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Britânico deixa emprego na Inglaterra para assistir à Copa no Brasil

Diretor de escola em Bolton, Mark Williams decidiu pedir demissão e viajar para o Brasil, para assistir à Copa do Mundo

14/06/2014 

O diretor Mark Williams, da escola High Lawn Primary School, em Bolton, Inglaterra, pediu demissão para poder vir ao Brasil assistir à Copa do Mundo. O portal britânico Daily Mail informou que ele chegou ao país na última quarta-feira, na véspera do jogo de estreia do torneio, entre Brasil e Croácia. “Eu pedi demissão para que pudesse realizar uma viagem que vai marcar minha vida”, comenta o professor.

O diretor de escola primária Mark Williams largou o emprego na Inglaterra para assistir à Copa Do Mundo (Reprodução/Daily Mail)  
O diretor de escola primária Mark Williams largou o emprego na Inglaterra para assistir à Copa Do Mundo

Williams vai passar as últimas duas semanas de junho no Brasil. Ele conseguiu firmar acordo com a chefia da escola e terá licença não remunerada no período. “No entanto, ficou combinado que seria melhor para a escola que eu continuasse até o final do ano letivo”, conta. Ele vai manter o cargo até o final de julho e, no início do novo período letivo, em setembro, outro professor vai assumir o trabalho.

Na escola High Lawn Primary School, pais podem ser punidos se os filhos faltarem aulas sem justificativa. Uma viagem como essa poderia render uma multa de 60 libras por criança, que pode aumentar para 120 libras se não for paga dentro de 28 dias. Se os pais insistirem em não pagar o valor, a disputa pode acabar em tribunal e, em casos extremos, em um breve período na prisão.

Após ameaça de Geraldo Alckmin, 60 metroviários são demitidos

Há previsão de mais desligamentos ao longo do dia

O DIA

São Paulo – Após ameaça de demissão do governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), 60 trabalhadores do Metrô-SP foram demitidos na manhã desta segunda-feira. De acordo com o Metrô de São Paulo, há ainda previsão de mais demissões ao longo do dia e de afastamento de grevistas ligados ao sindicato, que não podem ser desligados da empresa por estabilidade revista por lei.

Estação de metrô Ana Rosa durante o quinto dia de protesto dos trabalhadores de metrô em São Paulo

Foto:  Reuters

Neste domingo o governador disse que pela decisão judicial, que não fosse trabalhar nesta segunda-feira envolvia a possibilidade de demissão por justa causa. A greve foi mantida pela categoria em decisão durante assembleia realizada após o julgamento, mesmo depois da Justiça aumentar o valor da multa a ser paga pelo sindicato por dia não trabalhado – de R$ 100 mil ela subiu para R$ 500 mil.

O maior entrave na negociação é o índice de reajuste. O Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Metroviários de São Paulo pedia, inicialmente, 35,47% de aumento. O valor foi reduzido para 16,5% e, na última audiência, para 12,2%. O Metrô ofereceu 5,2%; 7,98% e, finalmente, 8,7%. Não há sinalização de acordo de ambas as partes.

Quinto dia de greve

Apesar do Tribunal Regional do Trabalho ter considerado a greve abusiva, os metroviários continuam parados na cidade de São Paulo pelo quinto dia seguido. A exemplo do que vem ocorrendo desde a última quinta-feira, a circulação dos trens do Metrô é parcial, dificultando a ida ao trabalho, principalmente, para quem mora na zona norte da cidade, região que tem menos alternativas em relação às demais. Das 65 estações existentes em São Paulo, apenas 34 estão funcionando.

Metroviários caminham em direção à Secretaria de Segurança

Metroviários em greve há cinco dias fazem uma passeata neste momento no bairro do Paraíso, na região da Avenida Paulista, após confronto no início da manhã desta segunda-feira com a Tropa de Choque da Polícia Militar (PM), em frente à Estação Ana Rosa, do metrô. Eles estão na Rua Vergueiro, no sentido centro, e planejam seguir em passeata até a sede da Secretaria de Segurança Pública, no centro da cidade.

Manifestantes fecharam cruzamentos e avenidas da região da estação Ana Rosa e atearam fogo no lixo

Foto:  Reuters

Segundo os metroviários, depois do confronto com a Tropa de Choque, que lançou bombas de gás e balas de borracha, 13 grevistas ficaram detidos dentro da Estação Ana Rosa. Homens da PM fizeram um bloqueio em frente à entrada da estação. Mais cedo, os manifestantes também fizeram barricadas e queimaram lixo em frente à estação.

Os metroviários informaram que a PM permitiu a entrada de dois advogados e que os detidos serão encaminhados ao 26º Distrito Policial.

Após demissão de rede de televisão, Leão Lobo culpa evangélicos

DIÁRIO DA MANHÃ|ANA CLÉIA SOUZA

 Leão Lobo culpa evangélicos por ter perdido o emprego. Foto: Divulgação/Internet

Leão Lobo culpa evangélicos por ter perdido o emprego. Foto: Divulgação/Internet

Muito conhecido por falar o que pensa e por se envolver em polêmicas com artistas que em alguns casos renderam até processos na justiça, Leão Lobo após ser demitido da rede de televisão CNT, culpa os evangélicos por ter perdido o emprego.

“Minha rotina está quebrada. Com o fim da CNT, fiquei desempregado. Estava lá há cinco anos, super tranquilo. Essa foi a terceira vez que os evangélicos cruzaram o meu caminho e acabam com meu trabalho”, disse Leão Lobo em entrevista ao site IG.

Nesta mesma conversa o jornalista relatou que a apresentadora Marcia Goldshimitt teria feito macumba pra ele, quando trabalharam juntos no programa “Mulheres” em 1999, pela TV Gazeta.

“Cheguei para gravar e em torno da minha mesa tinha um monte de pedrinhas. Os câmeras faziam sinal para eu não sentar, mas não entendi e sentei. Um deles veio até a mim e disse: ‘Foi a dona Márcia que colocou isso ai, a gente viu’. Na abertura do programa, ela foi até mim, o que nunca fazia, e disse: ‘Ai, Lele, isso aí no chão é macumba. Fizeram uma macumba pesada para você’. No dia seguinte, quando estava me arrumando, senti uma pontada na cabeça e só me lembro de acordar no hospital com minha pressão 24 por 12. Fiquei 15 dias internado.” 

Leão Lobo também falou da experiência da paternidade gay, ele tem uma filha adotiva que hoje está com 22 anos. Relatou sobre os preconceitos vividos pela filha na idade escolar e a elogiou dizendo que ela é uma grande companheira.

E para finalizar o jornalista elogiou A Gazeta e o SBT e frisou que se sentiria muito feliz se fosse convidado a voltar para uma dessas emissoras, mas reforçou bem o desejo dele de voltar a trabalhar na emissora do dono do baú.

Com informações do O Dia.

MG: Justiça amplia indenização de funcionário demitido por ter cavanhaque

Homem trabalhava como porteiro da biblioteca de uma universidade e teria sido demitido por não concordar em retirar o cavanhaque, cultivado por 17 anos

IG

Minas Gerais – Após ser demitido por não concordar em tirar um cavanhaque que mantinha há 17 anos, um homem de 60 anos entrou com uma ação contra a empresa que o contratara e conseguiu na Justiça do Trabalho um aumento da indenização, após recorrer da primeira decisão. O funcionário era terceirizado e trabalhava em uma biblioteca da Universidade Federal de Uberlândia (UFU), na unidade de Patos de Minas, no Alto Paranaíba.

Segundo as informações do Tribunal Regional do Trabalho (TRT-MG), o reclamante pediu o pagamento de uma indenização por danos morais, sendo que, em primeira instância, o juiz condenou a empresa terceirizada e a própria universidade. Entretanto, por não estar satisfeito com o valor de R$ 3 mil, o homem decidiu recorrer e conseguiu aumentar o valor da reparação para R$ 6 mil.

O funcionário trabalhava como porteiro da biblioteca da universidade e, na época de sua admissão, já utilizava o cavanhaque. Após três meses de trabalho ele foi convocado pelo chefe da vigilância da instituição, que exigiu que ele removesse a barba, afirmando que se trataria de uma norma interna. Como o empregado não aceitou a imposição, ele acabou sendo dispensado pela empresa.

Segundo o relator do processo, juiz Mauro Cesar Silva, a conduta da empresa foi inaceitável e configura abuso de poder, já que o cavanhaque não afeta em nada a função de porteiro de biblioteca. “A interferência da empregadora (ou da tomadora) na aparência física do empregado apenas se justifica em casos restritos, em que determinada condição do indivíduo seja capaz de interferir substancialmente no desempenho de sua função no trabalho”, afirmou o magistrado nos autos, que considerou a dispensa uma descriminação estética.

Por fim, o juiz concordou com o empregado que o valor fixado em 1º Grau deveria ser aumentado, passando para R$ 6.000. A decisão foi tomada com base em critérios como extensão do dano, intensidade da culpa e condição econômica das partes. O magistrado ainda lembrou da função punitiva e pedagógica da medida, que tem como objetivo inibir a repetição de eventos semelhantes e convencer o agente de que não vale a pena repetir o ato.

A universidade

Na decisão, também foi abordada a questão da responsabilidade da universidade, sendo que na avaliação de Mauro Cesar Filho a condenação definida na sentença se justifica, já que foi exatamente um representante da universidade quem praticou o ato ilícito. Todos os argumentos levantados pela instituição, que queria se livrar da condenação, foram refutados. Assim, o recurso da instituição de ensino foi julgado improcedente para manter a responsabilização de forma subsidiária.

Segundo a assessoria de imprensa da UFU, o porteiro era funcionário de uma empresa particular, que teria informado à instituição que o porteiro foi demitido por faltar muito no serviço. Além disso, a universidade ainda afirmou que cumprirá tudo o que for determinado pela Justiça.

Com informações do TRT-MG

Bouygues pode demitir até 20 mil funcionários

Sede da Bouygues Telecom em Issy les Moulineaux, próximo de Paris.

Sede da Bouygues Telecom em Issy les Moulineaux, próximo de Paris|Reuters|RFI

 

Uma das principais companhias de telecomunicações da França, a Bouygues Telecom, poderá demitir até 2 mil pessoas, de acordo com sindicalistas do grupo. O número de demissões representaria até 23% do quadro de pessoal da empresa.

 

As informações foram publicadas no jornal Le Figaro desta segunda-feira (12). Atualmente, a Bouygues emprega 9 mil funcionários. Entre 1,5 mil e 2 mil poderiam ser demitidos.

A onda de fechamentos de vagas seria uma consequência direta do recente fracasso na compra de outra companhia de telecomunicações, a SFR, uma operação que teria feito a Bouygues ampliar o seu espaço no mercado. A SFR acabou adquirida pela concorrente Numericable.

Nesta segunda, a empresa preferiu não comentar os rumores sobre as demissões, que circulam nos corredores, conforme os sindicatos de trabalhadores. O grupo vai apresentar o balanço financeiro do primeiro trimestre nesta quinta-feira.

“Os rumores foram propagados por altos diretores e se disseminaram pela empresa”, relata Azzam Ahdab, do sindicato CFDT. “Nossas preocupações já vêm de longa data.”

Se a informação for confirmada, os representantes dos trabalhadores prometem exigir “condições satisfatórias” de um eventual plano de demissões voluntárias, “considerando os bilhões que a direção estava disposta a pagar pela SFR”, destaca Ahdab.

Mudanças no mercado

A Bouygues foi a principal vítima da chegada da operadora Free no mercado de telefonia móvel francês, com preços bastante abaixo dos praticados pelas companhias tradicionais do país. Em dois anos, a Bouygues perdeu 200 mil clientes e teve uma forte queda de faturamento, já que 18% dos clientes migraram para o plano de baixo custo que a empresa foi obrigada a criar, o B & You.

O grupo aposta na expansão do serviço 4G para compensar as perdas. Atualmente, oferece a maior cobertura da França. Conforme Le Figaro, o próximo passo será diminuir os custos de operações. Para isso, a Bouygues deve simplificar as opções de planos de telefonia.

Gilson Kleina é demitido e deixa o Palmeiras

Ano do “centernada” está bravo!

De A Tribuna On-line
N/A

Derrota no Maranhão acabou com ciclo do treinador

Gilson Kleina não é mais técnico do Palmeiras. A saída do treinador foi definida após uma reunião entre os principais dirigentes do clube. Kleina não resistiu à derrota do Verdão por 2 a 1 para o Sampaio Corrêa, na noite desta quarta-feira, na partida de ida pela segunda fase da Copa do Brasil. O time palmeirense foi derrotado de virada por 2 a 1. No domingo, pelo Campeonato Brasileiro, o Palmeiras havia sido derrotado pelo Flamengo, no Maracanã, também de virada. Tudo isso aliado à saída do atacante Alan Kardec deixaram a situação insustentável.

A saída do treinador foi decidida no início da tarde desta quinta-feira. Kleina falou rapidamente sobre a decisão. “Estou tranquilo. Fizemos tudo da melhor forma possível, mas acabou o ciclo”, disse o treinador ao Globoesporte.com.

O preparador físico Fabiano Xhá e os auxiliares Juninho e Jair Leite, que faziam parte da comissão técnica de Kleina, também deixaram o clube. Continuará apenas o assistente técnico Alberto Valentim.

Kleina era treinador do Palmeiras desde setembro de 2012 e recebia cerca de R$ 200 mil mensais. Mas com o sistema de bônus oferecido pela diretoria, ele poderia receber num mês até o dobro desse valor. À frente do Palmeiras, ele foi rebaixado com o time no mesmo ano em que assumiu o comando e sagrou-sse campeão brasileiro da Série B em 2013.

O Palmeiras ainda não anunciou o nome do substituto. Confira a nota oficial do clube.

 “Gilson Kleina não é mais o técnico da Sociedade Esportiva Palmeiras. Após reunião na tarde desta quinta-feira, a diretoria do Verdão decidiu pela saída do treinador do comando da equipe. Kleina, que estava dirigindo o time alviverde desde setembro de 2012, obteve durante sua passagem pelo clube 56 vitórias, 20 empates e 29 derrotas. A diretoria do Palmeiras irá se pronunciar sobre o caso às 17h, em entrevista na Academia de Futebol. O treino do time acontecerá normalmente, às 15h30. As coletivas do goleiro Fábio e do volante Renato, previamente marcadas para as 14h30 desta quinta, foram canceladas”.

Naufrágio leva a demissão do primeiro-ministro da Coréia do Sul

por AFPHoje

 
O primeiro-ministro sul-coreano após a intervenção televisiva em que anunciou a sua demissão
O primeiro-ministro sul-coreano após a intervenção televisiva em que anunciou a sua demissãoFotografia © Reuters

O primeiro-ministro sul-coreano apresentou hoje a demissão, numa intervenção televisiva transmitida em direto, assumindo pessoalmente a responsabilidade pelo naufrágio do navio ‘Sewol’ a 16 de abril, que causou mais de 300 mortos e desaparecidos.

“Peço desculpa por ter sido incapaz de impedir este acidente de ter acontecido e de ter sido incapaz de gerir corretamente as suas consequências”, disse Chung Hong-won que afirmou, em seguida, que, por isso, “devo assumir as minhas responsabilidades e pedir a demissão”.

A Presidente Park Geun-hye já aceitou a demissão, mas esta só se tornará efetiva após a conclusão das operações de busca, indicou o seu porta-voz.

O Governo, assim como a maior parte das instituições oficiais relacionadas com o caso, têm sido alvo de fortes críticas das famílias das vítimas que acusam as autoridades de terem exagerado, nas suas declarações, a dimensão dos meios envolvidos em relação àqueles realmente presentes no local do acidente.

O número de mortos confirmados é agora de 188, mas 114 pessoas continuam desaparecidas, muito provavelmente no interior do navio que naufragou a 16 de abril, com 476 pessoas a bordo, das quais 325 estudantes liceais.

Onze dias após a tragédia, as equipas de salvamento perderam qualquer esperança de encontrarem sobreviventes e as famílias denunciam o ritmo a que, segundo estas, foram levadas a cabo as operações de recuperação dos corpos.

Após derrota na Libertadores, Autuori não é mais técnico do Atlético-MG

Lancepress

O técnico Paulo Autuori foi demitido nesta quinta-feira do comando do Atlético Mineiro, apenas um dia após o time sofrer a sua primeira derrota na Copa Libertadores, no jogo de ida das oitavas de final, em Medellín, vencida pelo Atlético Nacional por 1 a 0.

A queda de Autuori foi confirmada pela assessoria de imprensa do clube. Ainda na Colômbia, o treinador acabou sendo comunicado da sua demissão por Eduardo Maluf, diretor de futebol do Atlético-MG. Ainda não há uma definição sobre o substituto do treinador para a sequência da temporada.

A derrota para o Atlético Nacional e a postura do time, que atuou retrancada na Colômbia, causaram revoltas dos torcedores, que inclusive picharam a sede social do clube mineiro na última madrugada, com a inscrição: “Queremos raça!”. E o comportamento também parece ter irritado a diretoria, que acabou responsabilizando Autuori pela má atuação.

Assim, o treinador acabou sendo demitido nesta quinta-feira pela diretoria, encerrando um período de menos de cinco meses no comando do time. Autuori chegou ao clube para substituir Cuca, que optou por deixar o Atlético-MG após a disputa do Mundial de Clubes, para trabalhar no futebol chinês.

Sob o comando de Autuori, o Atlético-MG disputou 23 partidas, com 11 vitórias, nove empates e três derrotas. O retrospecto, porém, não foi suficiente para levar o time ao título do Campeonato Mineiro, vencido pelo Cruzeiro, e nem aplacar a desconfiança dos torcedores.

O baixo rendimento ofensivo do Atlético-MG também pesou para a queda de Autuori. Nas últimas cinco partidas, o time marcou apenas um gol. Assim, mesmo que tenha sido vazado somente uma vez nesses compromissos, esse rendimento foi suficiente pata a diretoria optar pela demissão do treinador.

O nome do novo técnico ainda não foi definido pela diretoria do Atlético-MG, mas o presidente Alexandre Kalil terá que agir rápido, pois na próxima quinta-feira o time receberá o Atlético Nacional, no Independência, no jogo de volta das oitavas de final da Libertadores. Antes disso, no próximo domingo, o Atlético-MG vai encarar o Grêmio, em Porto Alegre, em duelo válido pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro.

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio