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Defesa Civil reconhece calamidade pública em municípios do Paraná

25/06/2014 

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, do Ministério da Integração Nacional, reconheceu estado de calamidade pública nos municípios de Bituruna e União da Vitória, no Paraná, devido à forte chuva em junho. Esse reconhecimento agiliza o repasse de recursos federais e o atendimento às vítimas da enchente. A portaria foi publicada na edição de hoje (25) do Diário Oficial da União.

A Defesa Civil Estadual registra mais de 822 mil pessoas afetadas pelos temporais. Onze morreram e 228 ficaram feridas. Mais de 26 mil pessoas permanecem desalojadas e quase 2 mil estão em abrigos.

O estado tem 156 municípios atingidos pela chuva, dos quais 149 estão em situação de emergência. Mais de 15 mil residências foram danificadas. 

No município mais atingido, União da Vitória, mais de 52 mil pessoas foram afetadas pelo transbordamento do Rio Iguaçu. Continuam desalojadas 11.250 pessoas e 90 estão em abrigos. Uma pessoa morreu e 65 ficaram feridas.

De acordo com o Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar), nesta quarta-feira o tempo segue instável no Sul do país. As chuvas atingem mais as áreas de divisa do Paraná com Santa Catarina e a fronteira com a Argentina.

Enchentes desalojam populações da Sibéria

Cerca de quatro mil casas foram tomadas pelas águas na Khakassia e no Altai

31/05/2014

O Centro Regional Siberiano do Ministério para Situações de Emergência e Defesa Civil da Rússia informou neste sábado, 31, que quase quatro mil casas continuam inundadas na Khakassia, na República de Altai e no Território de Altai, devido às cheias dos rios locais.
Resgatistas trabalham na área inundada pelo rio Katun, na República de Altai

De acordo com os dados do Ministério, é o Território de Altai que sofre os maiores efeitos da inudação: lá foram alagadas mais de 2.300 residências. Na República de Altai estão parcialmente submersas mais de 1.400 casas; e na Khakassia, 171. O nível de águas não baixa, e os moradores das casas alagadas se hospedam com parentes e amigos e em abrigos provisórios. Há prejuízos também na República de Tuva, porém de menor monta.

O Ministro para Situações de Emergência, Vladimir Puchkov, informou que mais de dois mil socorristas trabalham na região, e que o contingente vai aumentar. Na operação de auxílio às vítimas das enchentes são utilizados aviões, barcos, lanchas a motor, maquinaria e equipamento especialmente destinados para o trabalho em áreas inundadas.

Primeiro alerta máximo de enchente no rio Amazonas é emitido pela Defesa Civil

Parintins é a primeira cidade com previsão de ‘sofrer’ com a subida do nível do rio

 

Enchente do rio Madeira em Humaitá, única cidade do Amazonas em estado de calamidade pública. Foto: Divulgação/Defesa Civil-AM

MANAUS – A apenas 55 centímetros de atingir a cota histórica que foi registrada em 17 de junho de 2009, Parintins (distante 368 quilômetros de Manaus), no baixo rio Amazonas, recebeu nesta quarta-feira (30) alerta máximo para emergência emitido pela chefia de monitoramento da Defesa Civil do Amazonas. A cidade deve preparar-se para a enchente do rio Amazonas. O departamento de resposta ao desastre pretende iniciar os trabalhos paralelamente às ações de resposta à enchente, que devem começar o quanto antes pela Prefeitura de Parintins, que tem o dever de apresentar a primeira resposta à população.

Uma das primeiras ações da Defesa Civil é orientar a população que mora em área de risco para buscar um local seguro: casas de amigos, casa de parentes, abrigos e se resguardar de possíveis perdas, tanto material quanto humana. Esta anormalidade tem como principal fator a cheia histórica enfrentada atualmente no rio Madeira, com influência direta no baixo Amazonas.

Em todo o Amazonas há 16 cidades estão em estado de emergência devido à subida do nível dos rios: Guajará, Ipixuna, Boca do Acre, Envira, Humaitá, Lábrea, Pauini, Apuí, Canutama, Manicoré, Novo Aripuanã, Borba, Novo Olinda do Norte, Tapauá, Itamarati e Autazes. Dos municípios em emergência, apenas Humaitá está em estado de calamidade pública.

O poder público estadual enviou 386 toneladas de alimentos às áreas atingidas pela enchente e continua o atendimento aos municípios afetados, com envio de kits de ajuda humanitária – com materiais de higiene pessoal e limpeza, medicamentos, colchões. Também são entregues às famílias atingidas pela cheia barracas de campanha e gás de cozinha.

Calamidade

Humaitá foi a primeira cidade a receber o programa Amazonas Solidário, que beneficia famílias que estão sofrendo com a cheia, e receberam cheques no valor de R$ 300. Centenas de famílias foram cadastradas pela Defesa Civil do município. Foram emitidos 3.955 cheques nominais, que impossibilitam qualquer tipo de fraude. Somente recebem o benefício as famílias que comprovadamente estão sofrendo com os danos causados pela enchente de 2014. Manicoré foi o segundo município a receber o beneficio do programa Amazonas Solidário, no dia 26 de abril, para 1.322 famílias.

Os municípios de Boca da Acre, Maraã, Apuí, Borba, Envira, Manicoré, Novo Aripuanã, Canutama e Humaitá receberam apoio financeiro por meio de convênios junto à Defesa Civil do Estado, no valor total de R$ 3.255.885 para ações de prevenções, socorro e assistência por conta da emergência.