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Tortano (pão de calabresa), do Fornalha Palmares

04/07/2014 | A Tribuna |  | Categoria: Massas

Forneria Palmares - Pão de linguiçafotos: ALEXSANDER FERRAZ

 
  • Ingredientes:
  • 2 kg de farinha de trigo;
  • 500g de banha de porco;
  • 30g de sal; 2
  • 00g de parmesão ralado;
  • 100 ml de água e
  • 10g de fermento biológico seco.
Essa é uma receita clássica italiana. A massa é rica e macia e o recheio é de calabresa. O chef Wilson Roque Jr., doRestaurante e Pizzaria Fornalha Palmares (Canal 4, Santos) é quem dá as dicas do pão que é servido no seu restaurante. Que tal fazer para assistir ao jogo e dar sorte para o Brasil?

Preparo: coloque na batedeira (c’om ganchos para massa) a farinha de trigo, o sal, o fermento a água e ligue. Quando a massa tiver absorvido todos os ingredientes adicione o parmesão e a banha e bata até que a massa absorva todos os ingredientes e fique compacta. Quando estiver pronta, boleie a massa em duas bolas e deixe descansar por 15 minutos. Quando tiver fermentado, abra a massa, recheie e cubra com outra massa. Enrole como um rocambole coloque em uma assadeira de bolo untada de azeite e cubra de parmesão, deixe fermentar por mais uma hora e asse em forno a 180°C por uma hora e meia. Se você não tiver uma batedeira pode-se misturar e sovar na mão, mas deve ser rápido, pois quanto tempo menos se mexe na massa melhor — este tipo de massa não gosta de agressão, segundo o chef Roque Jr., ficará mais gostoso se a massa for aberta bem fininha, quase um véu, assim o recheio ficará mais evidente e mais gostoso. Se for de calabresa é só cortar a calabresa em rodelas ou se preferir pode-se usar presunto, muçarela, tomate cortado em cubos e orégano.

Operação para destruir armas químicas sírias começa na Itália

As armas químicas da Síria estam a bordo do cargueiro Ark Futura, da Dinamarca (foto) e serão transferidas para o navio Cape Ray, dos Estados Unidos, na próxima quarta-feira(3).

As armas químicas da Síria estam a bordo do cargueiro Ark Futura, da Dinamarca (foto) e serão transferidas para o navio Cape Ray, dos Estados Unidos, na próxima quarta-feira(3)|REUTERS/Ciro De Luca
RFI

A destruição das armas químicas do regime sírio começou nesta quarta-feira (2) pela manhã no porto italiano de Gioia Tauro, na Calábria. Os 78 contêineres que chegaram transportados pelo navio dinamarquês Ark Futura estão sendo transferidos para o navio americano Cape Ray, que destruirá o arsenal químico em alto mar.

Uma fragata da marinha italiana e um helicóptero das Forças Armadas estão supervisionando a operação. Os inspetores da Organização para a Proibição de Armas Químicas montaram a bordo do navio americano para controlar a quantidade, o tipo e as embalagens das armas.

O navio dinamarquês deixou o porto de Latáquia, na Síria, no dia 23 de junho. A operação de transferência do material químico para o navio americano deverá durar cerca de 20 horas. O Cape Ray dispõe de equipamentos necessários para destruir o arsenal sem risco para o meio ambiente.

Vias de acesso são bloqueadas

As vias de acesso ao porto calabrês foram bloqueadas e bombeiros estão de plantão para agir em caso de incidente. “Não se trata de uma operação de rotina, é uma operação militar e a preocupação é grande”, explicou um dos sindicalistas do porto, Domenico Macri.

Os bombeiros foram encarregados de verificar eventuais vazamentos tóxicos e a agência de aviação italiana proibiu os voos até amanhã em um raio de 1,1 quilômetros em torno do porto Gioia Tauro.

A destruição das armas químicas sírias foi decidida em setembro do ano passado, em um acordo assinado entre os Estados Unidos e a Rússia, aliada do regime de Damasco. O acordo evitou uma intervenção militar no país, palco de uma guerra civil desde março de 2011 que já deixou mais de 150 mil mortos.

As potências ocidentais ameaçaram invadir a Síria depois do ataque químico em Ghouta, na periferia de Damasco, no dia 21 de agosto, que deixou dezenas de vítimas. Esse atentado foi considerado a “gota d’água” para muitos países, até então reticentes a uma ação militar contra o governo sírio.

Cerca de 30 imigrantes são encontrados mortos em barco perto da Sicília

ROMA (Reuters) – Cerca de 30 imigrantes foram encontrados mortos em um barco lotado de pessoas perto da costa da Sicília, informou a Marinha da Itália, que resgatou outros milhares que tentavam no fim de semana cruzar o mar vindos do norte da África.

A Marinha acredita que eles morreram por afogamento ou asfixiados no barco pesqueiro superlotado.

A descoberta dos corpos no domingo evidenciou a escala da crise nas águas ao sul do Mediterrâneo, onde centenas de pessoas morreram na perigosa travessia para a Europa, e outras dezenas de milhares foram resgatadas de barcos precários.

Mais de 5.000 pessoas foram resgatadas no fim de semana, o que eleva para 50.000 o número de imigrantes que chegaram à Itália este ano vindos do norte da África, muitos fugindo da guerra e da convocação forçada para o Exército.

(Reportagem de Isla Binnie)

Polícia italiana apreende recorde de haxixe no litoral da Sicília

AFP – Agence France-Presse

27/06/2014 

A policia financeira italiana apreendeu esta semana 42,7 toneladas de haxixe no litoral da Sicília, uma recorde na Europa.

A droga estava no cargueiro “Aberdeen”, com bandeira de Togo e no qual viajavam um grupo de libaneses e a tripulação formada por indianos e sírios, informou o Serviço de Alfândega Francês.

O barco se dirigia para um porto do Mediterrâneo oriental, talvez na Líbia, Grécia ou Albânia, e depois a droga iria circular pela Europa ocidental.

Chiellini critica arbitragem da partida contra o Uruguai: ‘Lances ridículos’

Italiano reclama da expulsão de Marchisio e suposta mordida de Suarez: ‘Veremos se os testes da Fifa servem para algo…’

O DIA

Natal – A derrota para o Uruguai e a eliminação italiana da Copa do Mundo repercutem intensamente nos bastidores da Azzurra. Após o pedido de demissão de Cesare Prandelli e a renúncia do presidente da Federação, foi a vez de Chiellini não conter a raiva e reclamar da arbitragem da partida desta terça-feira. Segundo o zagueiro, alguns lances polêmicos acabaram interferindo na partida e culminando na eliminação da Itália. A expulsão de Marchisio e a mordida de Suárez são os maiores alvos de reclamação.

Chiellini reclamou de mordida do atacante Suárez

Foto:  Reuters

“O juiz mudou o jogo. As decisões do árbitro foram vergonhosas. Esses episódios afetam muito o jogo e a Fifa ainda permite. As imagens mostraram tudo, vamos ver se esses testes da televisão são realmente utilizados”, reclamou.

O descontentamento do zagueiro é gigante e fez o atleta não poupar as críticas em momento algum: “A expulsão do Marchisio foi ridícula e o lance do Luis Suárez foi pior ainda. Essas ações afetaram o jogo e, o pior, é que o árbitro viu. A partida foi totalmente condicionada pela arbitragem”.

Com a derrota por 1 a 0, a Itália ficou na terceira colocação do Grupo D, com apenas três pontos. O desempenho fez com que a Azzurra não garantisse vaga nas oitavas de final e já comece a fazer as malas para voltar para casa.

Homem mata família e vai assistir jogo da Itália

DIÁRIO DA MANHÃ|LUDMILLA MOREIRA

Um homem chamado Carlo Lissi matou a esposa e as duas filhas e foi com os amigos assistir ao jogo entre Inglaterra e Itália, no último sábado (14), pela Copa do Mundo. Na partida, a Itália venceu o rival por 2 a 1. O homem cortou a garganta da esposa e das filhas gêmeas, de apenas 1 ano e 10 meses.  

A polícia italiana informou que depois do triplo assassinato ele jogou a faca utilizada em um bueiro, enquanto se dirigia a um bar para assistir o jogo de futebol.  

Depois da partida, Carlo voltou para casa e ligou à polícia, dizendo apenas que havia encontrado os corpos da mulher e das filhas.  

A primeira hipótese da polícia era de que a mulher teria matado as crianças e depois cometido suicídio. Mas, após pressionarem o homem, ele confessou o assassinato da família. A motivação seria a paixão dele por outra mulher.  

Com informações do ‘Yahoo’. 

Foto:Reprodução

Foto:Reprodução

 

Museu russo compra Alfa Romeo que foi de Mussolini

Carro é um modelo único construído em 1937

O veículo oficial do ditador italiano Benito Mussolini, um Alfa Romeo conversível que deverá ser totalmente restaurado, foi vendido neste sábado por 180 mil euros (mais taxas), em um leilão organizado em Caen-Carpiquet, no oeste da França. Segundo o leiloeiro Lô Dumont, o carro foi comprado por um museu russo, cujo nome não foi revelado. 

O carro é um modelo único construído em 1937 pelo então rei da Itália, Vítor-Emmanuel III, e depois foi o veículo oficial de Mussolini, contou o especialista Xavier Aiolfi.

Fonte: AFP

Itália e Inglaterra treinam na Arena da Amazônia para jogo em Manaus

Ingleses e italianos evitam polêmica com o estado do gramado da Arena. Jogo é neste sábado, às 18h

MANAUS – As seleções da Itália e da Inglaterra treinaram nesta sexta-feira (13) na Arena da Amazônia, em Manaus, para o duelo que acontece neste sábado (14) pela Copa do Mundo de FutebolA delegação italiana desembarcou em Manaus durante a tarde, enquanto osingleses encontram-se no Amazonas desde a última quinta-feira (12).

Steven Gerrard, capitão da Inglaterra, e Roy Hodgson, treinador da seleção inglesa

A imprensa pôde acompanhar apenas os 15 primeiros minutos dos dois treinamentos. Durante este período, ingleses e italianos treinaram apenas a parte física. Com relação a Inglaterra, apenas um jogador não participou da atividade: o meio-campista Alex Oxlade-Chamberlain, com uma lesão do joelho, está fora da estreia contra os italianos. O atacante Danny Welbeck, que também se recupera de uma lesão, participou normalmente da atividade e deve jogar.

Após o treinamento, o técnico Roy Hodgson e o capitão da seleção inglesa, Steven Gerrard, participaram de uma entrevista coletiva. Ambos evitaram entrar em polêmica com relação aogramado da Arena da Amazônia, que foi bastante criticado pela imprensa internacional por um possível mau estado. Gerrard também minimizou a preocupação com o calor em Manaus.

Seleção da Itália treina na Arena da Amazônia para jogo contra a Inglaterra

Pelo lado da Itália, o único desfalque é o lateral-direito De Sciglio. O jogador sofreu uma contratura muscular na coxa esquerda na última quinta-feira (11) e está vetado para o jogo contra os ingleses. Após o treinamento, o técnico Cesare Prandelli e o meio-campista Antonio Candreva concederam entrevista coletiva. O treinador italiano classificou o estado do gramado da Arena como “bom, não excepcional”. Itália e Inglaterra se enfrentam na Arena da Amazônia neste sábado (14), às 18h.

 

Marinha da Itália socorre mais de 3.500 clandestinos em 24 horas

Milhares de clandestinos foram salvos nesta sexta-feira, 6 de junho de 2014, pela Marinha italiana.

Milhares de clandestinos foram salvos nesta sexta-feira, 6 de junho de 2014, pela Marinha italiana|Reuters/Antonio Perinello

A Marinha da Itália anunciou nesta sexta-feira (6), que nas últimas 24 horas prestou socorro a cerca de 2.500 clandestinos que tentavam atravessar o Mar Mediterráneo a bordo de 17 embarcações construídas em condições precárias, sem nenhuma segurança. Com a proximidade do verão, as tentativas de clandestinos vindos da África para chegar à Europa aumentam a cada dia.

A Itália continua a lutar contra a chegada de imigrantes que tentam chegar à costa do país em busca de melhores condições de vida.

A maioria vem da Líbia, Eritreia e Síria, assim como das nações mais pobres da África subsaariana. Eles utilizam embarcações construídas sem nenhuma norma de segurança, que em geral  estão superlotadas e afundam, causando verdadeiras tragédias.

Solidariedade em alto mar

Nesta sexta-feira (6), um número impressionante de pessoas foram socorridas por navios italianos e de banderias estrangeiras.

A grande embarcação de transporte italiana San Giorgio recuperou 998 pessoas, das quais 214 mulheres e 157 crianças. Outros quatro navios mercantis que estavam na região, com bandeiras de Hong Kong, Moldávia e Panamá, também auxiliam a recolher centenas de pessoas em perigo.

Cerca de 440 imigrantes foram conduzidos ao porto de Augusta, na Sicília. Um homem suspeito de ser o comandante de um dos navios foi preso.

A Itália vem reclamando junto à União Europeia uma política de apoio para acolher os milhares de imigrantes que tentam entrar em seu território. O primeiro-ministro Matteo Renzi reforçou o pedido nos últimos dias, diante do aumento da afluência de clandestinos no país.

 

 
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Marinha da Itália socorre mais de 3.500 clandestinos em 24 horas

Milhares de clandestinos foram salvos nesta sexta-feira, 6 de junho de 2014, pela Marinha italiana.

Milhares de clandestinos foram salvos nesta sexta-feira, 6 de junho de 2014, pela Marinha italiana.

Reuters/Antonio Perinello

A Marinha da Itália anunciou nesta sexta-feira (6), que nas últimas 24 horas prestou socorro a cerca de 2.500 clandestinos que tentavam atravessar o Mar Mediterráneo a bordo de 17 embarcações construídas em condições precárias, sem nenhuma segurança. Com a proximidade do verão, as tentativas de clandestinos vindos da África para chegar à Europa aumentam a cada dia.

 

 

A Itália continua a lutar contra a chegada de imigrantes que tentam chegar à costa do país em busca de melhores condições de vida.

A maioria vem da Líbia, Eritreia e Síria, assim como das nações mais pobres da África subsaariana. Eles utilizam embarcações construídas sem nenhuma norma de segurança, que em geral  estão superlotadas e afundam, causando verdadeiras tragédias.

Solidariedade em alto mar

Nesta sexta-feira (6), um número impressionante de pessoas foram socorridas por navios italianos e de banderias estrangeiras.

A grande embarcação de transporte italiana San Giorgio recuperou 998 pessoas, das quais 214 mulheres e 157 crianças. Outros quatro navios mercantis que estavam na região, com bandeiras de Hong Kong, Moldávia e Panamá, também auxiliam a recolher centenas de pessoas em perigo.

Cerca de 440 imigrantes foram conduzidos ao porto de Augusta, na Sicília. Um homem suspeito de ser o comandante de um dos navios foi preso.

A Itália vem reclamando junto à União Europeia uma política de apoio para acolher os milhares de imigrantes que tentam entrar em seu território. O primeiro-ministro Matteo Renzi reforçou o pedido nos últimos dias, diante do aumento da afluência de clandestinos no país.

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