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Ex-corintiano marca, e Bolívar faz história na Libertadores

O Bolívar fez história na noite desta quinta-feira na Copa Libertadores. Com gol do ex-corintiano Juan Carlos Arce, que também tem passagens por Portuguesa e Sport no Brasil, no fim do segundo tempo, o time boliviano venceu o Lanús por 1 a 0 na altitude de La Paz e garantiu a primeira semifinal de uma equipe do país na história em 54 anos de Copa Libertadores – o duelo de ida havia terminado em empate por um gol na Argentina. 

Com o resultado, a equipe boliviana enfrentará na inédita semifinal boliviana do torneio o San Lorenzo. A equipe de Almagro eliminou o Cruzeiro, último brasileiro remanescente no torneio, na noite da última quarta-feira para seguir vivo na disputa do campeonato internacional. 

A melhor participação de uma equipe boliviana no atual formato da Copa Libertadores até então foi a chegada às quartas de final. O feito foi conseguido pelo próprio Bolívar em quatro ocasições: 1997, 1998 e 2000, além da atual edição.

A semifinal, portanto, é inédita para o país presidido por Evo Morales – em formatos anteriores, o próprio Bolívar, Jorge Wilstermann e Blooming chegaram a uma fase de grupos antes da final, mas nem sequer ficaram entre os quatro melhores dos torneios na classificação final. 

Na partida desta quinta-feira, o Bolívar fez boa exibição e controlou o adversário durante o confronto – tinha a vantagem de poder empatar por 0 a 0 para avançar e sofreu poucos sustos. No segundo tempo, a situação boliviana ficou ainda melhor com a expulsão do adversário Izquierdoz, que desferiu um soco na barriga de um adversário e recebeu cartão vermelho direto. 

O homem a mais em campo deu espaço para o Bolívar, que passou a criar e perder chances, Aos 41min do segundo tempo, Arce aproveitou rebote da trave e chutou com o gol vazio para marcar o gol da histórica classificação. O Lanús se jogou ao ataque e até teve oportunidades, mas acabou eliminado da competição. 

Fonte: Terra

Após revés, cruzeirenses acreditam em virada no Mineirão

Estadão Conteúdo

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Depois da derrota por 1 a 0 para o San Lorenzo, na noite de quarta-feira, em Buenos Aires, o Cruzeiro tratou de mostrar confiança para o jogo de volta, que acontece na próxima quarta, no Mineirão. Agora, só a vitória sobre os argentinos garante a vaga cruzeirense na semifinal da Libertadores.

“Estou absolutamente confiante para o jogo de volta. Da mesma forma que eles foram empurrados pela torcida (no duelo em Buenos Aires), seremos empurrados no Mineirão, onde temos um bom aproveitamento. Esperamos que a gente possa modificar essa situação, preparando bem, mobilizando bem para este jogo. Temos todas as condições de classificar, embora a equipe do San Lorenzo seja muito rápida e madura também”, avaliou o técnico Marcelo Oliveira, após a derrota na Argentina.

Segundo o treinador, o Cruzeiro fez um primeiro tempo fraco em Buenos Aires – “Erramos na parte técnica e jogamos muito pouco”, admitiu -, mas conseguiu reagir na segunda etapa. Apesar disso, acabou sofrendo o gol do San Lorenzo. “Levamos um gol em uma jogada improvável. O Cruzeiro é muito bom na bola área e nós nos aproximamos muito do Fábio, possibilitando o gol”, lamentou.

Os jogadores do elenco cruzeirense seguiram o mesmo discurso do treinador. “Temos que acreditar. Nosso time tem um potencial muito grande, é um time rápido que sabe jogar bem como mandante. Em casa, o nosso time sabe fazer gols. Vamos chegar lá, fazer o nosso melhor e usar o torcedor como 12º jogador no Mineirão”, avisou o zagueiro Dedé.

Léo se diz pronto para ajudar Cruzeiro na Argentina

Estadão Conteúdo

Reserva dos titulares absolutos Dedé e Bruno Rodrigo, Léo vai ganhar uma oportunidade na zaga do Cruzeiro em um dos momentos mais importantes da temporada. Afinal, ele foi o escolhido para substituir Bruno Rodrigo, suspenso, no jogo de ida das quartas de final da Copa Libertadores, quarta-feira, diante do San Lorenzo, na Argentina. Ele garante estar pronto para ajudar o time na partida decisiva.

“Procuro sempre dar apoio aos companheiros que estão jogando, sabendo que as oportunidades sempre aparecem, como no ano passado quando eu joguei em momentos decisivos. Dia a dia procuro trabalhar, sabendo que a chance sempre vai aparecer, para que assim eu posso estar preparado para quando a oportunidade surgir”, afirmou.

Escolhido para substituir Bruno Rodrigo, Léo foi poupado por Marcelo no duelo com o Atlético-PR, no último sábado, para não correr riscos de se lesionar antes do jogo na Argentina, mesmo que tenha disputado apenas sete partidas na temporada.

“É um jogo que vale muito. O Marcelo fez isso exatamente visualizando o jogo de quarta-feira. Um jogo importante, que representa o nosso o principal objetivo para este semestre que é passar de fase. Vamos com tudo, sempre preparados e concentrados para que possamos fazer um bom jogo”, destacou.

Léo garante que se entende bem com Dedé a falta de entrosamento não atrapalhará o seu desempenho. “A gente já teve algumas partidas que atuamos juntos. É tranquilo. Nós temos que procurar sempre estar conversando e alertando um ao outro. Mas creio que entrosamento não vai faltar, porque a gente já vem treinando, cada vez mais aperfeiçoando isso, para que a gente cumpra o nosso papel dentro de jogo”, comentou.

Levir Culpi rebate Diego Tardelli e diz: ‘Ele não chutou a gol’

Este foi o segudo jogo de Levir Culpi no comando do Galo

 
Estadão Conteúdo
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A reclamação de Diego Tardelli por ter sido substituído durante o empate do Atlético Mineiro por 1 a 1 com o Atlético Nacional, na noite de quinta-feira, no Independência, pelas oitavas de final da Copa Libertadores, não passou em branco. Após a eliminação do time no torneio continental, o técnico Levir Culpi justificou a sua mexida com o que considerou uma atuação apagada e pouco decisiva do atacante.

“Ele está certo, quem tem de responder e substituir é o treinador, ele tem de jogar. Já falei para eles, sabem exatamente isso, jogador para mim é número, se não tiver número, sai. Nenhum chute, assistência e para atacante é muito pouco. E eles sabem disso. O Tardelli talvez seja o melhor nas estatísticas, mas não comigo. Comigo não deu um chute a gol”, disse.

Um dos destaques do Atlético-MG na conquista do título da Libertadores no ano passado, Tardelli não vem conseguindo repetir o mesmo desempenho em 2014, afinal marcou apenas dois gols em 18 partidas nesta temporada. E Levir avisou que o atacante precisa recuperar as suas boas atuações para seguir sendo escalado. “Se não chuta, não dá assistência, por que ficar no campo? Quanto tempo pode ficar sem jogar sem a sua plenitude?”, questionou o treinador.

Eliminado da Libertadores, o Atlético-MG agora volta as suas atenções para o Campeonato Brasileiro. Ainda em busca da sua primeira vitória na competição, o time vai enfrentar o Goiás, em casa, no próximo domingo, em partida válida pela terceira rodada.

Morreu no Horto! Galo é novamente castigado no fim e está eliminado

Lancepress

O Atlético nacional, da Colômbia, conseguiu o empate e classificação aos 43 minutos do segundo tempo

O Atlético nacional, da Colômbia, conseguiu o empate e classificação aos 43 minutos do segundo tempo

Não foi como das últimas vezes. Assim como aconteceu na edição passada, o Atlético-MG começou a fase de mata-mata da Libertadores precisando da força do Horto para fazer mais uma vítima no torneio, mas, assim como na partida de ida contra o Nacional de Medellín, foi castigado com um gol no final do jogo que pôs fim ao sonho do bicampeonato da América. Diante da Massa, o Atlético-MG empatou em 1 a 1 contra o Nacional e saiu de campo eliminado do torneio continental.

Diferente do que tem acontecido nos jogos do Galo no Independência, o Nacional iniciou a partida com uma proposta ofensiva e sem se retrancar. O Atlético mostrou mais vontade, mas os primeiros minutos de jogo foram de muito equilíbrio, principalmente no meio campo. O estilo truncado favorecia aos colombianos, mas ainda antes dos 20 minutos tomar o relógio, o Atlético abriu o marcador e igualou o placar agregado. No cruzamento rasteiro de Jô, Tardelli carimbou a trave, mas Fernandinho pegou a sobra e, quase de fora da área, bateu bonito no canto esquerdo de Armani.

Apesar de diminuir um pouco a pegada no campo do adversario após o gol, o Atlético contou com uma ótima participação defensiva de seus jogadores. Os mais cobrados nas últimas partidas, Ronaldinho Gaúcho e Diego Tardelli mostraram muita vontade em campo, correndo bastante e auxiliando na marcação. O apetite do Nacional para empatar a partida deixou o jogo mais aberto tanto pelo meio, quanto pelas laterais, com as duas equipes atacando, arriscando e se lançando ao ataque com muita intensidade.
Novo castigo no fim desclassifica o alvinegro

Sem o mesmo ímpeto do primeiro tempo, o Atlético voltou para a etapa final com mais vontade, mas sem oferecer tanto perigo ao Nacional. Os colombianos já não sofriam uma marcação com tanta pressão como foi no início, o que permitia aos visitantes trocarem bolas com frequência antes de preparar as jogadas. A primeira grande chance alvinegra só saiu aos 24 minutos, em cruzamento de Jô, em que a bola cruzou toda a extensão da área.

Ciente da necessidade de pelo menos mais um gol, Levir promoveu as entradas de Guilherme e Réver. Quando o Galo voltou a colocar pressão, o Nacional chegou com Cárdenas invandindo a área. Não fosse Victor, o time colombiano teria empatado o jogo faltando apenas 15 minutos para o fim. O lance serviu para o Galo acordar, apertar a marcação e tentar os últimos suspiros para marcar mais um.

Não faltou pressão. O Galo continuou em cima. Mesmo com a má atuação pelas laterais, o time foi com tudo, ora com a razão, ora no desespero. Na finalização de Guilherme, a bola saiu fraca demais. Já no chute de Ronaldinho, o chute no meio do gol facilitou a vida de Armani. E mais uma vez, o castigo veio no final do jogo. Aos 43 minutos, o cruzamento pela esquerda cruza toda a área, o goleiro Victor falha ao tentar espalmar e Duque (em impedimento) completa para o fundo do gol. Foi o golpe de misericória para o Galo, que saiu do Horto sem sequer ver o time tentar a classificação na disputa dos pênaltis.

FICHA TÉCNICA
ATLÉTICO-MG 1×1 ATLÉTICO NACIONAL DE MEDELLÍN
Local: Arena Independência, em Belo Horizonte (MG)
Data-hora: 1/5/2014 – às 19h15
Árbitro: Patricio Loustau (ARG)
Assistentes: Diego Bonfa (ARG) e Ivan Nuñez (ARG)
GOLS: Fernandinho, 19’/1ºT (1-0) e Duque, 43’/2ºT (1-1)
Cartões amarelos: Victor (CAM), Mejía, Bernal, Henriquez e Duque (NAC)
Cartão vermelho: Não houve. 
Público/Renda: Ainda não divulgados. 
ATLÉTICO-MG: Victor, Alex Silva, Otamendi, Leonardo Silva e Emerson da Conceição; Pierre (Réver – 27’/2ºT) e Leandro Donizete; Ronaldinho Gaúcho, Fernandinho (Marion  – 34’/2ºT), Diego Tardelli (Guilherme – 27’/2ºT) e Jô. Técnico: Levir Culpi.
NACIONAL DE MEDELLÍN: Armani, Henriquez, Peralta (Duque – 12’/2ºT) e Oscar Murillo; Bocanegra, Díaz (Arias – 35’/2ºT), Mejía, Alejandro Bernal (Nájera – 28’/2ºT) e Valencia; Cárdenas e Cardona. Técnico: Juan Carlos Osório.

Dedé marca, Cruzeiro vence de forma heroica e avança na Copa Libertadores

Raposa bate o Cerro e agora vai encarar o San Lorenze

EFE

Paraguai – Com requintes de sofrimento, fazendo o primeiro gol quando jogava com um a menos, o Cruzeiro venceu o Cerro Porteño por 2 a 0 nesta quarta-feira no Estádio General Pablo Rojas, em Assunção, e se classificou para as quartas de final da Copa Libertadores. Como o primeiro jogo, em Belo Horizonte, há 15 dias, terminou empatado em 1 a 1, a Raposa precisava da vitória ou de um empate em dois ou mais gols. Embalado pela torcida, o Cerro ia caminhando para a conquista da vaga e jogava com um a mais depois da expulsão de Bruno Rodrigo, mas Dedé marcou de cabeça e recolocou a equipe mineira no trilho das quartas. Instantes antes do apito final, Dagoberto marcou o segundo.

Dedé brilhou e ajudou o Cruzeiro a avançar na Copa Libertadores

Foto:  Efe

Na próxima fase, o Cruzeiro terá pela frente o San Lorenzo, que também na noite desta quarta perdeu por 1 a 0 para o Grêmio no tempo normal, mas obteve a classificação nos pênaltis. A primeira partida acontecerá em Buenos Aires, com data ainda a ser definida pela Conmebol.

Marcelo Oliveira teve duas dúvidas para montar o time, o meia-atacante Ricardo Goulart e o atacante Dagoberto, que nesta semana se recuperaram de contusão. O primeiro foi titular, enquanto o segundo mais uma vez deu lugar a Willian, entrando apenas no segundo tempo. No Cerro, Francisco Arce escalou os mesmos titulares do primeiro jogo.

Embora fosse o Cruzeiro quem precisava de um gol, foi a equipe da casa que atacou mais nos primeiros instantes de bola rolando. Logo aos dois minutos, Oscar Romero passou pela marcação pela esquerda e levantou na cabeça de Güiza, que arrematou por cima da meta. Aos nove minutos, foi a vez de Angel Romero deixar um defensor para trás, dando um belo drible em Dedé, e servir um companheiro. Corujo dominou, ajeitou e chutou para linda defesa de Fábio. O Cerro colocava em prática com maestria a máxima “a melhor defesa é o ataque” e mantinha o Cruzeiro acuado na defesa. A situação poderia ter ficado melhor ainda aos 17, mas a trave salvou o atual campeão brasileiro. Bonet cruzou da direita, Angel Romero emendou de primeira e viu a bola explodir no travessão.

Os irmãos gêmeos estavam endiabrados e eram parados apenas com falta. Aos 26 minutos, Oscar recebeu na esquerda e passou por Ceará, mas errou na hora de cruzar para Angel. Com pouco espaço e tendo menos a bola, a Raposa enfim deu o ar da graça no ataque aos 33. Henrique rolou na entrada da área até Éverton Ribeiro, que chutou com força e tirou tinta da trave direita. A jogada ajudou o Cruzeiro a se soltar um pouco mais, mas a defesa do Cerro não permitia que a equipe mineira criasse muito. Éverton Ribeiro cruzou, Willian pegou o rebote e tentou duas vezes, mas em ambas foi bloqueado, aos 44.

O Cruzeiro voltou do vestiário mais presente na frente e tentando pressionar, mas com pouca efetividade. Foi a equipe paraguaia que deu trabalho, aos oito minutos, em chute de primeira de Güiza de fora da área. Fábio pegou firmemente. Uma finalização perigosa foi acontecer apenas cinco minutos depois. Éverton Ribeiro encontrou Júlio Baptista dentro da área, o centroavante bateu rasteiro com força e Fernández, seguramente, não deu rebote. Pouco depois, ‘La Bestia’ foi substituído por Borges, e Dagoberto entrou na vaga de Willian.

O tempo era inimigo da Raposa, que era obrigada a se expor a contra-ataques do time anfitrião. Num deles, aos 23, Güiza foi acionado com espaço na direita da área e superou Fábio batendo cruzado, mas a bola foi para fora. A noite estava realmente difícil para o Cruzeiro, e prova disso foi dada por Dagoberto, aos 31. Dedé curtiu uma de meia e adiantou para o atacante, que chutou de primeira e isolou, numa jogada que normalmente ele acerta o alvo. Para piorar, um minuto depois, Bruno Rodrigo, que já tinha cartão amarelo, chegou atrasado em Beltran, cometeu a falta e foi expulso. Mas se um zagueiro comprometeu, o outro salvou a pele do companheiro de defesa e de todo o time na jogada aérea. Éverton Ribeiro fez um cruzamento para Dedé, que subiu e acertou uma bela cabeçada para fazer 1 a 0.

Como as duas substituições feitas por Arce até então foram para recuar, a equipe da casa teve dificuldades para ir em busca da igualdade que levaria aos pênaltis. Na Raposa, Marcelo Oliveira sacou Borges para recompor a zaga com Léo. A sorte acabou de virar aos 39, e nem a panela de pressão em que o estádio, apelidado de Olla (Panela) Azulgrana, é transformado pela torcida salvou os anfitriões. O experiente Corujo acertou um pontapé proposital em Dagoberto na meia esquerda e viu o vermelho direitamente. Güiza, que havia sido substituído, também foi expulso já sentado no banco. Agora era o time visitante que contra-atacava, o segundo quase saiu aos 44. Éverton Ribeiro acelerou, limpou a marcação e ficou de frente para Fernández, mas bateu sem força. O último suspiro dos paraguaios foi dado aos 47, em finalização cruzada de Gamarra beneficiando-se de um buraco deixado por Samudio, que saiu com câimbras. O gol não saiu, e o campeão brasileiro ainda fez mais um logo na sequência, com Dagoberto, que partiu livre e tocou na saída de Fernández, que aceitou.

Barcos lamenta eliminação do Grêmio nos pênaltis e admite: ‘Dá raiva’

O abatimento dos jogadores do Grêmio após a eliminação da equipe da Libertadores era visível na saída de campo

Barcos lamenta eliminação do Grêmio nos pênaltis e admite: 'Dá raiva'

Grêmio, de Barcos, caiu nos pênaltis e deixou o argentino com raiva

O abatimento dos jogadores do Grêmio após a eliminação da equipe da Libertadores era visível na saída de campo. Após a derrota nos pênaltis para o San Lorenzo, o discurso entre os atletas era de levantar a cabeça e passar a pensar no Campeonato Brasileiro. O centroavante Barcos, que errou a primeira cobrança na decisão, não escondeu a decepção com a desclassificação da equipe.

“Nós fizemos o gol que precisávamos, jogamos bem. Perder nos pênaltis dá muita raiva, impotência. A gente não merecia. Conseguimos o mais difícil, criar situações, mas infelizmente não deu”, lamentou o argentino. A outra cobrança desperdiçada foi do uruguaio Maxi Rodríguez. O goleiro Torrico defendeu ambas.

O centroavante argentino também disse que não vê motivo para o técnico Enderson Moreria ser mandado embora após mais um resultado negativo no comando do clube.

“Seria muito injusto. Ele tem culpa, mas todos nós temos culpa. Se tivesse que rolar uma cabeça agora, teriam que rolar 100 cabeças”, decretou o atacante.

O zagueiro Werley reconhece que a eliminação trará cobranças ainda mais fortes ao grupo, que perdeu também o título gaúcho no começo de abril. “Temos que levantar a cabeça. Sabemos que aqui se cobra muito. Nós fizemos uma grande primeira fase, mas infelizmente não conseguimos passar. Agora tem o Brasileiro. O trabalho está sendo bem feito”, avaliou.

Esta foi a terceira eliminação seguida do Grêmio nas oitavas de final da Libertadores, a exemplo de 2011, quando caiu para a Universidad Católica e 2013, para o Santa Fé. No sábado, o Tricolor enfrentará o Santos, na Vila Belmiro, iniciando sua caminhada no Brasileirão.

Cruzeiro vai até o Paraguai com difícil missão de se classificar

Estadão Conteúdo

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Na partida de ida, no Mineirão, empate por 1 a 1

Uma verdadeira decisão é aguardada pelo Cruzeiro nesta quarta-feira. Às 22 horas (de Brasília), no estádio General Pablo Rojas, mais conhecido como “La Olla”, em Assunção, o atual campeão brasileiro terá pela frente o Cerro Porteño com a missão de ganhar ou empatar por dois ou mais gols para avançar às quartas de final da Copa Libertadores.

Na partida de ida, no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, há duas semanas, o Cruzeiro sofreu para conseguir o empate por 1 a 1 – marcou o seu gol, com o atacante William, nos acréscimos do segundo tempo. Agora, um 0 a 0 dá a vaga ao Cerro Porteño, que terá o apoio de mais de 25 mil pessoas em seu apertado estádio na capital do Paraguai. Uma nova igualdade por um gol levará a decisão para a disputa por pênaltis.

A novidade da equipe comandada pelo técnico Marcelo Oliveira pode ser a volta do atacante Dagoberto, recuperado de uma lesão na coxa direita, no lugar de William. Os dois, junto com Julio Baptista, Borges e Luan, são as opções para o ataque do Cruzeiro. O boliviano Marcelo Moreno não viajou para Assunção.

Neste duelo de volta contra o Cerro Porteño, o Cruzeiro poderá contar com força total à disposição. O volante Nilton, que cumpriu três jogos de suspensão imposta pela Conmebol, está liberado para voltar ao time, mas a tendência é a de que Henrique seja mantido como titular.

Grêmio perde para o San Lorenzo e vive situação difícil na Libertadores

Lancepress

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Argentinos largaram na frente na disputa pelas oitavas

O Papa Francisco abençoou o San Lorenzo. A equipe de Buenos Aires derrotou o Grêmio, por 1 a 0, no Estádio Nuevo Gasómetro. Além de fazer a alegria do pontífice – torcedor azul-grená -, os argentinos largaram à frente na disputa pelas oitavas de final da Copa Libertadores. Na volta, os gaúchos precisarão de esforço redobrado na Arena para saírem com a vaga.

A equipe argentina ensaiou pressão típica das equipes mandantes nos minutos iniciais, mas apesar do domínio e de acuar o Tricolor no campo de defesa, não criou chances concretas de gol. Com o passar do relógio, o Imortal equilibrou as ações em campo. O meia-atacante Dudu era a principal válvula de escape do time. Por outro lado, Léo Gago, improvisado na lateral-esquerda com a lesão de Wendell, mostrava sinais de nervosismo.

No fim, os 45 minutos iniciais foram de muita marcação e aplicação tática do Grêmio, que não deu espaço às infiltrações da equipe portenha. Nem mesmo o talento dos meias Piatti e Villalba conseguiu romper a linha defensiva do adversário. O empate sem gols ao apito do árbitro Enrique Osses era justificável.

Os gaúchos voltaram para o segundo tempo com um pouco mais de ousadia. Em belo lançamento de Zé Roberto, o volante Ramiro quase abriu o placar, mas parou no goleiro Torrico. Mas logo em seguida, veio o banho de água fria. Após troca rápida de passes, o atacante Correa recebeu de costas para a área, girou com uma facilidade assustadora – parecia estar jogando contra um time dente de leite – e chutou firme para abrir o placar. Foi o suficiente para incendiar de vez o Nuevo Gasómetro.

Não restou opção ao Grêmio que não partir para cima. Enderson Moreira promoveu a entrada da joia Luan no lugar do volante Ramiro. O Imortal passou a ditar o ritmo do jogo, mas a exemplo do adversário durante o primeiro tempo, não conseguiu construir uma jogada que representasse perigo de gol ao camisa 1 Torrico. A chance de ouro veio aos 33 minutos. Após recuo do lateral Buffarini, o árbitro assinalou tiro livre indireto a favor do Tricolor. Dudu ajeitou com carinho e rolou, mas Barcos, na pequena área, isolou.

Victor salva, mas Atlético-MG perde no fim na Colômbia

O herói do título da Copa Libertadores de 2013 voltou a aparecer, mas em nada adiantou

Victor salva, mas Atlético-MG perde no fim na Colômbia

Ronaldinho é ensanduichado por Mejía e Bernal, do Atlético Nacional

O herói do título da Copa Libertadores de 2013 voltou a aparecer. Graças a Victor, o Atlético voltava da Colômbia com um empate por 0 a 0 com o xará Atlético Nacional, pela ida das oitavas de final da Copa Libertadores, até aos 46 minutos do segundo tempo. Neste instante, porém, Cárdenas acertou o canto direito do goleiro de longa distância e garantiu a vitória por 1 a 0 aos mandantes.

Victor fez pelo menos cinco grandes defesas para impedir que o time de Medelín balançasse a rede no Estádio Atanasio Girardot até então. O Atlético-MG chegou ao gol adversário em lances pontuais, a partir de momentos de brilhantismo do discreto Ronaldinho Gaúcho, aplaudido a todo momento pelos fãs locais ou com Diego Tardelli. Foram 25 finalizações do Nacional contra duas mineiras.

Na outra quinta-feira, 1° de maio, no Estádio Independência, em Belo Horizonte, o Atlético se classificará às quartas de final com uma vitória por dois gols de diferença. Vitória por um gol sendo vazado dá a vaga aos colombianos, e 1 a 0 para o time mineiro leva o duelo para os pênaltis.

Quem passar enfrenta na próxima fase o vencedor de The Strongest e Defensor Sporting. Na ida, em casa, na Bolívia, o Strongest venceu por 2 a 0. O duelo de volta, no Uruguai, será disputado na próxima terça.

No domingo, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro, o Atlético visita o Grêmio.

O jogo

O primeiro tempo em Medelín foi todo dos colombianos, mas por muito pouco o time brasileiro não saiu para o intervalo em vantagem. O time da casa levou perigo em jogadas pelas pontas e forçou três belas defesas de Victor, duas consecutivas, em cruzamento de Mejía seguido de cabeçada de Cardenas e depois em chute de Bocanegra após saída errada de Emerson Conceição.

Aos 41, Diego Tardelli chutou cruzado da direita, e Leonardo Silva quase alcançou a bola de carrinho do outro lado da área.

A partida recomeçou com os brasileiros ainda mais acuados. Victor voou para afastar chutes de longe de Cárdenas e Díaz, este, no ângulo.

No fim, mais uma vez o Atlético esteve perto de balançar a rede. Marion chutou forte do meio da área, e Armani espalmou.

No fim, Cárdenas tirou o zero do marcador em momento de rara felicidade. 

FICHA TÉCNICA:

ATLÉTICO NACIONAL-COL 1 X 0 ATLÉTICO-MG

Local: Estádio Atanásio Girardot, em Medellín (COL)

Data: 23 de abril de 2014, quarta-feira

Horário: 22h (de Brasília)

Árbitro: Martin Vazquez (URU)

Assistentes: Miguel Nievas e Carlos Changala (ambos do Uruguai)

Cartões amarelos: (Atlético Nacional) Murrillo (Atlético-MG) Leonardo Silva

Gol: Atlético Nacional: Cárdenas, aos 46 minutos do segundo tempo

ATLÉTICO NACIONAL-COL: Armani; Nájera, Murrillo, Henríquez e Bocanegra; Bernal (Arias), Mejía, Cárdenas e Díaz; Duque (Trellez) e Valência

Técnico: Juan Carlos Osório

ATLÉTICO-MG: Victor; Otamendi, Leonardo Silva, Réver e Emerson Conceição; Pierre, Leandro Donizete, Ronaldinho (Guilherme) e Tardelli; Fernandinho (Marion) e Jô

Técnico: Paulo Autuori

noticias gerais e, especificamente, do bairro do Brás, principalmente do comércio