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Homem sofre ataque cardíaco fulminante durante caminhada no Sudoeste

Ele caminhava em uma pista própria para a atividade, próxima ao Hospital das Forças Armadas (HFA), quando passou mal

Correio Braziliense | Thiago Soares

31/07/2014

Um homem morreu no início da manhã desta quinta-feira (31/7), em uma pista de caminhada, no Sudoeste. O incidente ocorreu por volta das 8h20, próximo à quadra 504 e do Hospital das Forças Armadas (HFA). De acordo com informações da Central Integrada de Atendimento e Despacho (Ciade), ele teria sofrido um ataque cardíaco fulminante.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, porém a vítima morreu antes mesmo do socorro chegar ao local. 

O corpo ainda não foi identificado e permanece no local. Agentes da 3º Delegacia de Polícia (Cruzeiro) estão preservando a área para realização da perícia.

Suíça sofre, mas marca no fim e vira sobre o Equador

Estadão Conteúdo

A Suíça sofreu para confirmar a sua condição de cabeça de chave neste domingo, em sua estreia na Copa do Mundo. Com a torcida ilustre de Joseph Blatter nas tribunas, a seleção do presidente da Fifa saiu atrás no placar, buscou o empate no início do segundo tempo e alcançou a suada vitória, por 2 a 1, aos 47 minutos do segundo tempo da partida disputada no estádio Nacional de Brasília (Mané Garrincha).

Em uma Copa que já está marcada pela quantidade de gols, o duelo registrou a quinta virada em nove jogos disputados até agora. E deixou os suíços na liderança provisória do Grupo E, com três pontos. O Equador, sem pontos, vai torcer por um empate entre França e Honduras, ainda neste domingo, para não ficar para trás na chave.

Com fama de sólida defesa, a Suíça não agradou à torcida e também fraquejou no ataque, com apenas um homem no setor ofensivo. Xherdan Shaqiri, maior aposta do time cabeça de chave, esteve aquém do esperado e comandou o lento meio de campo da equipe. Do outro lado, o Equador contou com o apagado Erazo, do Flamengo, e Montero, um dos destaques da seleção sul-americana.

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Suíça conquistou a vitória com o gol de Seferovic aos 47 minutos do segundo tempo

Mesmo assim, o time suíço mostrou empenho em campo nos minutos finais da partida e, em um segundo tempo de pouca técnica mas muita vontade, buscou o seu primeiro triunfo nesta Copa. Os torcedores comemoraram o resultado depois de sofrer com dificuldades para acessar o estádio. Longas filas na rua deixaram as arquibancadas quase vazias nos instantes iniciais da partida.

O JOGO – A Suíça chegou ao Brasil com o status de cabeça de chave da Copa, a fama de ter uma sólida defesa e o orgulho de ter vencido a seleção brasileira em amistoso disputado no ano passado. Mas nada disso intimidou o Equador no início da partida disputa em Brasília.

Sem tomar conhecimento dos suíços, os equatorianos partiram para o ataque e deram trabalho para a zaga rival nos primeiros minutos. As investidas, na base das jogadas individuais, geravam pouco perigo até que, aos 21 minutos, a famosa defesa europeia se dissolveu em lance de bola parada. Em cobrança de falta na área, Enner Valencia subiu tranquilo na pequena área e cabeceou para as redes.

O gol deu tranquilidade ao Equador, que reduziu o ritmo e passou a jogar recuado. A Suíça, então, foi para o ataque, sem sucesso. Com limitações na armação, e sem maior participação do meia Shaqiri, uma das esperanças da equipe, o time suíço tentava levar perigo em finalizações de longa distância.

Assim, empilhou uma sequência de chutes, testando Alexander Dominguez. Xhaka, aos 12, Shaqiri, aos 15, e Rodriguez, aos 18, deram mais trabalho ao goleiro equatoriano. Behrami, de cabeça quase na pequena área, também ameaçou, aos 33. E dois minutos depois, a Suíça criou sua melhor chance, em chute de longe, de Inler. Dominguez desviou com a ponta dos dedos.

A pressão suíça surtiu resultado somente depois do intervalo. Mehmedi, que acabara de entrar em campo, desviou de cabeça após escanteio na área e empatou o jogo em seu primeiro lance, aos 2 minutos.

O empate deu novo ânimo para as duas equipes. A partida ganhou em velocidade e emoção, para alegria da torcida. O Equador saiu mais para o jogo esteve perto de marcar o segundo aos 20, em investida de Montero pela esquerda. Benaglio fez a defesa.

Os suíços responderam aos 24 minutos, com Drmic, que aproveitou bobeada da defesa rival e mandou para as redes. Mas o gol foi anulado por impedimento duvidoso anotado pela arbitragem. Do outro lado, o Equador já ameaçava novamente com ajuda do goleiro suíço. Benaglio saiu mal do gol, aos 28, e Enner Valencia só não marcou porque a zaga afastou a tempo.

Neste ritmo alucinante, as duas equipes passaram a se alternar no ataque. E quem se deu melhor foi o time suíço em uma grande roubada de bola nos acréscimos. Behrami, valente, resistiu à forte marcação, sofreu falta, mas seguiu com a jogada que culminou em cruzamento de Ricardo Rodriguez pela esquerda e conclusão de Seferovic.

Na próxima rodada, a Suíça vai enfrentar a França, na sexta-feira, na Arena Fonte Nova, em Salvador. O Equador vai duelar contra a modesta equipe de Honduras, no mesmo dia, na Arena da Baixada, em Curitiba.

FICHA TÉCNICA

SUÍÇA 2 x 1 EQUADOR

SUÍÇA – Diego Benaglio; Stephan Lichtsteiner, Steve Von Bergen, Johan Djourou e Ricardo Rodriguez; Gokhan Inler, Valon Behrami, Xherdan Shaqiri, Granit Xhaka e Valentin Stocker (Admir Mehmedi); Josip Drmic (Haris Seferovic). Técnico: Ottmar Hitzfeld.

EQUADOR – Alexander Dominguez; Juan Carlos Paredes, Jorge Guagua Fricson Erazo e Walter Ayovi; Carlos Gruezo, Christian Noboa, Jefferson Montero (João Rojas) e Antonio Valencia; Enner Valencia e Felipe Caicedo (Michael Arroyo). Técnico: Reinaldo Rueda.

GOLS – Enner Valencia, aos 21 minutos do primeiro tempo; Mehmedi aos 2, e Seferovic, aos 47 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Djourou (Suíça); Paredes (Equador).

ÁRBITRO – Ravshan Irmatov (Fifa/Usbequistão).

RENDA E PÚBLICO – Não disponíveis.

LOCAL – Estádio Nacional de Brasília (Mané Garrincha), em Brasília (DF).

DF: primeira-dama pede para administrador ‘agilizar’ alvará

Uma interceptação telefônica feita pela Polícia Civil do Distrito Federal com autorização da Justiça flagrou a primeira-dama do DF, Ilza Queiroz, pedindo agilidade na liberação do alvará de uma clínica de oftalmologia a um subordinado de seu marido, o governador Agnelo Queiroz (PT). As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

De acordo com a publicação, o interlocutor da primeira-dama era o então administrador de Taguatinga, Carlos Jales. No dia 1º de outubro de 2013, Ilza ligou da residência oficial para pedir um “favor” a Jales. 

Segundo as escutas, a primeira-dama passa o número de um processo administrativo relativo à clínica e pede a Jales: “Queria ver se você pode agilizar”. Ele então responde: “Dona Ilza, pode dormir sabendo que amanhã a licença está na mão deles”.

A publicação afirma que, após a ligação, a clínica foi liberada para funcionar, mesmo sem vistoria do Corpo de Bombeiros. Três dias depois, a primeira-dama ainda ligou para agradecer o “favor”.

Ao jornal, o advogado de Ilza, Luis Carlos Alcoforado, afirmou que a primeira-dama não é investigada no caso e que não há irregularidade. “Pedir um favor não caracteriza comportamento censurável do ponto de vista ético e legal, desacompanhado de benefício.” O advogado de Jales, Eri Varella, disse que seu cliente é inocente e “foi gentil com a primeira-dama”.

Fonte: Terra

Homem é morto a pauladas no Entorno do DF

DIÁRIO DA MANHÃ|HÉLIO LEMES

Cleiton Felix Guerra, de 21 anos, foi preso na tarde do último domingo (11), após matar a pauladas, o jovem Gerlis Torres de Santana, em Luziânia, no Entorno do Distrito Federal (DF).

Segundo informações da Polícia Militar (PM), testemunhas afirmaram que os dois estavam pescando em um córrego dentro de uma chácara da região, quando se desentenderam e Cleiton agrediu e matou Gerlis com pauladas na cabeça.

O suspeito tentou fugir, mas, foi preso na sequência. Ele foi conduzido ao Distrito Policial (DP) local onde foi autuado em flagrante.

DF: condenado por atear fogo em índio quase vira policial

Após 17 anos, um dos condenados por incendiar o índio Galdino Jesus dos Santos em uma parada de ônibus em Brasília foi aprovado nas primeiras etapas do processo de seleção da Polícia Civil do Distrito Federal. Na época do crime, G.N.A.J. tinha 16 anos e foi condenado a cumprir pena de um ano no Centro de Reabilitação Juvenil, mas ficou internado na unidade por apenas três meses. 

Segundo a Divisão de Comunicação da Polícia Civil do Distrito Federal, o candidato foi aprovado na fase biométrica, mas rejeitado na sindicância de vida pregressa e investigação social. Assim, ele foi eliminado do concurso. O processo seletivo para o preenchimento de vagas do cargo de agente da polícia começou no final de setembro de 2013. O salário inicial é de R$ 7.514,33. De acordo com o edital, a vida pregressa tem caráter eliminatório na seleção. O concurso é realizado pelo Centro de Seleção e de Promoção de Eventos da Universidade de Brasília (Cespe/UnB). 

G.N.A.J. foi um dos cinco jovens condenados pelo envolvimento no assassinato de Galdino, 44 anos, em 20 de abril de 1997, um dia após as comemorações do Dia do Índio. O caso tomou notoriedade nacional e gerou grande comoção. Ele foi queimado vivo enquanto dormia numa parada de ônibus em área nobre de Brasília. O índio chegou a ser socorrido, mas com 95% do corpo queimado, não resistiu aos ferimentos. O julgamento ocorreu quatro anos depois. Os outros quatro jovens foram condenados a 14 anos de prisão, em regime fechado, por homicídio triplamente qualificado.

Fonte: Terra

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