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MIssas celebram Santo Antônio até o dia 13 de junho

De A Tribuna On-line

Com o tema Santo Antônio, mestre da vida, a comunidade católica celebra, até dia 13 de junho, sempre às 19 horas, a trezena ao santo na Igreja do Valongo, em Santos.
 
Considerado o intercessor para a realização de casamentos ou para se encontrar um (ou uma) pretendente, ele é um dos santos mais festejados no Brasil, como explica o Frei André Becker.
 
“A história que se conta é que uma noiva, na Itália, não tinha dotes e rogou ao santo para que conseguisse um, para casar. Como isso aconteceu, Santo Antônio ficou conhecido como o casamenteiro”.
 
Da ordem franciscana, Santo Antônio de Lisboa ou de Pádua, como também é chamado, sempre trabalhou pelos pobres e é considerado padroeiro dos barqueiros, idosos, pescadores, pobres, oprimidos e das grávidas. “Ele levava como lema a paz e a fraternidade. Também dava atenção aos pobres”, explica frei Becker.
 
Por conta da popularidade, muitos fiéis seguem costumes para alcançar graças que vão desde a retirada do Menino Jesus, simbolicamente, dos braços do Santo, até virá-lo de cabeça para baixo enquanto o pedido não for realizado.
 
“Muita gente faz isso e a Igreja não condena nem incentiva. Mas, as pessoas não deixam de acreditar”, finaliza Frei Becker.

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Devota do santo casamenteiro, Maria do Rocio participa da trezena
 
Programação
 
No Santuário do Valongo, ele é celebrado desde a fundação da Igreja, em 1640, por representantes da ordem franciscana. A Paróquia também realiza todas as noites quermesse com comidas e bebidas típicas, shows e brincadeiras.
 
No dia 13, data dedicada ao santo, haverá missas especiais às 7h, 8h, 10h, 12h, 14h e 16 horas. Às 18 horas, acontecerá a procissão seguida de missa campal.
 
Na Igreja do Embaré, também haverá trezena até 12 de junho. Na Paróquia, a celebração acontecerá também às 19 horas, com o encerramento no dia 13, por meio de missas e procissão. 
 
Milagre
 
Muito familiar a quem lhe é devoto, Santo Antônio realiza diversos milagres na vida dos fieis. Essa é a crença da ajudante de limpeza Maria do Rocio, 60 anos, que trabalha na Igreja do Valongo.
 
“Sou devota dele há 15 anos. Tive uma prima que estava com um coágulo na cabeça e, por eu ter pedido a ele, ela se curou. Por isso, acredito em Santo Antônio e participo das comemorações em alusão a ele”, explica Maria.
 

Rússia celebra o Dia da Vitória

Triunfo soviético sobre o nazismo foi lembrado em todo o país

09/05/2014 

A Rússia está celebrando nesta sexta-feira, 9, os 69 anos do triunfo das tropas soviéticas sobre o nazismo, pondo fim à II Guerra Mundial. Em todo o país, há comemorações. A de maior destaque acontece na Praça Vermelha, em Moscou, no tradicional Desfile da Vitória, parada militar acompanhada por milhares de pessoas, incluindo as principais autoridades russas, e transmitida pela TV, com a presença de mais de 150 veículos militares e 69 aviões e helicópteros da Força Aérea.

O Presidente Russo, Vladimir Putin, em discurso durante o Desfile Militar, exaltou o orgulho da nação pela data e homenageou os heróis que combateram contra os nazistas. “O Dia da Vitória na II Guerra Mundial foi, é e será a nossa festa mais importante. É o dia do pesar e da memória eterna, quando se sente de uma forma especialmente aguda como é importante saber defender os interesses da pátria.”

O desfile militar em Moscou foi o ponto alto das comemorações do Dia da Vitória

Nas outras regiões da Rússia, também houve comemorações. A mais nova república da Federação Russa, a Crimeia, aproximadamente 300 mil pessoas celebraram nas ruas a vitória sobre o nazismo, segundo informou o Ministro da Informação e Comunicações local, Dmitri Polonsky. Ele afirmou que a festa deste ano foi a mais concorrida em 23 anos. Somente na parada militar realizada na capital, Sinferopol, o público estimado foi de 100 mil presentes.

Independência que Israel celebra hoje é vista como tragédia pelos palestinos

 
Israel iniciou na noite de segunda-feira, 5 de maio, a comemoração da criação do Estado de Israel.

Israel iniciou na noite de segunda-feira, 5 de maio, a comemoração da criação do Estado de Israel.

REUTERS/Ronen Zvulun

Israel comemora nesta terça-feira (6) o Dia da Independência, data que, para os palestinos, é conhecida como “nakba”, a catástrofe. O país celebra os 66 anos de sua criação em15 de maio de 1948, alguns meses depois da decisão histórica das Nnações Unidas de partilhar a palestina entre árabes e judeus.A data é celebrada pelo calendário judaico, por isso este ano caiu no dia 6 de maio.

Daniela Kresch, correspondente da RFI Brasil em Tel Aviv

As festividades começaram na noite de ontem (5), com shows e fogos de artifício nas principais cidades do país. E continuam durante o dia de hoje até o anoitecer.

A celebração acontece sempre um dia depois do chamado Dia da Lembrança, quando são rememorados os cerca de 23 mil cidadãos que morreram nas guerras e em ataques terroristas dos últimos 66 anos.

Tragédia palestina

Se a data é comemorada pela maioria judaica de Israel,  é lembrada de outra forma pela minoria árabe.

Para a maioria dos árabes-israelenses, pouco mais de 20% da população do país, o dia é conhecido como “nakba”, ou Dia da Tragédia. Cerca de 76% de árabes gnoram a data ou participam de manifestações em lembrança da “nakba”, que acontecem em geral no dia 15 de maio – data do calendário gregoriano na qual Israel foi criado.

Os palestinos da Cisjordânia e da Faixa de Gaza também consideram o dia como uma data trágica. Estima-se que 700 mil árabes tenham fugido ou sido expulsos de suas aldeias durante a guerra da Independência, que começou no dia seguinte à proclamação de criação de Israel.

Muitos foram para a Cisjordânia e a Faixa de Gaza e hoje lutam por um estado palestino. Outros foram para o Líbano, Síria e Jordânia, onde seus descendentes são até hoje refugiados e sonham em voltar as aldeias de seus antepassados.

Aplicativo inabka

A “nakba” ganhou até um aplicativo para telefones celulares. Para coincidir com o Dia da Independência de Israel, ou a catástrofe sob o ponto de vista árabe, uma ONG de direitos humanos lançou um aplicativo para celulares chamado “inakba”.

O aplicativo localiza no mapa atual de israel os 400 vilarejos árabes que foram destruídos ou evacuados desde 1948, ano da criação do estado.

Alguns viraram ruínas, outros foram repovoados por imigrantes judeus que foram chegando ao recém-criado estado de Israel.

O aplicativo é trilingue, em árabe, hebraico e inglês e ajuda descendentes a identificar onde seus antepassados moravam na época da criaçao de Israel.

O aplicativo foi criado pelaONG Zochrot (“lembram”, em português), baseada em Nazaré, a maior cidade árabe de Israel.

Os responsáveis pelo aplicativo são cidadãos árabes de Israel, mas se identificam com os palestinos.

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