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ORIGINAL X SAMPLEADO: DIRE STRAITS X TAN E KULA “ÁRVORE SECA”

Confira a releitura do clássico do Dire Straits feita pela dupla de funkeiros Tan e Kula na música que estourou nos morros cariocas em 2010.

Assim como o rap, o funk ou tamborzão, também utiliza muitos samplers em suas produções, e costuma beber em fontes de origens diferentes.

É o caso do hit “Árvore seca” que estourou nos bailes funks há alguns anos na voz de Tan e Kula. O sampler utilizado na montagem, que faz sucesso até hoje, é do saxofone utilizado na música “Your lastest trick” da banda de rock inglesa chamada Dire Straits, lançada na década de 80 no disco Brothers in Arms.

Já o funk da dupla Tan e Kula era uma homenagem ao baile que rolava na comunidade da Árvore Seca no Rio de Janeiro.

Confira o Original:

Confira o Sampleado:

Com

TÁSSIA REIS LANÇA SUA PRIMEIRA EP “TÁSSIA REIS”

Em seu novo trabalho, a rapper exibe uma forte influência na música negra, R&B, Jazz e MPB, revelando composições de sua própria autoria.

A cantora Tássia Reis acaba de lançar seu primeiro EP intitulado “Tássia Reis”, com participação especial de DJ Zala, Nelson D, Skeeter, Esquina da Gentil e Tiago Mac. O primeiro álbum da cantora conta com a direção de Diamante e mixagem de Rodrigo Tuchê.

Tássia Reis é da cidade de Jacareí, interior de São Paulo, também é dançarina de stret dance e formada em moda. Em seu novo trabalho, a rapper exibe uma forte influência na música negra, R&B, Jazz e MPB, revelando composições de sua própria autoria, onde busca mostrar sua angústia, insatisfações e suas críticas sociais.

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Confira o Albúm!

COLETIVO DE GRAFFITI LANÇA 3° EPISÓDIO DA SÉRIE “OPNI CONVIDA”

Em seu terceiro episódio a série convida os rappers Thaíde e Xis a conhecerem a quebrada de São Mateus e seus principais pontos de cultura.

O Grupo OPNI lança o terceiro episódio da série “OPNI Convida” nesta quarta – feira 3 de setembro, através das redes sociais.  Com produção de Toni William, os vídeos mostram visitas de grandes nomes do hip hop na galeria de arte a céu aberto, localizada na Vila Flávia em São Mateus.

Na série, os artistas convidados conhecem a quebrada e seus principais pontos de cultura. Desta vez, os rappers Thaíde e Xis falam sobre música, graffiti e sociedade.

Desde 2009, a Galeria a Céu Aberto favorece o bairro. Os integrantes do  Grupo OPNI cresceram em São Mateus, e através dos grafites transformaram o local que ainda é marcado pela pobreza e exclusão social.

O Grupo OPNI iniciou sua trajetória em 1997 desenvolvendo um trabalho exclusivo em suas ações culturais que sempre retratam o cotidiano periférico, realizando murais e exposições “artivistas”. Além da Galeria a Céu Aberto, o grupo mantém projetos como o “Quadro Negro”, com publicação mensal na revista Raça.

Confira o vídeo do 1º episódio com os convidados Max B.O e Dexter!

 

 

 

“OSTENTAÇÃO EM CRISE” POR RENATO BARREIROS

Renato Barreiros, articulador cultural e um dos maiores incentivadores do funk na Cidade Tiradente, onde atuou como sub-prefeito, escreveu recentemente um artigo para o blog Farofafá sobre declínio do funk ostentação.

POR: RENATO BARREIROS

FONTE: FAROFAFÁ

Um dos maiores fenômenos musicais dos últimos anos está em crise, o funk ostentação. Nascido no ano de 2008 em Cidade Tiradentes, extremo leste de São Paulo, é cada vez menos ouvido entre o público que o consagrou: a juventude da periferia paulistana.

A mudança no cenário cultural começou no ano passado, quando todos os MCs da ostentação ainda gastavam milhares de reais para produzirem seus clipes, mas passaram a falar de artigos de luxo AAA, estes cada vez mais caros e distantes do poder de consumo da nova classe C. No começo da explosão do funk ostentação, o MC Boy do Charmes se imaginava dirigindo um carro modelo Megane ou uma moto 1100 cilindradas. Hoje, as músicas falam em Ferraris e Lamborguinis.

MC Naldinho e a música “Ui Chavoso, meia na canela” conseguiu se tornar um hit com um vídeo clipe amador, tendo um automóvel Jetta como seu maior objeto de “ostentação”. Na letra, gírias quase indecifráveis para quem não faz parte desse segmento de juventude e exaltando uma moda muito própria, a meia na canela. Foi como se a juventude da periferia dissesse aos agora nacionalmente famosos MCs da ostentação que não se identificava mais com eles.

Outro fator que colaborou com a crise do funk ostentação foi o engessamento da divulgação das músicas e clipes. Antes clipes e músicas eram copiados por qualquer jovem e colocados em seus canais no YouTube. Atualmente, os MCs lançam seus trabalhos em canais próprios e dificilmente deixam que eles sejam copiados para outros canais não oficiais.

Se essa estratégia gerou uma receita extra para os próprios artistas, complicou a situação financeira e desmotivou os divulgadores naturais e orgânicos do YouTube, os fãs, que ganhavam algum dinheiro com suas milhares de visualizações.

As primeiras formas de divulgação na internet impulsionaram o funk ostentação para o sucesso, e o fez emergir como uma potência comunicacional, independente do mainstream. O tradicional sistema de divulgação, que envolve rádios, TVs e grandes gravadoras, nunca havia dado o menor espaço para o movimento.

O funk como música mais escutada entre os jovens não começou com a ostentação, porém foi a partir da consolidação dessa vertente que a grande mídia e as gravadoras começaram a abrir espaço para os MCs paulistas e ajudaram que o movimento ganhasse dimensão nacional.

Antes da ostentação, o proibidão, muito forte na Baixada Santista, e a chamada “putaria”, oriunda do Rio, já eram febre nas periferias de São Paulo. Mas pelo conteúdo de suas letras fora dos padrões comerciais (a regra era falar de crimes, facções, consumo de drogas ou sexo de maneira explicita) os artistas dessas vertentes não se apresentavam em programas de TV, nem eram assediados por grandes gravadoras. Só serviam como pauta de jornais e revistas nas páginas policiais, quando ligavam suas músicas ao crime organizado.

E então surgiu a ostentação. Com esse tipo de funk em alta, muitos dos MCs acostumados a cantar apenas em salões de periferia e bailes de rua começaram a se apresentar em casas noturnas de luxo. A classe alta assimilou bem suas músicas e se tornou consumidora de funk ostentação. Foi parar em trilha de novela.

Com milhões de acessos no YouTube, os MCs da ostentação passaram a ser disputados por emissoras de TV, tiveram suas músicas veiculadas em grandes rádios comerciais e se aproximaram das grandes gravadoras – as mesmas que torciam o nariz para movimentos que não controlavam.

Essa aproximação fez com que os MCs da ostentação mudassem suas letras e ritmos para um formato mais adequado ao gosto de seus novos consumidores, a classe alta, e aos padrões do que exibe a grande mídia.
Outro fato que deve ser levado em conta quando falamos na crise do funk ostentação é o momento que vive a economia brasileira. Quando surgiu, o movimento teve seu ápice acompanhando a “ascensão da nova classe média”.

O resultado dessa crise é que os atuais sucessos do funk nas periferias em São Paulo voltaram a ser um misto de proibidão e da chamada “putaria”. O Passinho do Romano, hoje a maior febre, surgiu depois que um dos jovens dançava se contorcendo após ter inalado o que chamam de lança perfume, que na verdade é uma fórmula amadora e imprecisa que reúne éter, aroma de alguma fruta e acetona, além de outras possíveis químicas.

O Passinho do Romano surgiu antes mesmo que as músicas falando sobre ele fossem lançadas. Hoje, embora tenha tomado uma enorme proporção e não estando mais tão diretamente ligado ao consumo de lança perfume, os primeiros sucessos que falavam do “Romano” tinham citações explicitas ao consumo de drogas como “Lança de Coco”, deMC Bin Laden, “Passinho do Romano”, de MC Crash, e “Não quero Flash”, de Juninho Jr.

Além de fazer sucesso com suas músicas para o Passinho do Romano, MC Bin Laden ressuscitou o funk proibidão, falando do crime na periferia de São Paulo. Na fase áurea da ostentação, essa vertente sobrevivia apenas na voz do MC Kauan. Bin Laden tem entre seus primeiros sucessos a música “Barulho do motor -Bololo” e “Bololo – Haha”.

Entre as músicas da chamada “putaria” é o MC Pedrinho, com apenas 11 anos e que ganhou o apelido de “príncipe da putaria”, quem incendeia os bailes. Seu maior sucesso é a música “Dom, Dom, Dom”. Além de Pedrinho, os MC Livinho, com “Picada Fatal”, e MC Japa, com “Perereca Suicida”, são alguns dos novos Mcs que fazem sucesso dentro desse subgênero do funk.

Outro duro golpe no funk ostentação foi a ampliação dos “fluxos”, os bailes de rua chamados pela grande imprensa de “pancadões”, onde surgiu o Passinho do Romano e as músicas de proibidões e putarias são as mais tocadas. Os “fluxos” fizeram com que caísse a demanda por MCs. Os cachês despencaram. Os “pancadões” são realizados apenas com a aparelhagem de som dos próprios carros, sem apresentações ao vivo.

As casas noturnas da periferia, que contratavam MCs de sucesso e garantiam bons cachês para ter suas pistas cheias de jovens, estão vendo seu público minguar. Elas não têm como concorrer com os “fluxos” que brotam espontaneamente na rua. É muito mais barato para quem frequenta, por não pagar entrada e se pode comprar bebida muito mais barata nos camelôs ou levando de algum supermercado.

Os novos MCs de sucesso fazem menos apresentações e por vezes tem um cachê reduzido. Sua fama acaba por se limitar, em muitos casos, a uma ou duas músicas, em uma cena musical muito mais volátil.

Embora a vertente da ostentação não apareça mais na grande mídia como no ano passado, a força do funk continua sendo a principal trilha sonora da juventude que vive na periferia. Mas o que se vê agora é que, mais uma vez, ela está em rápida transformação e se identifica com outros MCs e letras de outros temas.

 

 

 

 

 

 

 

 

PAGODE DA 27 CELEBRA 9 ANOS DE GENUÍNO SAMBA

O Pagode da 27 comemora nove anos de história e além de muito samba, exerce ações de responsabilidade social com a comunidade do Grajaú.

 

O Pagode da 27 celebra 9 anos de história no dia 31 de agosto, com participações especiais de Marcinho Moreira , Douglas Sampa e demais sambistas que chegarem a roda.

Localizado no bairro do Grajaú, o evento é realizado tradicionalmente nas tardes de domingo, em meio a uma comunidade apaixonada pela genuína raiz do samba, e vem reunindo durante quase uma década, moradores do bairro e admiradores do samba em uma confraternização que concentra pessoas de diferentes locais da cidade.

O Pagode da 27 conta com 10 músicos, cerca de 20 compositores, e além do samba, exerce ações de responsabilidade social com a comunidade do Grajaú, por meio do Projeto Sócio –  Cultural Pagode da 27.

A rua “27″ como é chamada até hoje, era na época uma das mais violentas ruas da zona sul de SP. Um ano depois da fundação, foi conquistada autorização para fechar a rua nos dias de pagode, em seguida foi criada uma sede, onde ocorrem hoje aulas de iniciação musical para as crianças do bairro e arrecadação de mantimentos e agasalhos.

 

Neste ano, a Rede DoLadoDeCá colabora mais uma vez com a articulação cultural e social do evento, através de doação de 1.0000 canecas personalizadas que durante a celebração do aniversário, serão trocadas por 1kg de alimento não perecível e doados para Aldeia dos Índios Krukutus, situada na região de Parelheiros – SP.

Confira o som!

Programação

Chorando em Ré Menor

Horário: 14h às 15h

Família Pereira

Flavinho Batucada

Horário: 15h às 16hs

Pagode da 27 e convidados

Horário: 17h às 20hs

Local: Rua Manoel Guilherme dos Reis, Antiga Rua 27 – Grajau

VERSÃO POPULAR GRAVA 1º DVD “É A VEZ, É A VOZ”

A gravação do primeiro DVD será no Bairro do Jardim São Luis zona sul de São Paulo, com a participação especial do grupo I am Free Style.

Para celebrar 15 anos de estrada, o grupo de rap Versão Popular realiza gravação do seu primeiro  DVD “É a vez, É a voz” no dia 31 de agosto, com a participação especial do grupo I am Free Style. O evento acontece na Fabrica de Cultura Jardim São Luis, zona sul de São Paulo.

Formado por Cocão, Leandro, Kelly, Preto Will e  DJ Zeca, o grupo Lançou o primeiro álbum “Quem viu, viu” em 2010, com a produção do DJ Erick 12. O álbum abordou temas de impacto social  com letras  que abordam o respeito ao próximo , amor , as injustiças sociais ,  violência policial entre muitas assuntos .

Local

Fabrica de Cultura Jardim São Luis

Rua Antônio Ramos Rosa, 651.

Confira o som!

 

PROFESSORA DA QUEBRADA FAZ VAQUINHA PRA APRESENTAR TESE DE FUNK NOS EUA

Para exibir seu trabalho sobre o funk e a juventude brasileira, em viagem internacional, a professora da periferia de São Paulo, Jaqueline Conceição criou a “Vaquinha Online”.

Com ajuda dos amigos a pedagoga Jaqueline Conceição que  mora no Campo Limpo na periferia de São Paulo,  criou uma “Vaquinha online”, com intuito de levantar fundos para arcar suas despesas em uma viagem internacional e exibir seu artigo aceito em um congresso que acontece em setembro deste ano.

A funkeira Valesca Popozuda, também irá contribuir pagando metade das despesas da professora que a citou em seu trabalho acadêmico. O artigo aceito para participar do congresso faz parte da dissertação de mestrado defendida por Jaqueline.

Jaqueline é professora de literatura em uma escola na comunidade de Paraisópolis, a pedagoga tem mestrado em educação pela PUC (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo), ela foi convidada pela Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, para apresentar seu trabalho sobre o funk e a juventude brasileira, “Só Mina Cruel – Algumas Reflexões Sobre Gênero e Cultura Afirmativa no Universo Juvenil do Funk”.

Internautas de todo o Brasil podem contribuir com uma doação para ajudar nas despesas da viagem.

Para ajudar clique “Vaquinha online”.

DHA Q BRADA CELEBRA 10 ANOS NA ROSAS DE OURO

Além do amor ao futebol de várzea, o time promove ações sociais na comunidade e também comanda há quatro anos, uma ala na Escola de Samba Rosas de Ouro.

Para celebrar o aniversário de 10 anos de história nos campos da várzea, o DHA Q Brada promove uma grande festa que acontece dia 23 de agosto na Freguesia do Ó, em plena Quadra da Rosas de Ouro. A festa conta com o show de bateria da Escola de Samba Rosas de Ouro e participação dos convidados Flavio & Fernando, DJ Lela, e o grupo Batuque de Corda.

Fundado em 2004, o clube já participou de vários campeonatos como a Copa Kaiser, Jogos da Cidade e Taça Brahma. Atualmente, o time possui uma fantástica torcida organizada apelidada de “Só os Lokos” que acompanha a equipe em todos os jogos e campeonatos. A idéia de montar um time de várzea surgiu a partir de uma roda de conversas de amigos moradores do bairro da Freguesia do Ó, na zona norte de São Paulo.

Todos os finais de semana, os amigos Eduardo Dudu, Cezar, Rafael Babão, Vladmir, Farias, Henrique Boy, Rafinha, Marcos Pardal, Lola, Cleiton Gula e Zulino,  se reuniam para assistir as partidas de futebol na beira dos terrões. Foi nessa época, que eles sentiram a necessidade de montar uma equipe de futebol que tivesse um envolvimento com o samba e que representasse com amor e alegria a sua estimada comunidade.

Infelizmente, Zulino, que fazia parte desta roda de amigos veio a falecer deixando saudades, porém, é sempre lembrado em todos os momentos especiais do clube.

Hoje, o clube DHA Q Brada é formado por um total de 33 pessoas, sendo 20 atletas, um técnico, um auxiliar e 10 diretores. O time também comanda há quatro anos, uma ala dentro da Escola de Samba Rosas de Ouro com 150 integrantes e quatro diretores Cezar, Sandra, Babão e Buiu.

Além do amor ao futebol, o time promove ações sociais na comunidade que incluem os eventos “Páscoa de Q Brada” onde há uma grande distribuição de ovos de páscoa para a criançada, “Q Brada Feliz” em comemoração ao dia das crianças e o “Célula” evento gospel que trabalha a disciplina e cidadania, por meio da religião, junto aos pequeninos. E em breve será inaugurado o novo projeto intitulado “Cine Q Brada” com cinema de rua para a diversão da garotada.

Confira o documentário que mostra as atividades do DHA Quebrada em sua comunidade.

VIELA 17 LANÇA VÍDEO CLIPE “INIMIGO OCULTO”

O grupo de rap Viela 17 comemora seus 20 anos de carreira com a mistura black, a soma de harmonias, a união entre pensamentos, rimas e batidas expressivas.

O grupo acaba de lançar seu 4º CD intitulado 20 de 40, um trocadilho referente aos 20 anos de carreira com seus 40 anos de idade. Com o vídeo clipe “Inimigo Oculto”, faixa de introdução do CD#20de40, o vídeo  filmado na chácara do Dj Ivan Mix,  com a direção do conceituado cineasta Leandro G. Moura e produção de Daniela Mara dos Santos.

 

 

 

 

 

CONCORRA A UM PAR DE CONVITES PRO BAILE DO VELUDO BLACK

Não perca mais uma edição da festa em homenagem aos antigos bailes que aconteciam na periferia de São Paulo.

Para comemorar a 9º edição, o Baile do Veludo premiará com um par de ingressos a primeira pessoa que responder nos comentários a seguinte pergunta: Qual o nome de batismo do mestre James Brown ?

O Baile do Veludo também fará homenagem aos antigos bailes que ocorriam nas periferias de São Paulo nos anos 80 e 90 onde as equipes Aristocrata Clube; Chic Show; Circuit Power; Zimbabwe; Black Mad; Baile do 220 e as gafieiras do Paulistano da Glória promoviam os principais bailes que garantiam a diversão dos corações apaixonados pela Black music.

Na pista, os melhores do grooves, com muito original funk, samba, rhythm and blues, samba-rock, soul e melodia na presença dos Djs Renato Dias (residente); Dj Tano (Z’África Brasil) e Caio Oiak (Mestre Nagô).

SERVIÇO
9º Baile do Veludo Black
Dia 2 de agosto de 2014 – sábado – das 22h às 5h
Centro Cultural Rio Verde – Rua Belmiro Braga, 119, V. Madalena

ENTRADA:
Porta: R$ 20,00
Lista amiga/aniversários: R$ 15,00

INFORMAÇÕES:
11 3816 3082 / 9 9742 1273 (c/ Ligia)
listadoveludo@kolombolo.org.br
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