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Cruzeiro vence o Palmeiras e dispara na liderança do Brasileiro

Lancepress

Neste domingo, o Cruzeiro venceu o Palmeiras por 2 a 1 no Pacaembu, em jogo válido pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, a Raposa abriu cinco pontos sobre o Corinthians, vice-líder da competição nacional.

O Cruzeiro começou o jogo de maneira fulminante. Aos 7 minutos, Marquinhos recebeu cobrança de lateral pela direita, ganhou de William Matheus, foi à linha de fundo e cruzou para trás. Ricardo Goulart pegou de primeira e Fábio aceitou. A Raposa abria o placar.

O Palmeiras perdeu a segunda partida seguida e ainda tem o clássico com o Corinthians no próximo dom

O Palmeiras perdeu a segunda partida seguida e ainda tem o clássico com o Corinthians no próximo domingo

Dois minutos depois, Marquinhos voltou a aparecer. Reforço do Cruzeiro para o segundo semestre, o atacante cruzou na área e o zagueiro Manoel, outra novidade do elenco, testou para marcar o segundo da equipe mineira.

Aos poucos, o Palmeiras foi tentando equilibrar o jogo. Aos 31, Leandro finalizou após tabela com Mendieta e parou em boa defesa de Fábio. No rebote, Henrique, perto da pequena área, pegou mal na bola e perdeu chance incrível.

Aos 32, o Verdão perdeu Eguren, que sentiu lesão na perna esquerda e deu lugar a Felipe Menezes. O Alviverde ainda teve boa chance aos 36 minutos, quando o meia que saiu do banco bateu escanteio e viu o cruzeirense Henrique acertar a trave na tentativa de cortar. Mas a Raposa foi para os vestiários vencendo por 2 a 0.

O segundo tempo começou dando esperanças para os palmeirenses. Aos nove minutos, Felipe Menezes cobrou falta em direção à área e o zagueiro argentino Fernando Tobio, indicação de Ricardo Gareca, anotou o primeiro gol do Verdão desde que o treinador assumiu o clube.

Aos 20 minutos, Gareca promoveu a estreia de mais um argentino: Pablo Mouche, que entrou no lugar do vaiado Leandro. O atacante teve boa chance aos 28, quando recebeu bom lançamento de Lúcio e bateu cruzado, levando perigo ao gol de Fábio. Mas a pressão alviverde não foi suficiente para o time buscar o empate.

Na próxima rodada do Brasileirão, o Cruzeiro recebe o Figueirense no sábado, às 18h30. No dia seguinte, o Palmeiras vai à Arena Corinthians pela primeira vez na história para disputar o Dérbi contra o Timão.

 

Agenda política da semana: campanha eleitoral começa dia 5 de julho

Começa a valer a mais desrespeitada regra das campanhas: a de que emissoras de rádio e tv não podem fazer campanha a favor ou contra candidaturas.

Cartas Maior|Antonio Lassance

 
Arquivo

 

A semana é marcada pelo início do calendário oficial de campanha, a partir do domingo (dia 5 de julho).

As candidaturas precisam ser definidas até esta segunda (30 de junho), o que significa que Aécio terá que definir finalmente o seu vice.

As especulações são de que o escolhido seja mesmo o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).

A decisão, se confirmada, indica não apenas um desejo de Aécio por ter uma votação mais expressiva em São Paulo e de selar as pazes com a ala tucana ligada a José Serra.

Pode confirmar as suspeitas de que a adesão do PTB à sua campanha tenha resultado de um acerto meramente monetário. Dentro do próprio PTB, uma ala atribui a defecção do partido, que tem vários cargos no governo, a uma oferta generosa de financiamento de campanha por parte dos tucanos.

O PTB sequer cogitou seriamente oferecer o candidato a vice de Aécio.

Os partido Democratas (DEM) também vai aderir à campanha de Aécio, sem muitas pretensões. Sua convenção nacional (30 de junho) formalizará a aliança que fazem com os tucanos desde o governo FHC. A outra notícia importante relacionada ao DEM depende da decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre a condenação de improbidade contra o ex-governador José Roberto Arruda, no escândalo conhecido como mensalão do DEM. Arruda, embora flagrado recebendo dinheiro vivo, em um vídeo, continua livre, com a ficha “limpa” e podendo disputar eleições.

A partir de 1º de julho, começa a valer o artigo mais desrespeitado da legislação eleitoral brasileira: aquele que impede os veículos de rádio e tevê “veicular propaganda política dar tratamento privilegiado a candidato, partido político ou coligação” (Lei nº 9.504/97, art. 45). Desde 1989, as grandes corporações midiáticas fingem que não fazem nada disso, e os tribunais regionais e o Tribunal Superior Eleitoral fingem que nada veem.

A lei inclusive se dá ao trabalho de deixar claro que também não se pode usar as novelas para fazer alusões favoráveis ou contrárias a qualquer candidatura, ou que favoreçam determinadas campanhas.

No Brasil, como se sabe, as emissoras de rádio e tevê são concessões públicas. Por isso não podem ser utilizadas para favorecer uma candidatura e atacar outras.

No STF, Joaquim Barbosa inicia sua aposentadoria (a promessa é de que ficasse até o final de junho).

No Congresso, a semana é de tentativa de esforço concentrado. No entanto, a oposição, agora engrossada pelo PTB, pretende e pode conseguir obstruir as votações como forma de pressão contra o decreto presidencial que instituiu a Política Nacional de Participação Popular.

O atentado de Sarajevo, revelador das divisões suíças

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Gavrilo Princip, um estudante sérvio-bósnio e membro da Jovem Bósnia, assassina o herdeiro do trono austro-húngaro, o arquiduque Francisco Fernando da Áustria, em Sarajevo, na Bósnia, em 28 de junho de 1914. Ilustração colorida do Le Petit Journal, em 12 de julho de 1914. 

(Keystone)

Há cem anos nacionalistas sérvios assassinavam o arquiduque austríaco Franz Ferdinand em Sarajevo. A imprensa suíça comentou em larga escala esse atentado, elemento desencadeador da I. Guerra Mundial. A leitura dos jornais mostra as divisões que marcaram o país durante todo o conflito.

Em 28 de junho de 1914, o arquiduque Francisco Fernando, herdeiro do trono do Império Austro-húngaro, sofre um atentado por parte de jovens nacionalistas sérvios. No dia seguinte os jornais helvéticos davam ampla cobertura ao episódio.

As mídias mais clarividentes pressentiam mesmo que esse ataque poderia ter consequências incalculáveis. “É um desses eventos que vira tudo de cabeça para baixo, anulam por um instante as conjecturas, apagam os prazos temidos, mas dão origem a perguntas agonizantes que ninguém havia previsto”, escreveu o jornal Tribune de Genebra, por exemplo.

Onda de simpatia

Primeiramente o atentado suscitou uma vaga de simpatia para o Império Austro-Húngaro e, mais particularmente, seu imperador Francisco José, tio de Francisco Fernando. “Todas as simpatias vão ao venerado imperador. Sua carreira, já tão trágica, se tornou sombria no domingo graças a mais uma tragédia”, escreveu o mesmo jornal, em referência aos dramas familiares que marcaram a vida do soberano, especialmente o assassinato da esposa Isabel da Áustria (também conhecida como “Sissi”) e o suicídio do filho Rodolfo.

A morte do casal em Sarajevo, que vivia em um casamento por amor – algo incomum para a época – e que deixava para trás três órfãos, emocionou até os jornalistas. Mesmo oBerner Tagwacht, órgão do Partido Socialista da Suíça e pouco inclinado a ter piedade das cabeças coroadas, não escondeu sua compaixão.

Todavia, além do drama, continuava o olhar voltado ao herdeiro do trono. E nesse caso, as opiniões divergiam. A imprensa católica se lançou em um verdadeiro panegírico, enquanto que oBerner Tagwacht se mostrava muito mais crítico. Para os socialistas, Francisco Fernando era “a encarnação dessa política austríaca que conduz o povo às margens do precipício” e “o representante do militarismo, do imperialismo e do clericalismo”.

A maior parte dos comentaristas, no entanto, acreditava que o herdeiro do trono não era um inimigo dos eslavos. “Longe de desejar que um dos povos do império seja oprimido por outro, Francisco Fernando era um partidário determinado da emancipação das nacionalidades. Princip (o nome do autor do atentado) calunia sua vítima ao afirmar que havia assassinado o opressor dos sérvios. Ele matou aquele a quem o serbismo temia precisamente, pois via que ele iria juntar os eslavos à monarquia pelos laços do coração”, escreveu na época o jornal católico La Liberté.

A constatação é praticamente a mesma na imprensa liberal. “A aberração do atentado se vê, sobretudo, no fato de que o arquiduque Francisco Fernando era justamente considerado como um amigo dos eslavos. Chegamos até mesmo a achar que ele teria podido se satisfazer com a ideia de um terceiro Estado (ao lado da Áustria e da Hungria) dentro da monarquia”, comentou o Der Bund.

Divisão suíça

Durante as quatro semanas que seguiram o atentado, o Império Austro-Húngaro aumentou a pressão sobre seu vizinho sérvio, indo até o ponto de fixar um ultimato inaceitável em uma nota datada de 23 de julho. Por isso, devido ao jogo de alianças, o espectro guerra parecia cada vez mais inevitável. Mas a imprensa suíça está dividida sobre a questão de quem é verdadeiramente o belicista.

Essa divisão não poupa a Suíça. “Apesar do sentimento público se simpatizar por um lado ou outro, a nossa imprensa dá ao exterior o espetáculo de uma diversidade de opinião que demonstra uma falta absoluta de direção”, julgou esse jornal editado em Genebra. Durante todo o conflito, um fosso permanecerá entre a parte latina do país, próxima dos aliados, e a parte germanófona, que não escondia sua simpatia pelos impérios centrais.

A imprensa católica apoia fortemente a política austríaca. “O Império Austro-Húngaro analisou e constatou o perigo que o ameaçava. Ele não quer tardar um minuto para descartá-lo”, publicou o La Liberté.

Esses sentimentos pró-austríacos se cristalizam em uma hostilidade constante à Rússia. “Se o conflito geral ocorrer, a culpa será da Rússia, pois ela não deveria se intrometer na disputa entre a Áustria e a Sérvia. Suas ligações com a Sérvia são apenas uma simpatia criada para a religião cismática. Ela não foi ferida de nenhuma forma e deve manter a calma”, escreveu o jornal católico de Friburgo. “O governo russo foi até ao limite extremo dos limites que uma nação se permitiria para evitar uma guerra”, julgou, por outro lado, o Tribune de Genève.

Esse alinhamento de católicos sobre a posição do Império Austro-Húngaro também escandalizou os socialistas. “Se pegamos nas mãos um jornal católico, é atualmente difícil de saber se ainda estamos lidando, ou não, com uma publicação republicana”, considerou o Berner Tagwacht.

No entanto, deve notar-se que a filiação religiosa ou política não é tudo. O sentimento de proximidade cultural com um grande país vizinho também desempenha um papel. Foi assim que oCorriere del Ticino, portanto muito próximo do partido católico-conservador local, era muito mais crítico em relação à Áustria. Um sinal de simpatia no cantão italófono em relação ao irredentismo italiano frente às minorias italófonas do império. “Lembramos que a política austríaca em relação à Sérvia sempre foi uma política de opressão e de repressão”, declarou o jornal, para quem a propaganda sérvia era apenas “uma reação natural a uma repressão policial que, comparativamente, é muito maior do que aquela que ocorre contra as minorias italianas em Trieste”.

O “mestre da hora”

Dentre os jornais próximos dos meios liberais, as opiniões são divididas. Geralmente a tendência é de culpar a Áustria pelo conflito. “Se a catástrofe que tememos vier a ocorrer, a responsabilidade cairá inteiramente sobre o Império Austro-húngaro, sobre seu soberano, sobre seu governo, sobre o partido militar especialmente, que se dedicou com um ardor detestável a provocar o temido conflito atual”, julga o La Suisse.

Essa opinião é exprimida igualmente na parte germanófona do país. “O fato que, na sua nota, a Áustria não se declare estar disposta a participar de novas negociações, mostra que ela queria a guerra”, afirmou o Neue Zürcher Zeitung.

Continua a posição da Alemanha e do seu imperador, Guilherme II. Para a Tribuna de Genebra, “o futuro da Europa e da civilização está em suas mãos”. Quanto ao La Suisse, o jornal escreveu. “Nessas horas de tempestade, o mundo inteiro tem seus olhos voltados para o soberano que lhe parecia como lhe aparece como o mestre do tempo e que seria suficiente um gesto enérgico para apaziguar as paixões desencadeadas, para pôr fim aos excessos do partido militar austríaco e interromper o rearmamento que seguem febrilmente seu curso das margens do Atlântico até as fronteiras da Ásia.”

Mas esse “gesto enérgico” nunca ocorreu…

O jogo de alianças

Em 1914 existiam dois sistemas antagônicos de alianças: a Tripla Aliança (Alemanha, Áustria-Hungria, Itália) e a Tríplice Entente (Reino Unido, França e Rússia).

O jogo de alianças transformou o conflito local entre a Áustria e a Sérvia em um conflito europeu e, posteriormente, mundial.

Em um primeiro tempo, a Rússia apoiou a Sérvia, enquanto a Alemanha apoiava a Áustria. Depois a França interviu devido a sua aliança militar com a Rússia.

No início fora do conflito, o Reino Unido interveio quando a Alemanha violou a neutralidade belga para penetrar em território francês.

A Itália permaneceu neutra antes de aderir a Tríplice Entente em 1915 para recuperar as minorias italianas do Império Austríaco (Trieste e Tirol do Sul).

Dentre as outras grandes potências, o Império Otomano se juntou às potências centrais em 1915 e os Estados Unidos aos aliados, em 1917.

Por Olivier Pauchard, Adaptação: Alexander Thoele

Mês sagrado do islamismo começa

DIÁRIO DE CUIABÁ|JOANICE DE DEUS

Na próxima semana começa o Ramadã, mês sagrado para o islamismo e durante o qual os muçulmanos praticam o jejum, desde o nascer ao pôr do sol. O Ramadã tem a duração de 30 dias e marca o começo do nono mês muçulmano, seguindo o calendário lunar. 

“Fazer jejum é um dos cinco pilares do Islã. Jejum faz bem para a saúde porque sabemos que a doença sai do estômago e se a pessoa fica sem comer e beber a doença vai embora, ela fica boa e sem vontade de cometer pecados”, explica o sheikh Omar Omama, da Mesquita de Cuiabá. 

Conforme Omama, o jejum é obrigatório para todos que têm mais de 12 anos de idade, exceto para quem possui doenças crônicas como o diabetes. “O muçulmano quando fica sem comer e sem beber consegue pensar nas coisas do pobre e nas coisas que dificultam a vida do pobre. Por isso, no fim do mês a gente paga uma caridade aos pobres”, comentou. 

O objetivo do jejum não é fazer a pessoa sofrer, mas mostrar a necessidade de priorizar o espiritual, lembrando sempre que o corpo e o espírito devem caminhar juntos. Depois do pôr do sol a alimentação é liberada. 

Além do jejum, o testemunho de fé de que Deus (Allah) é único e que Muhammad (Maomé) foi o último profeta, a oração cinco vezes ao dia, doação aos pobres e peregrinação à cidade sagrada de Meca, na Arábia Saudita, são os cinco pilares do Islã, que num contexto religioso, significa total submissão à vontade de Deus. 

Do nascer ao pôr do sol, os muçulmanos também devem se abster da relação sexual e de fumar. “É proibido fumar porque a fumaça entra no corpo e isso quebra o jejum”, explicou. O Ramadã é considerado sagrado porque foi neste mês que o Alcorão foi revelado durante um período de 23 anos ao profeta Muhammad (Maomé). 

Até o fim do mês, a Mesquita de Cuiabá mantém uma tenda na Avenida Coronel Escolástico, região central da capital, onde estão sendo distribuídos gratuitamente livros em vários idiomas (português, inglês, espanhol, italiano, entre outros) com o intuito de divulgar o islamismo. 

São mais de 100 mil edições que falam sobre temas como “Muhammad – O mensageiro de Deus”, “A mulher no Islam – Mito e Realidade”, “Meu grande amor por Jesus me conduziu ao Islã”, entre outros. “Em dois dias já distribuímos mais de 10 mil livros”, informou. 

Quem também deseja conhecer um pouco mais sobre o islamismo pode agendar visitas à Mesquita de Cuiabá por meio do e-mailsbmc@islamcuiaba.com ou pelo facebook sheikh Omar Omama. 

Empréstimo de R$ 4 mi deu início a esquema

Dívida de R$ 4 milhões foi contraída junto a Júnior Mendonça em 2008 e quitada com recursos oriundos de um precatório da extinta Sanemat

Diário de Cuiabá|Laura Nabuco

O empréstimo ilegal que deu início ao esquema de lavagem de dinheiro alvo da operação Ararath, deflagrada pela Polícia Federal, teve como beneficiário o governador Silval Barbosa (PMDB) e foi quitado com recursos públicos, oriundos de um precatório da extinta Companhia de Saneamento do Estado de Mato Grosso (Sanemat). 

É o que afirma a decisão do juiz federal Jeferson Schneider que autorizou mandados de busca e apreensão contra, pelo menos, 20 acusados de envolvimento no esquema. 

Conforme o despacho, o empréstimo, no valor de R$ 4 milhões, foi contraído por Silval em 2008 junto ao empresário Gércio Marcelino Mendonça Júnior, o Júnior Mendonça. À época, o governador ainda ocupava a cadeira de vice. 

A transação contou com a participação do então secretário de Estado de Fazenda Eder Moraes (PMDB), que assinou uma nota promissória no mesmo valor do empréstimo. No documento, constava como avalista, além de Eder, o próprio Silval. 

Ainda de acordo com a decisão, o débito não foi quitado na data prevista, tendo Júnior Mendonça, então, procurado Eder na sede da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) para cobrar a dívida. Na ocasião, o ex-secretário teria garantido o pagamento de R$ 4,750 milhões. 

Em depoimento à PF, Júnior Mendonça afirmou, segundo a decisão, que Eder Moraes ainda lhe confidenciou ter por receber à época cerca de R$ 9,5 milhões. 

O valor seria parte de um precatório de R$ 19 milhões devido à empresa Hidrapar Engenharia Civil Ltda. por conta de uma demanda contra a Sanemat. 

O escritório Tocantins de Advocacia seria o responsável por fazer o pagamento ao ex-secretário e, por isso, também a Júnior Mendonça. Para isso, seria aberta uma conta-corrente conjunta entre o escritório e a empresa Trimec Construções e Terraplanagem Ltda., cujo sócio proprietário é Wanderley Torres. 

A partir daí, conforme o juiz federal, foi que teve início “o que se denominou chamar de ‘conta-corrente’, por meio do qual Gércio Marcelino Mendonça Júnior, via suas empresas Global Fomento Ltda. e Comercial Amazônia Petróleo Ltda., operando conjuntamente com Eder de Moraes Dias instituição financeira clandestina, realizaram inúmeros outros empréstimos em favor do grupo político (Blairo Maggi e Silval Barbosa), assim como transferências bancárias para fins de ocultar a origem ilícita dos recursos”. 

CAMPANHA ELEITORAL – A decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), cita um segundo empréstimo, também no valor de R$ 4 milhões, feito por Júnior Mendonça ao governador Silval Barbosa. 

A transação teria sido realizada em 2010, quando o peemedebista concorreu ao cargo de chefe do Executivo. A campanha, aliás, teria sido a justificativa para o pedido. Silval, todavia, teria a intenção de receber pelo menos R$ 7 milhões, valor que não foi aceito pelo empresário. 

47ª Festa da Uva de Louveira e 4ª Expo Caqui começa dia 17

ImagemO maior e mais tradicional evento da cidade, a Festa da Uva de Louveira, começa no próximo dia 17 de maio, na Área de Lazer do Trabalhador, localizada na Rodovia Romildo Prado, km 1. A abertura oficial do evento está marcada para as 11h e toda a população está convidada a prestigiar este momento juntamente com o prefeito Junior Finamore, autoridades, produtores rurais, familiares e convidados. A 47ª da Festa da Uva e 4ª ExpoCaqui acontece nos dias 17, 18, 23, 24, 25, 30 e 31 de maio e 1º de junho, das 10h às 24h. A entrada será gratuita exceto aos sábados e domingos, quando após as 17h será cobrado R$ 5,00.

Este ano, a FUL tem como tema “Terra da Videira: uma Terra de muitas Nações” e promete inovar trazendo uma grande diversidade de atrações que, de uma maneira ou outra, irão mostrar ao público um pouco de cada cultura trazida pelos diversos povos que compõe esta rica cidade. Seja na culinária nordestina, mineira, na caipira ou ainda em especialidades gastronômicas inspiradas em outros países, a ideia é que os turistas se divirtam e saboreie cada receita. A Festa da Uva também conta com diversos stands de venda de frutas selecionadas, exposição e leilão de frutas premiadas, feira de artesanato, mini shopping, shows regionais, apresentação de grupos folclóricos, danças típicas, espetáculo teatral e parque de diversões.

A Prefeitura vai disponibilizar dois trenzinhos que circularão pela cidade conduzindo as pessoas até a Área de Lazer. O funcionamento será das 10h às 22h aos sábados e domingos e das 18h às 22h nas sextas-feiras.

Circo

Uma das atrações inéditas que irá marcar a edição 2014 da FUL será o grande circo montado dentro do recinto da festa que terá apresentações gratuitas para a população. No picadeiro, a alegria dos palhaços, acrobatas, globo da morte e as emocionantes evoluções aéreas serão uma oportunidade de diversão diferenciada para todas as idades.

Serão três apresentações no sábado e três no domingo, sendo duas no período da tarde (13h e 17h) e uma no período da noite (19h30). Nas sextas-feiras haverá apenas uma apresentação às 19h30. As vagas são limitadas e a capacidade do circo é de 400 lugares.

Fora da lona os artistas também realizarão apresentações circenses itinerantes com palhaços e acrobatas interagindo com o público.

Passeios e bailes

Sucesso garantido todos os anos, um dos serviços mais procurados pelos turistas durante a festa é o passeio pelo roteiro do turismo rural de Louveira, que durante o trajeto pelas propriedades rurais mostra um pouco da história da cidade e revela a beleza dos campos cultivados com plantações de uva, caqui e outras frutas. A fabricação do vinho, da cachaça, vinagre, sucos e de outros produtos artesanais também podem ser apreciados pelos turistas. Os passeios acontecem aos sábados e domingos das 10h às 16h.

Pensando também no público da melhor idade, todos os domingos, às 14h, terá Baile da 3ª Idade com música ao vivo ao som da banda Trio Los Angeles. A entrada é gratuita. 

Os shows (Palco Principal)

A 47ª Festa da Uva reservou uma programação musical variada para agradar toda a família. Nestes oito dias de evento os visitantes poderão assistir a grandes shows como Sérgio Reis e Renato Taixeira (sertanejo – dia 17/05 – às 12h), Dunga (show católico- 17/05 – às 15h), Paralamas ( pop rock – dia 17/05 – às 21h), Fundo de Quintal (pagode – dia 18/05- às 15h), Elba Ramalho (forró – dia 18/05 – às 21h), Cavaleiros do Forró (forró- dia 23/05 – às 21h), Marcos Paulo e Marcelo (sertanejo- dia 24/05- às 15h), Nando Reis (pop rock/MPB – dia 24/05 – às 21h), Dudinha e a Galinha Pintadinha (infantil- dia 25/05 – às 15h), João Neto e Frederico (sertanejo- dia 25/05 – às 21h); Hugo & Tiago (sertanejo dia 30/05 – às 21h), Marcos e Mancini (sertanejo – dia 31/05- às 15h), Fernandinho (gospel – dia 31/05 – às 21h), Danny Pink ( infantil – dia 1/06 – às 15h) e Paula Fernandes (sertanejo – dia 1/06- às 21h).

Acompanhe a programação :

Palco Principal- (Palco 1)

Dia 17 de maio (sábado)

12h – Sérgio Reis e Renato Teixeira

15h- Dunga

21h – Paralamas do Sucesso

Dia 18 de maio (domingo)

15h- Grupo Fundo de Quintal

21h- Elba Ramalho

Dia 23 de maio (sexta-feira)

21h- Cavaleiros do Forró

Dia 24 de maio (sábado)

15h- Marcos Paulo & Marcelo

21h- Nando Reis

Dia 25 de maio (domingo)

15h- Dudinha e a Galinha Pintadinha

21h- João Neto & Frederico

Dia 30 de maio (sexta-feira)

21h- Hugo & Tiago

Dia 31 de maio (sábado)

15h- Marcos & Mancini

21- Fernandinho

Dia 01 de junho (domingo)

15h- Danny Pink

21h- Paula Fernandes

Palco 2- Shows Regionais

Dia 17 de maio (sábado)

14h- Banda Mistura Acústika

17h- Banda Triz

18h- Banda Veraneio

19h- Rota 71

20h- Brasil in Conserto

Dia 18 de maio (domingo)

11h-Brasduo

12h- Rafael Amarante Trio

17h- Grupo Duplo Sentido

18h- Banda Mallana

19h- Virado à Paulista

20h- Forró Candiá

Dia 23 de maio (sexta-feira)

19h- Xapa Koko

20h- Abuzados do Forró

Dia 24 de maio (sábado)

12h- Juliano Gaitero

13h- Tona e Alaor

14h- César Paiva

17h- Mega Driver

18h- Marcos Paiva & Jota Ferraz

19h- Solidão a Dois

20h- Banda Vox

Dia 25 de maio (domingo)

12h- Deixa Rolar

17h- Banda Astral Sertanejo

18h- Gabriel Araujo

19h- 100 Dollars

20h- Lucas e Ruan

Dia 30 de maio (sexta-feira)

19h- Grupo Paraná

20h- Fogaum e Biasi

Dia 31 de maio (sábado)

13h- Quarteto Proseando

14h- Kasser & Kleber

17h- Cássio San

18h- Valdete Moraes

19h- Aviva Soul

20h- Ministério de Louvor Shekinad

Dia 01 de junho (domingo)

12h- Fábio Porte

17h- Trio Braga

18h-Montreal & Santarém

19h- Zell Stefany

20h- Reprise Inédita

Atrações Itinerantes

Apresentação da Banda Marcial de Louveira “BAMALO”

Apresentação da Corporação Musical Progresso Louveirense

Danças Típicas

Apresentação de Grupos Folclóricos

Apresentações circenses

Sombras, Família Italiana

Apresentação de dança (dança do ventre, ballet, jazz)

Espetáculo teatral “O luxo do lixo” – CCR AutoBan

Fonte: Site PML

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio