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São Paulo perde do Goiás

Estadão Conteúdo

Com Kaká, Ganso e Kardec no time e Pato no banco, o São Paulo não tem problemas de elenco. A impressão, porém, é que a equipe é mal treinada. Neste domingo, com muita deficiência na transição entre os setores do time, o São Paulo perdeu de 2 a 1 do Goiás, em Goiânia, na reestreia de Kaká, que foi o melhor em campo e foi recompensado com um gol no segundo tempo. Os gols de Amaral e Bruno Mineiro saíram em jogadas pelo alto, deficiência da zaga tricolor.
 
A derrota é a segunda seguida do São Paulo, que vinha de um revés para a Chapecoense em pleno Morumbi. A sequência de jogos contra times de menor expressão, que era vista como oportunidade para fazer a equipe embalar, acaba tendo efeito contrário. Estacionado nos 19 pontos, o São Paulo de Muricy Ramalho já está a nove do líder Cruzeiro.
 
O Goiás, por sua vez, venceu pela primeira vez no Serra Dourada neste Brasileirão, na 12.ª rodada. A equipe, que não marcava um gol há quatro jogos, segue com uma das melhores defesas do campeonato, com oito gols sofridos, apenas. Com 20 pontos, fica em sétimo.
 
O próximo compromisso do São Paulo é quarta-feira, contra o Bragantino, pela Copa do Brasil, em Ribeirão Preto (SP). No sábado, o rival é o Criciúma, numa pouco atrativa reestreia de Kaká no Morumbi. O Goiás, por sua vez, joga domingo pelo Brasileirão, contra o Flu, no Rio.
 
O JOGO – Com Antonio Carlos vetado por conta de dores na panturrilha esquerda, sentidas no sábado, Muricy Ramalho ficou na dúvida se escalava Rodrigo Caio na zaga ou no meio-campo, como havia planejado. Fez as duas coisas. O jogador era defensor quando o Goiás atacava e volante no ataque. 
 
Parecia uma boa opção para o São Paulo, que tinha as reestreias de Rafael Toloi e Kaká. O craque começou o jogo na ponta direita depois mudou de lado com Ademilson, indo jogar na esquerda, mas era quando caia pelo meio que ele rendia melhor. 
 
Num primeiro tempo ruim, só Kaká jogou pelo São Paulo. No seu primeiro jogo, já assumiu o posto de “dono do time”. Orientava os colegas, como um capitão, cobrava falta, escanteio, e tentava ditar o ritmo. Só que Alan Kardec não conseguia acertar uma jogada e Ganso estava nos seus dias de dispersão. 
 
Enquanto Muricy cobrava maior velocidade na transição, o São Paulo assustava pouco. Em 45 minutos, só Kaká chutou. Mandou uma bola fraca nas mãos de Renan, mandou chute quicado para fora e parou no goleiro na melhor jogada de ataque tricolor do primeiro tempo, mas a jogada estava parada por impedimento.
 
Do outro lado, o Goiás aproveitava a liberdade que Muricy deu para Douglas e Alvaro Pereira e jogava pelas laterais, alçando bolas na área. A zaga tirou todas até os 44 minutos, quando David bateu falta e Amaral cabeceou no ângulo, sem chances para Rogério Ceni.
 
No intervalo, Muricy trocou Ademilson por Pato, mas o Goiás fez o segundo aos 3 minutos. Após cobrança de escanteio, Rodrigo Caio rebateu e a bola subiu muito. No “deixa que eu deixo”, quatro são-paulinos viram Amaral cabecear no meio deles e tocar para Bruno Mineiro fazer.
 
Precisando de dois gols, o São Paulo acordou. O rendimento de Kaká caiu, pela falta de ritmo, mas o time tricolor passou a jogar mais perto do gol do Goiás, assustando Renan diversas vezes. O goleiro chegou a fazer uma grande defesa aos 9, em chute cruzado de Alan Kardec, mas Pato errou no rebote.
 
Quando Maicon entrou no lugar de Lucão, o São Paulo ganhou organização no meio-campo. A recompensa veio num lance de sorte, em que a zaga do Goiás errou e tocou para trás, dando nos pés de Kaká para ele tocar antes de Renan e fazer 2 a 1.
 
Passando a acreditar pelo menos no empate, Muricy trocou Souza por Osvaldo e deixou o São Paulo com três atacantes e três meias. Do outro lado, 11 jogadores defendendo. A pressão acabou por dar em nada. 
 
FICHA TÉCNICA:
 
GOIÁS 2 X 1 SÃO PAULO
 
GOIÁS – Renan; Moisés, Jackson, Pedro Henrique e Lima; Amaral, Thiago Mendes, David e Ramon (Tiago Real); Erik (Valmir Lucas) e Bruno Mineiro (Wellington Júnior). Técnico – Ricardo Drubscky.
 
SÃO PAULO – Rogério Ceni; Rafael Toloi, Rodrigo Caio e Lucão (Maicon); Douglas, Souza (Osvaldo), Paulo Henrique Ganso, Kaká e Alvaro Pereira; Ademilson (Alexandre Pato) e Alan Kardec. Técnico – Muricy Ramalho.
 
GOLS – Amaral, aos 44 minutos do primeiro tempo; Bruno Mineiro, aos 3, e Kaká, aos 31 minutos do segundo tempo.
 
ÁRBITRO – Leandro Pedro Vuaden (Fifa/RS).
 
CARTÕES AMARELOS – David e Erik (Goiás); Paulo Henrique Ganso (São Paulo).
 
RENDA – R$ 538.155,00.
 
PÚBLICO – 12.847 pagantes.
 
LOCAL – Estádio do Serra Dourada, em Goiânia (GO).

São Paulo não repete bom futebol e perde para Chapecoense

Lancepress

Clima frio, em um sábado a noite. Após a boa vitória na última quarta-feira, a torcida do São Paulo esperava alguma coisa do duelo contra a Chapecoense. E o placar de 1 a 0 para o visitante jogou para longe a chance de Rogério Ceni comemorar a vitória de número 600 de sua carreira no Morumbi.
 
N/A

Os jogadores do Chapecoense comemoram o gol da vitória contra o São Paulo, em pleno Morumbi
Sem mostrar o bom futebol que apresentou contra o Bahia, o Tricolor passou por um primeiro tempo duro de acompanhar. O meio de campo são paulino não subiu para o gramado, não deu as caras no jogo. Preferiu não se expor ao frio e deixou o ataque do time numa verdadeira fria. As jogadas ofensivas eram criadas apenas em ultrapassagens pelas laterais, com Osvaldo e Ademílson. Os laterais, apressados, corriam para a ponta e não auxiliavam na criação das jogadas.
 
Maicon, Souza e, principalmente, Paulo Henrique Ganso não estavam bem. Alan Kardec, por sua vez, buscava o jogo e foi o responsável por gerar as principais chances de gol para o São Paulo. Enquanto isso, a Chapecoense fazia o jogo que se propôs a fazer. Defender, marcar muito e jogar no erro do São Paulo. Conseguiu até a primeira etapa, e chegou a assustar.
 
No segundo tempo, novo jogo. Se antes o São Paulo demorava para finalizar, em dois minutos da etapa final, três finalizações. Além disso, a marcação pressão do time da casa apontava 45 minutos bem mais quentes no Morumbi. O que deve ter ficado quente também é a orelha de Alan Kardec ,que perdeu gol cara a cara, livre de marcação. Muricy Ramalho ficou muito irritado com esse lance e, para azar do técnico e de todos os são paulinos, Ricardo Conceição abriu o placar minutos depois. O volante da Chapecoense aproveitou-se de falha grave de defesa do São Paulo, entrou pelo meio dos dois zagueiros – mal posicionados – e mandou de bico para o fundo do gol.
 
Nem os gritos da torcida tricolor de “Cem gols, cem gols, do goleiro matador com a camisa tricolor” auxiliaram o time de Rogério Ceni. Nem os gritos de Muricy a beira do campo conseguiam agitar o time. A entrada de Pato pouco mudou o jogo. E o São Paulo saiu derrotado do Morumbi.
 
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 1 CHAPECOENSE
Data e horário: 19/07/2014 
Local: Morumbi, São Paulo (SP)
Árbitro: Felipe Gomes da Silva (PR-Fifa)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Ivan Bohn (PR)
Público e Renda: 43.075 pagantes / R$ 997.855,00
Cartões Amarelos: Rodrigo Caio (São Paulo); Rafael Lima (Chapecoense), Maicon (São Paulo), Souza (São Paulo), Rodrigo Biro (Chapecoense), Bruno Silva (Chapecoense).
 
GOLS: Ricardo Conceição, aos 11’/2ºT (1-0);
SÃO PAULO: Rogério Ceni, Douglas, R.Caio, A.Carlos, Alvaro Pereira; Souza, Maicon, Ganso; Ademílson (Alexandre Pato, 31’/2ºT), Kardec e Osvaldo (Ewandro 37’/2ºT). Técnico: Muricy Ramalho
CHAPECOENSE: Danilo, Fabiano, Rafael Lima, Jailton, Rodrigo Biro; Wanderson, Ricardo Conceição (Bruno Silva, 32’/2ºT) , Dedé, Camilo (Zezinho, 25’/2ºT), Neném (Abuda, 42’/2ºT) e Bruno Rangel. Técnico: Celso Rodrigues

Vandalismo estraga festa argentina pelo vice-campeonato

Confronto entre policiais e torcedores no centro de Buenos na madrugada desta segunda-feira (14); após a derrota na final da Copa do Mundo, alguns torcedores promoveram atos de vandalismo na capital artentina.

Confronto entre policiais e torcedores no centro de Buenos na madrugada desta segunda-feira (14); após a derrota na final da Copa do Mundo, alguns torcedores promoveram atos de vandalismo na capital artentina.

Reuters
RFI

O centro de Buenos Aires tornou-se um campo de batalha entre vândalos e policiais. Comércios foram saqueados, agências bancárias invadidas e até um teatro foi depredado. Bares e restaurantes viraram refúgio para famílias com crianças, que festejavam a conquista do vice-campeonato.

 

Márcio Resende, correspondente da RFI em Buenos Aires

A polícia reagiu com bombas de gás lacrimogênio e jatos d’água. Os torcedores violentos brigavam entre si e atiravam pedras nos poilciais. Ao menos 65 pessoas ficaram feridas, incluindo oito policiais.

A batalha campal durou mais de cinco horas e foi até de madrugada, estragando o clima de festa que se vivia pelas ruas da cidade.

Se um desavisado chegasse a Buenos Aires depois do jogo entre Argentina e Alemanha, juraria que a Argentina tinha sido campeã. Buzinas, cornetas, bandeiras e muitas cantigas enchiam as ruas da capital.

Orgulho

Milhares de torcedores homenageavam uma seleção que chegou a uma final pela primeira vez em 24 anos. Eles deixavam a derrota de lado e valorizavam o vice-campeonato. A tristeza era superada pelo orgulho.

“Festejamos o fato de termos uma grande equipe, que jogou muito bem, que deixou tudo no campo de jogo e, sobretudo, que ficamos acima do Brasil”, exibia a sua admiração o universitário Darío Rodríguez, de 26 anos.

“Festejamos o fato de termos motivos para nos reunirmos aqui depois de 24 anos sem uma final do mundo e pela dignidade dos jogadores argentinos”, completa o músico José Castellanos, de 38 anos. Sobre a confusão na região do Obelisco da Avenida 9 de Julho, José diz que não são os mesmos torcedores que festejam o vice-campeonato: “São os mesmos inadaptados de sempre”.

“Não conseguimos ser campeões como queríamos, mas valorizamos o esforço argentino. Por isso, saímos às ruas para festejar porque esses jogadores merecem”, concorda Emanuel Fernández, de 24 anos.

Nesta segunda-feira (14), a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, vai homenagear os jogadores e o corpo técnico da seleção.

Imprensa mundial decreta o fim de uma era no futebol espanhol

Sergio Busquets fica abatido após a eliminação da Espanha no jogo contra o Chile, nesta quarta-feira (18), no Maracanã.

Sergio Busquets fica abatido após a eliminação da Espanha no jogo contra o Chile, nesta quarta-feira (18), no Maracanã|REUTERS/Jorge Silva|Adriana Moysés

A imprensa mundial é unânime: a eliminação da Espanha na primeira fase da Copa do Mundo, após duas derrotas consecutivas contra a Holanda e o Chile, representa o fim de um ciclo, de uma geração de campeões que se esgotou. Na Alemanha, o Bild diz que o futebol tique-taque dos espanhóis está morto. “Foi um desastre”, afirma o italiano Gazzeta dello Sport, enquanto o francês L’Equipe destaca que ser campeão do mundo não é garantia de proteção e a Espanha entregou sua coroa.

“A Espanha afundou como o Titanic”, diz o jornal El País. “Foi bonito enquanto durou, mas a Fúria não teve jogadas nem sorte”, diz o diário espanhol AS. “A Espanha se despede pela porta dos fundos”, lamenta o Mundo Deportivo. “Triste adeus”, exclama o Marca, destacando que “a Espanha deixa a Copa com uma imagem muito pobre”. Xabi Alonso reconhece no Marca que mentalmente os jogadores espanhóis não estavam preparados para o Mundial no Brasil.

A imprensa britânica também é dura com os espanhóis. O Mirror afirma que após seis anos de domínio internacional, a Espanha jogou o pior Mundial de sua história. Para o Daily Mail, a vitória do Chile no Maracanã foi merecida e o diário questiona se o futebol tique-taque realmente existiu algum dia. A era da Espanha terminou no Maracanã, diz o The Guardian, comparando o estádio carioca a um “cemitério de grandes expectativas”.

Como tudo é uma questão de ponto de vista, o jornal chileno La Tercera declara que o Maracanã “não é um estádio maldito e sim um estádio épico, da glória chilena”. O argentinoOlé fala em despedida cruel para essa geração de craques espanhóis. O tique-taque é um modelo de jogo admirado em todo o mundo, mas, pelo visto, exige mudanças, avalia o jornal argentino.

Governo de SP suspende criação de parque no Ribeira

06/06/2014 

São Paulo, 06 – O governo do Estado de São Paulo planejava anunciar nesta quinta-feira, 5, Dia Mundial do Meio Ambiente, uma nova unidade de conservação da Mata Atlântica, o Parque Estadual do Taquari, de 245 km². Localizado no Vale do Ribeira, ele formaria um mosaico de proteção com os atuais parques estaduais do Petar, Intervales, Nascentes do Paranapanema e Carlos Botelho. Mas o anúncio teve de ser adiado por causa da oposição de ambientalistas e de uma ação civil pública, pedindo a suspensão do processo administrativo de criação do parque.

Uma consulta pública marcada para 28 de maio na cidade de Eldorado foi suspensa no último minuto por força de uma liminar, concedida pela Justiça local, com base na ação da Defensoria Pública do Estado em Registro.

A suspensão foi comemorada por muitos na comunidade ambientalista que se opõem à criação do parque, pelo fato de a área em questão já ser protegida há mais de 40 anos por uma empresa privada, a Agro Industrial Eldorado, que mantém vigilância permanente no local. Na opinião dos críticos, a empresa faz um trabalho de conservação melhor do que o Estado seria capaz de fazer, visto as dificuldades que enfrenta para cuidar dos parques já existentes.

A área, conhecida como Fazenda Nova Trieste, abriga enormes trechos de floresta em ótimo estado de preservação e isentos de ocupação humana.

Em conjunto com os parques vizinhos, forma “a maior mancha contínua de Mata Atlântica do Brasil”, segundo Clayton Lino, presidente do Conselho Nacional da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA), que coordenou os estudos para criação da unidade, em parceria com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SMA). “Você pode traçar um raio de 12 quilômetros ao redor sem nenhum morador, só mata”, diz.

Graças à proteção da empresa, a fazenda abriga a maior população conhecida de onças-pintadas do bioma, assim como uma grande quantidade de palmeiras juçara, espécie ameaçada de extinção por causa da atividade ilegal de palmiteiros.

Histórico.

Os procedimentos para criação do parque foram publicados pela SMA em 14 de maio, dando 15 dias para que “qualquer interessado” se manifestasse sobre o assunto. No dia 26, organizações ambientalistas – incluindo o instituto Pró-Carnívoros e o Instituto Socioambiental (ISA) – e representantes das comunidades tradicionais da região divulgaram um manifesto de repúdio à criação do parque, argumentando que o prazo de 15 dias era “inaceitável” e que o que Estado não teria condições de garantir a proteção da área.

“Há mais de 40 anos o proprietário da Nova Trieste mantém, de forma permanente e contínua, a fiscalização da propriedade. Além disso, promovem pesquisas científicas e realizam projetos inovadores de manejo sustentável”, diz o manifesto. “Esse tripé que envolve proteção, pesquisa e práticas sustentáveis foi essencial para garantir a efetividade proteção da área, realidade bem distante dos parques estaduais vizinhos.”

A Defensoria Pública do Estado em Registro cita como exemplo em sua ação o caso do Parque Estadual Nascentes do Paranapanema, que foi criado em 2012 e tem como “equipe”, até hoje, um único gestor.

Compromisso.

Lino, da RBMA, lamentou a suspensão da consulta pública e disse que há um compromisso real da SMA de garantir a conservação da área, se possível em parceria com o proprietário. “A situação lá não está tão bonita assim. A fazenda também está sob pressão de palmiteiros e caçadores”, ressaltou. A expectativa é retomar as conversas sobre o projeto com uma nova agenda. O proprietário da fazenda, Gilberto Sulzbacher, não foi encontrado pela reportagem.

Chapecoense derrota o Palmeiras em ‘vitória histórica’

Estadão Conteúdo

No duelo entre o atual campeão e o vice da Série B do ano passado, a Chapecoense recebeu o Palmeiras, neste domingo, na Arena Condá, em Chapecó (SC), pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro, e “fez história”. Em ano de estreia na elite do futebol, o time catarinense celebrou a sua primeira vitória na Série A ao derrotar, por 2 a 0, o time paulista.

É a terceira vez que os dois times se encontram e a equipe do Sul acumula agora duas vitórias e um empate. No ano passado, a Chapecoense deu trabalho e foi o único time que não perdeu para os paulistas na campanha da Série B. Ganhou por 1 a 0, em casa, e empatou por 0 a 0 no Pacaembu.

 
N/A

O atacante Tiago Luis jogou muito bem e fez um dos gols da vitória do Chapecoense contra o Palmeiras

Os dois times estão sob comando de técnicos interinos, com a diferença que o Palmeiras, comandado Alberto Valentim após a saída de Gilson Kleina, já tem definido o seu novo treinador: o argentino Ricardo Gareca, que assumirá somente após o recesso para a Copa do Mundo. Já a Chapecoense ainda segue interinamente comandada por Celso Rodrigues, após a saída de Gilmar Dal Pozzo.

A vitória da Chapecoense tirou a invencibilidade do interino Alberto Valentim. Com a sua chegada, o time havia embalado e conquistado quatro vitórias consecutivas, sendo três pelo Brasileirão e uma pela Copa do Brasil. Além disso, a defesa palmeirense estava sem tomar gols neste período. A derrota ainda tirou as chances de o clube paulista entrar no G4, apesar de ainda figurar na parte alta da tabela de classificação, com 12 pontos.

O triunfo da Chapecoense, por outro lado, não foi capaz de mudar o panorama do time que continua nas últimas posições, dentro da zona de rebaixamento. Além da primeira vitória, a equipe catarinense tem dois empates e quatro derrotas.

Apesar da diferença no placar, a partida foi equilibrada, com os dois times alternando bons e maus momentos. E ironicamente foi justamente em um dos momentos que o Palmeiras estava melhor na partida que a Chapecoense soube aproveitar o contra-ataque e abriu o placar. O gol foi marcado pelo “Messi brasileiro” Tiago Luis, como foi chamado há alguns anos, que recebeu lançamento longo de Fabiano e cruzou rasteiro, sem chances para o goleiro Fábio.

Com o primeiro gol marcado no finalzinho do primeiro tempo, a equipe catarinense voltou embalada para a segunda etapa e Dedé ampliou a vantagem logo no primeiro minuto. Assim como no primeiro tempo, os times alternaram vantagem no jogo que teve um segundo tempo morno. O Palmeiras não conseguiu reagir e a Chapecoense soube segurar a sua primeira vitória no Brasileirão. No fim da partida, a torcida catarinense celebrou o feito histórico com gritos de “olé” para o time paulista.

Na próxima rodada, o Palmeiras enfrenta o Botafogo, nesta quarta-feira, às 19h30, em Presidente Prudente (SP). E a Chapecoense joga contra o Internacional, também na quarta, às 21 horas, em Caxias do Sul (RS).

FICHA TÉCNICA

CHAPECOENSE 2 x 0 PALMEIRAS
CHAPECOENSE – Danilo, Fabiano, Rafael Lima, André Paulino e Neuton; Wanderson, Diones, Nenén (Wescley) e Dedé; Tiago Luis (Fabinho Alves) e Roni (Abuda). Técnico: Celso Rodrigues (interino).
PALMEIRAS – Fabio, Wendel, Lúcio, Marcelo Oliveira e William Matheus; Renato, Wesley, Mendieta (Felipe Menezes) e Marquinhos Gabriel (Bernardo); Diogo (Patrick Vieira) e Henrique. Técnico: Alberto Valentim (interino).
GOLS – Tiago Luis, aos 41 minutos do primeiro tempo; Dedé, a 1 minuto do segundo tempo.
CARTÕES AMARELOS – Fabiano e Nenén (Chapecoense); Wesley e Lúcio (Palmeiras).
ÁRBITRO – Emerson de Almeida Ferreira (MG).
RENDA E PÚBLICO – Não disponíveis.
LOCAL – Arena Condá, em Chapecó (SC).

Brasil estreia na Liga Mundial com derrota para a Itália

Estadão Conteúdo

O Brasil começou com derrota a sua campanha na Liga Mundial de 2014. Nesta sexta-feira, na Arena Jaraguá, em Jaraguá do Sul (SC), a equipe do técnico Bernardinho mostrou falta de ritmo e foi derrotada pela Itália por 3 sets a 1, com parciais de 19/25, 25/27, 25/22 e 21/25. Neste sábado, às 10h10, no mesmo palco, os dois times voltam a se encontrar.Logo nos primeiros minutos de partida era possível ver que a Itália era melhor. Só quando o placar já estava 6 a 2 para os europeus é que os brasileiros conseguiram o primeiro ponto trabalhando uma bola – até então, só haviam pontuado em erros de saque dos adversários.

Mesmo com o Brasil jogando com força máxima (Bruno, Lucarelli, Sidão, Lucão, Murilo, Vissotto e Mário Júnior), a renovada seleção italiana não deixava a seleção de Bernardinho encostar. Tanto que o primeiro set acabou com tranquilos 25 a 19 no placar.

O Brasil perdeu na estreia e volta a encarar a Itália neste sábado, em Jaraguá do Sul

O Brasil perdeu na estreia e volta a encarar a Itália neste sábado, em Jaraguá do Sul

No segundo set o Brasil começou melhor, mas Ivan Zaytsev (italiano de origem russa) e Jiri Kovar (checo naturalizado) estavam em tarde inspirada e colocara a Itália na frente em 16 a 15. A seleção chegou a virar, ficar em vantagem em 25 a 24, mas desperdiçou três ataques e cedeu a vitória aos italianos por 27 a 25.

O terceiro set foi muito parecido com o segundo, com o Brasil liderando no início, cedendo a virada em 15 a 14 e retomando a ponta com 21 a 20. Desta vez, porém, o time brasileiro manteve a calma para fechar o set, em 25 a 22. A entrada de Théo e Rapha foi decisiva para a mudança de rumos.

Com Bruno de volta ao time, o Brasil errou muito no quarto set. Tanto que a Itália chegou ao match point numa largada de Vissotto que parou na rede. Os europeus fecharam o jogo num ace. Vissotto, de qualquer forma, terminou como melhor pontuador do Brasil, com 16 pontos.

Oswaldo atribui derrota do Santos a ‘detalhes’ e lamenta gols perdidos

Lancepress

A derrota do Santos para o Atlético-MG por 2 a 1, neste domingo, na Arena Pantanal, em Cuiabá-MT, aconteceu por detalhes. Foi essa a avaliação do técnico Oswaldo de Oliveira, que lamentou as chances desperdiçadas pela equipe, sobretudo no segundo tempo.

” Foram detalhes, jogadas de contra-ataque. Tivemos duas chances, até melhores que eles, mas eles fizeram, e nós, não”, analisou.

O técnico Oswaldo de Oliveira lamenta as chances de gols que foram perdidas pelo Santos

O técnico Oswaldo de Oliveira lamenta as chances de gols que foram perdidas pelo Santos

Oswaldo também falou sobre os desfalques que o time teve para essa partida. Do time que venceu o Figueirense, na última semana, três titulares não puderam enfrentar o Galo.

” Não jogamos melhor. O primeiro tempo, sim, mas depois foi o Atlético. Temos que nos recuperar. Sabíamos que teríamos muitas dificiuldades. Tivemos o jogo da Copa do Brasil (contra o Princesa do Solimões-AM) no meio da semana, viagem, desfalques… Sentimos muito. A saída do Cicinho (suspenso) e do Alison e do Jubal (na seleção sub-21) foram sentidas. Os que entraram voltavam de contusão, acabou sendo um peso grande”,  comentou.

Nesta segunda, o Peixe volta a São Paulo e segue direto para o CT Rei Pelé, para treino regenerativo. O time volta a campo na quinta-feira, contra o Goiás, fora de casa.

Após revés, cruzeirenses acreditam em virada no Mineirão

Estadão Conteúdo

N/A

 

Depois da derrota por 1 a 0 para o San Lorenzo, na noite de quarta-feira, em Buenos Aires, o Cruzeiro tratou de mostrar confiança para o jogo de volta, que acontece na próxima quarta, no Mineirão. Agora, só a vitória sobre os argentinos garante a vaga cruzeirense na semifinal da Libertadores.

“Estou absolutamente confiante para o jogo de volta. Da mesma forma que eles foram empurrados pela torcida (no duelo em Buenos Aires), seremos empurrados no Mineirão, onde temos um bom aproveitamento. Esperamos que a gente possa modificar essa situação, preparando bem, mobilizando bem para este jogo. Temos todas as condições de classificar, embora a equipe do San Lorenzo seja muito rápida e madura também”, avaliou o técnico Marcelo Oliveira, após a derrota na Argentina.

Segundo o treinador, o Cruzeiro fez um primeiro tempo fraco em Buenos Aires – “Erramos na parte técnica e jogamos muito pouco”, admitiu -, mas conseguiu reagir na segunda etapa. Apesar disso, acabou sofrendo o gol do San Lorenzo. “Levamos um gol em uma jogada improvável. O Cruzeiro é muito bom na bola área e nós nos aproximamos muito do Fábio, possibilitando o gol”, lamentou.

Os jogadores do elenco cruzeirense seguiram o mesmo discurso do treinador. “Temos que acreditar. Nosso time tem um potencial muito grande, é um time rápido que sabe jogar bem como mandante. Em casa, o nosso time sabe fazer gols. Vamos chegar lá, fazer o nosso melhor e usar o torcedor como 12º jogador no Mineirão”, avisou o zagueiro Dedé.

Vídeo: Flamengo reage e vence Palmeiras por 4 a 2

Estadão Conteúdo

N/A

O Flamengo estava há cinco jogos sem vencer na temporada
O futebol que faltou ao Flamengo durante o mês passado inteiro reapareceu no segundo tempo do jogo deste domingo no Maracanã, pela terceira rodada do Brasileirão. Aproveitando bem os espaços deixados pela marcação alviverde, graças principalmente à entrada do argentino Lucas Mugni, o time rubro-negro atropelou o Palmeiras por 4 a 2, virando um placar que era de 2 a 1, para os paulistas, na saída para o intervalo.
 
Apesar do gol de Henrique logo na estreia, o Palmeiras passou longe de agradar. E ainda perdeu Fernando Prass, machucado. Bruno entrou e, novamente, deu azar. Era ele o goleiro nas eliminações da equipe no Paulistão deste ano e do ano passado e na Libertadores de 2013. 
 
Tanto Flamengo, que ainda não havia marcado gols no Brasileirão e não vencia há um mês, foi a quarto pontos. Domingo a equipe rubro-negra tem Fla-Flu, com mando tricolor. O Palmeiras, que coleciona sua segunda derrota seguida e tem três pontos, visita o Sampaio Corrêa, pela Copa do Brasil, e sábado pela o Goiás, pelo Brasileirão.
 
O JOGO – Cáceres, Márcio Araújo e Josimar foram os volantes escalados para começar a partida. Sinal de que a marcação no meio-campo não seria das mais ferrenhas. Em campo a previsão se confirmou e os dois times tiveram espaço para criar. Tanto que, em 13 minutos o placar já havia sido modificado duas vezes.
 
Wesley fez o primeiro acertando uma pancada da entrada da área, de primeira, aos 10. Três minutos depois, Nixon passou como quis por Marcelo Oliveira pela direita e cruzou para Paulinho deixar tudo igual.
 
Pela direita, o Flamengo era mais perigoso, mas quem voltou a marcar foi o Palmeiras. Aos 30, Wendel rolou para trás, para Valdivia, e o chileno deu um tapa, de primeira, deixando Henrique na cara do gol para fazer o primeiro dele pelo clube alviverde, já na estreia.
 
Na melhor chance do Flamengo no primeiro tempo para voltar a empatar o jogo, Alecsandro chutou forte e Fernando Prass pegou. Mas o goleiro machucou o cotovelo no lance e precisou ser substituído, dando lugar a Bruno.
 
Já o Flamengo mudou por opção tática, com Lucas Mugni no lugar de Nixon para o segundo tempo. Com um homem a mais no meio-campo o time rubro-negro cresceu e virou. Logo aos 4, o argentino cruzou da esquerda, Alecsandro ajeitou e Márcio Araújo fez. Cinco meses depois de deixar o Palmeiras, o volante comemorou normalmente.
 
O gol da virada também começou com Lucas Mugni, que deu lançamento perfeito para Alecsandro. O centroavante chutou em cima de Bruno, mas pegou o rebote e fez o terceiro. Do quarto o argentino não participou. Foi Wallace quem criou toda a jogada para Alecsandro bater na saída de Bruno.
 
FICHA TÉCNICA:
 
FLAMENGO 4 X 2 PALMEIRAS
 
FLAMENGO – Felipe; Luiz Antonio, Wallace, Samir e André Santos; Cáceres, Márcio Araújo e Negueba (João Paulo); Nixon (Lucas Mugni), Paulinho e Alecsandro. Técnico – Jayme de Oliveira.
 
PALMEIRAS – Fernando Prass (Bruno); Wendel (Mendieta), Lúcio, Marcelo Oliveira e Juninho; Josimar, Wesley, Serginho (Marquinhos Gabriel) e Valdivia; Leandro e Henrique. Técnico – Gilson Kleina.
 
GOLS – Wesley, aos 10, Paulinho, aos 13, e Henrique, aos 30 minutos do primeiro tempo; Márcio Araújo, aos 4, e Alecsandro, aos 14 e aos 27 minutos do segundo tempo.
 
ÁRBITRO – Paulo Henrique Godoy Bezerra (SC).
 
CARTÕES AMARELOS – André Santos, Negueba, Juninho, Henrique e Josimar.
 
RENDA – R$ 763.125,00.
 
PÚBLICO – 16.318 pagantes.
 
Assista aos melhores momentos:
 
 
LOCAL – Estádio do Maracanã, no Rio.

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio