responsável pela defesa. Em tarde inspirada, o mesmo flamenguista criou outro lance perigoso, mandando bola na cabeça de Everton, mas o meia, livre na área, desequilibrou-se e mandou a bola para fora aos 22 minutos.

Foi no fim do primeiro tempo que o jogo ganhou ares mais dramáticos. Luiz Antônio chutou na entrada da área em direção ao gol do Santos, a bola desviou na zaga e bateu no travessão. No rebote, Paulinho dividiu com Aranha e a bola sobrou para Everton, que sem sorte errou o chute. Do outro lado do campo, aos 45 minutos, foi na cobrança de falta de Lucas Lima que o goleiro do Flamengo sofre algum risco.

No segundo tempo, Geuvânio recebeu lançamento em profundidade, chegou a ser puxado por Chicão, mas seguiu a jogada e quase acertou o gol adversário, logo aos quatro primeiros minutos. Aos oito, foi a vez de Lucas Lima obrigar o goleiro Paulo Victor a fazer contorcionismo e espalmar para o escanteio. Aos 12, novamente Geuvânio chuta muito perto do gol, após assistência de Victor Andrade. Negueba também espantava os torcedores do outro lado do gramado.

No entanto, o clima da partida se acinzentou com a substituição de Negueba e a expulsão de Geuvânio, próximo dos 30 minutos da segunda etapa. E o Santos, na defensiva, conseguiu manter o empate com um a um menos no jogo que também rendeu cartões amarelos para o santista David Braz e os flamenguistas Samir, Luiz Antonio e Amaral.

FICHA TÉCNICA:

SANTOS 0 X 0 FLAMENGO
SANTOS – Aranha; Cicinho (Bruno Peres), Jubal, David Braz e Zé Carlos; Arouca, Renato e Lucas Lima; Victor Andrade (Diego Cardoso), Geuvânio e Stéfano Yuri (Jorge Eduardo). Técnico – Oswaldo de Oliveira.
FLAMENGO – Paulo Victor; Léo Moura, Wallace, Chicão e Samir; Luiz Antonio, Amaral, Márcio Araújo e Everton (Arthur); Paulinho e Negueba (Igor Sartori). Técnico – Ney Franco.
ÁRBITRO – Jaílson Macedo Freitas (BA).
CARTÕES AMARELOS – Jubal, David Braz (Santos) Amaral, Samir e Luiz Antônio (Flamengo).
CARTÃO VERMELHO – Geuvânio (Santos).
RENDA – R$ 125.165,00.
PÚBLICO – 7.193 pagantes.
LOCAL – Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP).

Corinthians joga bem e goleia o Sport em Recife

Estadão Conteúdo

O técnico Mano Menezes tinha razão ao dizer que o Corinthians tem conseguido se sair melhor em jogos fora da casa. Neste domingo, o time deixou para trás o estigma de ter dificuldade em criar, fez uma boa partida e goleou o Sport por 4 a 1, no estádio da Ilha do Retiro, no Recife, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro.
 
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Romarinho e Guerrero foram os destaques da goleada por 4 a 1 sobre o Sport, na Ilha do Retiro
O clube paulista não vencia no estádio do Sport desde o Brasileirão de 1998. Com o resultado, o Corinthians volta a se aproximar do G4 e o time pernambucano, que ainda tem um jogo a menos – contra o Bahia, em 4 de junho, continua em uma posição intermediária da tabela de classificação.
 
O Corinthians soube aproveitar bem as chances de contra-ataque e fez a alegria da torcida corintiana que tomou boa parte do estádio e terminou o jogo com gritos de provocação e de “segunda divisão” para o time pernambucano.
 
No começo do jogo, o Sport tentou fazer a lição de casa e conseguia manter a posse de bola, mas acabou vencido pelos contra-ataques. O Corinthians não havia criado nenhuma jogada de perigo até os 19 minutos, quando Romarinho colocou os paulistas na frente no placar. A jogada do gol começou com Guerrero, que invadiu a área pela esquerda e mesmo marcado fortemente pela zaga conseguiu tocar para Jadson, que deu um toque rápido para Romarinho chutar de fora da área e marcar.
 
O Sport tentou reagir com o gol de Leonardo, aos 27 minutos, em jogada que o atacante do Sport ficou cara a cara com Walter e contou com a ajuda de Augusto, que atrapalhou a zaga do Corinthians para marcar.
 
Mas a reação do Sport não foi muito além desse gol de Leonardo e logo depois, Romarinho continuou a se destacar e jogar de forma leve e solta. E foi justamente após falta feita no atacante corintiano que o time conseguiu voltar a ter vantagem no placar. Na cobrança de falta muito próxima à área, Fabio Santos enganou o goleiro Magrão e Jadson deu um chute certeiro, que desviou na cabeça de Patric e entrou.
 
No segundo tempo, o Sport também começou com posse de bola e pressa, mas o histórico do jogo se manteve e foi o Corinthians que ampliou a vantagem no placar, aos 9 minutos. Jadson fez mais um gol, de pênalti, após Durval fazer falta na área e ser expulso.
 
Com o placar a seu favor, o Corinthians começou a trocar passes e administrar a partida. A torcida corintiana começou a gritar “olé” e os torcedores os rubro-negros vaiavam o time paulista. Mas, para o fim da esperança dos torcedores do Sport, Romarinho recebeu a bola livre na área para fazer mais um e decretar a goleada. Depois do gol, alguns torcedores pernambucanos começaram a deixar o estádio.
 
Com torcedores conformados, os jogadores sentiram que a partida já estava resolvida e tanto Sport quanto Corinthians diminuíram o ritmo e o placar ficou em 4 a 1 para o time paulista, que voltou a vencer no Recife com folga.
 
Pela oitava rodada do Brasileirão, o Corinthians recebe o Cruzeiro, no estádio do Canindé, em São Paulo, nesta quarta-feira, às 22 horas. Já o Sport recebe o Grêmio, também nesta quarta, às 19h30.
 
FICHA TÉCNICA
 
SPORT 1 x 4 CORINTHIANS
 
SPORT – Magrão; Patric, Ferron, Durval; Renê, Rodrigo Mancha, Augusto, Rithely; Renan Oliveira (Felipe Azevedo); Leonardo (Ewerton Páscoa) e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.
 
CORINTHIANS – Cássio (Walter); Fagner, Cléber, Gil; Fabio Santos Ralf, Bruno Henrique (Renato Augusto); Petros, Jadson; Paolo Guerrero e Romarinho (Luciano). Técnico: Mano Menezes.
 
GOLS – Romarinho, aos 19, Leonardo, aos 27, e Jadson, aos 37 minutos do primeiro tempo; Jadson (pênalti), aos 9, e Romarinho, aos 22 minutos do segundo tempo.
 
CARTÕES AMARELOS – Augusto e Patric (Sport); Bruno Henrique (Corinthians).
 
CARTÕES VERMELHOS – Durval e Neto Baiano (Sport).

Flamengo vacila e cede empate ao Bahia no fim

Estadão Conteúdo

Flamengo e Bahia fizeram um duelo bastante equilibrado e acabaram empatando por 1 a 1 nesta quarta-feira, no estádio Moacyrzão, em Macaé, pela 6ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com um gol de Anderson Talisca nos acréscimos, o time baiano conseguiu evitar a derrota que vinha se desenhando desde o início do primeiro tempo.

Se para o time baiano o resultado foi bom, os cariocas saíram de campo com a sensação de derrota. Até agora o rubro-negro somou apenas cinco pontos e, dependendo dos resultados dos demais jogos, pode terminar a rodada na zona de rebaixamento.

Sem poder mais jogar no Maracanã, por causa da Copa, o Flamengo mandou o jogo desta noite em Macaé. Mas era o Bahia quem começou pondo pressão na partida. Aos 5 minutos, Talisca teve duas boas oportunidades de gol, Felipe salvou a primeira e, na segunda, a bola passou raspando a trave.

Mas, na primeira jogada de ataque do Flamengo, Everton fez ótima jogada pela ponta e cruzou para Paulinho abrir o placar. Após o gol, o time carioca melhorou e equilibrou a partida. Apesar da baixa qualidade técnica apresentada, ambos os times eram muitos velozes e procuravam o gol a todo momento e davam um bom ritmo ao jogo.

A partida seguiu bastante aberta no segundo tempo. O rubro-negro criava suas melhores jogadas pelas pontas. Aos 12, após cruzamento de Wallace, Alecsandro perdeu um gol feito ao cabecear a bola para fora, com o goleiro batido.

O Bahia não se deixou abalar e se jogou ao campo ofensivo, com destaque para Talisca, que obrigou o goleiro Felipe a fazer duas grandes defesas. E, por pouco, não igualou o resultado. Mas, aos 46 minutos, o jogador foi recompensado pela persistência. Em linda cobrança de falta, Talisca marcou o gol e evitou a derrota dos visitantes.

FICHA TÉCNICA:

FLAMENGO 1 x 1 BAHIA

FLAMENGO – Felipe; Léo Moura, Wallace, Samir e André Santos; Cáceres (Arthur), Márcio Araújo, Elano (Amaral) e Everton; Paulinho (Negueba) e Alecsandro. Técnico: Ney Franco.

BAHIA – Lomba; Railan, Demerson, Titi e Pará (Henrique); Fahel, Rafael Miranda, Helder(William Barbio) e Branquinho (Guilherme Santos); Talisca e Maxi. Técnico: Marquinhos Santos.

GOLS – Paulinho, aos 10 minutos do primeiro tempo. Anderson Talisca, aos 46 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Alecsandro, Everton e Elano (Flamengo).

ÁRBITRO – Gilberto Rodrigues Castro (PE).

RENDA – R$ 235.990,00.

PÚBLICO – 9.614 pagantes (10.924 no total).

LOCAL – Estádio Cláudio Moacyr de Azevedo, em Macaé (RJ).

Corinthians bobeia no final e cede empate ao Atlético-PR

Estadão Conteúdo

O Corinthians deixou a vitória escapar pelas mãos e por pouco não sofreu uma virada incrível, nesta quarta-feira, no estádio do Canindé, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. Foi o suficiente para que uma boa parte dos torcedores pedisse a saída do técnico Mano Menezes. Seu time vencia o Atlético Paranaense por 1 a 0 até os 40 minutos do segundo tempo, quando Douglas, que perdera um gol dois minutos antes, empatou. E ainda houve tempo de Cássio ser salvo pelo travessão, em um chute de fora da área disparado pelo mesmo Douglas, atacante que entrou no lugar de Éderson e mudou a história do jogo.Agora o Corinthians acumula três jogos sem vitória (dois empates e uma derrota) pelo Brasileirão e continua na parte intermediária da tabela de classificação, com 9 pontos. “Quem quer ser campeão não pode vacilar em casa”, disse, com lucidez, o goleiro Cássio.

Os problemas do Corinthians continuam o mesmo. Mas nem mesmo com três meias o time se transforma em uma equipe envolvente. Não prende a bola e as jogadas de gol são esparsas, sem pressão. Jadson, Renato Augusto e Petros estão próximos de Guerrero, mas a triangulação não “encaixa”.

O Corinthians, mais uma vez, saiu ganhando e cedeu o empate para o adversário

O Corinthians, mais uma vez, saiu ganhando e cedeu o empate para o adversário

E na única vez que funcionou no primeiro tempo, o goleiro Weverton fechou o gol, espalmando chute forte de Petros. Já Guerrero escorou um cruzamento de cabeça e o arqueiro do Atlético defendeu. Renato Augusto bateu cruzado, a bola desviou na defesa e foi para escanteio.

Os 45 minutos iniciais limitaram-se a essas três chances de gol criadas pelo time de Mano Menezes porque o Corinthians, de fato, não conseguia encontrar espaço no meio de campo. O Atlético não jogou na retranca. Encurtou os espaços. A distância dos zagueiros ao atacante Ederson não passava de 40 metros – visíveis graças a marcação das jardas do gramado do estádio do Canindé (a Portuguesa tem um time de futebol americano).

Esta foi a tática do time do estreante Leandro Ávila, ex-volante que agora é técnico interino – nesta quarta, aos 43 anos, ele comandou a equipe de Série A pela primeira vez. A ideia dele só dava certo quando o time conseguia roubar a bola e sair na velocidade.

Parte da torcida do Corinthians, as organizadas, protestou no intervalo e os jogadores desceram para os vestiários pressionados. Pediram raça, mas claro que não é isto que falta. Há vontade de sobra, às vezes até demais. Um atacante como Guerrero não pode dividir e brigar com os zagueiros todas as bolas que recebe.

No segundo tempo, Mano Menezes sacou Renato Augusto e colocou Romarinho, em uma tentativa de romper as linhas defensivas do Atlético. Deu certo. O Corinthians ao menos ganhou velocidade e um pouco de agressividade. Guerrero foi derrubado por Cleberson e o árbitro Marcelo de Lima Henrique marcou pênalti. Jadson cobrou bem e abriu o placar aos 14 minutos do segundo tempo.

O que se viu depois disso, principalmente depois na metade do segundo tempo, foi um Atlético que buscou o empate e alcançou seu objetivo.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS 1 x 1 ATLÉTICO-PR

CORINTHIANS – Cássio; Fagner, Gil, Cleber e Fábio Santos; Ralf, Bruno Henrique, Petros (Luciano), Renato Augusto (Romarinho) e Jadson (Danilo); Guerrero. Técnico: Mano Menezes.

ATLÉTICO-PR – Weverton; Sueliton, Cleberson, Léo Pereira e Natanael; Deivid, Paulinho Dias (Nathan), Otávio, Marcos Guilherme e Bady (Bruno Mendes); Éderson (Douglas). Técnico: Leandro Ávila (interino).

GOLS – Jadson (pênalti), aos 14, e Douglas, aos 40 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Jadson (Corinthians); Otávio, Cleberson, Sueliton, Marcos Guilherme e Natanael (Atlético-PR).

ÁRBITRO – Marcelo de Lima Henrique (Fifa/RJ).

RENDA – R$ 383.542,50.

PÚBLICO – 13.137 pagantes.

LOCAL – Estádio do Canindé, em São Paulo (SP).

Com dois de Walter, Fluminense vira e goleia São Paulo

Ceni marcou um, e foi buscar cinco nas próprias redes

O time do Morumbi foi humilhado com chocolate histórico

Estadão Conteúdo

Com uma grande virada, que levantou o Maracanã nesta quarta-feira, o Fluminense goleou o São Paulo com um surpreendente placar de 5 a 2, pela sexta rodada do Brasileirão. Walter, acostumado a enfrentar questionamentos sobre seu peso, foi o maior destaque da partida. Com dois gols, ele ofuscou Alexandre Pato e Rogério Ceni, que anotaram os gols dos visitantes.O Fluminense, com seu quarto triunfo no Brasileirão, chegou aos 12 pontos e subiu para o terceiro lugar da tabela, atrás de Cruzeiro e Grêmio. Para o São Paulo, restou a permanência na zona intermediária da classificação, com nove pontos.

O atacante Walter foi o dono do jogo contra o São Paulo e deixou dois gols nas redes de Rogério Ceni

O atacante Walter foi o dono do jogo contra o São Paulo e deixou dois gols nas redes de Rogério Ceni

A goleada marcou uma ducha de água fria na torcida, ainda no embalo da boa vitória sobre o Flamengo, domingo, neste mesmo Maracanã. O roteiro parecia se repetir nesta noite quando Rogério Ceni, de pênalti, e Pato, de cabeça, deixaram o São Paulo na dianteira do placar. No entanto, o time foi surpreendido no segundo tempo e não conseguiu acompanhar o ritmo do Fluminense.

Para piorar, viu o zagueiro Lucão marcar contra o terceiro do rival. Era o empurrão que o Flu precisava para emplacar três gols em apenas 10 minutos. Sem dar espaços, o time mandante dominou a partida, esfriou o adversário e levantou a torcida, que gritava “olé” a cada troca de passes nos minutos finais do confronto.

Jogo

Destaque do São Paulo na vitória sobre o Flamengo, Ganso mostrou fome de gols nesta quarta após balançar as redes duas vezes no domingo. Diante do Fluminense, o meia só precisou de 30 segundos para fazer sua primeira tentativa em gol, sem maior perigo para o goleiro Felipe Garcia.

Ganso vem recebendo incentivo de Muricy Ramalho para arriscar mais no ataque, mas no primeiro tempo desta quarta ele brilhou como meia de ofício. E foi o responsável pela jogada que gerou o primeiro gol da partida. Aos 23, ele tabelou com Antônio Carlos, que foi derrubado dentro da área. Rogério Ceni bateu o pênalti no meio do gol, mas converteu.

O Fluminense tentou responder prontamente ao gol. Aos 27, Carlinhos escapou pela esquerda e cruzou rasteiro. Wagner se esticou, mas não conseguiu completar para as redes. Mais tranquilo no meio-campo, e melhor toque de bola, o São Paulo quase marcou o segundo aos 31. Pato bateu cruzado e parou na defesa de Felipe Garcia.

Enquanto o São Paulo atacava de forma mais organizada, o Fluminense atuava na base da pressão, empurrado pela torcida. E, aos 41, aproveitou vacilo de Rogério para empatar. Conca bateu da entrada da área e o goleiro bateu roupa. Walter aproveitou o rebote e finalizou para o gol, quase dentro da pequena área.

O São Paulo, contudo, continuava melhor em campo. E chegava ao ataque sem fazer maior esforço. Assim, sem alarmar a defesa carioca, o time paulista contou com preciso cruzamento de Osvaldo, da esquerda, e cabeçada certeira de Pato, praticamente sem marcação dentro da área, para marcar o segundo e retomar a dianteira no placar.

Novamente em desvantagem, o Fluminense voltou para o segundo tempo na correria. E nem precisou suar muito para buscar a igualdade. Após cobrança de escanteio, o time contou com ajuda de Lucão, que escorou de coxa contra o próprio gol, aos 7 minutos.

Ganso tentou reagir em boa cobrança de falta, rente ao travessão aos 12, sem sucesso. Mas o São Paulo já caía de rendimento. Já o Flu seguia impondo forte ritmo, à espera de um novo vacilo do rival. E ele aconteceu aos 20. Walter, livre dentro da área, recebeu passe na direita e teve tempo para preparar o chute de três dedos, que morreu no canto direito de Rogério.

Mas a virada era só o começo da reação dos anfitriões. O Fluminense anotou três gols em apenas 10 minutos, quando Wagner, aos 27, e Sobis, aos 30, deixaram suas marcas, diante da abalada defesa são-paulina. Muricy até tentou reagir, ao colocar Boschilia, Pabón e Hudson em campo, nas vagas de Luis Fabiano, Maicon e Osvaldo. Contudo, o São Paulo não teve forças para reagir.

FICHA TÉCNICA:

FLUMINENSE 5 x 2 SÃO PAULO

FLUMINENSE – Felipe Garcia; Wellington Silva, Gum, Elivélton (Marlon) e Carlinhos; Diguinho, Jean, Wagner (Chiquinho) e Conca; Rafael Sobis (Kenedy) e Walter. Técnico: Cristóvão Borges.

SÃO PAULO – Rogério Ceni; Paulo Miranda, Lucão, Antônio Carlos e Reinaldo; Souza, Maicon (Pabón) e Paulo Henrique Ganso; Alexandre Pato, Osvaldo (Hudson) e Luis Fabiano (Boschilia). Técnico: Muricy Ramalho.

GOLS – Rogério Ceni (pênalti), aos 25, Walter, aos 41, e Pato, aos 44 minutos do primeiro tempo. Lucão (contra), aos 7, Walter, aos 20, Wagner, aos 27, e Sobis, aos 30 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Luis Fabiano, Conca, Paulo Miranda, Pato, Reinaldo.

ÁRBITRO – Paulo Godoy Bezerra (SC).

RENDA E PÚBLICO – Não disponíveis.

LOCAL – Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ).
 

Figueirense vence o Timão e estraga a festa do primeiro jogo oficial na Arena Leia mais no LANCENET! http://www.lancenet.com.br/minuto/Corinthians-Figueirense-Brasileiro-Arena_Corinthians_0_1140486010.html#ixzz326WoES1t © 1997-2014 Todos os direitos reservados a Areté Editorial S.A Diário LANCE!

Time de Santa Catarina era o lanterna do Brasileiro até esta partida, sem pontos nem gols marcados. Corinthians perde a invencibilidade e decepciona na estreia da nova casa

LANCEPRESS! – 18/05/2014 

Guerrero e Thiago Heleno - Corinthians x Figueirense (Foto: Miguel Schincariol/ LANCE!Press)
Guerrero disputa com Thiago Heleno, na inauguração oficial da Arena (Foto: Miguel Schincariol/ LANCE!Press)

A inauguração oficial da Arena Corinthians não foi como o torcedor alvinegro imaginava. Com um bom público, a maior renda da história do clube e festa nas arquibancadas, o que se viu em campo foi um time nervoso e que teve dificuldades contra o Figueirense, então lanterna do Brasileiro, que não tinha nem feito gols, nem marcado pontos em quatro rodadas do Brasileiro. Resultado: vitória para o time de Florianópolis (SC) por 1 a 0, para não deixar ser completa a celebração corintiana. Giovanni Augusto foi o autor do primeiro gol oficial do estádio.

O que se viu no início foi o Timão com dificuldades para criar, diante dos três volantes escalados por Guto Ferreira no Figueira. Nenhum dos goleiros teve real trabalho nos primeiros 45 minutos de jogo, em que Mano Menezes pediu calma aos seus jogadores na beirada do campo para que trabalhassem mais as jogadas. Ainda assim, as equipes foram para o intervalo com o 0 a 0 no placar.

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Depois de uma forte chuva no intervalo, o Alvinegro catarinense voltou melhor, e começou em cima do Corinthians. Foi assim que conseguiu marcar aos dois minutos, depois de um bola estourada por Rivaldo no meio de campo. Se os torcedores do Timão queriam ver Guerrero marcar o primeiro gol, eles ficaram bem decepcionados ao verem Giovanni Augusto, camisa 10 dos visitantes, acertar um bom chute cruzado, no canto direito baixo de Cássio.

Aos 24 anos, o jogador, revelado pelo Atlético-MG, rodou pelo Brasil, tendo atuado em 2013 por Náutico e ABC. Agora, tornou-se destaque e ficará marcado na história da arena corintiana. Sua participação na partida deste domingo se encerrou cerca de 15 minutos depois, quando foi substituído por Dudu. Antes disso, viu Everton Santos marcar o segundo (o lance, porém, foi anulado por impedimento) e obrigar Cássio a fazer outra boa defesa.

Atrás, os donos da casa finalmente tomaram a atitude e partiram para pressionar o Figueirense. O volante Guilherme tornou-se uma boa opção como elemento surpresa e por duas vezes entrou com muito perigo na área – Tiago Volpi fez boas defesas. Romarinho também incomodou, o time de Mano Menezes ficou em cima, mas o gol não saiu. Inesperada vitória do Figueirense em Itaquera.

O resultado faz o clube de Florianópolis (SC) chegar aos seus primeiros três pontos na competição, mas segue na zona de rebaixamento – a lanterna fica com a Chapecoense, que fez dois pontos em cinco rodadas. O Corinthians, por sua vez, perdeu pela primeira vez na competição e segue com oito pontos, ainda tentando se aproximar do G4. O Timão volta a campo na quarta para enfrentar o Atlético-PR no Canindé, pois a Arena já estará entregue à Fifa para a Copa do Mundo, torneio no qual sediará seis partidas. O Figueira, por sua vez, pega o Palmeiras, na quinta.

FICHA TÉCNICA
CORINTHIANS 0 X 1 FIGUEIRENSE

Data e horário: 18/5/2014, às 16h00
Local: Arena Corinthians, São Paulo (SP)
Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)
Assistentes: Alessandro Matos (BA) e Adson Leal (BA)
Público e Renda: 36.694 pagantes / R$ 3.029,801,70
Cartões Amarelos: Guilherme, Jadson e Romarinho (COR); Leandro Silva e Éverton Santos (FIG)

GOL: Giovanni Augusto, aos 2’/2ºT (0-1);

Corinthians: Cássio; Fagner (Danilou, 26’/2ºT), Gil, Cléber e Fábio Santos; Ralf, Guilherme, Renato Augusto e Jadson (Paulo Victor, 36’/2ºT); Luciano (Romarinho, Intervalo) e Guerrero. Técnico: Mano Menezes

Figueirense: Volpi; Leandro Silva, Marquinhos, Thiago Heleno, Guilherme Lazaroni; Paulo Roberto, Luan e Rivaldo (Jeferson, 33’/2ºT); Giovani Augusto (Dudu, 17’/2ºT), Everton Santos e Ricardo Bueno (Jonathan, 47’/2ºT). Técnico: Guto Ferreira

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