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Agências humanitárias da ONU reforçam ajuda de emergência a Gaza

Por Stephanie Nebehay

GENEBRA (Reuters) – A Organização das Nações Unidas disse nesta sexta-feira que vai intensificar a ajuda de emergência para Gaza, onde a escassez de água tem piorado ainda mais com a ofensiva militar israelense, alimentando o temor de contaminação do esgoto e de doenças transmissíveis pela água.

Agências humanitárias das Nações Unidas e do Comitê Internacional da Cruz Vermelha advertiram na terça-feira que, após anos de deterioração do sistema de água de Gaza, os danos dos ataques podem colocar toda a faixa costeira em uma crise de água em poucos dias.

“Nós ainda estamos muito preocupados com o suprimento de água em Gaza, cerca de metade da população está sem água neste momento”, disse a porta-voz do escritório da ONU para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA, em inglês), Amanda Pitt, em Genebra.

Israel intensificou nesta sexta-feira sua ofensiva terrestre na densamente povoada faixa costeira, com artilharia, tanques e barcos de guerra e declarou que poderia “aumentar significativamente” a operação, que as autoridades palestinas afirmam estar matando mais e mais civis.

A operação ocorre após 10 dias de barreiras aéreas e marítimas israelenses contra Gaza e centenas de foguetes lançados pelo Hamas contra Israel.

Aproximadamente 1.600 casas em Gaza foram destruídas ou severamente danificadas, desalojando cerca de 10 mil pessoas, afirmou Amanda Pitt.

Mais de 22 mil pessoas buscaram refúgio em 24 instalações da Agência da ONU de Socorro e Trabalho para a Palestina (UNRWA, em inglês), disse a porta-voz.

Ao todo, 258 palestinos, a maioria civis, foram mortos desde o início dos combates em 8 de julho, disseram autoridades de Gaza.

Ao menos 59 crianças palestinas estão entre as vítimas, disse o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef).

Houve duas mortes israelenses.

“Os nossos planos são distribuir comida para 85 mil pessoas. Nós já distribuímos comida emergencial para 20 mil desde que o conflito eclodiu, além das 600 mil que nós regularmente ajudamos com comida, juntamente com a UNRWA”, disse a porta-voz do Programa Alimentar Mundial das Nações Unidas, Elisabeth Byrs.

Judeus, os criminosos do século XXI

DIÁRIO DA MANHÃ | AMYN DAHER JUNIOR

O massacre que os judeus impõem aos palestinos é uma afronta à dignidade humana, matando todos que encontram a frente, um massacre sem piedade, que as vitimas são na maioria crianças indefesas, velhos que não podem fugir, e mulheres que tentam de todas as maneiras protegerem seus filhos da selvageria judia.

Protegidos pelos norte-americanos, armados com armas do primeiro mundo, com tecnologia que nenhum exército do mundo têm igual, eles entram nos territórios palestinos massacram, humilham as pessoas e prendem quem eles acharem que deve, sem ter o mínimo de respeito as famílias que vivem naquele território, sem defesa, sem nenhum tipo de armamento, usam pedras, e misseis ultrapassados que ao invés de atingir os alvos, caem dentro de seus próprios territórios.

É o massacre de inocentes que clamam apenas pela sua independência, para que possam viver com suas famílias e suas tradições; que clamam por respeito e dignidade, sem a intromissão dos sanguinários judeus que vingam e mata sem piedade, como se fosse uma vingança pelo o que lhes aconteceu na segunda guerra mundial. Fazem o mesmo hoje e os países do mundo se calam diante destas atrocidades, inclusive o Brasil que deveria romper relações com estes assassinos, expulsando do território brasileiro seus embaixadores.

Os judeus não respeitam nenhuma resolução das Nações Unidas, não aceitam nenhuma interferência de nenhum país, eles têm as riquezas do mundo, roubadas de países pobres, como os africanos, que é sucateado com seus diamantes. Eles têm armamentos que só se compara a dos Estados Unidos, então sabem que nunca serão punidos pelas suas atrocidades, suas delinquências, seus atos terroristas que abalam e chocam os povos do mundo, mas todos se calam , não reagem a estes assassinatos em massa, todos temem o poderio financeiro e bélico dos judeus.

Os países do mundo que fazem parte da ONU, em 1947, depois da segunda guerra mundial deram aos judeus, em território palestino, terras, independência e criação do estado de Israel, mas ao mesmo tempo não fizeram o mesmo aos palestinos, não criou um estado com independência. Os verdadeiros donos daquelas terras são os palestinos. Este foi o erro crucial de todas as nações do mundo, que fecharam os olhos para este fato relevante, poderia ter na época criado os países dos judeus e dos palestinos. Hoje os territórios palestinos depois de tantas invasões cada vez se tornam menores, não existe defesa, não existe delimitação das terras, então os judeus superiores belicamente, avançam em territórios e massacram os legítimos donos daquelas terras, com a ajuda de seu protetor maior os americanos.

A injustiça foi feita, naquela época, já se passaram tanto tempo e os palestinos lutam por sua independência, para ter sua nação, mas parece que esta luta é inglória, não avançam e assim os terroristas judeus continuam matando e aniquilando aquele povo, em suas casas sem defesas, famílias são trucidadas, isto não importa aos judeus, são assassinos natos, terroristas que não respeitam a vida, são a escoria do mundo.

(Amyn Daher Junior, escritor)

Israel anuncia acordo para cessar-fogo a partir de amanhã

Mais de 230 palestinos já morreram nos confrontos

Mais de 230 palestinianos já morreram nos confrontos<br /><b>Crédito: </b> Menahem Kahana / AFP / CP
Mais de 230 palestinianos já morreram nos confrontos 
Crédito: Menahem Kahana / AFP / CP

Israel e o movimento de resistência islâmica Hamas chegaram a um acordo sobre um cessar-fogo em Gaza a partir das 6h (horário local) desta sexta-feira, anunciou um responsável israelita que pediu anonimato. O Hamas, que rejeitou no início da semana uma primeira iniciativa de cessar-fogo formulada pelo Egito e aceita por Israel, ainda não confirmou qualquer acordo.

Os dois lados vivenciam uma espécie de trégua humanitária de cinco horas para o abastecimento na região e a retirada de feridos. Desde o início da operação israelita, no último dia 8, em resposta ao disparo de mísseis a partir da Faixa de Gaza, mais de 230 palestinos já morreram nos confrontos.

Fonte: Agência Brasil

Ataques israelenses matam quatro crianças em praia de Gaza

Ataques aéreos israelenses matam quatro crianças em praia de Gaza.

Ataques aéreos israelenses matam quatro crianças em praia de Gaza.

REUTERS/Mohammed Salem

Dois morteiros israelenses atingiram um grupo de crianças na tarde desta quarta-feira (16), em uma praia de Gaza, diante dos olhos de vários jornalistas. Quatro menores, com idades entre 9 e 11 anos, todos primos, morreram. Pelo menos cinco outras crianças ficaram feridas.

 

Os ataques aconteceram em um porto pesqueiro. Assustadas com as bombas, as crianças, várias ensanguentadas e queimadas, saíram em direção a um hotel perto da praia, onde jornalistas estão hospedados. Um responsável pelos serviços médicos de emergência em Gaza confirmou quatro mortes e quatro feridos à Agência France Presse.

Os corpos dos meninos foram entregues às famílias e encaminhados, em seguida, a uma mesquita da vizinhança. Depois, os meninos foram enterrados com bandeiras amarelas do Fatah, o movimento nacionalista do presidente Mahmoud Abbas. Questionado, o exército israelense não se manifestou.

Os ataques israelenses já fizeram 220 mortos entre os palestinos desde o início da operação “Limite Protetor”, no dia 8 de julho, segundo os serviços palestinos de emergência médica. A maioria das vítimas são civis, incluindo dezenas de mulheres e crianças, de acordo com a ONU e ONGs humanitárias.

Paralelamente, grupos armados de Gaza já lançaram cerca de 1.200 foguetes contra Israel, matando um civil.

Protesto em Paris

Centenas de pessoas se reuniram no final da tarde na praça dos Inválidos, em Paris, para protestar contra a violência em Gaza. A manifestação foi organizada pelo Coletivo nacional por uma paz justa e durável entre palestinos e israelenses.

A iniciativa teve apoio do sindicato CGT, do partido Frente de Esquerda e dos ecologistas. Os manifestantes denunciaram a “passividade” dos governos, enquanto os bombardeios contra Gaza aumentam em intensidade.