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Massa conquista pole position e encerra jejuns na Áustria

Felipe Massa conquistou neste sábado a pole position para o Grande Prêmio da Áustria. Com o tempo de 1min08s759, o brasileiro da Williams selou a primeira fila da equipe no Red Bull Ring e encerrou uma série de jejuns, dele e da escuderia de Frank Williams.

A pole foi a primeira da Williams desde o GP da Espanha de 2012, quando Pastor Maldonado largou em primeiro (graças a uma punição contra Lewis Hamilton, então o pole) e venceu. Felipe, por sua vez, não saía da primeira posição desde o GP do Brasil de 2008, quando ainda corria pela Ferrari.

A prova foi marcada por uma série de decepções entre os favoritos. Lewis Hamilton (Mercedes) rodou no Q3 e largará apenas na nona colocação. Sebastian Vettel, pouco competitivo, ficou ainda no Q2 e sairá do 13º lugar.

Logo atrás da dupla da Williams, ficaram Nico Rosberg (Mercedes) e Fernando Alonso (Ferrari) na segunda fila. Daniel Ricciardo (Red Bull), Kevin Magnussen (McLaren), Daniil Kvyat (Toro Rosso), Kimi Raikkonen (Ferrari), Lewis Hamilton (Mercedes) e Nico Hulkenberg (Force India) completaram as dez primeira posições em Spielberg.

O início do treino foi burocrática nas primeiras e nas últimas posições. A primeira posição da classificação ficou com Hamilton, que marcou 1min09s514, à frente de Daniil Kvyat e Nico Rosberg. Felipe Massa ficou em oitavo, à frente de seu companheiro de Williams, Valtteri Bottas.

A knockout zone do Q1 teve os pilotos das três piores equipes da temporada: Sauber, Marussia e Caterham. Adrian Sutil (17º), Esteban Gutierrez (18º), Jules Bianchi (19º), Kamui Kobayashi (20º), Max Chilton (21º) e Marcus Ericsson (22º) ficaram fora do Q2, sem supresas.

Fonte: Terra 

Michael Schumacher sai do coma e deixa hospital em Grenoble

A recuperação do ex-piloto, Michael Schumacher, acontecerá longe dos olhos do público.

A recuperação do ex-piloto, Michael Schumacher, acontecerá longe dos olhos do público|REUTERS/Tony Gentile/Files|RFI

Uma grande notícia para o esporte nesta segunda-feira (16): o ex-campeão de Fórmula 1 Michael Schumacher saiu do coma e deixou o hospital de Grenoble, onde estava internado desde que sofreu um acidente na estação de esqui de Meribel, no dia 29 de dezembro de 2013. A notícia foi divulgada em uma nota por sua assessora de imprensa, Sabine Kehm.

O comunicado não dá mais informações sobre seu estado de saúde. O texto agradece ainda o trabalho dos médicos e o apoio dos fãs, que mandaram mensagens e fizeram várias vigílias diante do hospital para torcer pela recuperação do ex-piloto. A família e o hospital não concederão entrevistas.

De acordo com uma rádio suíça, Schumacher foi transferido para o Centro Hospitalar Universitário Vaudois (CHUV) de Lausanne, na Suíça. A informação foi confirmada pelo porta-voz do hospital mais tarde. “A família está com ele, em um espaço organizado especialmente para preservar a intimidade deles e para assegurar os melhores cuidados possíveis”, explicou o porta-voz, pedindo respeito ao “sigilo médico e à esfera privada de sua família”.

O CHUV é referência mundial em neurologia e fica próximo da casa do ex-piloto em Gland, às margens do lago Léman. No início da tarde havia cerca de dez equipes de imprensa na frente do hospital, uma movimentação bem menor do que quando Schumacher foi hospitalizado em dezembro do ano passado, depois do acidente.

Mensagens de apoio

Desde que a notícia surgiu, houve várias manifestações de amigos e entidades próximas do ex-piloto. O jogador de futebol alemão Lukas Podolski, por exemplo, escreveu diretamente em sua conta no Twitter: “que notícia extraordinária! Estou muito contente de receber esta boa-nova”. Podolski está na seleção alemã que estreia hoje (16) na Copa do Mundo do Brasil, contra Portugal. O craque já havia escrito na semana passada que dedicaria o título ao amigo, caso a Alemanha conquistasse a Copa.

A Ferrari, scuderia que o piloto defendeu durante a maior parte da carreira, também comemorou pelo Twitter: “As informações encorajantes de hoje nos enchem de esperança”.

O acidente

Michael Schumacher, de 45 anos, bateu violentamente com a cabeça em uma pedra quando esquiava em companhia de seu filho e um grupo de amigos na estação de esportes de inverno dos Alpes Franceses. Quando chegou ao hospital, ele tinha lesões cranianas graves e generalizadas.

O campeão foi colocado em coma induzido e, desde o dia 30 de janeiro, vem recebendo doses gradativamente menores de sedativos. Nenhuma informação sobre eventuais sequelas foi divulgada.

Leia abaixo o comunicado divulgado nesta segunda-feira

Michael deixou o (hospital) CHU Grenoble para continuar sua longa fase de reabilitação. Ele não está mais em coma.

Sua família gostaria de agradecer a todos os médicos, enfermeiros e terapeutas que o trataram em Grenoble, bem como os socorristas que o atenderam no local do acidente, que fizeram um excelente trabalho nestes primeiros meses. A família também gostaria de agradecer a todas as pessoas que enviaram pensamentos positivos a Michael. Estamos certos de que isso o ajudou. Para o futuro, gostaríamos de pedir compreensão, uma vez que sua posterior reabilitação acontecerá longe dos olhos do público.

Após forte batida no Canadá, Massa critica Pérez: ‘Precisa aprender’

Estadão Conteúdo

A forte e impressionante batida com Sérgio Pérez na última volta do GP do Canadá de Fórmula 1, realizado no último domingo, deixou o brasileiro Felipe Massa irritado. O piloto da Williams não poupou críticas ao mexicano da Force India, responsável pela fechada que causou o acidente, chamou-o de “perigoso” e garantiu que a punição com a perda de cinco posições no grid da próxima corrida foi muito branda para o rival.

“Estávamos a cerca de 300km/h ali. Com outro carro na frente, teria sido um acidente muito sério. Temos regras há alguns anos em que se um carro se alinha a outro, não pode se mover mais. Ele se moveu e nos tocamos. É perigoso. Para mim, cinco posições não é o suficiente. Ele foi perigoso. Podíamos ter batido no (Sebastian) Vettel”, declarou.

Após a prova, ambos foram levados para o centro médico do circuito, por precaução, fizeram exames de rotina e foram liberados em seguida sem qualquer problema. Massa revelou ter conversado com Pérez no hospital e garantiu que fez as críticas diretamente ao adversário.

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Acidente entre Massa e Pérez, na briga pela quarta posição, aconteceu na última volta do GP do Canadá

“Eu falei com ele no centro médico. Estava muito desapontado com ele”, disse o brasileiro. “Disse que queria que ele aprendesse. Queria que se colocasse no meu lugar, porque tive uma grande batida e, honestamente, achei que me machucaria. Não é a primeira vez que ele fecha alguém na freada. Ele fez isso muitas vezes. Não me disse nada, se virou e saiu. Espero que aprenda.”

No momento do acidente, Massa tentava ganhar a quarta colocação de Pérez. O acidente acabou tirando ambos da prova, o que foi lamentado pelo brasileiro, que elogiou sua Williams e chegou a dizer que tinha condições de vencer em Montreal. Agora, ambos iniciarão a preparação para o GP da Áustria, a próxima etapa da temporada de 2014 da Fórmula 1, marcada para o próximo dia 22.

Rosberg vence o GP de Mônaco

TRIBUNA DA BAHIA|25/05/2014 

A esperada briga na largada do GP de Mônaco, neste domingo (25/5), entre os pilotos da Mercedes Nico Rosberg e Lewis Hamilton, não aconteceu e o alemão venceu de ponta a ponta, com o inglês chegando em segundo. O terceiro lugar no pódio ficou para Daniel Ricciardo, da Red Bull.

Com a segunda vitória nesta temporada (a primeira foi no GP da Austrália), Rosberg chega a 122 pontos, e lidera ocampeonato.

O piloto brasileiro  Felipe Massa, da Williams, que largou em 16º, cruzou a linha de chegada em 7º, após as 78 voltas,marcando 6 pontos e subindo para a 11ª colocação no Mundial, com 18 pontos.

Ordem de chegada

  Piloto Equipe Pontos
1 Nico Rosberg Mercedes 25
2 Lewis Hamilton Mercedes 18
3 Daniel Ricciardo Red Bull Racing-Renault 15
4 Fernando Alonso Ferrari 12
5 Nico Hulkenberg Force India-Mercedes 10
6 Jenson Button McLaren-Mercedes 8
7 Felipe Massa Williams-Mercedes 6
8 Jules Bianchi Marussia-Ferrari 4
9 Romain Grosjean Lotus-Renault 2
10 Kevin Magnussen McLaren-Mercedes 1
11 Marcus Ericsson Caterham-Renault  
12 Kimi Räikkönen Ferrari  
13 Kamui Kobayashi Caterham-Renault  
14 Max Chilton Marussia-Ferrari  
  Esteban Gutierrez Sauber-Ferrari  
  Valtteri Bottas Williams-Mercedes  
  Jean-Eric Vergne STR-Renault  
  Adrian Sutil Sauber-Ferrari  
  Daniil Kvyat STR-Renault  
  Sebastian Vettel Red Bull Racing-Renault  
  Sergio Perez Force India-Mercedes  
  Pastor Maldonado Lotus-Renault  

Campeonato de Pilotos

01 Lewis Hamilton 100
02 Nico Rosberg 97
03 Fernando Alonso 49
04 Sebastian Vettel 45
05 Daniel Ricciardo 39
06 Nico Hulkenberg 37
07 Valtteri Bottas 34
08 Jenson Button 23
09 Kevin Magnussen 20
10 Sergio Perez 20
11 Kimi Räikkönen 17
12 Felipe Massa 12
13 Romain Grosjean 4
14 Jean-Eric Vergne 4
15 Daniil Kvyat 4
16 Adrian Sutil 0
17 Esteban Gutierrez 0
18 Max Chilton 0
19 Kamui Kobayashi 0
20 Pastor Maldonado 0
21 Marcus Ericsson 0
22 Jules Bianchi 0

Campeonato de Construtores

01 Mercedes 197
02 Red Bull Racing-Renault 84
03 Ferrari 66
04 Force India-Mercedes 57
05 Williams-Mercedes 46
06 McLaren-Mercedes 43
07 STR-Renault 8
08 Lotus-Renault 4
09 Sauber-Ferrari 0
10 Marussia-Ferrari 0
11 Caterham-Renault 0

Hamilton fatura 4ª seguida e assume a liderança da F1

Estadão Conteúdo

O inglês Lewis Hamilton enfim assumiu a liderança do Mundial de Fórmula 1, neste domingo. O piloto da Mercedes despontou na classificação geral ao bater, mais uma vez, o companheiro Nico Rosberg no GP da Espanha, em Barcelona, e acumular sua quarta vitória consecutiva na temporada. O australiano Daniel Ricciardo da Red Bull, completou o pódio. Felipe Massa terminou em 13º.
 
Com seu quarto triunfo em cinco etapas disputadas, Hamilton chegou aos 100 pontos, aumentou seu favoritismo na briga pelo título. Rosberg, que vencera a outra corrida da temporada, perdeu a liderança, mas está na cola do companheiro, com 97 pontos. O terceiro lugar geral pertence ao espanhol Fernando Alonso, que correu em casa neste domingo, com 49 pontos. 
 
O resultado do GP da Espanha não apenas manteve a hegemonia da Mercedes no ano como também mostrou que a equipe apresentou boas novidades no início da temporada europeia, quando a F1 volta ao velho continente depois das primeiras etapas na Ásia e Oceania. As demais equipes também apresentaram evolução, graças a novos componentes de seus carros, mas seguem sem alcançar o time favorito. 

N/A

Com a vitória, Hamilton alcançou a liderança geral na classificação geral do campeonato
 
A corrida

Em um circuito que propicia poucas oportunidades de ultrapassagem, a maior esperança da torcida espanhola e dos fãs de F1 era ver uma largada tumultuada, que movimentasse as posições e desequilibrasse a atual hegemonia da Mercedes na temporada. Mas não foi o que aconteceu.

 
Sem maiores surpresas, Hamilton sustentou a primeira posição, diante da baixa ameaça de Rosberg. Valtteri Bottas surpreendeu e deixou Daniel Ricciardo para trás, conquistando o terceiro posto. Nico Hülkenberg, Fernando Alonso e Kimi Raikkonen vieram na sequência, sem mudanças. E Massa ganhou uma colocação, aparecendo em oitavo. Vettel, que largou em 15º, vacilou no início, mas logo obteve duas posições. 
 
Esta ordem sofreu poucas alterações na primeira metade da corrida. Nem mesmo a primeira rodada de paradas nos boxes promoveu mudanças na ponta, apesar da disputa entre Bottas e Ricciardo pelo terceiro lugar. Hamilton mantinha a liderança, ainda que não conseguisse impor boa vantagem sobre o companheiro de equipe, como fizera em outras etapas. 
 
A segunda parte da prova empolgou mais os torcedores em razão das disputas entre os carros da Ferrari e a Lotus de Romain Grosjean. E a nova parada para troca de pneus movimentou o pelotão intermediário, enquanto os carros da Mercedes sustentavam as primeiras posições e Ricciardo garantia o terceiro posto.
 
Depois de deixar a oitava colocação, Massa voltou em 14º lugar e começou a fazer boas ultrapassagens. Chegou a figurar em oitavo, mas passou a sofrer com o desgaste dos pneus. Perdeu lugar para Vettel e acabou indo para os boxes para a terceira e última parada, voltando com pneus novos. A terceira parada o lançou novamente para o pelotão intermediário e, de lá, não conseguiu sair. Acabou terminando somente em 13º.
 
O alemão, que sofreu com diversos problemas no carro durante os treinos, fazia grande corrida. Exibindo forte ritmo, deixou os rivais do pelotão intermediário para trás e se aproximou dos primeiros colocados. Apareceu em quinto e, mesmo fazendo uma terceira parada, deixou Alonso, Raikkonen e Bottas para trás, fez uma das voltas mais rápidas da prova e cruzou a linha de chegada em um surpreendente quarto lugar, após largar em 15º. 
 
Enquanto Vettel fazia uma corrida de recuperação, Hamilton e Rosberg esquentavam a disputa nas voltas finais depois da segunda parada de ambos os pilotos. O inglês parou primeiro e colocou pneus duros, na volta 44. Na sequência, na 46ª, o alemão apostou nos médios, mais macios portanto e menos resistentes.
 
A estratégia, contudo, deu resultado para o alemão. Ele passou a se aproximar do companheiro, reduzindo a diferença de quase quatro segundos para menos de um na volta final. Mesmo vendo a aproximação do companheiro e rival, Hamilton não se abalou. Ele sustentou a liderança e cruzou a linha de chegada em primeiro pela quarta vez neste ano. 
 
A próxima etapa da Fórmula 1 será o tradicional GP de Mônaco, nas ruas de Montecarlo, no dia 25. 
 
Confira o resultado final do GP da Espanha:
 
1º – Lewis Hamilton (ING/Mercedes), em 1h41min05s155
2º – Nico Rosberg (ALE/Mercedes), a 0s6
3º – Daniel Ricciardo (AUS/Red Bull), a 49s
4º – Sebastian Vettel (ALE/Red Bull), a 76s7
5º – Valtteri BottaS (FIN/Williams), a 79s2
6º – Fernando Alonso (ESP/Ferrari), a 87s7
7º – Kimi Räikkönen (FIN/Ferrari), a 1 volta
8º – Romain Grosjean (FRA/Lotus), a 1 volta
9º – Sergio Perez (MEX/Force India), a 1 volta
10º – Nico Hülkenberg (ALE/Force India), a 1 volta
11º – Jenson Button (ING/McLaren), a 1 volta
12º – Kevin Magnussen (DIN/McLaren), a 1 volta
13º – Felipe Massa (BRA/Williams), a 1 volta
14º – Daniil Kvyat(RUS/Toro Rosso), a 1 volta
15º – Pastor Maldonado (VEN/Lotus), a 1 volta
16º – Esteban Gutierrez (MEX/Sauber), a 1 volta
17º – Adrian Sutil (ALE/Sauber), a 1 volta
18º – Jules Bianchi (FRA/Marussia), a 2 voltas
19º – Max Chilton (ING/Marussia), a 2 voltas
20º – Marcus Ericsson (SUE/Caterham), a 2 voltas
 
Não completaram: 
 
Kamui Kobayashi (JAP/Caterham)
Jean-Eric Vergne (FRA/Toro Rosso)

Fórmula 1 presta tributo a Ayrton Senna no circuito de Ímola

Fãs de Ayrton Senna assinam outdoor com a imagem do piloto, na cerimônia em homenagem aos 20 anos da morte do brasileiro no circuito de Ímola.

Fãs de Ayrton Senna assinam outdoor com a imagem do piloto, na cerimônia em homenagem aos 20 anos da morte do brasileiro no circuito de Ímola.

REUTERS/Alessandro Garofalo

Milhares de fãs se reuniram nesta quinta-feira (1°) no circuito de Ímola, na Itália, vinte anos após o acidente que matou o piloto brasileiro Ayrton Senna. Dezenas de fãs puderam dirigir seus próprios carros no circuito Enzo e Dino Ferrari, para lembrar o terrível acidente que tirou a vida do tricampeão brasileiro da Fórmula 1. Os pilotos da Ferrari Fernando Alonso e Kimi Raikkonen, entre outros, participaram da homenagem.

 

O tributo a Senna contou com a presença dos pilotos Gerhard Berger, Riccardo Padrese, Jarno Trulli, Emanuele Pirro, Pierluigi Martini, Andrea De Cesaris, Luca Badoer, Ivan Capelli e do embaixador do Brasil na Itália, Ricardo Neiva Tavares.

Em seu depoimento, Alonso lembrou o papel de Senna em sua adolescência: “Quando eu era jovem, tinha cartazes de meninas nas paredes do meu quarto, mas tinha também um cartaz do Ayrton”, contou o bicampeão mundial espanhol em 2005 e 2006, dando a dimensão do que Senna representou para sua carreira.

Raikkonen falou em um fim de semana “terrível” para a Fórmula 1, com a morte de Senna e do piolto austríaco Roland Ratzenberger, na véspera.

Às 14h17, hora do acidente fatal há 20 anos, todos fizeram um minuto de silêncio, que foi seguido de aplausos. Bandeiras brasileiras trazidas por admiradores de Senna inundaram o circuito. Ontem, um padre celebrou uma missa póstuma na curva Tamburello, onde a carreira do tricampeão foi brutalmente interrompida quando seu carro bateu a 190 quilômetros por hora contra uma parede de concreto. Transportado para um hospital de Bologna, Senna foi declarado morto às 18h40.

A cerimônia de hoje em Ímola marca o fim de uma semana de eventos em torno de um acidente que revolucionou o mundo da Fórmula 1. Após a morte de Senna, a categoria adotou mudanças radicais para melhorar a segurança dos pilotos, dos carros e das pistas.

Brasileiros falam da admiração pelo piloto

A mineira Daniela, de 39 anos, estava entre os fãs que foram ao circuito. “O que eu mais gostava em Senna era sua humildade e seu imenso carisma”, disse ela. Nascida em Belo Horizonte, Renata afirmou à reportagem da AFP que o piloto “está no coração dos brasileiros como alguém da família”. Outro brasileiro em Ímola, Renato, de 57 anos, declarou que o que mais admirava no piloto era sua garra nas pistas. “Senna demonstrou que um brasileiro pode ser conhecido internacionalmente e isso deu um grande impulso à nossa autoconfiança”, observou Renato.

O italiano Marco, de 31 anos, lembrou o dia fatídico: “Nossos corações ficaram perturbados quando ouvimos a notícia”, disse o torcedor, que chegou vestindo um capacete idêntico ao de Senna.

Na noite desta quarta-feira, o Corinthians, time de Senna, também homenageou o piloto. Os jogadores que disputaram a partida contra o  time Naciona, do Amazonas, pela Copa do Brasil, entraram em campo com uma réplica do capacete que Senna usava.

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