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‘Como se fosse na Copa’, Brasil não tira o pé e goleia o Panamá

Lancepress

“Como se fosse na Copa do Mundo”. A nove dias do início do Mundial, o confronto entre Brasil e Panamá nesta terça-feira no Serra Dourada esteve longe de ser um “simples amistoso”. Muito pelo contrário. Sem tirar o pé e com vontade de sobra, a Seleção Brasileira venceu por 4 a 0, com gols de Neymar, Daniel Alves, Hulk e Willian.A trajetória rumo ao hexa começou com goleada e, principalmente, festa da torcida. Antes da estreia contra a Croácia, dia 12 de junho, na Arena Corinthians, em São Paulo, o Brasil tem mais um teste pela frente. A Seleção volta a entrar em campo na próxima sexta-feira, contra a Sérvia, no Morumbi.

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Apesar da fragilidade do adversário, a Seleção Brasileira jogou bem e venceu com tranquilidade

Os primeiros minutos de partida diante do Panamá foram marcados por duras disputas de bola e até mesmo discussões. Dante, que substituiu o capitão Thiago Silva, David Luiz e Luiz Gustavo não deram moleza e chegaram duro nas divididas. Mas os panamenhos também não ficaram para trás. Eles devolveram na mesma moeda: com marcação pesada.

Com os atacantes bem marcados, coube a Oscar chamar a responsabilidade. Ainda que de forma discreta, o camisa 11 trabalhou a bola no meio e fez o jogo girar. Aos 26 minutos, quando a partida estava mais para o lado físico do que para o lado técnico, a estrela de Neymar brilhou. De falta, o camisa 10 acertou o ângulo do goleiro McFarlane e abriu o placar no Serra Dourada. Um golaço!

O gol brasileiro mudou o cenário do duelo. O Panamá se encolheu e o Brasil encontrou mais espaços para atacar, principalmente com Daniel Alves e Marcelo. E foi dos pés de Daniel Alves que a Seleção encontrou o segundo gol. Após passe de Oscar, o lateral-direito, livre de marcação, acertou um forte chute de fora da área.

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O time dirigido por Felipão jogou sem tirar o pé das divididas e goleou o Panamá, no Serra Dourada

As fortes divididas nos minutos iniciais e a vantagem no placar fizeram Felipão mudar o time no intervalo. A volta para a etapa final contou contra três alterações: Maicon, Maxwell e Hernanes nos lugares de Daniel Alves, Marcelo e Ramires, respectivamente.

Diferentemente do primeiro tempo, a técnica do Brasil falou mais alto no segundo tempo. Antes mesmo de o cronômetro marcar um minuto, Neymar, de calcanhar, encontrou Hulk livre na ponta esquerda. O camisa 7 não pensou duas vezes, acertou um belo chute de primeira e fez o terceiro gol da partida.

O terceiro gol logo no começo do segundo tempo tirou qualquer poder de reação do Panamá. Daí em diante, a Seleção pôde jogar com mais tranquilidade. Neymar, sem marcação, deitou e rolou. Até chapéu dentro da área ele tentou. Com a vitória garantida, Felipão mudou a equipe mais duas vezes: Jô e Willian nos lugares de Fred e Oscar, respectivamente.

A entrada de Willian deu novo gás ao time. E o meia, que brilhou nos últimos treinamentos na Granja Comary, entrou com tudo. Aos 27 minutos, a recompensa. Após boa troca de passes entre Neymar e Maxwell, Willian fez o quarto gol da Seleção.

Goleada e estádio lotado. Para a festa ficar completa, só faltava o grito de “olé”. E ele veio aos 33 minutos. Com a vibração positiva das arquibancadas, o Brasil aproveitou os últimos minutos da partida para trocar passes e tentar uma ou outra jogada de efeito. A nove dias para o começo da Copa do Mundo, vitória por 4 a 0 e boa atuação. Uma boa impressão, não?
 

FICHA TÉCNICA
BRASIL 4 X 0 PANAMÁ

Local: Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Data/Horário: 3/6/2014, às 16h
Árbitro: Raul Orosco (FIFA/BOL)
Renda e público: R$ 2.548.030 / 30.663 pagantes
Cartões amarelos: David Luiz, Neymar (BRA); Tejada, Cooper, Gómez (PAN)
Gols: Neymar, aos 26’1º T (1-0); Daniel Alves, aos 39’/1ºT (2-0); Hulk, a 1’/2ºT (3-0); Willian, aos 27’/2ºT (4-0)

BRASIL: Julio Cesar; Daniel Alves (Maicon – Intervalo), David Luiz (Henrique – 24’/2ºT), Dante e Marcelo (Maxwell – Intervalo); Luiz Gustavo, Ramires (Hernanes – Intervalo) e Oscar (Willian – 17’/2ºT); Hulk, Neymar e Fred (Jô – 15’/2ºT). Técnico: Luiz Felipe Scolari

PANAMÁ: McFarlane (Calderón – 11’/2ºT); Carroll (Rodríguez – 21’/2ºT), Román Torres (Cunnings – 13’/2ºT), Baloy e Machado; Henríquez, Gómez, Quintero (Gabriel Torres – 11’/2ºT) e Cooper (Jiménez – 11’/2ºT); Muñoz e Tejada (Nurse – Intervalo). Técnico: Hernán Dario Gómez

Assista aos gols:

Corinthians joga bem e goleia o Sport em Recife

Estadão Conteúdo

O técnico Mano Menezes tinha razão ao dizer que o Corinthians tem conseguido se sair melhor em jogos fora da casa. Neste domingo, o time deixou para trás o estigma de ter dificuldade em criar, fez uma boa partida e goleou o Sport por 4 a 1, no estádio da Ilha do Retiro, no Recife, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro.
 
N/A

Romarinho e Guerrero foram os destaques da goleada por 4 a 1 sobre o Sport, na Ilha do Retiro
O clube paulista não vencia no estádio do Sport desde o Brasileirão de 1998. Com o resultado, o Corinthians volta a se aproximar do G4 e o time pernambucano, que ainda tem um jogo a menos – contra o Bahia, em 4 de junho, continua em uma posição intermediária da tabela de classificação.
 
O Corinthians soube aproveitar bem as chances de contra-ataque e fez a alegria da torcida corintiana que tomou boa parte do estádio e terminou o jogo com gritos de provocação e de “segunda divisão” para o time pernambucano.
 
No começo do jogo, o Sport tentou fazer a lição de casa e conseguia manter a posse de bola, mas acabou vencido pelos contra-ataques. O Corinthians não havia criado nenhuma jogada de perigo até os 19 minutos, quando Romarinho colocou os paulistas na frente no placar. A jogada do gol começou com Guerrero, que invadiu a área pela esquerda e mesmo marcado fortemente pela zaga conseguiu tocar para Jadson, que deu um toque rápido para Romarinho chutar de fora da área e marcar.
 
O Sport tentou reagir com o gol de Leonardo, aos 27 minutos, em jogada que o atacante do Sport ficou cara a cara com Walter e contou com a ajuda de Augusto, que atrapalhou a zaga do Corinthians para marcar.
 
Mas a reação do Sport não foi muito além desse gol de Leonardo e logo depois, Romarinho continuou a se destacar e jogar de forma leve e solta. E foi justamente após falta feita no atacante corintiano que o time conseguiu voltar a ter vantagem no placar. Na cobrança de falta muito próxima à área, Fabio Santos enganou o goleiro Magrão e Jadson deu um chute certeiro, que desviou na cabeça de Patric e entrou.
 
No segundo tempo, o Sport também começou com posse de bola e pressa, mas o histórico do jogo se manteve e foi o Corinthians que ampliou a vantagem no placar, aos 9 minutos. Jadson fez mais um gol, de pênalti, após Durval fazer falta na área e ser expulso.
 
Com o placar a seu favor, o Corinthians começou a trocar passes e administrar a partida. A torcida corintiana começou a gritar “olé” e os torcedores os rubro-negros vaiavam o time paulista. Mas, para o fim da esperança dos torcedores do Sport, Romarinho recebeu a bola livre na área para fazer mais um e decretar a goleada. Depois do gol, alguns torcedores pernambucanos começaram a deixar o estádio.
 
Com torcedores conformados, os jogadores sentiram que a partida já estava resolvida e tanto Sport quanto Corinthians diminuíram o ritmo e o placar ficou em 4 a 1 para o time paulista, que voltou a vencer no Recife com folga.
 
Pela oitava rodada do Brasileirão, o Corinthians recebe o Cruzeiro, no estádio do Canindé, em São Paulo, nesta quarta-feira, às 22 horas. Já o Sport recebe o Grêmio, também nesta quarta, às 19h30.
 
FICHA TÉCNICA
 
SPORT 1 x 4 CORINTHIANS
 
SPORT – Magrão; Patric, Ferron, Durval; Renê, Rodrigo Mancha, Augusto, Rithely; Renan Oliveira (Felipe Azevedo); Leonardo (Ewerton Páscoa) e Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.
 
CORINTHIANS – Cássio (Walter); Fagner, Cléber, Gil; Fabio Santos Ralf, Bruno Henrique (Renato Augusto); Petros, Jadson; Paolo Guerrero e Romarinho (Luciano). Técnico: Mano Menezes.
 
GOLS – Romarinho, aos 19, Leonardo, aos 27, e Jadson, aos 37 minutos do primeiro tempo; Jadson (pênalti), aos 9, e Romarinho, aos 22 minutos do segundo tempo.
 
CARTÕES AMARELOS – Augusto e Patric (Sport); Bruno Henrique (Corinthians).
 
CARTÕES VERMELHOS – Durval e Neto Baiano (Sport).

Na prorrogação, Real Madrid vence o rival Atlético e leva a Liga dos Campeões

Estadão Conteúdo

Com uma daquelas viradas dramáticas dignas das grandes histórias do futebol, o Real Madrid enfim chegou a sua tão sonhada décima taça da Liga dos Campeões neste sábado. O time do técnico Carlo Ancelotti contou com gols de Gareth Bale, do brasileiro Marcelo e do astro Cristiano Ronaldo para derrotar o Atlético de Madrid na prorrogação por 3 a 0, depois de buscar um sofrido empate no tempo normal, por 1 a 1, com gol heroico de Sérgio Ramos.

O gol da igualdade veio apenas aos 48 minutos do segundo tempo, com cabeçada heroica de Sérgio Ramos. O rival liderava o placar, e já via torcedores comemorando a conquista, desde os 35 da etapa inicial. E a pressão crescia a cada minuto até culminar no gol salvador do zagueiro, surpreendendo torcedores dos dois times presentes no Estádio da Luz, em Lisboa.

No tempo extra, o Real se manteve melhor e chegou ao gol da vitória, do título e do novo recorde de conquistas na Liga aos 4 minutos da segunda etapa, com Bale. O tradicional time espanhol buscava o 10º troféu desde 2002, quando vencera pela última vez. Nas últimas três edições, ainda sob o comando do técnico José Mourinho, caíra nas semifinais.

A conquista era a que faltava para Cristiano Ronaldo e companhia marcarem seus nomes definitivamente na história do premiado clube. Para o atacante português, eleito o melhor do mundo de 2013, o troféu era uma obsessão desde sua chegada à Madri, em 2009. O título dá o direito ao Real de disputar o Mundial de Clubes da Fifa, em Marrocos, em dezembro.

O 10º troféu ofusca a decepção da equipe no Campeonato Espanhol, vencido pelo Atlético, e torna o Real o mais vencedor do país nesta temporada. Antes, vencera a Copa do Rei ao bater o arquirrival Barcelona na final.

Na decisão deste domingo, as duas equipes contaram com baixas de peso. O Atlético entrou em campo sem Arda Turan, machucado, e arriscou ao escalar o machucado Diego Costa entre os titulares. O brasileiro naturalizado espanhol acabou deixando o campo aos 8 minutos. Pelo Real, Xabi Alonso cumpriu suspensão e Pepe foi vetado por lesão. Mas Benzema, liberado, foi titular.

O JOGO

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Em uma falha bizarra de Casillas, Godín, deitado no gramado, marcou o primeiro gol da final em Lisboa

Cercado de expectativa, o clássico espanhol decepcionou os torcedores nos primeiros 15 minutos de bola rolando. Com estilo semelhantes, de solidez na defesa e contra-ataques fulminantes, as duas equipes demoraram a sair para o jogo, em um duelo feroz pelo domínio do meio-campo.

Assim, a torcida presente no Estádio da Luz pôde ver marcação pegada, muitas roubadas de bola e passes errados. Enfim, nenhuma jogada com mais três passes seguidos. O Real ensaiava tomar a iniciativa ao mesmo tempo em que o Atlético não renunciava ao ataque, apesar da substituição precoce de Diego Costa logo aos 8 minutos. Sem condições de jogo, ele foi trocado por Adrian López.

Os lances de perigo, contudo, inexistiram até os 31 minutos, justamente quando o Atlético começava a impor seu jogo em campo. O time de Simeone jogava mais recuado, à espera do rival, e ameaçava mais no ataque. Na primeira boa chance da final, o Atlético arrumou um bate-rebate dentro da área do Real e quase surpreendeu Casillas.

A resposta do Real foi imediata. Bale aproveitou vacilada de Tiago na saída de bola e impôs correria até entrar na área e bater para fora, desperdiçando chance incrível. O lance devolveu o equilíbrio à partida, mas que durou apenas quatro minutos.

Em um confronto truncado e de grandes oportunidades, não surpreendeu quando o Atlético abriu o placar de bola parada. Aos 35, após escanteio na área, a defesa do Real afastou mal e Godín de cabeça, encobriu Casillas. O zagueiro uruguaio já havia marcado o gol do título espanhol do Atlético, sábado passado, no empate por 1 a 1 com o Barcelona.

O gol confirmou o domínio recente do Atlético, que reforçava seu estilo aguerrido em campo. Ocupava cada espaço possível e surpreendia os jogadores do Real em cada metro quadrado do gramado. O time de Cristiano Ronaldo, apagado na etapa inicial, tinha 58% de posse de bola, mas não assustava o adversário. E sentia falta do suspenso Xabi Alonso, substituído por Khedira, que voltou recentemente a jogar após cinco meses.

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Já na prorrogação, o galês de 100 milhões de euros, Bale, colocou os merengues em vantagem pela primeira vez

Depois do duelo pobre em lances ofensivos na etapa inicial, as duas equipes fizeram um jogo mais franco no segundo tempo. Mais presente, Cristiano Ronaldo comandava o Real em cobranças de falta, finalizações dentro da área e cabeçadas na área. Tinha a companhia de Di Maria, que tentava em jogadas individuais.

Mas, ao mesmo tempo em que buscava o ataque, o Real abria espaços na fragilizada defesa e não conseguia impor pressão sobre a zaga rival. E, assim, o Atlético quase ampliou aos 11, em chute de Adrian, desviado pela defesa.

A partir da metade da etapa, o Real partiu definitivamente para o ataque, enquanto o Atlético admitia a retranca e apostava nos contra-ataques. Com Marcelo e Isco, as novidades de Ancelotti para o segundo tempo, o time ganhou força ofensiva e abria espaço para as investidas de Bale.

A pressão foi longa e acabou dando resultado somente nos acréscimos. Aos 48 minutos do segundo tempo, Sérgio Ramos subiu sozinho de cabeça dentro da área atleticana e mandou para as redes, após cobrança de escanteio, surpreendendo torcedores, jornalistas e dirigentes nas arquibancadas do Estádio da Luz.

O gol forçou a prorrogação, na qual o Real manteve o domínio do fim do jogo. Abatido, o Atlético se mostrava perdido em campo. Defendia-se como podia e raramente atacava, ainda sem acreditar na reviravolta da partida.

Exibindo grande ritmo, sem cansaço mesmo depois da maratona de 110 minutos, o Real logo confirmaria o melhor desempenho no placar. E foi o que aconteceu aos 4 do segundo tempo da prorrogação. Di Maria disparou pela esquerda, entrou na área e bateu firme. Courtois fez a defesa, mas deu rebote para Bale completar de cabeça dentro da pequena área.

Sem perder o embalo, o Real ainda marcou mais duas vezes antes de comemorar o 10º troféu. Aos 12, Marcelo disparou pelo meio, entrou na área e bateu para as redes, sem enfrentar maior resistência da zaga. Dois minutos depois, Godín fez pênalti em Cristiano Ronaldo. O atacante converteu a cobrança com tranquilidade e chegou à marca de 17 gols na competição, ampliando seu recorde de gols em uma edição da Liga dos Campeões.

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Depois do apito final, muita festa para os brasileiros do Real: Marcelo e Casemiro, ex-São Paulo

FICHA TÉCNICA:

REAL MADRID 4 x 1 ATLÉTICO DE MADRID

REAL MADRID – Casillas; Carvajal, Sérgio Ramos, Varane, Fábio Coentrão (Marcelo); Khedira (Isco), Modric, Di Maria; Bale, Cristiano Ronaldo e Benzema (Morata). Técnico: Carlo Ancelotti.

ATLÉTICO DE MADRID – Courtois; Juanfran, Miranda, Godín, Filipe Luís (Alderweireld); Gabi, Tiago, Koke, Raul García (Sosa); David Villa e Diego Costa (Adrian López). Técnico: Diego Simeone.

GOLS – Godín, aos 35 minutos do primeiro tempo. Sérgio Ramos, aos 48 minutos do segundo tempo. Bale, aos 4, Marcelo, aos 12, e Cristiano Ronaldo (pênalti), aos 15 minutos do segundo tempo da prorrogação.

CARTÕES AMARELOS – Raul García, Sérgio Ramos, Khedira, Miranda, David Silva, Juanfran, Koke, Gabi, Marcelo, Varane.

ÁRBITRO – Björn Kuipers (Holanda).

RENDA E PÚBLICO – Não disponíveis.

LOCAL – Estádio da Luz, em Lisboa (Portugal).

Com atuações de gala de Sheik e Daniel, Botafogo goleia o Criciúma por 6 a 0

Jovem meia da base alvinegro balançou as redes três vezes. Emerson fez dois gols e Wallyson fechou a goleada
O DIA

Rio – O Botafogo conseguiu a primeira vitória no Campeonato Brasileiro em grande estilo. Venceu com autoridade o Criciúma, por 6 a 0, no Maracanã. Emerson Sheik fez dois, mas foi superado por Daniel. O jovem meia teve uma atuação de gala e balançou as redes três vezes. Wallyson fez o dele e decretou a goleada alvinegra.

O triunfo espanta a crise que rondava General Severiano, e coloca o Glorioso na nona colocação. Os catarinense estão na 15ª posição, com três pontos somados. Na próxima rodada, o Alvinegro viaja para encarar o Goiás, em Juiz de Fora, na quarta-feira, ás 22 horas. O Criciúma recebe o Internacional, no Heriberto Hulse, no domingo, às 18h30.

Sheik comemora o seu segundo gol na partida

Foto:  Fernando Souza / Agência O Dia

>>>FOTOGALERIA: Confira as imagens da goleada do Botafogo

O JOGO

O Botafogo começou a partida buscando o gol. Logo no primeiro minuto, Daniel arriscou o chute, o goleiro Galato não segurou, mas a defesa do Criciúma conseguiu afastar. Em seguida, Edilson bateu forte de fora de área. Galato soltou, mas a zaga mandou para longe novamente.

A blitz alvinegra não parou por aí. Aos 7, Sheik soltou a bomba, e a bola tocou caprichosamente na trave. Diante da pressão botafoguense, o gol não demorou a sair. Na sua segunda oportunidade no jogo, Emerson não desperdiçou. Recebeu cruzamento de Bolatti, aproveitou a falha da defesa e, livre, chutou para abrir o placar: 1 a 0.

Depois do gol, o Glorioso acabou recuando e deixou os catarinenses gostarem do jogo. Jefferson foi exigido algumas vezes, tendo que sair do gol para cortar cobranças de faltas e escanteios. No entanto, o Criciúma não chegou a ter nenhuma grande chance de perigo.

O Botafogo voltou para a segunda etapa com tudo e fez três gols em apenas onze minutos. Assim como no primeiro tempo, Emerson Sheik apareceu livre no segundo pau, ajeitou o corpo, e chutou forte para aumentar o marcador: 2 a 0. A vantagem animou o Glorioso. Logo depois, o jovem Daniel aproveitou a sobra após o bate-rebate, e fez o terceiro. Em seguida, o jovem meia fez boa jogada individual e tocou na saída de Galato, fazendo o segundo dele na partida, colocando 4 a 0 no placar.

O triunfo poderia ter ficado mais elástico. Aos 16, o lateral-direito Edilson encobriu o goleiro, mas a bola bateu na trave. Daniel, no entanto, não desperdiçou a chance de fazer mais um. Arrancou pela ponta direita, deixou dois adversários para trás, e fez o terceiro dele no duelo, aumentando a goleada. Que ficou ainda maior, quando Wallyson, substituto de Zeballos, fez o sexto em um arremate da entrada da área. No final, ainda deu tempo da torcida gritar “olé” no Maracanã.

BOTAFOGO X CRICIÚMA

Estádio: Maracanã

Árbitro: Cláudio Francisco Lima e Silva

Gols: Emerson Sheik duas vezes (Botafogo), Daniel três vezes (Botafogo)

Cartões Amarelos: Eduardo (Criciúma), Fábio Ferreira (Criciúma), Serginho (Criciúma), Dória (Botafogo)

Cartões Vermelhos:

Botafogo: Jefferson; Edilson, Bolívar, Dória e Junior Cesar; Gabriel, Bolatti, Jorge Wagner (Lucas) e Daniel; Zeballos e Emerson.

Criciúma: Galatto; Eduardo, Gualberto, Fabio Ferreira e Cortez (Romulo); Serginho, Rodrigo Souza, João Vitor (Bruno Lopes) e Wellington Bruno; Silvinho (Everton) e Rodrigo Silva

Real goleia Bayern e vai à final da Liga dos Campeões

Estadão Conteúdo

O Real Madrid não tomou conhecimento do Bayern de Munique nesta terça-feira e despachou o atual campeão com o expressivo placar de 4 a 0, na Allianz Arena. Mesmo jogando na casa do rival, do técnico Josep Guardiola, o time espanhol fez valer seu mortal contra-ataque, em detrimento ao toque de bola dos alemães, e garantiu seu lugar na grande final da Liga dos Campeões. No placar geral, fechou o confronto por 5 a 0.

Agora o time espanhol aguarda pelo confronto entre Chelsea e Atlético de Madrid, nesta quarta-feira, no estádio do time londrino, em Stamford Bridge. O jogo de ida terminou sem gols. A grande decisão da Liga dos Campeões está marcada para o dia 24 de maio, em Lisboa.

Com três gols em apenas 18 minutos, o Real encerrou nesta terça um jejum de 12 anos sem jogar uma final do torneio europeu, após cair nas três semifinais anteriores. De quebra, encerrou o domínio recente do Bayern, que sonhava com a terceira decisão consecutiva – a quarta das últimas cinco edições.

A grande vitória ainda devolveu a eliminação na semifinal de 2012, quando o Bayern levara a melhor pela quarta vez sobre o Real nesta fase da competição. Até então, os espanhóis só haviam batido o rival alemão na semifinal em 2000. O Real também reduziu a desvantagem no retrospecto geral na competição, contando agora com nove vitórias, contra 11, em 22 partidas disputadas contra o Bayern desde 1976.

Não bastassem esses números, o Real comemorou o feito individual de Cristiano Ronaldo. O atacante marcou seu 15º e o 16º gol, novo recorde em uma edição da Liga dos Campeões. Ele deixou para trás o rival Lionel Messi e o brasileiro Mazzola, ambos com 14 gols.
 

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O time espanhol despachou o atual campeão com o expressivo placar de 4 a 0, na Allianz Arena

O JOGO

Apesar da pressão da torcida alemã e do grande aproveitamento do Bayern em casa, o Real Madrid não se abalou no início da partida e adiantou sua marcação para dificultar a principal arma dos anfitriões: a intensa troca de passes.

Em desvantagem depois de perder a ida por 1 a 0, o Bayern se mostrou mais preocupado com o ataque, e a posse de bola, do que com a defesa. Imprudente, quase levou o primeiro gol aos 8 minutos, em finalização de Gareth Bale.

Melhor em campo, o Real fez valer a superioridade no placar aos 15 minutos. Após cobrança de escanteio, Sérgio Ramos cabeceou sem dificuldade para as redes e silenciou a Allianz Arena. Foram necessários apenas quatro minutos para o visitante repetir a dose em jogada quase idêntica.

Modric cobrou falta na área e o mesmo Sérgio Ramos, sem qualquer marcação, mandou de cabeça para o gol: 2 a 0. Depois dos gols em bola parada, foi a vez do Real lembrar seu incrível poder ofensivo em contra-ataque. E, aos 33, Bale disparou pela intermediária e deu passe para Cristiano Ronaldo, também sem marcação, bater por baixo das pernas do goleiro Neuer.

Os gols abalaram os jogadores do Bayern, o que deixou a partida ainda mais tensa. Pequenos desentendimentos aumentaram dentro de campo e o árbitro precisava intervir com frequência. O clima só esfriou no intervalo.

Sem esconder o desânimo diante da inesperada desvantagem, o Bayern foi para o ataque no segundo tempo. Finalizou mais, permaneceu a maior parte do tempo cercando a área do Real. Mas não conseguia diminuir o placar por causa da eficiente defesa espanhola.

Nem as entradas de Götze, Javi Martínez e Pizarro, nas vagas de Ribéry, Mandzukic e Thomaz Müller, na metade da etapa, mudou o jogo para o Bayern. O time da casa seguia limitado no ataque. Valorizava demais a posse e finalizava pouco.

Mais cauteloso, o Real fechava os espaços na intermediária para minimizar o efeito da posse de bola do rival e fazia intervenções eficientes na defesa. Na parte final, o técnico Carlo Ancelotti deu chances ao jovem Isco e ao brasileiro Casemiro, que entrou em campo aos 38 minutos, na vaga de Di María, mas não teve pouco tempo para mostrar serviço.

Mas o volante pôde assistir ao quarto gol dos espanhóis em Munique. Em cobrança de falta despretensiosa, Cristiano Ronaldo bateu rasteiro e viu a barreira abrir e sabotar Neuer. A bola morreu no canto direito do goleiro, selando a goleada dos visitantes, aos 44 minutos.

Com a eliminação, o Bayern perdeu a chance de repetir a tão almejada tríplice coroa, obtida na temporada passada. Dono do título alemão, o time ainda pode faturar o troféu da Copa da Alemanha em maio.

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio