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São Paulo novamente decepciona e só empata no Morumbi

Estadão Conteúdo

Diante de mais de 46 mil pessoas, no melhor público pagante do Campeonato Brasileiro, o São Paulo voltou a decepcionar neste sábado, no Morumbi, ao ficar no empate em 1 a 1 com o Criciúma. Desfalcado de Kaká, Luis Fabiano, Antonio Carlos e Osvaldo, criou diversas chances de gol e só abriu o placar a 17 minutos do fim, com Alan Kardec. Só que, pouco depois, Rogério Ceni falhou e Rodrigo Souza empatou. Após o jogo, o torcedor, que pediu “raça” durante a partida, vaiou o time.

O empate é o terceiro tropeço seguido do São Paulo. Se a intenção de Muricy Ramalho era aproveitar a sequência contra os pequenos para somar nove pontos, na prática deu tudo errado. Diante do Chapecoense, Goiás e Criciúma, a equipe ganhou um único ponto. Com 20, é só o sétimo colocado.

Agora Muricy terá uma semana para tentar dar um padrão tático ao time, que mais uma vez se mostrou extremamente desorganizado. No domingo que vem, o adversário é o Vitória, mais uma vez no Morumbi. Já o Criciúma, que também não vence há três jogos no Brasileiro, tem 15 pontos, no meio da tabela. No sábado, recebe o líder Cruzeiro.

São Paulo

Desfalcado, São Paulo cricou muitas chances de gol e abriu o placar, mas Criciúma empatou no fim do jogo

O jogo

Pelo terceiro jogo seguido, Muricy Ramalho resolveu mexer no esquema tático do São Paulo. De surpresa, sacou Paulo Miranda, que jogaria na lateral direita, flutuando para a zaga e liberando Rodrigo Caio, e escalou Denilson. Assim, Douglas voltou para a lateral (jogaria no meio) e foi Souza quem ganhou liberdade para avançar.

Sem Antonio Carlos, machucado, seguia o problema da bola aérea defensiva. Tanto que, logo aos 4 minutos, por centímetros Silvinho, ex-jogador do clube, não alcançou a bola num peixinho na pequena área e abriu o placar.

À medida que os jogadores tricolores passaram a entender melhor o esquema tático, que não foi treinado durante a semana, o futebol do time evoluiu. Maicon aparecia bem com Douglas pela direita, enquanto Ganso buscava espaço pelo meio. As oportunidades foram surgindo, mas o São Paulo falhava nas finalizações.

Pato teve três grandes chances no primeiro tempo. Uma ele criou em jogada individual, mas parou em Luiz. Nas outras duas, recebeu cruzamentos e falhou na conclusão. Após o segundo erro, a torcida pediu Luis Fabiano, que está machucado. Souza também teve boa oportunidade, fintando o zagueiro com o corpo e chutando por cima do gol.

No segundo tempo, o ritmo seguiu o mesmo. Rogério Ceni, que fez uma grande defesa no primeiro tempo, só assistia à assistindo à partida. Na frente, muitos gols perdidos. Pato chegou muito perto de marcar, carregando a bola quase desde o meio-campo, mas chutou em cima de Luiz. Novamente ouviu provocações da torcida.

Luiz não chegou a fazer nenhuma grande defesa, mas precisou trabalhar bastante, pegando chutes de Ganso e Toloi. Enquanto isso, a torcida pedia “raça”, algo que visivelmente não estava faltando ao time. Para piorar, Rodrigo Caio sentiu lesão no joelho e caiu no chão já pedindo substituição.

Pouco depois, Alvaro Pereira bateu o rosto no gramado e aparentemente ficou desacordado. Mas aí o uruguaio mostrou que a torcida estava errada. Tal como na Copa do Mundo, rejeitou ser substituído enquanto a ambulância estava ao lado do campo esperando por ele. Em seguida, já estava de volta em campo.

E foi na raça uruguaia que começou o gol tricolor. Alvaro Pereira roubou a bola na defesa e começou o contra-ataque. Enquanto ele corria pela esquerda, Ganso deixou Alan Kardec na cara do gol para fazer 1 a 0.

Muricy Ramalho poderia ter aproveitado para Alexandre Pato tentar mostrar serviço sem tanto peso nas costas, mas tirou o atacante para colocar em campo Ademilson. Quem marcou, porém, foi o Criciúma. Após falta batida na área, Rogério Ceni falhou em não segurar a bola que foi nas suas mãos, a zaga vacilou no rebote e Rodrigo Souza empatou.

Com apenas mais uma substituição a fazer, Muricy trocou Denilson por Boschilia. Mas a desorganização ficou ainda mais evidente, com muitos erros de passes. Luiz só precisou trabalhar para fazer uma defesa fácil em cabeceio de Souza.

FICHA TÉCNICA:

São Paulo 1 x 1 Criciúma

São Paulo: Rogério Ceni; Douglas, Rafael Toloi, Rodrigo Caio (Paulo Miranda) e Alvaro Pereira; Souza, Denilson (Boschilia), Maicon e Paulo Henrique Ganso; Alexandre Pato (Ademilson) e Alan Kardec. Técnico – Muricy Ramalho.
Criciúma: Luiz; Eduardo, Ronaldo Alves (Gualberto), Fábio Ferreira e Giovanni; Rodrigo Souza, Martinez, Rafael Costa (Lucca) e Wellington Bruno (Higor); Silvinho e Bruno Lopes. Técnico – Wagner Lopes.
Gol: Alan Kardec, aos 28, e Rodrigo Souza, aos 34 minutos do segundo tempo.
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (Fifa/MG)
Cartão amarelo: Douglas (São Paulo)
Renda: R$ 1.243.465,00.
Público: 46.617 pessoas (total).
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo.

Klose salva a Alemanha, faz história e iguala recordes de Ronaldo e Pelé

Gana dá trabalho, mas não consegue vencer a primeira

O DIA

Ceará – A emoção no duelo entre Alemanha e Gana, neste sábado, na Arena Castelão, ficou reservada para o segundo tempo. Os 45 minutos iniciais foram discretos, de poucas oportunidades. A etapa final valeu o ingresso: gols, adrenalina e recorde. Neste contexo, um empate por 2 a 2 de tirar o fôlego. Gana deu trabalho, virou o placar, mas viu Klose sair do banco para salvar o time alemão e fazer história. Ele igualou recordes de Ronaldo e até de Pelé.

Klose salva a Alemanha e faz história em Copas

Foto:  Reuters

Com o resultado, Alemanha está com quatro pontos, na liderança do Grupo G. Gana soma seu primeiro ponto (perdeu para os Estados Unidos na estreia). Estados Unidos e Portugal se enfrentam neste domingo e fecham a segunda rodada da chave.

Na próxima rodada, quinta-feira, às 13h, Alemanha encara Estados Unidos, na Arena Pernambuco. No mesmo dia e horário, Gana enfrenta Portugal em Brasília, no Mané Garrincha.

O JOGO

O duelo começou em ritmo lento, com a Alemanha com maior posse de bola. A estratégia de Gana era contra-atacar. Após descida pela direita, Asamoah Gyan surgiu na área e finalizou por cima, na primeira chance do jogo. Os ganases obrigaram Neuer a trabalhar. Astu arriscou da entrada da área. O goleiro espalmou. A resposta alemã foi com Müller, travado na hora de marcar.

O goleiro alemão mais uma vez precisou mostrar serviço. Muntari arriscou da entrada da área. Neuer espalmou para longe. O primeiro tempo foi de pouca emoção, com a Alemanha com mais posse de bola. Porém, Gana foi mais perigosa e soube se defender.

A Alemanha não demorou a abrir o placar no segundo tempo. Logo aos seis minutos, Götze apareceu de surpresa na área, como se fosse um centroavante, e, sem jeito, completou para o fundo da rede. Inicialmente, ele tentou uma cabeçada, mas a bola bateu em seu joelho antes de entrar.

Após o gol, o jogo teve de ficar paralisado. Um torcedor invadiu o campo logo após a entrada de Jordan Ayew no lugar de Kevin-Prince Boateng. Como o irmão, que defende a Alemanha, havia saído no intervalo, o duelo familiar durou apenas 45 minutos.

Gana não sentiu o gol e conseguiu empatar logo depois. André Ayew aproveitou cruzamento da direita e cabeceou no canto direito de Neuer: 1 a 1. O time africano virou o placar. Asamoah Gyan aproveitou falha da zaga alemã, invadiu a área e fuzilou para fazer 2 a 1.

A Alemanha recorreu ao artilheiro Klose para deixar tudo igual. Ele entrou, na vaga de Götze, aos 23 minutos. Dois minutos depois, em seu primeiro toque na bola, ele completou cobrança de escanteio e fez 2 a 2. Foi 15º gol de Klose em Copas, empatando com Ronaldo como o maior goleador dos Mundiais. Como curiosidade, os dois estabeleceram a marca histórica em duelo com Gana. De quebra, Klose se igualou a Pelé e ao alemão Seeler, que fizeram gols em quatro Copas diferentes.

O jogo ficou aberto, mas com o mesmo panorama: Alemanha com mais posse de bola e Gana explorando o contra-ataque. As duas equipes tiveram chances, mas o empate prevaleceu. No fim, Müller se chocou com Boye e levou a pior, sangrando em campo. Que segundo tempo!

FICHA TÉCNICA

Alemanha 2×2 Gana

Estádio : Arena Castelão 
Árbitro : Sandro Meira Ricci (Brasil) 
Público : 59.621 presentes 
Gols : Götze (Alemanha, aos 6′ do 2ºT) e Klose (Alemanha, aos 25′ do 2ºT), André Ayewm (Gana, aos 8′ do 2ºT) e Asamoah Gyan (Gana, aos 17′ do 2ºT) 
Cartão amarelo : Muntari (Gana) 
Cartão vermelho : –

Alemanha : Neuer; Boateng (Mustafi, no intervalo), Hummels, Mertesacker e Höwedes; Khedira, Lahmn, Özil, Toni Kross e Götze (Klose, aos 23′ do 2ºT); Thomas Müller; Técnico: Joachim Löw.

Gana : Dauda; Afful, Mensah, John Boye e Kwadwo Asamoah; Rabiu (Badu, aos 31′ do 2ºT), Muntari e Kevin-Prince Boateng (Jordan Ayew, aos 7′ do 2ºT); Atsu (Wakaso, aos 27′ do 2ºT), André Ayew e Asamoah Gyan; Técnico: Kwesi Appiah.

Veja vídeo:

Brasil tem atuação apagada, esbarra em Ochoa e fica no 0 a 0 contra o México

Com empate, seleção brasileira continua na liderança do grupo A, ao lado dos mexicanos; vantagem é no saldo de gols

O DIA

Ceará – Pedra no sapato da seleção brasileira, o México aprontou mais uma nesta terça-feira em Fortaleza. Em um confronto muito equilibrado, o Brasil não conseguiu sair do 0 a 0 diante do rival Norte-Americano e perdeu os 100% de aproveitamento na Copa do Mundo. Dentro de campo, a Seleção não teve uma grande atuação, mas criou boas chances que foram defendidas pelo goleiro Ochoa, o melhor jogador em campo no Castelão.

O Brasil volta aos gramados contra a seleção de Camarões, na próxima segunda-feira, em Brasília. Já a equipe mexicana joga no dia seguinte contra  a Croácia. Ambas as equipes lideram o grupo A com quatro pontos, mas a equipe verde amarela está em primeiro lugar por conta do saldo de gols.

Confronto entre Brasil e México foi muito equilibrado

Foto:  André Mourão / Agência O Dia

O JOGO

Contando com duas torcidas eufóricas no estádio, a partida entre Brasil e México começou bastante corrida. Ambas as equipes mostravam muita disposição e o início de jogo acabou sendo muito faltoso. Neymar era o principal alvo dos zagueiros da equipe da América do Norte, mas Daniel Alves também revidava os lances duros pelo lado brasileiro. A primeira boa chance de gol do Brasil foi com Fred. Aos 10 minutos, Oscar tocou para o atacante, que dentro da área finalizou para fora, o atacante estava impedido, mas o auxiliar não marcou e coube ao árbitro chamar para ele a responsabilidade e invalidar o lance.

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Aos 23 minutos, o México chegou pela primeira vez com perigo. Herrera avançou pelo lado direito e soltou a bomba, Julio Cesar desviou para escanteio. Dois minutos depois, o Brasil respondeu e nesse momento apareceu pela primeira vez, a estrela do goleiro mexicano Ochoa. Após boa jogada pela direita, Neymar cabeceou bem, mas o arqueiro da equipe norte-americana se esticou todo e fez uma grande defesa.

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Depois do começo instável, a marcação mexicana conseguiu se estabilizar. Com isso, as chances brasileiras rarearam. A Seleção só voltou a ameaçar aos 35 minutos e em uma jogada de bola parada. Neymar cobrou escanteio e Fred obrigou a Ochoa a trabalhar mais uma vez. Aos 38 minutos, Marcelo arriscou de fora da área, mas a bola passou sem muito perigo para a meta mexicana. Os rivais responderam com José Vázquez, mas a bola também não foi na direção do gol de Julio Cesar.

Ochoa fez grande defesa, após cabeçada de Neymar no primeiro tempo

Foto:  Reuters

Sem muita movimentação, o Brasil perdeu a sua principal oportunidade na primeira etapa em um lance de bola parada. Depois de cruzamento de Neymar, Thiago Silva rolou com o peito para Paulinho que chutou para uma boa defesa de Ochoa, concretizando o nome do goleiro mexicano como o do principal nome da partida nos 45 minutos iniciais.

Como Ramires já tinha cartão amarelo e o Brasil precisava de mais agressividade para o segundo tempo, Felipão colocou Bernard no lugar do volante. Com apenas dois minutos, o jovem criou a primeira jogava ofensiva da Seleção no segundo tempo. Daniel Alves lançou o atacante, que entrou dentro da área e cruzou, mas a zaga mexicana foi mais rápida que Neymar e impediu a conclusão do camisa 10.

Só que o México começou a gostar do jogo. Com a marcação mais adiantada, os adversários passaram a chegar com mais perigo. Guardado e Vázquez arriscaram de fora da área com mais perigo para o gol brasileiro. A melhor oportunida foi com Herrera. O meia fez bela jogada, e finalizou na entrada da área, a bola passou muito perto, mas Julio Cesar estava na jogada.

O Brasil só voltou a assustar em uma cobrança de falta. Aos 17 minutos, Neymar bateu bem, mas a bola acabou indo para fora. Aos 22 minutos, Jô entrou no lugar de Fred e a Seleção criou uma grande chance. Após belo cruzamento de Marcelo, o camisa 10 brasileiro chutou e Ochoa fez grande defesa, a bola sobrou de novo com Neymar, mas a zaga mexicana conseguiu tirar a bola da área. Depois o próprio jogador do Atlético-MG perdeu uma boa chance depois de belo passe de Oscar, mas a finalização foi para fora.

Aos 40 minutos, outra chance impressionante perdida para o Brasil. Novamente em bola parada, Neymar cruzou e Thiago Silva cabeceou, mas Ochoa fez outra grande defesa, evitando que a Seleção conseguisse o seu gol na última oportunidade que teve no confronto.

FICHA TÉCNICA

BRASIL X MÉXICO

Estádio: Castelão / Fortaleza (CE) 
Árbitro : Cuneyt Cakir (TUR) 
Cartões Amarelos: Ramires, Thiago Silva (BRA), Aguilar, Vázquez (MEX) 
Cartões Vermelhos: – 
Público: 60.342 presentes 
Gols: –

BRASIL : Julio Cesar; Daniel Alves, Thiago Silva, David Luiz e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho, Ramires (Bernard – Intervalo) e Oscar (38′ do 2ºT); Neymar e Fred (22′ do 2ºT – Jô) 
Técnico: Felipão

MÉXICO: Ochoa; Aguilar, Rodríguez, Rafa Marquez e Moreno; Vázquez, Herrera, Guardado e Layún; Giovani dos Santos ( 38′ do 2ºT – Raúl Jiménez) e Peralta (27′ do 2ºT – Javier Hernández) 
Técnico: Miguel Herrera

Fluminense garante vice-liderança e deixa Inter fora do G-4

Correio do Brasil

Fluminense emoatou de 1 a 1 com o Internacional-RS na noite deste domingo, em Macaé

Fluminense empatou de 1 a 1 com o Internacional-RS na noite de domingo, em Macaé, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. Jean marcou o gol tricolor e Jorge Henrique, o dos gaúchos. O resultado manteve o Flu, que empatou pela primeira vez na competição, em segundo lugar, com 16 pontos. O próximo jogo pelo torneio será somente em julho, contra o Criciúma, fora de casa.

Fluminense e Internacional começaram a partida procurando controlar o meio de campo. Rafael Sobis, que completou 150 jogos pelo clube tantas vezes campeão, quase marcou gol aos 15 minutos, em contra-ataque puxado por Conca. Logo depois, Walter arriscou chute de longe, tentando encobrir o goleiro Dida, mas a bola foi por cima.

O Tricolor levava ligeira vantagem na posse de bola e no número de finalizações, com três contra apenas uma do adversário, que, no entanto, marcou seu gol aos 23, com Jorge Henrique. A desvantagem não abalou o Flu, que continuou tentando chegar com rapidez ao ataque. Aos 27, Sobis fez linda jogada e a bola sobrou para Jean chutar em cima da zaga.

Logo depois, aos 30, Jean empatou, após centro de Chiquinho e escorada de Sobis para um chute certeiro do volante, no canto direito de Dida. Cinco minutos depois, Wellington Paulista levou perigo. O Internacional ainda tentou duas vezes e o Flu chegou perto do gol com Carlinhos antes de o árbitro encerrar o primeiro tempo.

O Internacional começou o segundo tempo um pouco mais ofensivo do que o Fluminense e atacou duas vezes com o Claudio Winck e Fabrício. Aos poucos, o Tricolor foi reequilibrando a partida e passou a tocar a bola com maior organização para chegar ao gol. Aos 19, Conca foi bloqueado pela defesa adversária após jogada de Carlinhos. Aos 25, Cristóvão colocou o time no ataque ao trocar Chiquinho por Kenedy.

Diego Cavalieri fez boa defesa em chute de Claudio Winck, aos 30. Quatro minutos depois, Valdivia, que entrara há pouco tempo chutou com perigo, à esquerda de Cavalieri. O Fluminense tentou o gol com Walter que cabeceou à esquerda de Dida, aos 36. O Internacional deu resposta dois minutos depois, mas a defesa conseguiu anular a jogada. No empate, as novidades do Tricolor foram a estreia de Fabricio e a entrada de Gustavo Scarpa, que substituiu Sobis.

Corinthians vacila no final e decepciona a torcida mais uma vez dentro de casa

Lancepress

O Corinthians decepcionou sua torcida novamente e não conseguiu vencer na Arena Corinthians. Após derrota para o Figueirense, por 1 a 0, na primeira partida oficial no estádio, desta vez o Timão cedeu o empate aos 41 minutos do segundo tempo para o Botafogo. O jogo terminou 1 a 1.

As equipes começaram bem postadas defensivamente, sem deixar espaços à frente da zaga. Tanto é que, nos primeiros quinze minutos, os goleiros Walter e Renan praticamente não foram exigidos.

O primeiro a assustar, porém, foi o Botafogo. Aos 22 minutos, após cruzamento da esquerda, Ferreyra subiu mais do que Fabio Santos e acertou um bom cabeceio e o goleiro Walter teve dificuldades para evitar o gol botafoguense. Mas, um minuto depois, o Corinthians foi mortal.

Jadson, em bela jogada, foi autor do primeiro gol corintiano em uma partida oficial na Arena Corinthians. Ele driblou Bolatti com facilidade e, de esquerda, na entrada da área, acertou o cantinho do goleiro Renan.

O Botafogo sentiu o golpe e já não conseguiu manter a mesma postura na parte final do primeiro tempo. Teve de sair mais para o jogo e sofreu um pouco mais na defesa. Em um desses lances, aos 33 minutos, Guerrero chutou da esquerda, Renan defendeu e Bruno Henrique quase conseguiu completar para o gol.
 

N/A

O empate desagradou os milhares de corintianos presentes que vaiaram a equipe assim que o árbitro encerrou a partida

 

No intervalo, o Glorioso fez uma alteração, colocando Daniel na vaga de Lucas. Com isso, Edilson voltou a atuar na lateral direita, sua posição de origem. Mas foi o time da casa que começou melhor o segundo tempo. Logo no primeiro minuto, após desvio de cabeça de Cléber, Ralf foi mais esperto do que o goleiro Renan e deu um leve toque na bola, que bateu na trave.

No segundo tempo, a partida teve de ser interrompida duas vezes por causa do grande número de balões que caíram no gramado. Com a bola rolando, as equipes tiveram mais espaços para jogar. Enquanto o Botafogo saia mais para o ataque, o Corinthians já não enfrentava uma marcação tão fechada.

Desta forma, ambos conseguiram criar chances de gol, com o Corinthians sendo mais efetivo. O Timão teve pelo menos três oportunidades de matar o jogo, mas parou em Renan. Mas é como se diz por aí, quem não faz…

Nos quinze minutos finais, o Botafogo aumentou a pressão, obrigando o Corinthians a ficar mais recuado. Até que aos 41 minutos, Edilson partiu pela direita e chutou cruzado. A bola desviou em Cléber e entrou.
Nos minutos finais, o Corinthians até buscou o gol da vitória, mas a partida terminou mesmo 1 a 1. E o Timão segue sem vencer em seu novo estádio.

FICHA TÉCNICA:

CORINTHIANS 1 X 1 BOTAFOGO

Data e horário: 1/6/2014, às 16h
Local: Arena Corinthians, São Paulo(SP)
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (FIFA/RS)
Assistentes:  Rafael da Silva Alves (ASP-FIFA/ RS ) e Marcelo Bertanha Barison (CBF/SP)
Cartões amarelos: Ferreyra, Airton e Edilson (BOT)

Gols: Jadson, aos 23’/2°T (1-0); Edilson, aos 41’/2°T (1-1)

Corinthians: Walter; Fagner, Cléber, Gil e Fábio Santos; Ralf, Bruno Henrique, Petros (Zé Paulo, aos 38’/2ºT) e Jadson (Renato Augusto, aos 35’/2ºT); Romarinho (Luciano, aos 22’/2ºT) e Guerrero. Técnico: Mano Menezes

Botafogo: Renan; Lucas (Daniel, intervalo), Bolívar, André Bahia e Junior Cesar; Airton (Jorge Wagner, aos 25’/2ºT), Edilson e Bolatti; Zeballos, Wallyson (Gegê, aos 25’/2ºT) e Ferreyra. Técnico: Vágner Mancini

Grêmio empata com o Palmeiras e chega à terceira partida sem vitória

Tricolor vai para o período de paralisação para a Copa do Mundo com dois empates e uma derrota

Grêmio criou poucas oportunidades e não conseguiu converter 
Crédito: Lucas Uebel / Divulgação Grêmio / CP

O Grêmio empatou em 0 a 0 com o Palmeiras na tarde deste domingo, no estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul. Com o resultado, o Tricolor chega ao terceiro jogo sem vitória, foram uma derrota e dois empates. O time agora vai para o período de folga para a disputa da Copa do Mundo. Com 15 pontos e com jogos em disputa na nona rodada os comandados de Enderson Moreira ocupam a sexta colocação.

O Grêmio volta a disputar o Campeonato Brasileiro contra o Goiás, na Arena, em julho. A Confederação Brasileira de Futebol ainda não definiu a data e o horário da partida. Já o Palmeiras enfrenta o Santos em local indefinido. 

O jogo

O Grêmio iniciou a partida pressionando o Palmeiras no campo defensivo e criando oportunidades. Aos cinco minutos, Dudu fez jogada pela esquerda de ataque e chutou forte para o interior da grande área. Barcos colocou o pé, mas a bola saiu alto e passou sobre o travessão de Fábio. 

Os comandados de Enderson Moreira dominavam as ações ofensivas, porém, tinha dificuldades para criar chances claras de gols. Já o Palmeiras só conseguiu dar o primeiro chute, mesmo sem perigo, aos 15 minutos. 

Dois minutos depois, Dudu recebeu passe dentro da grande área e, de calcanhar, tentou servir Barcos. Porém, o centroavante havia passado da linha da bola, que sobrou para Rodriguinho. O meia bateu forte, mas a bola saiu rasteira próxima ao poste direito de Fábio. 

Palmeiras cresce no jogo

A partir dos 20 minutos, o Palmeiras equilibrou as ações ofensivas e, discretamente, começou a criar oportunidades. Já o Grêmio diminuiu a pressão inicial e passou a esperar para contra-atacar o adversário. 

Aos 23 minutos, Diogo recebeu passe na intermediária e bateu alto. A bola fez uma parábola em alta velocidade e acabou batendo no ferro que segura à rede na parte de trás da goleira de Marcelo Grohe. Oito minutos depois, William Matheus cruzou rasteiro, Felipe Menezes chutou, a bola bateu nas costas de Diogo e foi na trave esquerda gremista.

Grêmio volta a levar perigo

O Tricolor reagiu aos 35 com um chute de longa distância de Alán Ruiz, que passou próximo ao poste esquerdo de Fábio. Até o apito final do primeiro tempo, os dois times não criaram oportunidades para abrir o placar e as equipes foram para os vestiários com o 0 a 0.

Logo a 40 segundo do segundo tempo, Barcos invadiu a área com a bola dominada e Wellington caiu sobre as pernas do centroavante gremista. O argentino reclamou com o árbitro, que entendeu como jogada normal e mandou a partida seguir. Aos sete minutos, Diogo marcou o gol de cabeça, mas o auxiliar anulou jogada marcando impedimento.

Paulistas criam oportunidades

O Palmeiras voltou a preocupar em dois lances aos 15 minutos. No primeiro, Felipe Menezes bateu falta da esquerda de ataque e obrigou Marcelo Grohe a espalmar pela linha de fundo. Na cobrança de escanteio, o goleiro saiu mal, Marquinhos Gabriel cabeceou em direção ao gol gremista e obrigou Rhodolfo a afastar de cabeça em cima da linha para impedir a abertura de placar.

Com Kleber na vaga de Barcos e Máxi Rodríguez na de Rodriguinho, o Grêmio voltou a aparecer com mais presença no campo de ataque. Aos 25 minutos, Ramiro dividiu com um adversário e a bola sobrou na esquerda para Alán Ruiz. O meia chutou forte, mas a bola saiu próxima ao poste direito de Fábio.

Aos 39 minutos, Máxi Rodríguez bateu falta para dentro da área, a defesa afastou e a bola sobrou para Alán Ruiz. O meia bateu rasteiro e Marcelo Oliveira tirou próximo da linha da meta palmeirense. Cinco minutos depois, Grohe ainda salvou o Grêmio após a bola quicar dentro da área e ir em direção ao gol. Sem alternativas, o goleiro foi obrigado a dar um tapa para a linha de fundo. Sem conseguir converter as oportunidades, a equipe deixou o gramado sob vaias dos torcedores que estavam presentes no Alfredo Jaconi.

Brasileirão – 9ª rodada

Grêmio 0
Marcelo Grohe; Pará, Werley, Rhodolfo e Marquinhos; Edinho, Ramiro, Alán Ruiz e Rodriguinho (Máxi Rodríguez); Dudu (Zé Roberto) e Barcos (Kleber). 
Técnico: Enderson Moreira

Palmeiras 0
Fábio; Wendel, Lúcio, Wellington, William Matheus; Renato, Marcelo Oliveira, Marquinhos Gabriel, Felipe Menezes (Josimar); Diogo e Henrique.
Técnico: Alberto Valentim

Cartões amarelos: Máxi Rodríguez, Werley e Ramiro (G) e Marquinhos Gabriel, Renato, Lúcio, Marcelo Oliveira e Henrique (P)
Público: 17.034
Árbitro: Jaílson Macedo Freitas (CBF/BA)
Local: Estádio Alfredo Jaconi, em Caxias do Sul.

Fonte: Carmelito Bifano / Correio do Povo

Santos empata com Flamengo no Morumbi em 0 a 0

A Tribuna on-line

Pela terceira vez consecutiva o Santos não consegue vencer no Campeonato Brasileiro. Em partida válida pela 7ª rodada, o time de Oswaldo de Oliveira não saiu do zero a zero contra o Flamengo. Assim, o principal destaque do dia aconteceu fora de campo: o meia Cícero, que após conversa com a diretoria não defendeu o clube e, provavelmente, deixará em breve a camisa do alvinegro.

N/A

O Santos empatou pela 7ª rodada do Campeonato Brasileiro. O desfalque principal foi o meia Cícero

Na primeira etapa do jogo, o elenco alvinegro limitado sem o meia e com outros desfalques não conseguiu produzir boas jogadas. Bem diferente do time ofensivo vice-campeão do Paulistão há menos de dois meses. Aos três minutos, o zagueiro Jubal levou cartão amarelo ao puxar a camisa de Léo Moura. E praticamente em toda a primeira etapa, o Peixe levou sufoco contra o time rubro-negro.

Aos 15 minutos, Paulinho tocou para Negueba e corrue para receber de vota e concluir de voleio. Quatro minutos depois, o Negueba pegou rebote de cruzamento de Samir e manda chute logo na entrada da área. Nesse lance, Jubal foi o responsável pela defesa. Em tarde inspirada, o mesmo flamenguista criou outro lance perigoso, mandando bola na cabeça de Everton, mas o meia, livre na área, desequilibrou-se e mandou a bola para fora aos 22 minutos.

Foi no fim do primeiro tempo que o jogo ganhou ares mais dramáticos. Luiz Antônio chutou na entrada da área em direção ao gol do Santos, a bola desviou na zaga e bateu no travessão. No rebote, Paulinho dividiu com Aranha e a bola sobrou para Everton, que sem sorte errou o chute. Do outro lado do campo, aos 45 minutos, foi na cobrança de falta de Lucas Lima que o goleiro do Flamengo sofre algum risco.

No segundo tempo, Geuvânio recebeu lançamento em profundidade, chegou a ser puxado por Chicão, mas seguiu a jogada e quase acertou o gol adversário, logo aos quatro primeiros minutos. Aos oito, foi a vez de Lucas Lima obrigar o goleiro Paulo Victor a fazer contorcionismo e espalmar para o escanteio. Aos 12, novamente Geuvânio chuta muito perto do gol, após assistência de Victor Andrade. Negueba também espantava os torcedores do outro lado do gramado.

No entanto, o clima da partida se acinzentou com a substituição de Negueba e a expulsão de Geuvânio, próximo dos 30 minutos da segunda etapa. E o Santos, na defensiva, conseguiu manter o empate com um a um menos no jogo que também rendeu cartões amarelos para o santista David Braz e os flamenguistas Samir, Luiz Antonio e Amaral.

FICHA TÉCNICA:

SANTOS 0 X 0 FLAMENGO
SANTOS – Aranha; Cicinho (Bruno Peres), Jubal, David Braz e Zé Carlos; Arouca, Renato e Lucas Lima; Victor Andrade (Diego Cardoso), Geuvânio e Stéfano Yuri (Jorge Eduardo). Técnico – Oswaldo de Oliveira.
FLAMENGO – Paulo Victor; Léo Moura, Wallace, Chicão e Samir; Luiz Antonio, Amaral, Márcio Araújo e Everton (Arthur); Paulinho e Negueba (Igor Sartori). Técnico – Ney Franco.
ÁRBITRO – Jaílson Macedo Freitas (BA).
CARTÕES AMARELOS – Jubal, David Braz (Santos) Amaral, Samir e Luiz Antônio (Flamengo).
CARTÃO VERMELHO – Geuvânio (Santos).
RENDA – R$ 125.165,00.
PÚBLICO – 7.193 pagantes.
LOCAL – Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP).

Santos empata em Goiás e coloca Oswaldo de Oliveira sob pressão

Estadão Conteúdo

Em meio a uma semana turbulenta, Oswaldo de Oliveira parece cair cada vez mais em descrédito no Santos. Nesta quinta-feira, precisando de uma vitória para amenizar a pressão imposta sobre ele por conselheiros, o treinador viu o seu time criar poucas chances e empatar em 2 a 2 com o Goiás, no Serra Dourada, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro.O resultado fora de casa não chega a ser ruim, mas a pressão sobre Oswaldo só cresce. Com sete pontos, o Santos é apenas o 13.º colocado, já bastante distante dos líderes Cruzeiro e Grêmio, que têm 13. No domingo, sem poder utilizar a Vila Belmiro, cedida à Fifa, a equipe santista enfrenta o Flamengo no Morumbi.

Já o Goiás segue fazendo uma campanha melhor do que a esperada. Com 11 pontos, ocupa o sexto lugar, colocado nos melhores times do campeonato – além dos três líderes, também estão à frente Inter e Palmeiras, com 12 pontos cada. No domingo o time goiano visita o Figueirense em Santa Catarina.

O jogo

Sem poder contar com Mena, que está servindo à seleção chilena, e desfalcado também dos titulares de ataque Thiago Ribeiro e Leandro Damião, Oswaldo de Oliveira teve que mexer no time, escalando Geuvânio e Gabriel na frente. Por outro lado, tinha o retorno de Jubal e Cicinho e promoveu a estreia do volante Renato, que veio do Botafogo.

Campeão brasileiro em 2002 pelo Santos, o volante entrou em campo com o nome “Renatinho” às costas, numa referência à forma como era chamado na época. Logo no primeiro toque na bola, quase marcou. Ele pegou rebote na entrada da área, bateu forte, mas mandou por cima do travessão.

Melhor no início do jogo, o Santos não demorou a abrir o placar. Aos 8 minutos, Cicinho cruzou da direita, Gabriel dominou bonito e girou batendo para o gol. A bola bateu no travessão e voltou para Geuvânio marcar no rebote.

O Santos ficou na frente do marcador em duas oportunidades, mas acabou cedendo o empate no Serra Do

O Santos ficou na frente do marcador em duas oportunidades, mas acabou cedendo o empate no Serra Dourada

Com bom volume de jogo, a equipe teve chances de ampliar. Numa, Cícero mandou para longe. Na outra, Cicinho aproveitou vacilo da defesa, invadiu a área, mas errou o passe final para Gabriel. A punição veio aos 25 minutos. Até então inofensivo, o Goiás empatou após cobrança de escanteio, com Alex Alves.

Com o placar igual, o Goiás equilibrou o meio-campo e a partida passou a ser insossa. Até, aos 37 minutos, Thiago Mendes atropelou David Braz na área. Pênalti claro, que Cícero bateu bem para fazer 2 a 1.

Na segunda etapa, buscando o empate, o Goiás não chegava a pressionar. Tanto que criava pouco. As coisas só melhoraram quando Assuélio entrou no lugar de Tiago Real. Na primeira jogada, o meia lançou Erik, que saiu na cara de Aranha e bateu rasteiro para deixar tudo igual.

Em busca de uma vitória para limpar a barra de Oswaldo de Oliveira, o Santos pressionou no fim e quase fez. Após jogada de Victor Andrade, Stéfano Yuri recebeu livre na área, mas Renan fez ótima defesa à queima-roupa.

FICHA TÉCNICA:

GOIÁS 2 x 2 SANTOS

GOIÁS – Renan; Thiago Mendes, Jackson, Alex Alves e Juliano (Lima); Amaral, David, Ramon, Esquerdinha (Erik) e Tiago Real (Assuério); Danilo. Técnico – Ricardo Drubscky.

SANTOS – Aranha; Cicinho, Jubal, David Braz e Zé Carlos; Arouca, Renato (Leandrinho), Cícero e Lucas Lima; Geuvânio (Victor Andrade) e Gabriel (Stéfano Yuri). Técnico – Oswaldo de Oliveira.

GOLS – Geuvânio, aos 8, Alex Alves, aos 25, e Cícero (de pênalti), aos 38 minutos do primeiro tempo. Erik, aos 23 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO – Igor Junio Benevenuto (MG).

CARTÕES AMARELOS – David Braz (Santos); Thiago Mendes e David (Goiás).

RENDA E PÚBLICO – Não disponíveis.

LOCAL – Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO).
 

Flamengo vacila e cede empate ao Bahia no fim

Estadão Conteúdo

Flamengo e Bahia fizeram um duelo bastante equilibrado e acabaram empatando por 1 a 1 nesta quarta-feira, no estádio Moacyrzão, em Macaé, pela 6ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com um gol de Anderson Talisca nos acréscimos, o time baiano conseguiu evitar a derrota que vinha se desenhando desde o início do primeiro tempo.

Se para o time baiano o resultado foi bom, os cariocas saíram de campo com a sensação de derrota. Até agora o rubro-negro somou apenas cinco pontos e, dependendo dos resultados dos demais jogos, pode terminar a rodada na zona de rebaixamento.

Sem poder mais jogar no Maracanã, por causa da Copa, o Flamengo mandou o jogo desta noite em Macaé. Mas era o Bahia quem começou pondo pressão na partida. Aos 5 minutos, Talisca teve duas boas oportunidades de gol, Felipe salvou a primeira e, na segunda, a bola passou raspando a trave.

Mas, na primeira jogada de ataque do Flamengo, Everton fez ótima jogada pela ponta e cruzou para Paulinho abrir o placar. Após o gol, o time carioca melhorou e equilibrou a partida. Apesar da baixa qualidade técnica apresentada, ambos os times eram muitos velozes e procuravam o gol a todo momento e davam um bom ritmo ao jogo.

A partida seguiu bastante aberta no segundo tempo. O rubro-negro criava suas melhores jogadas pelas pontas. Aos 12, após cruzamento de Wallace, Alecsandro perdeu um gol feito ao cabecear a bola para fora, com o goleiro batido.

O Bahia não se deixou abalar e se jogou ao campo ofensivo, com destaque para Talisca, que obrigou o goleiro Felipe a fazer duas grandes defesas. E, por pouco, não igualou o resultado. Mas, aos 46 minutos, o jogador foi recompensado pela persistência. Em linda cobrança de falta, Talisca marcou o gol e evitou a derrota dos visitantes.

FICHA TÉCNICA:

FLAMENGO 1 x 1 BAHIA

FLAMENGO – Felipe; Léo Moura, Wallace, Samir e André Santos; Cáceres (Arthur), Márcio Araújo, Elano (Amaral) e Everton; Paulinho (Negueba) e Alecsandro. Técnico: Ney Franco.

BAHIA – Lomba; Railan, Demerson, Titi e Pará (Henrique); Fahel, Rafael Miranda, Helder(William Barbio) e Branquinho (Guilherme Santos); Talisca e Maxi. Técnico: Marquinhos Santos.

GOLS – Paulinho, aos 10 minutos do primeiro tempo. Anderson Talisca, aos 46 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS – Alecsandro, Everton e Elano (Flamengo).

ÁRBITRO – Gilberto Rodrigues Castro (PE).

RENDA – R$ 235.990,00.

PÚBLICO – 9.614 pagantes (10.924 no total).

LOCAL – Estádio Cláudio Moacyr de Azevedo, em Macaé (RJ).

Corinthians sai na frente, mas São Paulo busca empate

Estadão Conteúdo

Demorou quase 40 minutos para que alguém desse o primeiro chute a gol na Arena Barueri. Mas, no fim, São Paulo e Corinthians fizeram um bom clássico neste domingo, pela quarta rodada do Brasileirão. Fagner abriu o placar e Luis Fabiano deixou tudo igual, depois de mais uma assistência de Paulo Henrique Ganso. O 1 a 1 acabou sendo mesmo o resultado mais justo.

Líder no começo da rodada, o Corinthians caiu para o terceiro lugar, com oito pontos. Ao ver Luis Fabiano empatar, sofreu seu primeiro gol no Brasileirão. A equipe, eliminada na primeira fase do Paulista, não tinha sua defesa vazada desde que levou 3 a 2 do São Paulo, em 9 de março.
 

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Luis Fabiano é marcado por dois jogadores rivais em cobrança de escanteio a favor do São Paulo

 

Já o São Paulo, que mandou o jogo em Barueri porque o Morumbi recebeu shows durante a semana e a CBF não aceitou a inversão de mando, agora é o nono, com seis pontos. De qualquer forma, ainda está invicto, com uma vitória e três empates seguidos.

Domingo que vem o Corinthians joga pela primeira vez no Itaquerão, diante do Figueirense. O São Paulo vai ao Rio pegar o Flamengo no Maracanã, outro estádio da Copa.

O JOGO 

Com Pato e Jadson vetados por força dos acordo entre as diretorias, que trocaram os jogadores, os dois treinadores tiveram que mexer em seus times. Muricy Ramalho escolheu Ademilson, que jogava aberto pela ponta direita. No Corinthians entrou Danilo, que sempre atua bem contra o ex-time.

Os minutos iniciais foram comandados pelo São Paulo, que mal deixou o Corinthians passar do meio-campo. Souza e Maicon começavam as jogadas, desarmando, mas a falta de mobilidade impedia que os atacantes criassem chances de gol. Em meia hora de domínio tricolor, nenhum chute.

Só quando o Corinthians passou a trabalhar mais a bola, com os jogadores mais compactados, é que conseguiu equilibrar o jogo. Deu o primeiro chute, com Danilo, e logo Ganso respondeu, fazendo Cássio trabalhar. Depois isso começou um clássico de verdade.

Rogério Ceni salvou o São Paulo numa defesa à queima-roupa de Ralf, na pequena área. Do outro lado, já aos 44, Osvaldo ganhou de Cléber na corrida, invadiu a área, chutou cruzado, mas mandou para fora. O zagueiro fez falta no atacante, mas o são-paulino abriu mão do pênalti para tentar o chute.

Na volta para o segundo tempo, o Corinthians era mais atrevido. E não demorou a abrir o placar. Aos 3 minutos, Romarinho carregou a bola e abriu com Guerrero. O peruano voltou para Danilo, que tocou para Fagner receber na direita e fazer 1 a 0. Osvaldo não acompanhou o lateral.

Mais do que acordar o São Paulo, o gol ligou Paulo Henrique Ganso, que parecia fora de sintonia. Não demorou para o que o meia criasse duas boas oportunidades, que não chegaram a dar trabalho a Cássio, mas que mostraram que o time tricolor estava no jogo.

Pabon entrou, também para pilhar a partida, mas era em Ganso e Luis Fabiano que o São Paulo dependia. Os dois funcionaram aos 35 minutos. O meia finalmente acertou uma bola enfiada, desta vez no meio de cinco corintianos, o centroavante foi mais rápido que Cleber, bateu meio que de carrinho, e mandou para dentro.

FICHA TÉCNICA:

SÃO PAULO 1 X 1 CORINTHIANS

SÃO PAULO – Rogério Ceni; Luis Ricardo, Antonio Carlos, Rodrigo Caio e Alvaro Pereira; Souza, Maicon e Paulo Henrique Ganso; Ademilson (Pabón), Osvaldo (Boschilia) e Luis Fabiano. Técnico – Muricy Ramalho.

CORINTHIANS – Cássio; Fagner, Cléber, Gil e Fábio Santos; Ralf, Guilherme, Petros (Bruno Henrique) e Danilo (Renato Augusto); Romarinho (Luciano) e Guerrero. Técnico – Mano Menezes.

GOL – Fagner, aos 3, e Luis Fabiano, aos 35 minutos do segundo tempo.

ÁRBITRO – Raphael Klaus (SP).

CARTÕES AMARELOS – Maicon, Alvaro Pereira, Luis Ricardo (São Paulo), Luciano e Petros (Corinthians).

RENDA – R$ 244.775,00.

PÚBLICO – 14.000 pagantes.

LOCAL – Arena Barueri, em Barueri (SP).

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio