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Presidente angolano em visita de Estado ao Brasil

José Eduardo dos Santos, Presidente da República de Angola

José Eduardo dos Santos, Presidente da República de Angola

O Presidente José Eduardo dos Santos está desde ontem (10/06) em visita de Estado ao Brasil, onde amanhã assistirá à cerimónia de abertura e ao encontro inaugural entre o Brasil e a Croácia no arranque do Mundial de Futebol em São Paulo, esta visita de Estado prosseguirá em Cuba, entre 17 e 20 de Junho.

O Brasil foi o primeiro país a reconhecer a independência de Angola a 11 de Novembro de 1975 e Cuba fê-lo a 15 do mesmo mês, mas as relações entre estes três países datam da escravatura.

O Presidente angolano é acompanhado nesta viagem pelos ministros de Estado e chefe da Casa Civil Edeltrudes Costa, das Relações Exteriores Georges Chicoty, bem como pelos titulares das pastas da Energia e Águas,  dos Transportes, das Finanças e da Construção.

Angola e o Brasil estabeleceram o primeiro acordo de cooperação económica, técnica e científica em 1980, que em 2010 evoluiu para uma parceria estratégica, durante a presidência de Luis Inácio Lula da Silva.

Esta sofreu um ajuste complementar para o período 2012-2014, abrangendo 22 áreas de cooperação, que vão da construção civil, à saúde, educação ou petróleo, estimando-se que mais de 25 mil cidadãos brasileiros residem em Angola. 

A empresa brasileira privada de construção civil Odebrecht domina largamente a presença brasileira em Angola, e recentemente o Brasil concedeu novas linhas de crédito ao país num valor global de 2 mil milhões de dólares, mas segundo o economista angolano Carlos Rosado creio que a pedido de Angola“, estas são algo opacas,  o que aliás gerou polémica no Brasil, e este tipo de secretismo é também praticado nos empréstimos brasleiros a Cuba”, onde prossegue a viagem de Estado do Presidente José Eduardo dos Santos, entre 17 e 20 de Junho.

Mas e ainda segundo este economista “os financiamentos brasileiros em Angola são mais transparentes do que os fianciamentos chineses“.

Carlos Rosado
 

Facebook poderia comprar um país com valor gasto em empresas

O Facebook já gastou mais de US$ 22 bilhões em aquisições de outras empresas desde sua fundação, em 2004. Com esse valor, daria para comprar um país como Afeganistão ou até vários times de esporte, segundo informações da Marketo, companhia que desenvolve software de automação de marketing para empresas.

A empresa comparou o valor total gasto pela rede social com diversos itens. O Facebook poderia comprar, por exemplo, um país como Afeganistão, que registrou um PIB de US$ 20,65 bilhões em 2013. Os US$ 22 bilhões ainda ultrapassam com facilidade os salários dos 500 CEOs mais ricos dos Estados Unidos, cuja soma foi de US$ 5,2 bilhões no ano passado.

Se Mark Zuckerberg quisesse investir na indústria do cinema, ele teria dinheiro o suficiente para cobrir os custos de produção de diversos filmes de sucesso. O valor gasto na produção do filme “Piratas do Caribe: No fim do mundo” foi de US$ 300 milhões, o de “X-Men: O confronto final” foi de US$ 210 milhões, e o de “Harry Potter e o Príncipe Mestiço” foi de US$ 250 milhões. A soma do custo de produção de 13 filmes blockbuster seria de cerca de US$ 3 bilhões, valor baixo se comparado com o investimento da rede social em novas empresas.

Grande parte dos US$ 22 bilhões foi gasta com a compra do WhatsApp por US$ 19 bilhões. A aquisição mais recente, da empresa de realidade virtual Oculus VR, foi de US$ 2 bilhões. Em 2012, mais US$ 1 bilhão foi gasto no Instagram. Além dessas, o Facebook gastou US$ 426 milhões em outros negócios menores.

Fonte: Terra

Para fugir do trânsito, 40% dos brasileiros recusaram emprego

iG Minas Gerais

Além do estresse e demais problemas causados pelos engarrafamentos, a percepção de que a mobilidade urbana piora com o tempo interfere nas escolhas profissionais dos brasileiros. Uma pesquisa do instituto Expertise em todo o país mostrou que 40% dos entrevistados já recusaram ou desistiram de uma vaga de emprego por considerar que o tempo gasto no deslocamento entre casa e trabalho era grande demais. Além disso, 1/3 dos brasileiros já mudou ou pensa em mudar de endereço pela mesma razão. Um especialista ouvido pela reportagem defende a descentralização de serviços e empregos como alternativa.

O estudo mostra ainda que 56% dos entrevistados gastam mais de uma hora por dia se deslocando. Entre aqueles que usam ônibus ou metrô, o tempo médio é de três horas diárias.

A arquiteta Nívea Guarçoni, 28, mora na região hospitalar da capital e recusou uma boa oportunidade de trabalho na região do Barreiro. “Ia ser muito bom. Tinha acabado de me formar e ia ter carteira assinada. Fui para a entrevista decarro, fora do horário de pico, e gastei mais de uma hora. Meu horário seria das 8h às 18h, quando o trânsito é muito mais intenso. Por isso, abri mão”, conta. Hoje, ela consegue ir a pé para seu novo emprego. “Qualidade de vida é fundamental. Gosto de ter tempo para fazer as coisas que gosto e não desperdiçar horas no trânsito”.

Já a analista Maria Inês de Almeida, 55, fez a trajetória inversa. Após conquistar uma vaga que almejava em umbanco, no bairro Santo Agostinho, na região Centro-Sul, decidiu morar mais perto do trabalho. “Vou a pé e gasto sete minutos. E para o colégio dos meus filhos, demoro cinco. Esse apartamento caiu do céu. Não consigo nem calcular quantas horas livres já ganhei”.

Análise.Para o arquiteto e urbanista Sérgio Myssior, os problemas de mobilidade não serão solucionados só com investimentos em transporte. “O ideal é um reordenamento do uso do solo, ou seja, que se criem possibilidades para que as pessoas possam morar, trabalhar e ter serviços como saúde, educação e lazer em raios menores. Teríamos um sistema de transporte mais simples, menos oneroso e mais eficiente”.

Outro problema, segundo ele, é a baixa atratividade do transporte coletivo. “Hoje, ele não tem capilaridade, abrangência, conforto nem eficiência. Não seduz o usuário do carro, pelo contrário”.

Pesquisa
Dados. O estudo foi realizado pela Expertise Inteligência em abril de 2014 com 1.256 entrevistados de todas as regiões do país, de ambos os sexos, diferentes faixas etárias e todas as classes sociais.

Metas da administração pública

BHTrans. Para melhorar a mobilidade urbana na capital, os principais objetivos da autarquia até 2030 são “incentivar o transporte público e meios não motorizados, promover
a segurança e a inclusão social e contribuir para a qualidade ambiental”.

Setop. As principais ações da Secretaria de Estado de Transportes e Obras Públicas são “a ampliação e conservação da malha rodoviária e da frota intermunicipal, a construção de pontes intermunicipais e a ampliação do metrô”.

Para evitar caos aéreo, Anac multará empresas e pilotos

A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) lançará nesta segunda-feira um pacote de punições para empresas aéreas, donos de jatinhos e pilotos que descumprirem regras e horários de pousos e partidas nos aeroportos, como forma de tentar evitar um caos aéreo durante a realização da Copa do Mundo no Brasil. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.

Em entrevista ao jornal, o presidente da agência, Marcelo Guaranys, afirmou que a companhia ou o responsável por um avião que não usar seu horário de voo, ou que utilizá-lo no momento errado, propositalmente, poderá ser multado em um valor que varia de 12 mil a R$ 90 mil. Além da multa, quem descumprir o horário poderá perder a permissão para pousar nos demais aeroportos do País.

Fonte: Terra 

Governo moçambicano quer empresas a combater desnutrição

Armando Inronga, ministro da indústria e do comércio de Moçambique.

Armando Inronga, ministro da indústria e do comércio de Moçambique.

DR
RFI

O governo moçambicano, pede o apoio de empresas do sector alimentar, no combate à fome e desnutrição crónica que atinge taxas exponenciais no país.

Moçambique, é um dos países com maior taxa de desnutrição crónica no mundo, uma taxa que já atingiu os 43 por cento. 

Assim, o Ministro moçambicano da Indústria e Comércio, Armando Inronga, lançou-se  numa campanha de sensibilização dos empresários do sector alimentar, com o objectivo de reduzir os níveis elevados de desnutrição da população, exigindo, por exemplo, mais produtos nutrientes e fortificados.

“Temos de ter uma regulamentação que impeça o consumo no país de produtos não fortificados dos alimentos”, declarou, o Ministro do Comércio, num encontro com o sector alimentar.

De notar que Moçambique, lançou em 2010, um plano de actuação multi-sectorial, que prevê a redução da  taxa de 43 por cento, de desnutrição crónica, para 20 por cento, em 2020.

De Maputo, o nosso correspondente, Orfeu Lisboa.

 

 
Orfeu Lisboa, correspondente em Maputo
 

04/05/2014