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Advogado que deixou julgamento do Carandiru é condenado civilmente a pagar multa

Celso Vendramini defendia os 15 policiais militares julgados, abandonou o caso e foi multado em 70 salários mínimos

O DIA

São Paulo – O advogado que abandonou o plenário do júri no julgamento de policiais acusados de participar da invasão da antiga Casa de Detenção do Carandiru teve confirmada a multa de 70 salários mínimos (R$50.680) pela 4ª Câmara do Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP). Celso Vendramini defendia os 15 policiais militares julgados e foi multado por largar o caso.

Como a multa não foi recolhida pelo advogado no prazo estipulado na sentença, há determinação de inscrição do nome dele na dívida ativa do estado.

O relator do processo, desembargador Ivan Sartori, destacou que o valor é bem razoável, se considerados os recursos públicos para a preparação de um julgamento. Participaram da análise do caso, os desembargadores Willian Campos e Edison Brandão que acompanharam o voto do relator que estipulou a multa.

Bruno é transferido para Penitenciária de Segurança Máxima de Francisco Sá

Ex-atleta foi levado da Nelson Hungria para o Norte de Minas na tarde de ontem. Goleiro foi condenado a 22 anos de prisão pela morte da ex-amante Eliza Samudio

Estado de Minas|Luiz Ribeiro

21/06/2014 

O goleiro Bruno Fernandes de Souza foi transferido da Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na Grande BH, para a Penitenciária de Segurança Máxima de Francisco Sá, Norte de Minas, no final da tarde sexta-feira, conforme fonte do Estado de Minas. A operação ficou sob responsabilidade do Comando de Operações Penitenciárias Especiais (Cope). Bruno está preso desde julho de 2010 e cumpre pena de 22 anos e três meses pela morte da ex-amante Eliza Samudio.

A transferência foi autorizada pela Justiça e pela Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), no dia 10 de junho, em atendimento à solicitação dos advogados do detento, sendo fixado prazo de 20 dias para sua efetivação. A mudança faz parte da estratégia da defesa, que tenta conseguir autorização da Justiça para que o ex-atleta retorne aos gramados. Em 28 de fevereiro, ele assinou um contrato com o Montes Claros Futebol Clube – equipe da segunda divisão do futebol mineiro. Além disso, em janeiro deste ano a noiva do ex-jogador alugou um apartamento em Montes Claros e o domicílio familiar também foi o argumento usado no pedido de transferência para o Norte de Minas.

Antes da ida para Francisco Sá, os advogados de Bruno pediram a transferência dele para o Presídio de Montes Claros, mas não tiveram êxito. A Penitenciária de Segurança Máxima de Francisco Sá fica distante 53 quilômetros de Montes Claros.

De acordo com especialistas, o ex-atleta só teria direito à saída temporária para o trabalho a partir de 2020. Os advogados, no entanto, argumentam que mesmo em regime fechado, existiria a brecha na lei para o preso trabalhar durante o dia.

Os defensores do goleiro já tiveram uma primeira derrota na Justiça. Eles haviam entrado com um pedido de autorização para Bruno trabalhar, mas o pleito foi negado pelo juiz da Vara de Execuções Penais de Contagem, Wagner Cavalieri. Agora, a decisão quanto ao futuro de Bruno, se ele poderá sair para trabalhar ou não, ficará por conta do juiz da Vara de Execuções Penais de Francisco Sá, Flambo da Costa.

Conforme apurou a reportagem, a transferência de Bruno foi feita em total sigilo e ocorreu tranquilamente. Ele foi levado para Francisco Sá em um carro do Cope. A penitenciária fica a 11 quilômetros da cidade e o acesso é feito por uma estrada de terra. Na região rural do município, onde fica localizada a penitenciária não é captado sinal de telefonia celular. Também não existe sinal de TV. Com isso, o goleri oficará impedido, por exemplo, de assistir aos jogos da Copa do Mundo, condição que lhe era permitida na Penitenciária Nelson Hungria, tendo em vista que seu familiares levaram uma aparelho de televisão para a cela na prisão em Contagem.

Inicialmente, Bruno ficará em um pavilhão separado durante 10 dias em observação, o que é uma praxe para os presos transferidos. Nesse período, o detento não tem direito a banho de sol e não recebe visitas, com exceção dos seus advogados. Também é o período em que os profissionais do sistema penitenciário realizam procedimentos para avaliação do comportamento do preso, realizando, por exemplo, testes psicológicos. A Seds, oficialmente, não confirmou a transferência e só deve se manifestar sobre o assunto na segunda-feira.

Ex-presidente do Bayern vai à prisão para cumprir pena

Estadão Conteúdo

N/A

Hoeness foi condenado a três anos e seis meses

Condenado em março passado a três anos e seis meses de prisão, após ser considerado culpado de evasão fiscal, o ex-presidente do Bayern de Munique Uli Hoeness começou a cumprir a pena na cadeia nesta segunda-feira. Os advogados do ex-dirigente confirmaram que o ex-mandatário do principal clube da Alemanha deu entrada na penitenciária de Landsberg, que fica no sul do país, na Baviera.

Acusado de ter sonegado cerca de 28 milhões de euros, por meio de uma conta secreta aberta em um banco suíço, Hoeness se apresentou à Justiça por iniciativa própria no início de 2013, com o objetivo de regularizar a sua situação e evitar a condenação à prisão. Porém, não teve sucesso com sua autodenúncia e foi sentenciado pela Justiça alemã em um momento no qual o Bayern vivia o ápice do seu sucesso, então como atual campeão europeu e amplamente dominante no Campeonato Alemão.

Condenado, o dirigente, que também foi jogador de sucesso com a camisa da seleção alemã e do próprio Bayern, não apresentou apelo contra a decisão do tribunal de Munique. Ele corria o risco de pegar até dez anos de prisão, sendo que o sistema judicial alemão não admite que alguém se declare culpado com a intenção de reduzir a sua pena.

Logo após ser condenado à prisão, Hoeness renunciou à presidência do Bayern, em 14 de março. Antes desta data, ele já havia colocado o cargo à disposição, mas os membros do clube o convenceram a seguir na função, até que sua saída se tornou inevitável.

Edinho é condenado a 33 anos de reclusão. Naldinho recebeu pena idêntica

A Tribuna|Eduardo Velozo Fuccia

N/A

Edinho foi condenado a 33 anos de reclusão

O ex-goleiro Edson Cholbi Nascimento, o Edinho, filho de Pelé, foi condenado a 33 anos e quatro meses de reclusão pelo crime de lavagem de dinheiro oriundo do tráfico de drogas. Réus do mesmo processo receberam penas idênticas. São eles: Ronaldo Duarte Barsotti de Freitas, o Naldinho; Clóvis Ribeiro, o Nai; Maurício Louzada Ghelardi, o Soldado, e Nicolau Aun Júnior, o Véio ou Nick.

A decisão é da juíza Suzana Pereira da Silva, auxiliar da 1ª Vara Criminal de Praia Grande, e contra a qual cabe recurso. Além da pena privativa de liberdade, a magistrada decretou a perda, em favor da União, de todos os bens apreendidos e sequestrados, “pois claramente adquiridos com dinheiro proveniente de práticas ilícitas”. Entre os bens, há mais de 100 veículos recolhidos em três lojas de Naldinho.

Em razão de responderem ao processo em liberdade, Edinho, Nick e Soldado poderão apelar soltos ao Tribunal de Justiça de São Paulo. No entanto, sob pena de terem a prisão preventiva decretada, eles deverão entregar seus passaportes no cartório do 1º Ofício Criminal de Praia Grande no prazo máximo de cinco dias, a partir da data em que forem intimados da sentença.

Segundo a juíza, a entrega dos passaportes é medida que se impõe a esses réus, “diante do montante da pena aplicada e do fato de ostentarem grande poder aquisitivo, a fim de eliminar o risco de fuga”. Naldinho e Nai não poderão recorrer em liberdade. O primeiro está sumido há mais de cinco anos e é considerado foragido pela Justiça. O segundo teve a preventiva decretada no curso do processo e já está preso.

A ação penal de lavagem de dinheiro é derivada de outra, relacionada a tráfico de drogas, associação para o tráfico e porte ilegal de arma e munições, ainda em trâmite na 1ª Vara Criminal de Praia Grande. Além dos cinco réus agora condenados, outros fazem parte do processo originário, cuja base foi a Operação Indra, deflagrada em junho de 2005 pelo Departamento de Investigações sobre Narcóticos (Denarc).

As funções

Segundo a promotora de justiça Ana Maria Frigério Molinari, autora das denúncias que deram origem às duas ações, Naldinho era o cabeça de uma organização criminosa responsável pelo tráfico de drogas. Com base em Santos, a quadrilha tinha ligações com a facção carioca Comando Vermelho e era responsável por abastecer de entorpecentes morros do Rio de Janeiro. Nai, por sua vez, seria o número dois do bando.

Padrinho de um sobrinho de Naldinho e considerado como “tio” pelo chefe da quadrilha, Nick é apontado pela representante do Ministério Público (MP) como “braço financeiro” da organização. Edinho articularia a lavagem de dinheiro, servindo de “liame entre a parte armada e a financeira da quadrilha”, conforme a promotora. Em relação a Soldado, Ana Molinari disse que ele exercia “atividades de ocultação de bens”.

O Denarc interceptou com autorização judicial mais de cem telefones em cerca de oito meses. Desde o início, Naldinho era o alvo principal, mas durante as investigações, a partir dele, surgiram os demais acusados. Em uma das ligações monitoradas, Edinho fala ao chefe da quadrilha para entrar com o dinheiro, que ele entraria com o nome, em suposta alusão a Pelé, seu pai. O diálogo se referia à abertura de uma empresa.

Atualmente treinador de goleiros do Santos, Edinho não estava no clube ontem à tarde. A Tribuna tentou contato com ele por meio da assessoria de imprensa do clube, mas não obteve retorno até o fechamento desta edição.

Condenado à morte nos EUA pede que sua execução seja gravada

No pedido de 15 páginas, Bucklew pede a gravação com o objetivo de “preservar uma prova crucial” de que o procedimento da injeção letal viola a Constituição

France Presse

17/05/2014 

Washington – Um condenado à morte no Missouri, no oeste dos Estados Unidos, pediu à justiça que sua execução, na próxima quarta-feira, seja filmada para provar o sofrimento causado pela injeção letal.

A execução de Russell Bucklew, prevista para 21 de maio na cidade de Bonne Terre, será a primeira nos Estados Unidos desde a polêmica morte de um condenado em Oklahoma que agonizou durante 43 minutos, no dia 29 de abril.

Bucklew, condenado à pena capital por violentar a ex-namorada e matar a parceira da mulher, afirma no pedido, apresentado nesta sexta, que sofre de tumores vasculares na cabeça e no pescoço, assim como problemas de circulação.

No pedido de 15 páginas, Bucklew pede a gravação com o objetivo de “preservar uma prova crucial” de que o procedimento da injeção letal viola a Constituição, que proíbe penas cruéis.

No dia 8 de maio passado, a Corte Penal de Apelações de Oklahoma decretou a suspensão das execuções – por um período de seis meses – após a agonia de Clayton Lockett, que após receber a injeção letal sobreviveu por 43 minutos.

Crime macabro: pai injeta sangue infectado com HIV no filho para não pagar pensão

CORREIO DA MANHÃ|DANNIELY SODRÉ

A vida de Brryan Jackson, de 22 anos, mudou completamente por causa de uma atitude monstruosa de seu próprio pai. Brian Stewart injetou sangue infectado com o vírus HIV quando Brryan (filho) ainda era bebê, para não pagar pensão alimentícia. O homem foi condenado pelo crime, de acordo do site DailyMail.

Jackson tinha apenas 11 meses de idade, quando Stewart, especialista em transfusões de sangue, tentou matá-lo com uma injeção de sangue contaminada por HIV.

O crime

Em 1992 Jackson, então bebê, havia sido internado no hospital para tratar de uma crise de asma. Aproveitando que o menino estava no hospital, Stewart mergulhou a seringa em um frasco com sangue infectado e aplicou em seu próprio filho.

Apesar de passar por tratamento para asma, o bebê só piorava.

Os médicos realizaram uma bateria de exames para checar possíveis complicações da doença, mas não tiveram nenhum resultado. Foi então que os profissionais da saúde associaram alguns sintomas ao vírus da AIDS, e, após realizar um exame, a doença foi descoberta.

Foto:Divulgação

Foto:Divulgação

Complicações

Por causa do HIV, Jackson perdeu 70% da sua audição devido a toda a medicação que tem que tomar. Em um estágio da doença ele tomava 23 comprimidos, três injeções e medicamentos ministrados na veia.

Devido à doença e à alta toxicidade dos medicamentos, os médicos deram apenas seis meses de vida para a criança. Apesar do prognóstico, Jackson começou a melhorar e a responder ao tratamento.

Perdão

Hoje, com 22 anos, Jackson diz que perdoou seu pai e que aprendeu a conviver com a doença. ‘Com o tempo a quantidade de medicamentos foi diminuída e hoje estou estabilizado. Apesar de tudo o que aconteceu, perdoo meu pai’.

Atualmente Jackson ministra palestras sobre o HIV afim de evitar a propagação do vírus. Segundo ele, dissolver mitos e reduzir os estigmas e esteriótipos negativos sobre a AIDS são muito importantes.

Julgamento

Stewart foi julgado e condenado à prisão perpétua. Durante o julgamento, o Juiz Ellsworth Cundiff colocou o acusado na categoria dos ‘piores criminosos de guerra’.

‘Acredito que quando Deus te levar, você queimará no inferno durante toda a eternidade’, disse o juiz indignado.

Maluf oferece US$ 1 mi para encerrar processo em Nova York

O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) propôs um acordo à Promotoria da cidade de Nova York, nos Estados Unidos, no qual pagaria uma multa de US$ 1 milhão (R$ 2,2 milhões) para se livrar de uma ordem de prisão preventiva decretada em 2007, para que possa voltar a viajar para o exterior sem correr o risco de ser preso. As informações são do jornal Folha de S.Paulo. 

De acordo com a publicação, como parte do acordo, o deputado também entregaria um anel de rubi e diamantes que pertence a Sylvia Maluf, avaliado em US$ 250 mil (R$ 557 mil). 

A Justiça de Nova York decretou a prisão de Maluf por conta da acusação de que o deputado teria passado parte dos US$ 11,7 milhões (R$ 26 milhões) desviados de obras feitas no período em que era prefeito da capital paulista (1993-1996) pelo banco Safra daquela cidade. O parlamentar nega as acusações. 

Por conta desse processo, Maluf foi incluído em 2009 na lista de procurados da Interpol. Num dos tópicos do acordo, Maluf teria de confessar um crime.

Ao jornal, Maluf negou ter desviado recursos da prefeitura de São Paulo.

Fonte: Terra

Homem é condenado por invadir casa de idosa para lamber seus pés

Patrice Vergon levou sapatos da vítima no momento da fuga

EFE

França – Um francês de 54 anos foi condenado nesta quarta-feira a 18 meses de prisão por entrar à força na casa de uma idosa em Belfort, no noroeste da França, para acariciar, cheirar e lamber os pés da vítima. A mulher de 75 anos, que não quis ser identificada, relatou o caso à promotoria dizendo que tinha sido vítima de “violências psicológicas” por parte de Patrice Vergon, com antecedentes por agressão sexual.

Os fatos aconteceram na madrugada de 16 para 17 de abril, quando o agressor alcoolizado e sob os efeitos de remédios tranquilizantes, tocou insistentemente a campainha da casa de uma senhora. A mulher abriu a janela da cozinha e Vergon entrou à força na residência. Na ocasião, o francês evitou que a vítima chegasse ao telefone e a obrigou a se dirigir a seu dormitório, onde cheirou, lambeu e acariciou os pés da senhora.

De acordo com o jornal “L’Est Républicain”, a mulher, sufocada, convenceu o agressor para que desse um inalador e aproveitou uma distração para apertar o botão de alarme do telefone e avisar sua família. O homem então fugiu e levou consigo um par de sapatos da idosa. No dia seguinte, o agressor ligou para a vítima para se desculpar e foi detido horas mais tarde.

“Não sou um estuprador”, negou perante ao tribunal. Vergon disse se sentir aliviado por ter confessado “sua verdadeira natureza”. Quando os policiais detiveram o agressor em sua casa, os sapatos estavam em pedaços para, segundo o testemunho do condenado, poder vê-los e sentí-los melhor.

O advogado de Vergon, Leonardo Giagnolini, disse ao tribunal que dois anos antes seu cliente tinha começado a comprar vídeos pornográficos de caráter fetichista, embora a “obsessão” por pés de idosos tinha começado quando havia apenas 10 anos.

A promotoria solicitou dois anos de prisão, e a sentença ficou fixada em um ano e meio. A pena se somará a uma de 18 meses pendente de cumprimento por agredir sexualmente outra mulher octogenária.

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio