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Dilma responde Aécio e nega criação de “Futebrás”

Pelo Twitter, presidente garantiu que governo não deseja comandar mudança no futebol brasileiro

Dilma responde Aécio e nega criação de Futebrás <br /><b>Crédito: </b> Roberto Stuckert / Presidência / CP
Dilma responde Aécio e nega criação de Futebrás
Crédito: Roberto Stuckert / Presidência / CP

Criticada nessa sexta-feira pelo candidato do PSDB ao Planalto, Aécio Neves, por defender uma renovação no futebol brasileiro e sugerir uma maior participação do Estado na gerência do esporte, a presidente Dilma Rousseff usou o Twitter neste sábado para negar a suposta criação do que Neves chamou de “Futebras”. 

“Os que queriam transformar a Petrobrás em Petrobrax, desvirtuam, agora, nossa posição de apoiar a renovação do nosso futebol”, escreveu Dilma. De acordo com a candidata à reeleição, o governo nunca quis criar a “Futebrás”. “(O governo) Quer, sim, acabar com a Futebrax e deixar de ser um mero exportador de talentos”, acrescentou. 

Dilma explicou ainda que o Estado não deseja comandar o futebol porque o esporte “não pode e nem deve ser estatal”. Queremos ajudar a modernizá-lo. Contem conosco para isso”, avisou. “O futebol, que é atividade privada, precisa ter as melhores práticas da gestão privada, nas áreas comercial, financeira e futebolística”, completou. 

Dilma destacou ainda que o Brasil é uma das maiores economias do mundo. “Podemos ser uma das maiores bilheterias do futebol. Devemos ampliar oportunidades para nossos craques jogarem no Brasil, dando a eles as mesmas condições do mercado internacional”, escreveu. 

“As oportunidades devem ir das divisões de base ao nível profissional. Só assim garantiremos que jogadores de excelência fiquem no Brasil. Temos um imenso talento e amor pelo futebol. Temos agora os melhores estádios. Com renovação, teremos sempre o melhor futebol do mundo”, concluiu Dilma Rousseff. 

Fonte: Correio do Povo

Marina diz que Rede não subirá no palanque do PSDB em SP

Agência Brasil

N/A

Marina Silva é vice na chapa com Eduardo Campos

A ex-senadora Marina Silva afirmou, em entrevista ao programa É Notícia, da RedeTV, que não  apoiará a aliança entre o partido do ex-governador de Pernambuco e candidato à Presidência Eduardo Campos, o PSB, e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), que tentará sua reeleição no pleito de outubro.

Após indicar, no início deste mês, a intenção de apoiar a candidatura de Alckmin ao governo de São Paulo, o PSB oficializou, no último dia 20, a aliança com o tucano. Com o acordo, a legenda garantiu o direito de indicar o nome do vice da chapa. O nome mais cotado é o do deputado Márcio França, presidente estadual da sigla. “Em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Minas Gerais eu sempre advoguei que era fundamental ter a candidatura própria, porque é fundamental que se coloque o programa do projeto também na realidade dos Estados. Inicialmente, o doutor Marcio França disse que concordava com a tese da candidatura própria (em São Paulo), eu vi o esforço que o governador Eduardo Campos fez por essa ideia, mas ele sempre dizia que ele não iria fazer uma intervenção no partido, porque o partido tem instâncias”, disse.

“Não vamos apoiar a aliança. Nós (Rede Sustentabilidade) vamos ter uma atitude independente como temos no Estado do Paraná e outros Estados. (…) A Rede está discutindo se participará da candidatura ao Senado, se essa candidatura é independente, sem a coligação com o PSDB. e ali, através do candidato ao Senado, faríamos a nossa campanha para o projeto nacional sem subir em hipótese alguma no palanque do PSDB por razões programáticas e por razões de estratégia política.

PTB rompe aliança com Dilma e anuncia apoio ao adversário Aécio Neves

A decisão pegou as lideranças petistas de surpresa. Há o temor de que decisão estimule outros partidos insatisfeitos

Grasielle Casta|João Valadaresro e Paulo de Tarso Lyra| Correio Braziliense

21/06/2014 

No dia em que oficializa a candidatura da presidente Dilma Rousseff à reeleição, o PT enfrenta a fragilização de suas alianças com o anúncio de ruptura do PTB. O partido que daria 1 minuto e 15 segundos de tempo nas campanhas de rádio e TV já informou aos dirigentes do PT que deixará a legenda e apoiará o senador Aécio Neves (PSDB-MG). A decisão pegou as lideranças petistas de surpresa. O governador da Bahia, Jaques Wagner, disse que conversou há 15 dias com o presidente do PTB, Benito Gama, e ele havia confirmado que a parceria estava firme.

O temor dos petistas é que a decisão do PTB estimule outros insatisfeitos como o PP, PR e PSD a desistir da aliança. O presidente do PSD, Gilberto Kassab, disse hoje que espera que o partido ratifique o apoio a Dilma. “Mas a convenção é soberana. Espero que a aliança se mantenha, mas não sou eu quem decide”, afirmou. Na avaliação do ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, a composição da chapa da presidente não corre risco. “As alianças estão sólidas. Vamos esperar a convenção para a consolidação. O jogo só começa com o horário eleitoral”, disse.

O PTB reclama da dificuldade de montar os palanques regionais e do tratamento que é dado aos parlamentares do partido. O senador Gim Argello (DF) que seria indicado ao Tribunal de Contas da União acabou escanteado pelo governo. Com o fim da parceria, a legenda ficou com uma situação delicada para tratar em Pernambuco, onde o senador Armando Monteiro concorre ao governo na chapa do PT.

Milhares protestam contra suposta fraude eleitoral no Afeganistão

AFP – Agence France-Presse

21/06/2014 

Mais de mil manifestantes percorreram Cabul neste sábado em protesto contra supostas fraudes nas eleições presidenciais afegãs, aprofundando, assim, a crise iniciada por Abdullah Abdullah, o candidato mais votado no primeiro turno, que denuncia irregularidades flagrantes.

“Defenderemos nosso voto até a última gota de sangue”, afirmavam os cartazes dos manifestantes que caminhavam por Cabul, antes de se dispersarem sem incidentes.

O segundo turno das presidenciais afegãs, realizadas no dia 14 de junho, desencadeou uma crise, apesar de ter transcorrido sem grandes problemas.

Estas eleições são muito importantes, depois de mais de 12 anos de presidência de Hamid Karzai, que dirigiu o país desde a queda dos talibãs, em 2001. Soma-se o fato de as tropas da Otan planejarem deixar o Afeganistão até o fim do ano.

Este contexto preocupa a comunidade internacional, principalmente devido ao aumento de tensão entre os partidários dos dois rivais: Abdullah Abdullah, o mais votado no primeiro turno de 5 de abril, com 45% dos votos, e Ashraf Ghani (31,6%).

Neste sábado, em uma coletiva de imprensa em Cabul, o chefe adjunto da missão das Nações Unidas no Afeganistão, Nicholas Haysom, afirmou que o “fato de expressar sua preocupação é um direito perfeitamente democrático”, mas advertiu que uma explosão de violência pode “provocar uma espiral de instabilidade”.

Asar Hakimi, um dos principais organizadores do protesto, afirmou que a manifestação foi organizada “para demonstrar que o povo não irá ignorar a fraude maciça que minou a credibilidade das eleições”.

“Tememos que uma fraude em tal escala, sem precedentes, desanime a comunidade internacional, que entregou dinheiro e derramou sangue para ajudar o Afeganistão a se erguer”, disse.

Hakimi informou as três reivindicações dos manifestantes: afastar os que organizaram a fraude, criar uma comissão apoiada pela comunidade internacional para tratar este problema e invalidar os votos fraudulentos.

Os manifestantes não se apresentam como partidários de Abdullah e afirmam que se trata de um movimento “pela democracia e contra a fraude” para proteger “as conquistas dos últimos 12 anos”, mas na realidade suas reivindicações coincidem com as do candidato.

Voto fraudulento

Abdullah anunciou nesta semana que boicotava a comissão eleitoral independente e que está disposto a rejeitar qualquer resultado anunciado por este organismo, por suspeitas de que houve fraude contra ele.

Abdullah considera muito alto o número de 7 milhões de eleitores no segundo turno de um total de 13,5 milhões de inscritos, anunciado pela comissão eleitoral independente, e o considera uma prova de que ocorreram votos fraudulentos.

Abdullah diz ter perdido a confiança nas instituições eleitorais. Seus partidários acusam Ghani e o presidente Karzai da situação atual.

No entanto, não quis jogar lenha na fogueira e nesta semana pediu aos seus simpatizantes que “respeitem as leis afegãs e os interesses nacionais”.

Ghani nega as acusações e as considera uma falta de respeito com seus eleitores.

Karzai se mostrou conciliador e na sexta-feira se posicionou pela primeira vez para aprovar uma mediação da ONU proposta por Abdullah para encontrar uma solução para a crise.

Os resultados preliminares destas eleições estão previstos para 2 de julho e a proclamação do nome do novo presidente para o dia 22 do mesmo mês.

Collor e Renan Filho disputam as eleições em Alagoas

A Frente de Oposição, liderada pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), e o senador Fernando Collor (PTB) lançou o deputado federal Renan Filho (PMDB) na disputa ao Governo de Alagoas. Quatorze partidos formam a Frente: PDT, PMDB, PTB, PV, PT do B, PHS, PSD, PSDC, PSL, PT, PEN, PPL, PTN, PROS.

O PRB, do suplente de Collor, Euclydes Mello, fechou, de última hora, com o governador Teotonio Vilela Filho (PSDB). “Não posso ser suplente do Collor. É uma traição. Vou a Brasilia pedir providências à direção nacional do PRB”, disse Euclydes. A resposta do partido, segundo ele, deve chegar até amanhã.

O PROS é da base aliada do governador e deve entregar os cargos no Executivo tucano. O deputado federal Givaldo Carimbão (PROS) não apareceu na legenda “Está no interior por causa das comemorações de Corpus Christi. Fará ainda a convenção”, disse Renan Filho. Com a Frente, ficam definidos que Collor vai para a reeleição ao Senado Federal e o ex-governador Ronaldo Lessa (PDT) disputa a Câmara Federal. “Vamos devolver ao povo de Alagoas um Governo sério”, disse Lessa, em discurso.

O ex-governador registra uma derrota esta semana: no Tribunal Regional Eleitoral, as contas de campanha dele foram rejeitadas por maioria de votos nesta quarta-feira (18). Lessa tem uma dívida de R$ 2 milhões, detectada pelos técnicos do tribunal. “Por que vocês não perguntam ao TRE quando eles vão julgar as ações contra o Teotonio Vilela?”, questionou, ao ser perguntado sobre o assunto. Lessa pode ter o registro eleitoral negado por ser “conta suja”.

Também entre os candidatos à reeleição, o deputado federal João Lyra (PSD), o congressista brasileiro mais rico (patrimônio declarado ao Tribunal Superior Eleitoral de R$ 200 milhões), mas com decreto de falência assinado pelo judiciário alagoano. A dívida das empresas do parlamentar é de R$ 2 bilhões. Ao se referir aos trabalhadores que cobram meses sem receber salários, chamou de vândalos e pediu ajuda a Renan: “Vivo no meu escritório cercado por vândalos, não posso recorrer ao governador. Não sabe fazer nada, é um incapaz”, disse João Lyra.

A Frente de Oposição é o palanque considerado oficial da presidente Dilma Rousseff no Estado. Faz oposição ao governador Vilela. O outro palanque é do senador Benedito de Lira (PP), responsável pela indicação de Gilberto Occhi ao Ministério das Cidades. Biu de Lira, como é conhecido, diz apoiar o ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

Fonte: Terra

Eleição imprevisível em Brasília: Toninho do PSol está no páreo!

DIÁRIO DA MANHÃ|WALTER BRITO

Tecnicamente, José Roberto Arruda do PR que pontua na pesquisa Directa/O Parlamento com 26,65% de intenção de votos para o GDF, deverá disputar o segundo turno com governador Agnelo do PT, que está em segundo lugar com 14,93%. Entretanto, os 200 mil votos que Toninho do PSol obteve para o GDF na eleição de 2010, o seu bom desempenho junto à classe média do Plano Piloto e o avanço no seio das classes mais escolarizadas das cidades satélites, aliados ao seu discurso que propõe um projeto consistente para resolver o problema da saúde pública no Distrito Federal; já lhe dão 6,43% de intenção de votos e o quarto lugar. Toninho está próximo do terceiro colocado Rodrigo Rollemberg (PSB) que tem 8,4% e à frente de Eliana Pedrosa que pontuou com 5,18%.

Ressaltamos ainda que 45,7% da população de Brasília reprova o gerenciamento da saúde implementado pelo governo Agnelo em Brasília, diz a pesquisa do Instituto Directa que apontou os principais problemas da cidade-estado: Saúde 45,7%; segurança pública 27,3%; transporte 9,8%; educação 3,8%; emprego 3%; limpeza urbana 2%; falta de moradia 1,7%; asfalto 1,2%; trânsito 1%; parada de ônibus 0,1%; outros 0,8% e não responderam 2,9%.

Gerentão Berger em ação

Apesar do esforço do gerentão do governo, o doutor Berger que é especialista em administração pública e tem em seu gabinete uma sofisticada parafernália tecnológica, onde ele avalia em tempo real os principais problemas da máquina administrativa do governo; Swedenberger do Nascimento Barbosa, que é odontólogo e especialista em administração da saúde pública e, o médico Agnelo, ainda não agradaram de forma efetiva o povo brasiliense, que clama por melhora na saúde. Nesse sentido, entrevistamos o pré-candidato ao governo do Distrito Federal Toninho do PSol. Ele criticou o atendimento na saúde pública do Distrito Federal, que na sua opinião é caótico. Ele também disse que os ensinos básico e superior estão em decadência no governo do PT. O político critica Reguffe e se coloca como verdadeiro candidato da esquerda na disputa do Palácio do Buriti.

Questionado pela reportagem do Diário da Manhã sobre a importância do PSol nas eleições que se aproximam, Toninho afirmou: “Pesquisas nacionais identificaram que entre os 32 partidos políticos do País, o PSol é o quinto na preferência do eleitorado. A resposta do povo brasileiro é baseada na coerência de nossos programas e a relevância de nossos projetos e propostas”, arrematou.

Namoro com Reguffe não deu certo 

Quanto ao namoro que Reguffe do PDT teve com o PSol, no que se refere à disputa eleitoral do mês de outubro, Toninho atacou: “Infelizmente o Reguffe escolheu outros parceiros numa aliança ampla que pode chegar ao PSD de Kassab. Acho que o deputado Reguffe errou na opção, o que poderá lhe custar caro, pois sua proposta rumo ao Senado ficou descaracterizada”, disse.

Reforma política

Quanto à reforma política, o pré-candidato do PSol opinou: “Nessa questão, prevaleceram os interesses dos grupos econômicos. O nosso senador Randolph Frederich Rodrigues Alves fez todos os esforços e apresentou um projeto consistente, baseado em três princípios básicos: financiamento público de campanha; a possibilidade da divisão equânime do tempo de rádio e TV para todos e, a revogabilidade dos mandatos. Fizemos a nossa parte e tentamos fazer a reforma que mudaria e muito, a situação das eleições em nosso País. O poderio econômico e os conservadores venceram, infelizmente!”.

Saúde será o carro-chefe do PSOL

Quanto ao principal problema que aflige os brasilienses, Toninho disse: “Uma das maiores frustrações de nossa sociedade é o atendimento da saúde que não funciona. É uma situação caótica! As UPAs (Unidade de Pronto Atendimento) não passam de um simulacro de atendimento à nossa população. Trata-se de uma forma disfarçada da privatização da saúde, o que é uma vergonha! Vale lembrar, que apesar de termos profissionais aprovados em concursos públicos, o gerenciamento e o dinheiro do Estado, vão para a iniciativa privada, por meio dos contratos que gerenciam as UPAs. A Maninha, que já foi secretária da saúde, está escrevendo com a minha participação, um projeto para o retorno do Saúde em Casa. Será a redenção da saúde pública em Brasília, quando as pessoas de todos os segmentos serão atendidas com dignidade. Teremos 3 mil equipes multiplicadoras, atendendo as pessoas em suas moradias. Será o projeto carro-chefe de minha campanha rumo ao Palácio do Buriti, caso eu seja aprovado na convenção de meu partido”, afirmou Toninho.

Educação em decadência

Do mesmo modo, o pré-candidato do PSol questionou o projeto de gerenciamento da educação do governo de Brasília: “Além de dar jeito na saúde, Agnelo disse que a educação em seu governo seria uma maravilha. Entretanto, o nível de ensino, tanto básico quanto o superior estão em decadência, conforme detectou o último Enem. Outro absurdo na área da educação, refere-se ao abandono da escola em tempo integral. Hoje, nem 5% da escola integral funciona em Brasília”, garantiu o pré-candidato.

Cotas para a comunidade negra Quanto a cota de 20% para a comunidade negra no serviço público, aprovada pelo Senado, sancionado pela presidenta Dilma e publicada esta semana no Diário Oficial, Toninho aplaudiu: “O Brasil tem uma dívida histórica com a comunidade negra e, dívida tem que ser paga! Fiquei feliz com a aprovação da cota de 20% para a comunidade negra no serviço público. Acho justo a igualdade dos salários entre brancos e negros. Temos que acabar com o verdadeiro apartheid em nosso país”, concluiu.

As manifestações que devem acontecer durante a Copa e certamente continuarão até as vésperas das eleições, podem ser capitalizadas por Toninho, pois Reguffe que é o porta-voz desses movimentos, não será candidato ao Governo. Acreditamos que mesmo apoiando Rodrigo Rollemberg como candidato ao Senado ou deputado federal, o eleitorado de Regufe migrará na sua maioria para o pré-candidato do PSol. É o que diz a pesquisa da Directa/O Parlamento, registrada no TRE-DF com número DF-00011/2014 e TSE BR-00139/2014. Como se vê, a eleição em Brasília tem seus favoritos, mas Toninho pode dar trabalho, inclusive, disputar o segundo turno.

(Walter Brito, jornalista)

PMDB muda slogan de Skaf: “São Paulo quer o melhor”

Diante da polêmica criada pelo candidato petista Alexandre Padilha ao governo do Estado, o PMDB decidiu mudar o slogan de Paulo Skaf. Segundo o colunista Bernardo Mello Franco, o marqueteiro Duda Mendonça mudou o nome da coligação para “São Paulo quer o melhor”. O PT anunciou em nota, nesta quarta-feira 18, que irá dar entrada na Justiça com um processo por “plágio” contra o Skaf. Na convenção que homologou o candidato, despontou como principal mote de sua campanha “Para mudar de verdade”. No sábado 15, Padilha foi oficializado na disputa com o slogan “Mudar de Verdade”.  “Precisa ver se o PT concorda. Se não, criamos outro”, ironizou Duda Mendonça.

Fonte: Brasil247

Colômbia: governo fecha fronteiras terrestres devido a eleições

AGÊNCIA BRASIL,

O governo da Colômbia fechará na madrugada de amanhã (14) as fronteiras terrestres do país por causa do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (15). O país faz fronteira com o Brasil, o Equador, o Panamá, o Peru e a Venezuela. O fechamento das fronteiras terrestres durante as eleições no país é uma medida comum, adotada para “garantir a segurança e a ordem pública”.

A fronteira mais extensa é com a Venezuela (2.219 quilômetros). Milhares de colombianos vivem lá, por isso, o movimento na fronteira é intenso hoje (13).

O segundo turno das eleições é disputado pelo presidente Juan Manuel Santos, candidato à reeleição pela Coalizão Unidade Nacional e pelo opositor, Óscar Zuluaga, do Centro Democrático, partido de extrema direita, criado pelo ex-presidente e senador eleito Álvaro Uribe.

As pesquisas de intenção de voto apontam uma disputa acirrada, com pequena margem de diferença entre os dois candidatos. No primeiro turno, Zuluaga conquistou quase 500 mil votos a mais do que Santos, mas o presidente diz estar confiante. Ontem (12) ele destacou que vai ganhar a eleição com uma margem de diferença de 8 pontos a 10 pontos de vantagem.

Zuluaga não teve compromissos públicos, porque está “de licença médica”, desde a última quarta-feira (11), devido a uma laringite. Mas o ex-presidente Álvaro Uribe continua ativo nas redes sociais.

Ele diz ter “informações” de que um esquema de fraude teria sido montado para o domingo. Mas o órgão eleitoral recomendou que Uribe apresente suas denúncias às autoridades competentes para investigação.

As eleições vão ocorrer um dia depois da estreia da seleção colombiana na Copa do Mundo, contra a Grécia, amanhã. Depois de 16 anos sem participar da competição, a estreia é bastante esperada pelos colombianos, que vão assistir ao jogo, com a Lei Seca em vigor.

Ambos os candidatos incentivam a população a comparecer às urnas no domingo, mas existe um temor de que as festividades da Copa prejudiquem o comparecimento. No primeiro turno, mais de 32 milhões de eleitores foram convocados, mas somente 40% do eleitorado votaram.

Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

 

Boca de urna dá vitória a magnata na Ucrânia

Provável presidente já discursou como novo chefe de Estado, voltando a ressaltar as prioridades de seu governo

Se Poroshenko receber mais de 50%, ele será eleito no primeiro turno / Sergei Gapon / AFP
Se Poroshenko receber mais de 50%, ele será eleito no primeiro turnoSergei Gapon / AFP

O magnata pró-ocidental Petro Poroshenko foi dado como vencedor no primeiro turno da eleição presidencial na Ucrânia com quase 56% dos votos, de acordo com uma pesquisa de boca de urna.

Ele tem uma grande vantagem sobre a ex-primeira-ministra Yulia Tymoshenko, com 12,9% dos votos, de acordo com a sondagem feita por um consórcio de três institutos de pesquisas ucranianos divulgada no momento do fechamento dos centros de votação.

Se Poroshenko receber mais de 50%, ele será eleito no primeiro turno. O provável presidente já discursou como novo chefe de Estado, voltando a ressaltar as prioridades de seu governo.

De acordo com ele, os ucranianos optaram pela integração com a Europa. Poroshenko afirmou que sua primeira tarefa como presidente ucraniano será “acabar com a guerra e restaurar a paz”.

“Minha primeira viagem vai ser feita para Donbass”, região mineradora do leste da Ucrânia que reúne as duas regiões separatistas de Donetsk e Lugansk, acrescentou Poroshenko, de 48 anos, diante dos jornalistas em seu centro de campanha. Ele também se declarou favorável a eleições legislativas antecipadas neste ano.

O “Rei do Chocolate” prometeu administrar a Ucrânia da mesma foram que sua empresa, a Roshen.

Único oligarca a ter apoiado a mobilização pró-europeia na Ucrânia, este especialista em relações econômicas internacionais foi ministro da Economia do presidente deposto Viktor Yanukovytch, além de ter ocupado a pasta das Relações Exteriores e a presidência do Banco Central no governo do pró-ocidental Viktor Yushenko.

Os ucranianos foram às urnas em grande número neste domingo para eleger seu futuro presidente, à exceção do leste do país. O novo chefe de Estado terá a dura missão de acabar com o movimento separatista armado e de melhorar as relações com a Rússia.

No leste industrial da Ucrânia, controlado por separatistas, muitos centros eleitorais ficaram fechados.

Colombianos vão às urnas no domingo em eleição marcada por escândalos

24. Maio 2014 – 15:28

BOGOTÁ (Reuters) – Os colombianos votarão neste domingo em uma eleição presidencial marcada por escândalos que gira entre duas propostas opostas para acabar com o conflito longo e sangrento com os guerrilheiros. 

Os dois principais candidatos, o presidente Juan Manuel Santos, candidato à reeleição, e seu rival, Oscar Iván Zuluaga, se igualam nas preferências do eleitorado. 

Leis eleitorais da Colômbia proíbem publicação de pesquisas na semana que antecede a votação. 

(Reportagem de Luis Jaime Acosta)

Reuters

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio