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Gastos com consumo nos EUA sobem 0,2% em maio

26/06/2014 

Os gastos com consumo nos EUA subiram em ritmo moderado em maio, apesar do aumento da renda, num sinal de que a economia norte-americana continua lutando para se recuperar após a desaceleração vista no inverno.

Segundo dados do Departamento do Comércio, os gastos com consumo pessoal subiram 0,2% na comparação com abril, ficando abaixo da previsão dos economistas consultados pela Dow Jones Newswires, de ganho de 0,4%. Os gastos de abril foram revisados para estabilidade, ante queda de 0,1% na leitura original.

Já a renda pessoal dos norte-americanos aumentou 0,4% em maio ante o mês anterior, vindo em linha com a projeção dos analistas. O resultado da renda de abril não sofreu revisão e continuou mostrando avanço mensal de 0,3%.

8 motivos para consumir aveia

CicloVivo

Foto: Rpavich/Flickr/Creative Commons
A aveia faz bem para a pele, por que contém silício e proteínas
A aveia faz bem para a pele, por que contém silício e proteínas

Que a aveia faz bem para a saúde todo mundo já sabe, mas qual serão os benefícios específicos de seu consumo? Todas as marcas vendidas são iguais? Para responder a essas perguntas, a Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor) avaliou a variedade do alimento disponível no mercado.

As análises foram realizadas com as seguintes marcas: MãeTerra, Jasmine, Yoki, Nestlé, Quaker, Taeq e Vitao, todas elas descritas como aveia em flocos finos.

De acordo com os testes de laboratório, nenhumas delas possui amido ou elementos “estranhos”. A conclusão é que todas podem ser consumidas sem preocupações.

Confira 8 razões, listadas pela associação, para incluir o alimento nas refeições:

1 – Melhora o funcionamento do intestino.

2 – Cria uma sensação de saciedade por conter fibras do tipo solúvel.

3 – Para quem tem colesterol alto a aveia é uma ótima aliada na redução do LDL, pois suas fibras são solúveis em água e se transformam em um gel que faz com que as gorduras não se depositem nas artérias, ajudando a baixar os níveis de colesterol ruim, prevenindo doenças do coração e também de câncer de intestino.

4 – No caso dos diabéticos, esse gel diminui os níveis de absorção da glicose, melhorando os níveis glicêmicos.

5 – Faz bem para a pele, por que contém silício e proteínas e agem nas divisões celulares renovando os tecidos.

6 – Fortalece os ossos, por ser rica em cálcio.

7 – Possui ação anticancerígena, pela ação das betaglucanas, que são componentes das fibras solúveis, protegendo o DNA.

8 – Possuem minerais antioxidantes, que são capazes de eliminar os radicais livres.

Dicas para incluir a aveia nas refeições:

Café da manhã: acrescente uma colher (sopa) de aveia sobre uma porção de frutas.

Almoço: adicione duas colheres (sopa) sobre sua porção de salada cozida ou crua ou mesmo sobre alimentos como arroz, feijão, carnes.

Lanche: coloque uma colher (sopa) de aveia no iogurte magro, no leite ou no suco de frutas.

Ceia: acrescente duas colheres de sopa ao alimento escolhido para a refeição da noite, de preferência, saladas e sopas de legumes.

Classe B voltará a ter mais de 50% do consumo, avalia estudo

Estadão Conteúdo
O mercado consumidor será marcado pela retomada da classe B neste ano. O estudo desenvolvido pela consultoria IPC Marketing mostra que essa parcela da população – equivalente a 35,4% do total de domicílios urbanos do País – vai responder por 50,84% (aproximadamente R$ 1,55 trilhão) do potencial de consumo no Brasil.

Os números se confirmados vão mostrar uma recuperação da classe B. Em 2013, esse extrato da população tinha diminuído em relação a 2012 – uma queda de 50,02% para 48,52%.

A classe A também deve aumentar a fatia no consumo: a participação subirá de 19,26% no ano passado para 19,52%. “A força do novo consumo está nas classes A e B. A classe emergente – que já foi tão destacada – ainda tem a maior quantidade de domicílios, mas ela perde força”, diz Marcos Pazzini, diretor do IPC Marketing. Pelo levantamento, a classe C deve responder por 26% do potencial de consumo, nível mais baixo desde 2005.

A mudança na estrutura do consumo continua mesmo com uma economia mais desaquecida. A população continua comprando e, consequentemente, mudando de classe social. Isso ocorre porque o Critério Brasil, da Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (Abep) e adotado pelos institutos de pesquisas, leva em conta a posse de bens e o nível de escolaridade do chefe da família para classificar os domicílios. “Essa migração social positiva está numa segunda e até terceira onda. A primeira onda foi a migração das classes D e E para a classe C. A segunda onda da classe C para a B, e a terceira onda da classe B para a classe A”, afirma Pazzini.

A expectativa da consultoria é que o consumo das famílias continue a crescer de 1,8% a 2% neste ano, acima do Produto Interno Bruto (PIB).

Um dos principais fatores que impulsiona a mobilidade social é a criação de emprego formal, segundo o presidente do Instituto Data Popular, Renato Meirelles. No mês passado, a desocupação medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ficou em 5% nas seis regiões metropolitanas pesquisas (Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre). O resultado foi o mais baixo para meses de março desde 2002, quando tem início a série histórica. “A economia pode não estar tão boa, o consumo das famílias está crescendo menos, mas o emprego e a geração de renda proveniente dele continuam forte.”

Gasto

O estudo da IPC Marketing também identificou como o brasileiro vai gastar o dinheiro este ano. A maior parte – R$ 770,57 bilhões – vai para a manutenção do lar. Nesse item, estão incluídas despesas como aluguel, conta de luz, água e telefone. “É uma realidade do brasileiro esse elevado custo da moradia”, diz Pazzini.

O segundo maior gasto do ano será com outras despesas (R$ 659,56 bilhões). Nesse item, o peso maior é com dívidas. “Boa parte da melhoria dessa ascensão é por causa da aquisição de bens de consumo. Normalmente, eles não são comprados à vista, mas no crédito. O crescimento desse item tem a ver com o aumento dessas compras feitas a prazo”, afirma o diretor do IPC Marketing.

Na sequência, aparecem alimentação no domicílio (R$ 314,01 bilhões) e alimentação fora do domicílio (R$ 156,57 bilhões). “Quanto maior o peso dessas despesas básicas, pior. Acaba sobrando menos dinheiro para itens que não são de primeira necessidade,”, afirma Pazzini.

Sudeste ficará abaixo de 50% do consumo brasileiro, diz estudo

Estadão Conteúdo

A geografia do consumo brasileiro vai mudar neste ano. Pela primeira vez, a fatia da Região Sudeste no potencial de consumo do País ficará abaixo de 50%. Um estudo feito pela consultoria IPC Marketing mostra que São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo responderão por 49,21% de tudo o que será consumido no País este ano. 
 
A perda de participação do Sudeste tem sido lenta, mas contínua ao longo dos anos. Em 2013, o peso da região foi de 50,53%. Há dez anos, ela representava 55,79%. A estimativa da IPC Marketing é de que o consumo atinja R$ 3,262 trilhões neste ano, acima do verificado em 2012 (R$ 3,011 trilhões). 
 
A menor participação do Sudeste pode ser explicada pela melhora econômica das demais regiões brasileiras. A fatia do Nordeste no consumo será recorde em 2014 e vai chegar a 19,48%. Haverá ainda um forte crescimento do Norte, cuja participação também será a maior da história (6,04%). 
 
“Em 2008, o Nordeste atingiu o segundo lugar no ranking do potencial de consumo e a diferença para a Região Sul vem aumentando nos últimos anos”, afirma Marcos Pazzini, diretor da IPC Marketing.
 
As economias do Norte e principalmente as do Nordeste foram impulsionadas nos dois últimos anos por dois grandes fatores: programas de transferência de renda e política de reajuste real do salário mínimo. 
 
No caso da economia nordestina, quase 20% da origem da renda familiar vem do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – boa parte do pagamento é atrelada ao salário mínimo. O Bolsa Família representa 3%. O restante é dividido entre trabalho (71,9%) e outras fontes (5,4%), como aluguel.
 
“Há dez anos, não existia uma classe média, principalmente no Nordeste. Quando o governo fez chegar dinheiro no bolso da população de mais baixa renda, ele fez com que essa parte da população tivesse uma condição melhor de vida e obviamente de consumo”, afirma Pazzini. 
 
Ciclo virtuoso. As duas economias passaram, então, a viver o chamado ciclo virtuoso. O aumento do consumo atraiu a chegada de novas empresas, que foram responsáveis por ampliar o mercado de trabalho e renda, estimulando novamente o consumo. 
 
Os indicadores macroeconômicos de cada região podem explicar parte da mudança na geografia do consumo nacional. As economias do Norte e do Nordeste vão crescer acima da média nacional em 2014. A projeção do cenário regional feita pela Tendências Consultoria mostra que o Produto Interno Bruto (PIB) do Norte deve ter o maior avanço do País este ano, com alta de 2,9%, e o do Nordeste terá o segundo maior, com crescimento de 2,7%. Para efeito de comparação, o desempenho esperado para o PIB brasileiro será de 1,9%.
 
“Uma atividade econômica mais forte impacta na renda da população. Com o PIB crescendo mais no Nordeste e Norte, a massa de renda também vai ser influenciada positivamente, o que estimula o emprego formal e traz todos os efeitos multiplicadores na economia”, afirma Camila Saito, economista da Tendências e responsável pelo cenários regionais. 
 
O crescimento econômico das Regiões Norte e Nordeste deve permanecer acima da média nacional nos próximos anos. 
 
De acordo com a projeção da consultoria Tendências, de 2015 a 2018, a média de crescimento do PIB da Região Norte deve ser de 3,8%. A economia nordestina deve avançar 3,5%. No período, o crescimento brasileiro será de 2,9%. 
 
“Uma coisa interessante de se observar no Nordeste é que vai haver uma mudança no padrão do consumo. Daqui para a frente, não deve haver mais esse impacto do Bolsa Família na economia local, porque o programa já está praticamente universalizado. O impacto da renda desse programa na região vai diminuir, e o motor para o crescimento da massa no Nordeste nos próximos anos vai vir do trabalho”, afirma Saito.

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