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Câncer no pulmão derrota Humberto Franceschi

22/06/2014 

Rio de Janeiro – Será cremado neste domingo, também no Cemitério do Caju, às 17h, o corpo do pesquisador de música Humberto Franceschi. Ele estava internado no hospital Copa D’Or, no Rio de Janeiro e morreu na manhã de ontem, por complicações decorrentes de um câncer no pulmão.

Primo de Vinicius de Moraes, Humberto Moraes Franceschi nasceu em 1930 cercado de música – uma tradição familiar que ele seguiria, como pesquisador e colecionador. Seu tio-avô era o folclorista Mello Moraes Filho. Dois dos filhos de seu avô eram seresteiros. Em sua casa, nos primeiros anos de vida, havia saraus com modinhas, frequentados por Lúcio Rangel, Sergio Porto, Bororó, Dilermando Reis, Orestes Barbosa, Rubem Braga e Vinicius, entre outros.

A coleção de discos de Franceschi – seu acervo, um dos mais importantes do país, com 12 mil itens que documentam as primeiras décadas da nossa indústria fonográfica, foi vendido ao Instituto Moreira Salles no início dos anos 2000 – começou ainda na infância, com peças herdadas do avô. O destino continuou apontando a direção para o colecionador: colega de escola de uma das netas de Fred Figner, dono da Casa Edison (gravadora pioneira no Brasil), ele acabou se aproximando da família, o que permitiu que mais tarde tivesse acesso a documentos importantes para escrever seus livros Registro sonoro por meios mecânicos no Brasil (1984) e A Casa Edison e seu tempo (2002).

Seu acervo inclui raridades como os únicos registros de Ernesto Nazareth e as primeiras gravações de Pixinguinha. Seu livro Samba de sambar do Estácio – 1928 a 1931, lançado em 2010, vem acompanhado de um DVD com exemplos extraídos de sua coleção.

Como fotógrafo, trabalhou na Revista da semana, do Diário Carioca e do Jornal do Brasil. Nos anos 1950, manteve um estúdio fotográfico com o irmão José Moraes Franceschi.

 

Câncer de pulmão pode ter novo tratamento

Medicação testada nos EUA reduziu os tumores dos nove voluntários. Pesquisa é liderada por brasileiro

O DIA

Rio – Pacientes com câncer de pulmão podem ter uma segunda chance de cura. Nova medicação usada em nove voluntários de uma pesquisa nos Estados Unidos, liderado por médico brasileiro, conseguiu reduzir o tamanho dos tumores de todos os participantes e fez desaparecer completamente o câncer em um deles. 

Foi o caso de uma senhora de 66 anos que já apontava sinais de metástase. Como resposta ao sorafenibe, medicamento usado no estudo, o tumor sumiu totalmente em apenas dois meses, e não voltou a evoluir por cinco anos. 

Medicamento usado no estudo fez desaparecer tumor de uma senhora de 66 anos em apenas dois meses

Foto:  Divulgação

“Isso chamou a atenção de toda a equipe. O impacto para a paciente e família foi tanto que eles decidiram fazer uma enorme doação voluntária para o centro de pesquisa”, contou Luiz Araújo, autor da pesquisa e médico do Grupo COI. 

O estudo selecionou pacientes com câncer de pulmão que apresentassem resistência à quimioterapia e que, ao mesmo tempo, respondessem bem ao sorafenibe, medicação até então indicada somente para outros tipos de câncer. A intenção era descobrir o tipo de gene causador de câncer (oncogene) que respondia bem ao sorafenibe. 

“A quimioterapia, por ser um tratamento não especializado e não atuar no funcionamento específico de cada mutação de câncer, em 60% dos casos não atende às necessidades de quem tem câncer de pulmão. Foi o caso desses participantes”, ressaltou Luiz Araújo. 

Para atingir as células malignas em suas características únicas, e assim, aumentar a eficácia das medicações, especialistas estudam diferentes tipos de oncogenes e usam remédios específicos para tratá-los. A estratégia é chamada de Terapia Alvo-molecular. Apesar das boas expectativas, a completa extinção do tumor não era esperada. 

“A novidade foi recebida com muito entusiasmo por outros pesquisadores. Agora, inúmeros pacientes poderão ter soluções individualizadas e mais eficazes de tratamento futuramente”, projetou o especialista.

Cura pode estar no próprio corpo

Um outro trabalho na área de oncologia mostrou que a cura do câncer pode estar dentro do próprio corpo. A alternativa estudada pelos especialistas consiste no fortalecimento do sistema imunológico para o combate da doença. 

“Cientistas descobriram que o câncer ‘cega’ as células do sistema imune e mantém esse ciclo indefinidamente, impedindo o corpo de lutar contra o câncer”, comentou Mauro Zukin, diretor técnico do Grupo COI. 

Os pesquisadores que apresentaram a hipótese no congresso da Sociedade Norte Americana de Oncologia Clínica (ASCO) deste ano perceberam que, ao interromper a relação entre proteína ligada ao sistema imunológico (PD-1) e a proteína do tumor (PDl-1), seria possível ‘retirar a venda’ do sistema imune, capacitando-o para o combate das células malignas. 

Se os testes forem adiante, será possível dispensar o uso de medicações nocivas, como as do coquetel da quimioterapia. “Já existem drogas que funcionam dessa forma e com resultados maravilhosos”, comentou.

Informação ruim afeta tratamento, diz oncologista

21/05/2014 

São Paulo, 21 – O chefe do setor de oncologia da Beneficência Portuguesa de São Paulo, o oncologista Fernando Cotait Maluf acredita que um paciente munido de informação precisa e de qualidade tem mais condições de enfrentar o câncer adequadamente. Ao lado dos colegas Antonio Carlos Buzaid e Drauzio Varella, o especialista lança nesta quarta-feira, 21, o livro Vencer o Câncer, que traz informações sobre prevenção, tratamento e direitos do paciente.

Maluf afirma que “a busca de informações na internet é comum, mas também errática. Primeiro, porque o termo procurado na internet não é o termo correto.

Segundo, porque, mesmo sendo o termo correto, na internet vem uma série de informações, de situações que não são parecidas. O paciente acaba lendo uma informação de um prognóstico terrível, de tratamentos complexos, quando isso não é aplicado à situação dele. O terceiro ponto é que a internet não tem filtro. A ideia foi criar um livro e um portal para melhorar a qualidade da informação na área de oncologia.”

Para o médico, uma informação errada pode prejudicar o tratamento de várias maneiras. “Primeiro, ao causar algum grau de angústia ou depressão. A segunda maneira é que talvez deixe aquela pessoa menos aderente a potenciais tratamentos benéficos, ou seja, a pessoa enxerga aqueles tratamentos como não efetivos ou exagerados, de acordo com o que ela leu.”

Cientistas usam vírus do sarampo para combater câncer

por Agência Lusa, publicado por Patrícia JesusHoje

Uma equipa médica norte-americana conseguiu curar um cancro na medula óssea de um doente usando uma vacina do sarampo reforçada, segundo um artigo publicado hoje na revista Mayo Clinic Proceedings.

No artigo, o hematologista Stephen Russell afirma que a equipa desenvolveu uma terapia que se aplica uma vez, cujo “resultado pode ser remissão do cancro a longo prazo”.

“Nós acreditamos que ela pode ser uma cura em dose única”, disse Stephen Russell sobre os resultados apresentados por uma paciente de 49 anos diagnosticada com mieloma múltiplo, um tipo de cancro que tem origem nas células plasmáticas, um tipo de glóbulos brancos.

À doente foi dada uma dose intravenosa do vírus do sarampo, que é seletivamente tóxico para as células de plasma de mieloma. Uma dose normal de vacina contra o sarampo contém 10 mil unidades infeciosas de vírus do sarampo, mas, neste estudo, a equipa aponta para uma dose de 100 mil milhões de unidades infecciosas.

“Ela teve uma resposta notável”, garantiu Stephen Russell, indicando que um tumor na testa desapareceu, apesar de, inicialmente, ter tido alguns efeitos colaterais, incluindo uma forte dor de cabeça.

De acordo com o hematologista, a remissão do cancro durou nove meses e quando o tumor na testa da paciente começou a reaparecer, os médicos trataram-no com radioterapia local.

Um relatório publicado no Minneapolis Star Tribune indica que a mulher, atualmente com 50 anos, continua de boa saúde e espera visitar o seu médico no mês de junho para mostrar que ainda está livre do cancro.

A equipa médica norte-americana aplicou a mesma terapia a uma segunda paciente, mas não obteve bons resultados, porque a doente tinha grandes tumores nas pernas e a terapia não conseguiu erradicá-los.

No entanto, por meio de estudos avançados de imagem, os médicos foram capazes de rastrear o caminho do vírus do sarampo no corpo desta doente, tendo descoberto que estava realmente a atacar áreas onde os tumores estavam a crescer.

Ambas as mulheres tinham tido exposição limitada ao sarampo no passado e os tipos de cancro que apresentavam tinham-se espalhado para pontos onde não tinham outras opções de tratamento.

Um artigo publicado por John Bell, do Centro de Pesquisa do Cancro do Instituto de Investigação do Hospital de Ottawa considerou que a prova apresentada no estudo agora divulgada pelos cientistas norte-americanos foi “convincente”.

“Estes resultados são emocionantes por finalmente validarem o potencial clínico desse tipo de terapia. No entanto, há muita pesquisa a ser feita”, escreveu Jonh Bell.

Garoto que arrecadou R$ 12 milhões para instituição morreu de câncer

DIÁRIO DA MANHÃ|LUDIMILLA MOREIRA

O jovem Stephen Sutton, de 19 anos, faleceu nesta quarta-feira (14) após lutar durante 4 anos contra um câncer de intestino. Ele conseguiu arrecadar o equivalente a R$ 12 milhões para uma instituição de caridade.  A doação para a instituição que auxilia no tratamento de jovens com câncer fazia parte da lista de coisas que ele queria fazer antes de morrer.

Ele criou uma página no Facebook chamada ‘A história de Stephen’, a qual contava o cotidiano de seu tratamento na luta contra a doença. A página tem quase um milhão de seguidores e foi através dela, que ele arrecadou a quantia. Por conta desse ‘diário virtual’, o rapaz recebeu a visita do primeiro-ministro britânico, David Cameron, no começo do mês.

Foto:Reprodução

Foto:Reprodução

Pela mesma rede social, a mãe de Stephen se manifestou sobre o falecimento do filho. ‘Meu coração está explodindo de orgulho, mas quebrado de dor pelo meu filho corajoso, altruísta e inspirador, que faleceu em paz, durante o sono, nas primeiras horas da manhã desta quarta-feira’, assim começou o post. ‘O apoio e as demonstrações de amor por Stephen vão ajudar muito neste momento difícil, da mesma forma como ajudaram Stephen durante sua jornada. Todos sabemos que ele jamais será esquecido, seu espírito vai viver em tudo que ele alcançou e compartilhou com tantos outros’, finalizou ela. 

O jovem foi diagnosticado com a doença aos 15 anos, quando os sintomas se agravaram. Ele sentia fortes enjoos, dores no estômago e falta de apetite recorrentes. O problema é que quando ia ao médico, diziam que tinha apenas uma constipação. Em uma tomografia de emergência, os tumores foram descobertos e o tratamento começou de imediato. 

Em entrevista ao jornal britânico ‘Daily Mail’, sua mãe disse que sempre haverá um ressentimento, pois se a doença tivesse sido descoberta antes, talvez ele ainda tivesse a oportunidade de viver mais tempo. 

Samsung indenizará trabalhadores com câncer

Funcionários afirmaram ter contraído doença pelo trabalho em fábricas de semicondutores

A empresa sul-coreana Samsung Electronics anunciou nesta quarta-feira que irá indenizar vários de seus funcionários que afirmam ter adquirido câncer pelo trabalho nas fábricas de semicondutores. A empresa, número um mundial de smartphones e memórias informáticas, não informou quantas pessoas serão indenizadas. Nos últimos seis anos, 40 trabalhadores apresentaram uma denúncia à agência governamental de indenização e de saúde dos trabalhadores sul-coreanos.

A Samsung Electronics fornecerá “uma compensação adequada” aos trabalhadores afetados ou aos familiares dos que faleceram, declarou seu diretor-geral, Kwon Oh-Hyun. No entanto, Kwon Oh-Hyun insistiu que isso não significa que a empresa esteja admitindo que o câncer sofrido por estes trabalhadores se deva aos produtos tóxicos manipulados na fábrica.

Um filme baseado na história de Hwang Yu-Mi, que morreu de leucemia após quatro anos de trabalho em uma fábrica da Samsung, chamou a atenção da opinião pública sobre o drama destes trabalhadores. A Samsung não é citada no filme por razões legais, mas o título “Another Promise” (Outra promessa) refere-se claramente ao slogan publicitário da marca “Another Family” (Outra família).

Fonte: AFP

 

Mãe morre após interromper quimioterapia para salvar bebê

Menino nasceu com seis meses e está na UTI pediátrica de Araraquara.
Amigos fazem campanha na internet para ajudar em tratamento médico.

Do G1 São Carlos e Araraquara

 
Grávida decide interromper tratamento de saúde para continuar gestação (Foto: Su Casuscelli)
Sonho de Patrícia era se casar, o que aconteceu depois que soube da gravidez (Foto: Su Casuscelli)

Durante o tratamento de um câncer de mama, a funcionária pública de Araraquara (SP) Patrícia Alves Cabrera, de 27 anos, descobriu que estava grávida. Após orientações dos médicos, ela decidiu abandonar a quimioterapia para tentar salvar o filho e apenas monitorar a doença. Entretanto, no dia 14 de abril, ela piorou e foi realizada uma cesariana de emergência. O bebê nasceu com 6 meses e está internado na UTI Neonatal, mas a mãe não resistiu e morreu uma semana depois. Amigos e familiares criaram uma campanha para ajudar a família, que não tem condições de arcar com as despesas médicas, cerca de R$ 30 mil por semana.

 

Patrícia descobriu a doença durante um autoexame em 2012 e procurou um médico, que diagnosticou o câncer de mama. Em julho de 2013, conheceu em um barzinho Felipe Cabrera Padovani, que mais tarde seria seu marido. “Uma das vezes em que ela foi lá, trocamos olhares e uma amiga dela colocou um papel no meu bolso com um beijo dela. Aí trocamos telefones, começamos a nos ver e depois a namorar”, conta Padovani, que é garçom no estabelecimento.

O sonho dela era se casar e ter filhos, mas devido à doença, Patrícia tinha perdido as esperanças. “Os médicos já tinham avisado que ela não poderia engravidar”, relata o marido. Por isso, quando soube da gravidez, ficou encantada. “Em nenhum momento passou pela cabeça dela interromper a gestação, mesmo com todos os riscos.”

Com a notícia de que um filho chegaria à família, confirmada no dia 23 de dezembro, eles começaram a organizar o casamento, realizado no dia 15 de março. Nesse período, a doença estava estável, e Patrícia passou a ter a gestação monitorada com frequência para tomar providências se houvesse alguma alteração.

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Mãe interrompe tratamento contra o câncer e segue gestação em Araraquara (Foto: Su Casuscelli)Sem quimioterapia, ela passou a ter gestação e doença monitoradas com frequência (Foto: Su Casuscelli)

Piora
Mesmo com o acompanhamento de médicos particulares e do Programa de Saúde da Mulher de Araraquara e, em Barretos, pelos médicos do Hospital do Câncer, no intervalo de 15 dias Patrícia teve uma piora significativa e foi internada com urgência no Hospital São Paulo.

“O risco e a gravidade eram grandes. Se fosse para a Maternidade Gota de Leite, tinha chance de salvar o bebê, mas não tinha recurso para ela. Na Santa Casa teria recursos para ela, mas não teria nenhum para o bebê. O único hospital aqui que teria chance de atender os dois seria o Hospital São Paulo, que é particular”, diz a amiga da família Andrea Ribeiro.

Arthur nasceu com poucas chances de sobreviver. Ele está internado na UTI Neonatal do hospital em Araraquara, e a família tem medo de transferi-lo para uma unidade pública. Patrícia foi transferida para o Hospital do Câncer de Barretos para dar continuidade ao tratamento, mas o fígado também já estava comprometido e ela não resistiu.

Andrea conta que Arthur é muito parecido com a mãe e que está respondendo muito bem ao tratamento. “Ele é um guerreiro, persistente e está se superando igual à mãe dele. Patrícia foi um anjo na terra que veio nos ensinar o que é vontade de viver”, afirma.

Campanha mobiliza Araraquara para ajudar tratamento de recém-nascido (Foto: Reprodução Facebook)Campanha mobiliza internautas pela saúde de
recém-nascido (Foto: Reprodução Facebook)

Campanha
As despesas com o hospital já passam dos R$ 30 mil, e Arthur deve ficar internado na UTI Neonatal por, no mínimo, 60 dias para receber a medicação adequada e se desenvolver, o que custaria quase R$ 290 mil. Como o garçom não tem condições de arcar com esse valor, amigos e familiares lançaram a campanha  “Amigos da Patrícia, Felipe e Arthur” nas redes sociais para arrecadar dinheiro e ajudar a família.

Uma página no Facebook, criada por uma das amigas de Patrícia, já possui mais de 5 mil curtidas e vários compartilhamentos. A intenção é criar meios de arrecadar doações para o tratamento do bebê. “A evolução dele é diária, mas mesmo assim o risco ainda é muito alto. O Arthur hoje é o nosso anjo, o pedacinho dela que ficou para a gente poder lembrar dela com muito carinho e ensinar tudo o que a mãe dele deixou de lição pra gente”, diz o pai.

Quem quiser obter mais informações sobre o bebê ou ajudá-lo pode entrar em contato com Felipe Padovani, o pai do Arthur, pelo (16) 99721-6005.

Mãe decide continuar gravidez e morre das complicações de câncer (Foto: Su Casuscelli)
Mãe decide continuar gravidez e morre das complicações de câncer (Foto: Su Casuscelli)

Jornal: após câncer, Carlos Nascimento volta à TV em maio

DIÁRIO DA MANHÃ|TALLITA GUIMARÃES

Segundo informações da coluna Zapping, do jornal Agora São Paulo, o apresentador Carlos Nascimento deve voltar ao trabalho em maio.

Ele está afastado da emissora desde setembro de 2013 para tratar de um câncer no reto e enfrentou uma cirurgia em fevereiro deste ano. Nesta semana, o jornalista esteve no SBT para gravar o Troféu Imprensa. (Com inforações Terra)

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

 

Pai com câncer terminal deixa “caixa de memórias” para os filhos

DIÁRIO DA MANHÃ|LUDMILLA MOREIRA 

Um britânico de 42 anos foi diagnosticado com câncer terminal. Por onta dessa notícia, Andrew Hickie revelou que está planejando seu funeral e, principalmente, uma “caixa de memórias” com fotos e bilhetes que ele deixará para seus dois filhos. 

Foto:Reprodução

Foto:Reprodução

Andrew está preparando bilhetes para toda a vida das crianças. Ele quer se fazer presente, mesmo após sua morte. 

O homem foi retirado de um grupo de tratamento alternativo, pois seu organismo não reagiu. Hoje, ele espera receber um medicamento chamado ‘Pilimumab’ , que prolonga em alguns anos a vida de pacientes com câncer de pele. Em Andrew, o câncer começou com uma mancha no pé esquerdo e hoje já tem metástase no abdômen, fígado e cérebro, o que torna a cura impossível. 

 

Jovem em estado terminal arrecada R$ 3,7 mi para caridade

ImagemUm blogueiro britânico de 19 anos com câncer terminal arrecadou mais de 1 milhão de libras (R$ 3,7 milhões) para a caridade e postou uma última mensagem para seus seguidores.

Quando Stephen Sutton foi diagnosticado com câncer de intestino aos 15 anos, ele começou a levantar fundos para a Teenage Cancer Trust, instituição na Grã-Bretanha dedicada à adolescentes com câncer.

Na terça-feira, Sutton postou no Facebook: “Esta é minha última mensagem. Acho que já fui muito longe.”

Em reação à notícia de que o total de arrecadações ultrapassou 1 milhão de libras, Sutton tuitou: “Muito obrigado à todos”.

“Essa situação é de tirar o folêgo de várias maneiras!”, ele adicionou.

Dezenas de pessoas responderam dando parabéns, incluindo uma que descreveu Sutton como uma “verdadeira inspiração”, enquanto outra disse que ele tinha “mudado a vida de milhares de pessoas”.

No dia anterior ele disse à seus milhares de amigos e seguidores no Facebook que aquele seria seu último post e que qualquer novidade viria de seus familiares.

Ele escreveu: “É uma pena que o fim tenha chegado tão de repente. Há tantas pessoas à quem eu não consegui agradecer ou dizer adeus. Me desculpem por isso.”

“Eu continuarei lutando enquanto eu conseguir, e o que quer que aconteça em seguida, eu quero que vocês todos saibam que eu estou mentalmente bem, e em paz com a situação.”

“Isso é tudo. Mas a vida tem sido boa. Muito boa.”

Fonte: BBC BRASI