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Shaqiri brilha, desencanta e Suíça vai encarar a Argentina nas oitavas de final

Craque decidiu vitória sobre Honduras na Arena Amazônia; Agora, próximo compromisso é na terça-feira, em São Paulo

O DIA

Manaus – A Suíça está nas oitavas. Shaqiri finalmente desencantou e liderou os suíços ao marcar os três gols da vitória sobre Honduras. O resultado se uniu ao empate entre Equador e França e garantiu os europeus na próxima fase após terminar na segunda posição do Grupo E. Agora é mata-mata. Após a vitória por 3 a 0 nesta quarta, o próximo compromisso é pelas oitavas de final e contra a poderosa Argentina, às 13h de terça-feira, na Arena Corinthians.

A partida foi dura, mas o que mais chamou atenção foi o alto número de faltas. Sem muita técnica, a equipe hondurenha parava o jogo da maneira que podia para evitar os contra-ataques suíços. Partida dura para encerrar a primeira fase da Copa para as duas equipes do Grupo E. Agora é Honduras de volta para casa e Suíça com foco total no mata-mata.

Matador! Shaqiri brilha e garante vitória da Suíça sobre Honduras em Manaus

Foto:  Reuters

A Suíça buscou o gol logo no primeiro minuto. O ataque foi pela esquerda e o goleiro Valladares fez milagre para evitar o gol adversário. No minuto seguinte, o fato foi inusitado: Epinoza travou jogada suíça e o gramado ficou prejudicado. O árbitro e alguns jogadores tiveram que apelar para os pisões no local afetado para amenizar a situação na tal parte do campo.

Mas não demorou muito para a rede balançar. Shaqiri recebeu pela direita e ajeitou para dar um belo chute de fora da área. A bola foi no ângulo e sem chance para Valladares. Vantagem suíça logo aos seis minutos de jogo. O jogo, no entanto, não era dos melhores. O baixo nível técnico e o forte embate no meio de campo deixava a partida longe do alto estilo da Copa.

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O que mais chamava atenção era o alto número de faltas. Sem conseguir encaixar os ataques, Honduras parava os contragolpes suíços na base das faltas. Os europeus, por sua vez, esperavam o momento certo para chegar ao gol novamente e foi Shaqiri que marcou novamente. Eram 31 minutos quando a Suíça emplacou um bom contra-ataque pela esquerda e o camisa 23 recebeu livre. O craque entrou na área e tocou na saída do goleiro Valladares para ampliar a vantagem.

O jogo ainda contou com uma rápida parada para que o goleiro Benaglio fosse atendido. Enquanto isso, os demais jogadores aproveitaram para se hidratar e retomar o ritmo em campo. Quando a bola voltou a rolar, no entanto, nada mais aconteceu na primeira etapa. Tudo dava certo para a classificação suíça…

Para tudo! Alto número de faltas marcou o duelo na Arena da Amazônia

Foto:  Reuters

Para começar o segundo tempo, apenas Honduras mudou o time. A segunda modificação feita pelo técnico Luis Suárez foi com a entrada de Marvin Chavez no lugar de Espinoza. O fato, no entanto, não teve muito resultado nos primeiros lances e foi a Suíça que começou atacando, e com perigo. A Honduras respondeu pouco tempo depois, mas nem mesmo o vacilo da zaga suíça ajudou Bengson a diminuir o placar.

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Honduras não desistia e partia com tudo para o ataque. A Suíça tinha o trabalho de se defender e evitar qualquer susto no gol de Benaglio, que teve trabalho para segurar os rivais. Tentando reagir, Honduras passou a ter mais posse de bola, enquanto os adversários se defendiam e buscavam o contra-ataque de maneira tranquila.

A Suíça passou a se postar totalmente na retranca. Honduras buscava o ataque e se revoltou após um pênalti não marcado pelo árbitro Nestor Pitana. Os hondurenhos não desistiam, mas as coisas não davam certo mesmo… Shaqiri estava apagado na segunda etapa mas, aos 26 minutos, o craque recebeu bom passe e bateu no contrapé de Valladares para garantir de vez a vitória.

Nem mesmo o terceiro gol suíço fez Honduras abrir mão do ataque. Mesmo com a missão ainda mais difícil, a equipe de Sua´rez buscava o ataque a todo custo, mas nada dava certo. No lance de mais perigo, Benaglio brilhou e evitou o gol de honra dos rivais. O dia foi mesmo do craque Shaqiri…

Honduras busca o ataque, mas não consegue furar a retranca suíça no segundo tempo

Foto:  Reuters

FICHA TÉCNICA

Honduras 0x3 Suíça

Estádio: Arena Amazônia (Manaus) 
Árbitro: Nestor Pitana (Argentina) 
Público: 40.332 presentes 
Gols: Shaqiri (6′ do 1ºT, 31 do 1ºT, 26′ do 2ºT) 
Cartão amarelo: Jerry Palacios (Honduras) 
Cartão vermelho: –

Honduras: Valladares, Beckeles, Victor Bernardez, Maynor Figueroa, Juan Garcia; Jorge Claros, Wilson Palacios, Espinoza (Marvin Chavez), Boniek García (Najar); Carlos Costly (Jerry Palacios) e Jerry Bengston. Técnico: Luis Suárez.

Suíça: Benaglio, Lichtsteiner, Djourou, Schär, Ricardo Rodriguez; Inler, Behrami, Shaqiri (Dzemaili), Xhaka (Lang), Mehmedi; Drmic (Seferovic). Técnico: Ottmar Hitzfeld.

Empate dá liderança à França e elimina Equador

De A Tribuna On-line

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Em uma partida com poucas emoções, França e Equador empataram por 0 a 0 na tarde desta quarta-feira, no Maracanã. O resultado serviu para confirmar a classificação dos franceses às oitavas de final da Copa do Mundo na primeira colocação do Grupo E, com sete pontos. Os equatorianos foram aos 4 pontos e com a vitória da Suíça sobre Honduras, por 3 a 0, acabaram eliminados do Mundial.

Assim, a França enfrenta a Nigéria na segunda-feira, às 13 horas, no Estádio mané Garrincha, em Brasília (DF), em uma das partidas pelas oitavas de final. Os suíços enfrentam a Argentina na terça, às 13 horas, na Arena Corinthians, em São Paulo.

Precisando da vitória, o Equador não encontrava espaços, principalmente diante de uma marcação adiantada do time francês. Os dois times insistiam bastante em jogadas pelas pontas, mas eram barrados quando mandavam a bola para o meio de campo.

Do lado equatoriano, Arroyo era o jogador mais perigoso. Arriscou alguns chutes e obrigadou o goleiro Lloris e trabalhar.  Quando a França atacava, o goleiro Domínguez ganhava todas pelo alto.

O lance de real perigo a favor da França aconteceu no início do segundo tempo, quando Sagna cruzou e Griezmann desviou. Domínguez espalmou e a bola bateu na trave.

As coisas poderiam ter ficado mais fáceis para o time europeu aos três minutos, quando Antonio Valencia foi expulso após jogada violenta, mas os franceses não souberam aproveitar a oportunidade. Ainda assim, os europeus arriscaram alguns chutes, mas sempre foram parados por Domínguez. Desta maneira, o 0 a 0 manteve-se até o fim da partida.

EQUADOR X FRANÇA

Local: Maracanã

Data: 25/06/2014

Horário: 17 horas

Cartão amarelo: Erazo (Equador)

Cartão vermelho: Antonio Valencia (Equador)

Árbitro: Noumandiez Doue (Costa do Marfim)

Assistentes: Songuifolo Yeo(Costa do Marfim) e Jean Claude Birumushahu (Burundi)

EQUADOR

Dominguez; Paredes, Guagua, Erazo e Ayoví; Minda, Noboa (Caicedo), A. Valencia e Montero (Ibarra); E. Valencia e Arroyo (Achilier)

Técnico: Reinaldo Rueda

FRANÇA

Lloris; Sagna, Koscielny, Sakho (Varane) e Digne; Schneiderlin, Pogba, Matuidi (Giroud), Moussa Sissoko e Griezmann (Rémy); Benzema

Técnico: Didier Deschamps

Equador enfrenta a França com a cabeça nas oitavas de final

Lancepress

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França e Equador fazem sua última participação na fase de grupos da Copa do Mundo. O duelo decisivo ocorre no Maracanã às 17h. O grupo E está totalmente em aberto, mas para os franceses basta um empate para garantir a classificação, enquanto os equatorianos torcem por uma derrota da Suíça para facilitar sua missão.

Os azuis estão em primeiro, com seis pontos, e só perdem a vaga por uma catástrofe: devem perder para o Equador por quatro gols de diferença, e os suíços têm de fazer 5 gols de diferença contra Honduras.

Independentemente da classificação quase certa, o time entra no jogo para ganhar e manter a boa sequência. O lateral Debuchy reforçou esse compromisso.

“Precisamos evitar tirar o pé do acelerador, mesmo que não haja muito em jogo. Queremos ganhar este jogo e manter a nossa dinâmica positiva, a fim de nos
prepararmos bem para o que está por vir” ressaltou o jogador, visando já as oitavas.

O técnico Didier Deschamps deverá ter algumas mudanças no time que vai a campo contra o Equador. No meio-campo, Cabaye está suspenso com dois amarelos, e será substituido por Mavuba, jogador do Lille. Na zaga, Sakho saiu sentido dores no jogo contra a Suíça, e quem pode alinhar é Koscielny, bem como Mangala, possível substituto de Varane, que estava afastado por cotna de uma indisposição estomacal.

Outra dúvida para Deschamps, essa nem tão ruim assim, é entre Griezman, que jogou muito bem na estréia com Honduras, e Giroud, que substitui o companheiro à altura no duelo contra os suíços, sendo autor de um dos gols e dando uma assistência. Com os dois, a França apresentou um bom jogo. Griezman joga pelos lados do ataque, enquanto Giroud é um centro-avante alto, que joga centralizado, estilos diferentes que se mostraram igualmente eficientes para os Bleus.

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Com uma campanha impecável, franceses dependem apenas de um empate para ter presença nas oitavas garantida

Do outro lado

Para o Equador, que tenta igualar a sua participação na Copa de 2006, quando chegou até as oitavas, o jogo é uma decisão. Embora a classificação seja possível mesmo em caso de derrota, eles dependeriam de uma vitória de Honduras sobre a Suíça. Já se vencerem a França, obrigariam o concorrente a ter um placar elástico contra os hondurenhos. A esperança de gols tricolor é o jovem atacante Enner Valencia, autor dos três marcados peleos equatorianso até aqui.

Ele demonstrou preocupação com o adversário. “Eles serão um adversário muito difícil, nós sabemos dos pontos fortes da França. Vamos ter que tomar cuidado se quisermos atacá-los”, disse o artilheiro.

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Enner Valencia espera continuar a balanças as redes adversárias para classificar o Equador

Suíça e Honduras disputam vaga em ‘panela de pressão’

Lancepress

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Em Manaus, todas as seleções que jogaram na Arena da Amazônia, exceto Camarões, reclamaram muito do calor e do ar abafado. Isso jogando às 18h (19h de Brasília). Nesta quarta-feira será a vez de Honduras e Suíça conhecerem a sauna, em duelo de vida ou morte, no qual eles precisam vencer e também secar o Equador, na briga pela segunda vaga do Grupo E às oitavas de final da Copa.

Mas há um agravante. O jogo ocorrerá às 16h locais (17h de Brasília). Pelas previsões oficiais (Climatempo, Tempo Agora) a quarta será um
dos dias mais quentes deste Mundial: os termômetros marcarão 33 a 34 graus, a sensação térmica ficará entre 36 e 38 graus, com umidade de 80%. Ou seja: sauna total.

A Suíça está numa situação estranha. Pode vencer e não se classificar (caso o Equador derrote a França e mantenha a vantagem no saldo). Pode perder e se
classificar (caso a derrota seja por um gol de diferença e o Equador seja goleado por quatro ou mais gols). Mas está sob pressão. O mau jogo diante da França, a lesão do zagueiro Von Bergen, um dos alicerces do time, e o mau momento do substituto Senderos tiram o sono do treinador Ottmar Hintzfeld. Ele, inclusive, pode começar com Schar na defesa.

Honduras pode estar na lanterna, não ter feito nenhum ponto e jamais ter vencido um jogo de Copa do Mundo. E precisará derrotar o rival por pelo menos dois gols de diferença para começar a ter alguma chance (o Equador, que tem quatro gols a mais de saldo, teria de ser goleado pela França).

N/A

Jogadores de Honduras sabem que a missão é árdua, mas esperam pela classificação nesta quarta

Mas há muita motivação. Além da volta de seu principal jogador, Palácios, o calorão na Arena será muito familiar para os seus jogadores.

“Está abafado demais. Os suíços vão sentir. Já os hondurenhos estão em casa. O clima daqui é o mesmo do nosso país. Além disse, estamos fazendo bons jogos e podemos sair vencedores”, disse Daniel Paz, jornalista do Diário Diez, ilustrando também o pensamento otimista da imprensa  “catracha”, que comparece à Copa com 40 profissionais.

Nesta terça, pela manhã, os hondurenhos descansaram. No início da tarde fizeram o reconhecimento do gramado. Apesar de “experiente com o calor”, quase
todo o trabalho foi realizado na parte do campo que estava com sombra.

Os suíços também preferiram ficar no conforto do ar condicionado do hotel pela manhã. Somente alguns membros da comissão técnica (que foram ao shopping
próximo) e Inler (que fez um passeio pela cidade num carro oficial da Fifa) deram as caras nas ruas da cidade mais abafada da Copa.

N/A

Suíços tentam se recupeerar depois de derrota acachapante para a França

Os dois times já se enfrentaram em Copas. Na África do Sul, em 2010, deu empate: 0 a 0. Este jogo terá a arbitragem do argentino Néstor Pitana. Vale lembrar que o duelo poderá definir o adversário da Argentina nas oitavas, já que se os hermanos terminarem em primeiro no grupo, jogará contra o segundo do grupo de suíços e hondurenhos.

Colômbia elimina o Japão e enfrenta o Uruguai nas oitavas de final da Copa

Equipe asiática domina a partida no primeiro tempo, mas time sul-americano melhora na segunda etapa, garante 100% de aproveitamento no Grupo C e pega a Celeste na próxima fase

O DIA

Mato Grosso – Já classificada para as oitavas de final da Copa do Mundo, a Colômbia se deu ao luxo de poupar alguns titulares no jogo contra o Japão, na Arena Pantanal, em Cuiabá. Mesmo apresentando um futebol inferior ao das duas últimas partidas e tendo tomado pressão dos adversários, a equipe sul-americana venceu o Japão por 4 a 1, confirmou os 100% de aproveitamento no Grupo C do Mundial e eliminou os nipônicos. Os gols foram marcados pelos colombianos Cuadrado e Jackson Martínez, enquanto o japonês foi anotado por Okazaki.

Aos 38 minutos, um momento histórico. O goleiro e capitão Ospina deixou a partida para dar lugar a Faryd Mondragón. O arqueiro colombiano, aos 43 anos, registra um novo recorde: é o jogador mais velho a estar em campo numa partida de Copa do Mundo, ultrapassando o camaronês Roger Milla, que tinha 42 anos no torneio de 1994. Mondragón esteve na campanha colombiana no Mundial de 1994, nos Estados Unidos, e na seguinte, na França. Outra façanha protagonizada por ele é se tornar o primeiro atleta a jogar duas Copas em um intervalo de 20 anos. 

Na próxima fase da Copa do Mundo, a Colômbia, primeira colocada da sua chave, enfrenta o Uruguai, que ficou na segunda colocação do Grupo D. A partida será neste sábado, no Maracanã, às 17h.

Jogadores da Colômbia comemoram o gol marcado por Cuadrado

Foto:  Reuters

O JOGO

Tendo que vencer a partida, o Japão mostrou tranquilidade no início da partida para armar suas jogadas. Melhor na partida e com mais posse de bola, a equipe treinada pelo técnico italiano Alberto Zaccheroni não mostrava eficiência no ataque. Aos 13 minutos, Ushida viu espaço para arriscar o chute, mesmo de longe, e a bola contou com desvio na zaga da Colômbia. No escanteio, cobrado rápido, Hasebe recebeu o passe e chutou a gol, mas o goleiro da seleção sul-americana não teve dificuldades para fazer a defesa.

Mesmo mostrando superioridade, a zaga japonesa expôs a pátria e tomou um gol aos 16 minutos. Em rápido contra-ataque, Adrián Ramos recebeu ótimo passe e foi derrubado por Konno, dentro da área. O árbitro Pedro Proença não teve dúvidas em marcar a penalidade máxima e deu cartão amarelo para o defensor. Cuadrado pegou a bola, colocou na marca da cal e, com confiança, cobrou com força, no meio do gol, para abrir o placar na Arena Pantanal.

O gol sofrido, entretanto, não tirou o ímpeto do time asiático. Kagawa quase empatou aos 25 minutos. O camisa 10, que joga no Manchester United, entrou na área adversária e bateu rasteiro. Ospina se esticou e espalmou a bola para a linha de fundo. No lance seguinte, em nova jogada ensaiada no escanteio, a bola foi resvelada e ficou fácil para o arqueiro.

O Japão seguia dominando a partida em Cuiabá, mesmo com o placar adverso. Aos 32 e 38, a torcida japonesa presente no estádio quase gritou ‘gol!’. No primeiro lance, Honda, que é jogador do Milan, cobrou no contrapé do goleiro e quase empatou a partida. Depois, foi a vez de Okubo receber bom cruzamento da direita e dar uma linda bicicleta, que saiu ao lado da meta adversária.

Antes do fim do primeiro tempo, novamente em jogada veloz, foi a vez da Colômbia assustar o Japão. Livre de marcação, Adrián Ramos recebeu passe na direita e avançou sozinho. Ao entrar na área, rolou para Jackson Martínez, que chegou batendo, mas errou a pontaria, desperdiçando a melhor chance colombiana de aumentar o marcador.

Mondragón substitui Ospina e, com seus 43 anos, passa ser o jogador mais velho a atuar em Copas

Foto:  Reuters

Entretanto, foi o Japão que chegou ao gol de empate, no último lance da etapa inicial. A persistência nipônica incentivou Honda que, mesmo marcado por Armero, aos 46, descolou ótimo cruzamento para Okazaki, que cabeceou firme, no canto do goleiro Ospina, para deixar tudo igual na Arena Pantanal. Após o lance, o árbitro espanhol apitou pela última vez no primeiro tempo.

Na volta para o segundo tempo, o panorama mudou. Aos 10 minutos, a Colômbia tratou de mostrar o poderio ofensivo e chegou ao segundo gol. Carregando a bola da direita, Guarín achou James Rodríguez, que entrou no lugar de Quintero. O camisa 10 aciontou Jackson Martínez, que dominou e chutou para o fundo do gol e botar, novamente, os sul-americanos na frente do placar.

Oito minutos depois, foi a vez dos japoneses assustarem. Honda, de novo em cobrança de falta, arriscou de bola, obrigando o goleiro colombiano a fazer a defesa em dois tempos. Aos 19, Uchida cruzou para Okubo, mas a bola saiu por cima da meta de Ospina.

Mais a vontade no segundo tempo, a Colômbia, comandada pelo argentino José Pekerman, começou a mostrar o futebol que apresentou nos dois primeiros jogos da chave e aparecia com perigo nos contra-ataques. Foi assim que, aos 36 minutos, aumentou o marcador.  James Rodríguez, aberto na ponta direita, viu Jackson Martínez passar por trás da marcação japonesa. O camisa 21 recebeu passe, cortou Uchida e tocou para o fundo do gol de Kawashima. 

Aos 43, para fechar o placar, James Rodríguez, que entrou muito bem na partida, marcou um belo gol. O camisa 10 colombiano fez um drible de corpo em Yoshida, entortou o defensor e, ao notar o goleiro Kawashima saindo do gol, tocou de cobertura para definir a vitória da sua seleção. Que venha o Uruguai!

FICHA TÉCNICA

Japão 1 x 4 Colômbia

Estádio: Arena Pantanal (Cuiabá) 
Público : 
Árbitro: Pedro Proença (Portugal) 
Gols: Cuadrado (16′ 1ºT), Okazaki (46′ 1ºT), Jackson Martínez (10′ 2ºT) Jackson Martínez (36′ 2ºT), James Rodríguez (43º 2T) 
Cartão amarelo: Kono (16′ 1ºT) 
Cartão vermelho: –

Japão: Kawashima; Uchida, Konno, Yoshida e Nagatomo; Okazaki, Hasebe, Aoyama (Yamaguchi), Kagawa e Honda; Okubo e Okazaki (Kakitani). Técnico: Alberto Zaccheroni

Colômbia : Ospina; Santiago Arias, Carlos Valdés, Balanta e Armero; Guarín, Mejía, Cuadrado (Carlos Carbonero) e Juan Quintero (James Rodríguez); Jackson Martínez e Adrián Ramos. Técnico: José Pekerman

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio